AMERICANOS QUEREM
PRIVATIZAR O AQÜÍFERO GUARANÍ
Em breve, a água doce será tão valiosa quanto o petróleo. Sem
petróleo dá para se viver. Sem água, não!
A água doce é um bem tão precioso quanto escasso...
Por isso, um organismo internacional deseja apropriar-se do Aqüífero Guaraní, a maior reserva de água doce do mundo que está em
nossa zona de Tríplice Fronteira. Segundo informações, já foi investido US$ 27
milhões em trabalhos de exploração e também na compra de terrenos pelo milionário
americano Douglas Tompkins.
Douglas Tompkins, forte empresário dos EUA,
proprietário da cadeia internacional SPRIT, adquiriu 105.000 hectares de campos
e lagos na zona correntina
de Perugorría. O montante desta operação oscilou em
US$ 18 milhões. Estas superfícies são de grande valor devido às suas reservas
de água doce
A preservação e uso do Aqüífero Guaraní constituem
um dos grandes desafios da Humanidade. Alguns já o estão chamando de Aqüífero
INTERNACIONAL Guaraní. Nesse mesmo sentido, temos dados
que falam da Amazônia como área internacional... O que querem os grandes em
rotular como internacional aquilo que pertence ao Brasil?
Será apenas interesse em preservar?... Temos nossas dúvidas.
De acordo com a informação do diário Território Digital, de Posadas, um
informe que circula no México, elaborado por um especialista em assuntos
hídricos, Gian Carlo Delgado Ramos, adverte que entre
os planos das principais potências do mundo, figura a privatização de um
recurso natural que em pouco tempo adquirirá nível estratégico, pois corre o
risco de esgotar-se: a água doce. E o documento menciona especialmente o
Aqüífero Guaraní.
Delgado Ramos sustenta: "É típico o modus operandi do Banco Mundial. Primeiro revela seu interesse sobre a área; depois a transferência dos recursos hídricos ao setor privado. Por um lado , impulsiona a concentração em mãos de grupos seletos e, uma vez isto assegurado, procura colocar as multinacionais no centro da gestão e usufruto de tão valioso recurso".
Fonte: http://www.barradoquarai.net/Topicos/Topico01.htm