O Sistema de Educação de um Povo
Sul Americano
Alex
Eloy Nogueira
A grande maioria dos povos coloca a educação como prioridade
de um ser humano melhor e mais digno. Cada um deles tem diferentes formas de
proporcionar às crianças uma educação de qualidade. Dentre todas as formas a de
um povo que vive numa terra de grande litoral e que se localiza
no Hemisfério Sul chama a atenção.
Quando as crianças completam seis ou sete anos os
pais as levam para um estranho local cheio de salas onde são entregues a
algumas mulheres que são carinhosamente chamadas de “tias” pelas crianças.
Nesses locais elas recebem noções de como viver em sua sociedade e são
iniciadas no conhecimento de sua escrita mas, uma
grande parte das crianças após quatro anos saem de lá sem o mínimo de educação
e conhecimento de sua escrita.
Então, as crianças agora mais velhas, passam para
uma espécie de segundo estágio onde são novamente entregues ao cuidado de
mulheres e também de homens que agora são chamados de “professores” e exigem
muito respeito e disciplina das crianças, só que diversas vezes essas crianças
os desrespeitam e os ofendem.
Após mais quatro anos os agora adolescentes passam
para a próxima etapa do seu sistema de educação, onde são instruídas em formas
mais complexas de sua escrita e de sua ciência, mas vários desses jovens deixam
esses locais para com outros formar grupos que roubam,
agridem e matam pessoas inocentes. Dos que ficam alguns preferem ficar em suas
casas usando estranhas substâncias que são proibidas por suas leis.
Então, concluído mais esse degrau, muitos anseiam
para adentrar no próximo estágio, entretanto, este não é liberado para todos,
há poucas vagas nesses locais , onde os nativos dizem
haver um ensino “superior” e só podem entrar lá aqueles que passam por uma
prova.
Segundo dizem os nativos esse teste é muito difícil
e por isso os jovens acabam tendo de pagar para alguns mestres lhes ensinarem
as técnicas para conseguirem passar nesse teste que passa a ser a razão da
existência e são muito cobrados pelos pais para conseguirem ter acesso ao tal
ensino “superior”.
Quem não quer fazer esse teste tem que pagar
contribuições mais altas para entrar em locais mantidos por particulares para
poder ter acesso ao tal ensino “superior”.
Ao concluir essa última fase os jovens saem para
poder ganhar seu sustento. Mas, alguns estão tão mal preparados que não
conseguem suprir suas necessidades e vêem dois caminhos a sua frente se matam
ou mudam de função.
Outras coisas chamam a atenção, como, por exemplo,
a estrutura da grande parte dos locais onde essas crianças e jovens são
educados são edifícios velhos em ruínas, além disso
percebe-se a falta de cadeira para os alunos se sentarem e a grande parte dos
homens e mulheres que cuidam da educação não recebem dos governantes e mínimo e
o justo para fazerem seu trabalho e são obrigados pela situação a fazerem
greves que infelizmente prejudicam os alunos.
Enfim muitos problemas afligem esse povo e o mais
grave parece ser a educação que não é acessível a todos, mas, uma última coisa
prende a atenção, o curioso fato dos líderes desse povo viverem
dizendo que “este é o país do futuro”.