A Sociedade Sem Nome

 

Carolina Regina da Silva

 

A sociedade sem nome possui seres do sexo masculino e também do sexo feminino de idades variadas.  

 

Esses seres se relacionavam de forma muito formal durante a maioria de sua existência. Durante muito tempo, pelo que se pode encontrar na história dessa sociedade, os indivíduos do sexo masculino eram quem escolhiam suas companheiras. Uniam-se com elas numa espécie de ritual num templo, onde pediam a benção de um tipo de ser superior. A festa e os rituais dessa união duravam vários dias.

 

E, depois disso, o indivíduo do sexo masculino se mudava com sua nova companheira para uma casa separada e pela preferência do homem, bem longe da mãe de sua esposa.

 

As mulheres daquela sociedade não puderem durante muito tempo escolher o homem com quem iriam se casar, não podiam trabalhar, sua função básica era ter filhos para continuar a linhagem do homem e cuidar da casa.

 

O homem geralmente tinha mais de uma companheira e pelo que se constatou esse era um direito exclusivo dos homens, e mesmo que soubesse de alguma coisa a mulher era obrigada a aceitar a situação.

 

A sociedade dos sem nome passou por transições onde passou a aceitar que a mulher escolhesse seu esposo. Porém os direitos a dois companheiros nunca se estendeu as mulheres.

 

Passando por mais transições passou depois de muita revolução a uma situação onde os indivíduos percebiam que as relações não conseguiam se sustentar e, a partir de um certo tempo, admitiam que eles se separassem, o que anteriormente era inadmissível. Para que esse ritual acontecesse poderiam acontecer brigas ou não; mas os indivíduos deveriam se encontrar sob um território neutro, para oficializarem os rompimento. Geralmente a mulher ficava “mal vista” aos olhos dessa sociedade e geralmente tinham uma vida difícil. Já o homem casava-se de novo e constituía outra família.

 

Mais tarde novas mudanças na sociedade dos sem nome, a mulher passou a trabalhar e não dependia totalmente do homem.

 

Após algum tempo essa sociedade começou a dispensar o ritual de união e ficavam juntos sem pedirem benção a esse ser superior que eles cultuavam. Também passaram a se reproduzir sem ao menos morarem ao mesmo tempo.

 

A sociedade do sem nome mudou sem parar e somente o final dos estudos poderá mostrar o que acontecerá com essa sociedade.

 

        

 

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