Um Sentido** texto de minha autoria Suzana Sanae Yogi O ar estava abafado e seco.O calor era insuport�vel,as pessoas estavam de humor irritadi�o. Estavam passando por um longo per�odo de tempos dificeis.Certa manh�, uma inesperada ventania come�ou a soprar naquela pequena cidade,onde n�o sei o lugar e �poca,apenas escreverei que data de Anos atr�s,naquele per�odo negro,onde muitas almas inocentes foram torturadas e mortas,mas que hoje j� colhem os frutos de tal �poca."Nada acontece por acaso". O vento � sens�vel ,sabe onde passa,e aqueles que sabiam ouvi-lo,reconheciam a mensagem que o tempo se transformaria. Ao longe podia se ver um grupo de pessoas reunidas ao mar,parecendo serem acariciadas pelo vento,sentindo sua suave brisa e o cheiro que predestinava a chuva que minutos depois ca�a maravilhosamente para a alegria daquele povo j� sofrido e magro pelas colheitas perdidas.--o barulho do vento e a sintonia da chuva pareciam entoar em doce melodia: -"Cheiro de Terra Molhada,mist�rios ainda n�o desvendados,verdades para serem ditas e descobertas..." Annie ao ver aquela chuva,o vento "varrendo" as folhas secas do ch�o,n�o se conteve e saiu de casa ,para sentir aquelas gotas da chuva em seu corpo como se pudessem lavar sua alma ,dissipando suas ang�stias e d�vidas. |
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Come�ou a rodopiar e levantar os bra�os ao c�u agradecendo aos deuses e elementares por t�o linda d�diva Lembrou de uma antiga cantiga que n�o se recordava de onde a ouvira e come�ou a canta-la enquanto embalada por uma estranha sensa��o dan�ava e cantava: Chuva minha amiga que,que traz ventos do Leste,Norte,Sul E Oeste,Que traz nuvens,Que desagua sensa��es e alegrias,Que transforma,Que acalenta,que entristece,desespera e modifica... Texto de minha autoria : Suzana Sanae Yogi (Estamos na �poca da inquisi��o,onde comportamentos estranhos eram tidos como obras do Mal) Um senhor j� com seus 50 anos said e uma casa e parecendo muito zangado.gesticula para a menina furioso mandando-a entrar e j� com o cinto em suas m�os,A menina o observa assustada e com os olhos marejados de l�grimas,ela come�a a correr em fuga,qdo perde o homem de vista se depara com o mar... Agora apenas garoava,Annie se senta em frente ao mar e desaba em solu�os angustiados e desesperados.Uma mulher de uma beleza diferente e encantadora estava perto de onde a menina estava. Elas se conhecem, e mulher tinha expressivos e quase hipnotizadores olhos azuis.Annie come�ou a falar: - Gostaria de estar l� embaixo Chris,no fundo do mar,longe de tanta loucura e insensatez.Queria eu ser como cum peixe onde s� existe a melodia do mar e o perigo de ordem natural.Peixes Livres como p�ssaros que voam,poderiam ser pegos por um predador mas nunca seria tratado como louco ou torturado. Christina d� um triste sorriso e diz: -Mas peixes n�o sonham como voc� sonha,n�o sabem ter atutudes como voc� tem.Agem apenas por instintos. Nesse momento se ouvem passos,o homem com o cinto nas m�os a leva com ele para deixar nas m�os dos inquisitores. Milena vivia em uma humilde cabana feita de madeira,estava naquele momento muito triste e sem fazia o �ltimo ch� de ervas para o seu querido pai que n�o passava muito bem de sa�de j� h� algum tempo.Havia uma certa fila de enfermos na sua porta... "O len�o m�gico"(a toalha de mesa que utilizava para ler suas cartas era assim chamado pelo povo de sua vila,estava meticulosamente dobrada dentro de sua gaveta junto com seus pertences. Homens entraram bruscamente em sua casa sem bater e levaram Milena que se debatia inutimente,alegando estar ela praticando "bruxaria" que a cura dos enfermos e a vid�ncia na qual ela tinha eram coisas do Mal. Derrubaram estantes e armarios e acharam o len�o m�gico ,dizendo que aquilo seria a prova. Seu pai n�o pode fazer nada a n�o ser levar um soco no estomago e ficar com um grande sentimento de revolta contra a tal "magia"e se sentindo desesperado por n�o poder salvar sua filha. Amarrada eles a deixaram junto com outra mo�a ,a Annie . E por um milagra da vida ,os inquisitores come�aram a se desentender e a brigar a socos e pontap�s .Aproveitando a deixa Annie e Milena fugiram desesperadas. Os inquisitores n�o conseguiram ach�-las e disseram aos teus superiores que j� enforcaram as prisioneiras. Annie e Milena se tornaram amigas .Viviam numa cabaninha escondidas e viviam a base de ervas e pelas hortali�as que cultivavam.Souberam que o pai de Annie poucos dias depois morreu pelas m�os dos torturadores pois tinha se desentendido com eles. |
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