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ÍNDICE DOS TEXTOS(livro on line da Psicologia) |
PSICÓLOGO: ANÁLISE SOBRE O MEDO E AS FOBIAS
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MEDO:
DEPRESSÃO E TIMIDEZ: - Aspectos Psicológicos da enfermidade segundo a abordagem de ALFRED ADLER SOLIDÃO: - ESTUDOS ATUAIS SOBRE A SOLIDÃO - Um paralelo entre as teorias de FREUD e ADLER acerca do fenômeno da solidão - O Exílio do Prazer - Solidão - Novos Estudos - QUAL TIPO DE PESSOA TORNAR-SE-Á SOLITÁRIA?(ANÁLISE DOS CONFLITOS NOS CASAMENTOS E RELACIONAMENTOS). ALFRED ADLER:- A Psicologia E O PODER - O Estudo do Poder - Poder e Sentido da Vida - A Síndrome do pânico segundo Alfred Adler - Pânico, Timidez e Destrutividade na abordagem de Alfred Adler
SITES DE NAMORO: - O PRIMEIRO ESTUDO PSICOLÓGICO NO PAÍS ACERCA DAS CONSEQUÊNCIAS DO NAMORO VIRTUAL - Uma Ilusão Contra a Dor - Sites de namoro: qual será o destino de nosso lado afetivo?
FAMILIA: - Relacionamento Pais e Filhos
TEMAS DIVERSOS: - Interpretação de Sonhos e Pesadelos - O Sofrimento Afetivo: Qual o tipo de relacionamento que estamos buscando? - A Nossa Relação com DEUS - Como Desvendar Nosso Destino - Amor e Ódio - O Processo do Ódio e Amor - Psicanálise, Sedução e Disputa de Poder - Dados do psicólogo e a importância da psicoterapia - Felicidade - A Função da Psicoterapia - O Casamento - Entenda a depressão e se livre dos Remédios - Ansiedade - CIÚMES - TIMIDEZ: CONSEQUÊNCIAS INDIVIDUAIS E SOCIAIS - PAIXÃO: ANÁLISE PSICOLÓGICA DO PRAZER E DOR ENVOLVIDOS EM TAL SENTIMENTO - CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO CIÚMES - SOLIDÃO E ARREPENDIMENTO - A INVEJA - QUESTIONÁRIO SOBRE O SENTIDO DA VIDA(UM TESTE REAL E PROFUNDO ACERCA DE NOSSA FELICIDADE,VALOR PESSOAL E ORIENTAÇÃO VOCACIONAL). - POR QUE NÃO SOMOS AMADOS? - A DEPRESSÃO PÓS-PARTO - CAUSAS PSICOLÓGICAS DA IMPOTÊNCIA SEXUAL E EJACULAÇÃO PRECOCE - TRISTEZA: ESTUDO DE SUAS RAÍZES E ASPECTOS PSICOLÓGICOS - COMO ENCONTRAR SEU PARCEIRO IDEAL? - IMPOTÊNCIA SEXUAL/EJACULAÇÃO PRECOCE/TIMIDEZ/SOLIDÃO(QUATRO DRAMAS DE NOSSA ERA) - COMO O SENTIMENTO DE CULPA E A INSEGURANÇA PARALISAM NOSSAS VIDAS - SOLIDÃO A DOIS - HOMOSSEXUALISMO E A FUNÇÃO DA PSICOTERAPIA(Análise psicológica atual do homossexualismo e como a psicoterapia pode servir de apoio contra a discriminação do homossexual) - CHORO(SIGNIFICADO PSICOLÓGICO E COMO SE MANIFESTA NA DEPRESSÃO E TRISTEZA - ANSIEDADE, CIÚMES, CULPA E DEPRESSÃO(ANÁLISE PSICOLÓGICA DAS EMOÇÕES NEGATIVAS NOS RELACIONAMENTOS) - TAMANHO DO PÊNIS(ANÁLISE PSICOLÓGICA SOBRE A PREOCUPAÇÃO OBSESSIVA) - A CRISE NO CASAMENTO(ANÁLISE PSICOLÓGICA SOBRE A ESCOLHA CERTA OU ERRÔNEA DO PARCEIRO) - QUEM REALMENTE SOFRE DE UMA DOENÇA MENTAL?(ANÁLISE PSICOLÓGICA DA PATOLOGIA E COMO A DIAGNOSTICAR) - A TERAPIA DE CASAL NA SEPARAÇÃO OU RECONCILIAÇÃO DA RELAÇÃO - ANÁLISE PSICOLÓGICA SOBRE O DINHEIRO - MEDO, REJEIÇÃO E O SENTIDO DA VIDA DE UMA PESSOA NA ANÁLISE DE SEU SOFRIMENTO PESSOAL - ANÁLISE PSICOLÓGICA DA MÁGOA E SAUDADES NO SOFRIMENTO DA SEPARAÇÃO - O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DA TIMIDEZ? - TIMIDEZ: A TRAIÇÃO DE SI PRÓPRIO - CARÊNCIA: ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS - PARANÓIA E CIÚME EXTREMO(ANÁLISE DA DESCONFIANÇA NA PAIXÃO) - INFIDELIDADE E TRAIÇÃO NOS RELACIONAMENTOS -ANSIEDADE(SENSIBILIDADE OU INFELICIDADE?) |
PSICÓLOGO ANTONIO CARLOS ALVES DE ARAÚJO TELS. 66980558/ Cel:93883296 Tatuapé - SP - SP - Brasil
Se excluirmos a
questão sobre o dinheiro e trabalho, parece que nossa mente apenas vive
focalizando dois pólos opostos: seja na fantasia e devaneio de uma
satisfação qualquer; ou no mais completo pensamento de medo. O objetivo
deste estudo é a formulação de um teste psicológico prático para a
aferição do grau de medo presente na personalidade do sujeito; devendo
ser aprofundado entre o psicólogo e paciente durante a psicoterapia. A
primeira questão seria:
A
estrutura social nos coloca não apenas o dilema da sobrevivência econômica,
mas qual valor temos perante os outros. O cerne de várias fobias passa
pela questão do poder do sujeito perante o meio e como o manipula. No
caso citado do medo de dirigir, quase sempre encontramos uma pessoa que
historicamente apresentou grandes dificuldades com a crítica e
agressividade. O medo de ser atacada e lhe tomarem seu espaço ou ego
pessoal é transportado para a esfera do dirigir onde todos esses
elementos são testados incessantemente. A segunda questão seria:
Quando ocorre uma mudança
no indivíduo para algo melhor ou mais produtivo, o primeiro desafio do
mesmo é estar atento e saber lidar com a mais pura inveja. Esta traz
temores inconscientes de toda ordem, não exatamente de perder o que foi
conquistado, mas o terrível sentimento de culpa por estar em uma situação
diferenciada. Podemos afirmar que tanto os elementos construtivos ou
destrutivos do ser humano sempre irão permanecer intactos no substrato
inconsciente. Se o esquema econômico e social fez com que, por exemplo, a
solidariedade se tornasse supérflua no rol da sobrevivência, a mesma irá
se deslocar para outra esfera; na identificação e solidarização com a
infelicidade absoluta do outro e obrigação de seguir o mesmo traçado.
Todos sabemos da dificuldade e dor de ver o outro muito melhor do que nós
mesmos, e quando alguém consegue destaque ou detém determinado
potencial, fatalmente o travará perante esta torcida consciente e
inconsciente da negatividade. Precisamos treinar muito para acreditarmos
em nossa auto estima. JEAN PAUL SARTRE dizia que o “inferno é o
outro”; tal afirmativa encerra um contra-senso; por um lado realmente o
outro é o inferno no tocante a inveja perante algo que temos ou detemos;
mas também sempre precisaremos de uma platéia, seja por nossos anseios
narcisistas e agressivos, ou por um desejo genuíno de tentarmos nos
integrar na coletividade. ALFRED ADLER, contemporâneo de FREUD e criador
da psicologia social, achava que o senso de uma real comunidade, no
sentido profundo de amparar o outro era a meta máxima do desenvolvimento
emocional da pessoa. O ser humano não é nem bom ou mal por natureza, mas
carrega todos os potencias de energias ou afetos que se cristalizarão em
conformidade com o meio e subjetividade de quem reage ao mesmo. · Outra pergunta fundamental é: Qual o receio ou medo de proporcionar prazer a alguém? Este é mais um dos dilemas de nossa era no tocante a relacionamentos. O pavor de dar o melhor de si e não obter retorno ou impacto sobre o outro permeia toda a esfera afetiva. O lacônico “ficar”, é o produto mais fiel desse processo. Na verdade o contraponto do consumismo é a total economia psíquica e sentimental de prover o que se possui de melhor para alguém. · Sobre as fobias em si; qual sua origem? Como exemplos: medo de elevador ou lugares fechados, qual o significado? Um dos mais antigos e primeiros colaboradores de FREUD chamado OTTO RANK, elaborou uma teoria que denominou “trauma do nascimento”. A própria condição biológica de como a criança vinha ao mundo já era por si só um fator do mais puro stress. Se sentir confinado remeteria a esta antiga imagem mnêmica, seguindo tal postulado. Embora não possamos desprezar tal tese, creio que a mesma é correta, mas se encontra de certa forma invertida do ponto de vista psicológico. Não é bem a imagem do nascimento que se agrega ao medo, mas seu correlato, a morte. O medo do confinamento representa a emissão simbólica de flashes acerca do destino inevitável da humanidade; achando que o sufocamento é seu elemento central, obviamente por uma associação biopsíquica ao elemento ar; prova disto é o antigo medo de ser enterrado vivo. Mas não é apenas a questão do confinamento ou ausência do elemento vital do ar que dão a dimensão do medo que estamos analisando. Pensemos no medo do elevador; seria um tanto simplista o associar também a morte ou sufocamento. A psicanálise também sempre fez relação deste distúrbio novamente com a questão da sexualidade. Simbolicamente estar diante de outras pessoas representaria uma falha narcísica, como se seu “pênis” ou atributo pessoal estivesse sendo testado ou comparado. Notem que por mais surrealista que possa parecer tal interpretação, não deixa de ser uma relativa verdade; prova disso é a fantasia sexual de efetuar relações sexuais dentro do elevador, que seria uma reação a tal medo citado. O que ficou de fora nessa análise toda é o elemento social da questão. O medo do elevador denota também uma personalidade tímida e refratária ao contato social; ou uma grande dificuldade de se sentir natural perante estranhos. A fobia social é o embate final sobre a aferição de sua mais profunda intimidade em relação ao meio. ADLER brilhantemente classificou determinadas fobias como a “fuga da situação de prova”, e como a pessoa se recusava a fazer qualquer tipo de teste, sairia “vitoriosa” no plano mental simplesmente pela não participação. · Como fica a síndrome do pânico dentro do que foi citado até agora? Pensemos num dos sintomas da referida moléstia-o medo de sair na rua.
Qualquer psicólogo um pouco experiente já percebeu fazendo um
levantamento pregresso da história do sujeito, que antes da afecção
acometer o mesmo, sua personalidade era exatamente oposta; mostrava
coragem, espírito empreendedor, liderança acima de tudo. Porém, em
determinado momento começou a ocorrer o processo inverso. Isto é o que
ADLER denominava como “arranjo psíquico”, um protesto mental contra
as tarefas ou responsabilidades que o sujeito não desejava mais carregar.
O desejo de sair, encontrar pessoas e tudo o mais ainda persistiria, só
que agora a perspectiva mudava radicalmente; a doença seria uma forma prática
de forçar o ambiente a lhe proporcionar todas as suas necessidades de
modo que desaparecessem suas obrigações ou esforços pessoais. Não é
muito mais simples e eficiente estar paralisado a espera de que alguém
nos acuda ou venha em socorro dos nossos anseios? Não se trata de negar a
doença, mas perceber sua mais profunda raiz na dimensão psíquica e
sociológica. É uma tarefa das mais ingratas nos posicionarmos
diariamente, sendo que quando descobrimos um atalho, vale de tudo, até
suportar um sofrimento alto para evitarmos novos constrangimentos, embora
contraditoriamente a doença traga talvez o pior de todos. A medicina e
psiquiatria ostensivamente negam tal núcleo, em função da massificação
e banalização dos medicamentos. O conforto da pílula pelo menos
deveria acompanhar uma frase ou palavra do médico com o intuito de
resgatar a potência perdida do sujeito. · Será realmente importante discutir determinados medos de insetos ou animais?(baratas, ratos, cobras, como exemplos); não seriam estes um disfarce para encobrir questões mais amplas e difíceis para a personalidade? Sem nenhuma sombra de dúvida; embora tais medos citados remontem aos primórdios do ser humano quando ainda vivia em cavernas, e estava sujeito a ataques dos mais variados animais ou insetos, se tornando componentes atávicos ou até mesmo genéticos. Nos dias atuais tais fobias relacionadas dizem muito mais da fuga dos verdadeiros problemas do sujeito como foi citado, do que qualquer outra coisa. O que estou tentando dizer como centro deste texto é que a fobia não passa de uma denúncia ou instrumento que a pessoa utiliza para expor seu sofrimento de forma disfarçada, por vergonha ou temor de passar a mensagem direta. A fobia é a timidez de revelar a infelicidade de forma real e prática, o desgosto profundo de uma alma que sente que não têm apoio e consideração em relação ao meio. · Medo da crítica; falar em público; comer (anorexia nervosa e bulimia); perder o emprego ou insegurança econômica. Todos eles são os reais medos sem nenhum atalho ou maquiagem. Notem que se observarmos atentamente, além do temor a crítica citada possuem a mesma base central; o lidar com a autoridade. Pensemos na insegurança de perder o emprego. O que aconteceu com essa pessoa no passado? Teve conflitos de trabalho ou com determinadas regras, temendo a repetição? Por que não poderia colocar suas habilidades em outro lugar? O receio da idade ou do preconceito do sistema vigente? Não é a mesma coisa da obsessão por um corpo perfeito, que dará a ilusão de ser apreciada ou desejada continuadamente; fugindo do mais terrível pesadelo que é a rejeição? O medo de falar não é a mesma coisa? Como estruturamos nossa relação com a autoridade seja real ou simbólica (um valor conferido pelo sistema), dará a dimensão de todo o nosso caráter: submisso ou passivo; desafiador; cooperativo, e por fim retraído. O ser humano procura obviamente sempre um patamar de segurança e estabilidade, detestando mudanças bruscas que o obriguem a nova labuta pelo recomeço do que julga serem suas necessidades. Mas então neste ponto não poderíamos falar tanto sobre o medo como centro da questão, e sim de como todos de tornam acomodados e indolentes para novos desafios. Descobrir que tipo de autoridade está internalizada no inconsciente da pessoa e de que forma sempre reagirá perante a mesma é tarefa profilática que o psicólogo deverá exercer. · Ninguém pode contestar que a opinião alheia é quase que um deus absoluto em nossa era, e que milhões de pessoas permutam suas mais profundas convicções e talentos pessoais para se evadirem da crítica e agressividade do meio. Restam apenas alguns tipos que se tornaram até “excêntricos”, por não temerem a estrutura social. A própria psicologia durante décadas reforçou a terrível mentira de que o ideal da pessoa era estar bem com ela mesma; se esquecendo de que diariamente todos os esforços são para chamar a atenção de alguém para uma personalidade totalmente carente. A carência além de também ser temida, traz à tona sua irmã gêmea que é sem dúvida o maior medo de todos: a solidão. · Qual o grau de solidão que sentiu no decorrer da vida e como lidou com o mesmo? A solidão além de nos mostrar de forma imediata à privação de nossas necessidades, agrega também o elemento da inveja, pois começamos a pensar que apenas nosso ser não conseguiu comungar daquilo que é vital ou prazeroso. Há uma base histórica familiar que originou tão dolorosa sensação de desamparo, devendo o psicólogo a refazer, sob o risco da pessoa nunca sentir confiança em seu íntimo. A gênese da solidão além da falta ou carência é um sentimento absoluto de derrota, fazendo com que a pessoa desesperadamente tente mostrar algo de si que seja valioso, para não ser riscada em absoluto do mapa das relações sociais. Tal esforço infelizmente acaba sendo em vão, pois sua sensação de inferioridade não permite que cative as pessoas ao seu redor. Pensemos nos atuais “ORKUTS”, “*”SITES DE NAMORO” e coisas do gênero. O sistema social além de criar toda a solidão consegue uma forma de lucrar com a mesma”. Em nossa era a expressão: “antes só do que mal acompanhado”, é pura escusa ou racionalização; os instrumentos virtuais de busca de parceiros citados provam o grau enorme de miserabilidade afetiva e social; num quadro destes é muito difícil discriminar quando a solidão seria até saudável para se fazer uma reflexão pessoal, sendo que a sensação de perda do potencial é muito mais forte, pela ausência de testemunhas sobre seu valor próprio; coisa que a solidão provoca. · Como ficam os transtornos obsessivos-compulsivos(tocs)? Geralmente o tipo de transtorno e incidência remete a uma personalidade que passou por grave crise pessoal e tenta se recuperar. A obsessão está ligada diretamente a uma espécie de pensamento mágico ou superstição, numa forma simbólica de ritual ou proteção contra a repetição do evento traumático. O problema é que tal proteção acaba custando caríssima, pois produz uma constante escravização sobre imagens ou comportamentos cotidianos e rotineiros que absorvem a energia do sujeito. A tarefa do psicólogo é sistematizar minuciosamente o tipo de ato obsessivo e fazer junto ao paciente o levantamento em que situações o mesmo ocorre e sua significação. A pessoa deve perceber que o medo não deixa de ser um ato solitário; sua raiz e potência se reforçam no anonimato. O medo teme compartilhar sua essência, assim como o status ou dinheiro, segue a estrutura social vigente de egoísmo e apenas pensar e trabalhar por si mesmo. O medo sempre lembrará ao sujeito de que o mesmo é infeliz e não terá chance de superação de seu dilema, impossibilitando a catarse pessoal para uma vida plena. Uma terapia bem sucedida é a que despertou um mínimo de motivação e felicidade no paciente. Enfim, a grande arma do medo é a associação com a solidão, para não apenas isolar o indivíduo, mas, também subtrair seus recursos. Inteligência é a capacidade de pedir e agregar ajuda ao seu redor, sendo que ninguém necessitaria de status ou fama para tal finalidade. Se a história da psicologia provou que não temos nenhum poder sobre os processos inconscientes; que pelo menos possamos efetivar a potência da reação; isto representa a coletividade psíquica da humanidade. A caixa preta do sofrimento só será aberta quando traçarmos um caminho paralelo de criatividade e constante sabedoria perante nossos dilemas não resolvidos. · BIBLIOGRAFIA: ADLER, ALFRED. O CARÁTER NEURÓTICO. BUENOS AIRES: EDITORA PAIDÓS, 1912. ·
Vide site central com amplo
estudo sobre sites de namoro virtual COLABORADORES: IRINEU FRANCISCO BARRETO JÚNIOR E
SIMONE JORGE(SOCIÓLOGOS).
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