TEMPESTADE AGITADA

Tempestade: Agitação violenta da atmosfera, às vezes acompanhada de chuvas, trovões, etc; temporal. O dilúvio representa o juízo de Deus nos pecadores (Gn 6.5, 7; 12.13). O NT vê o dilúvio e o rito do batismo com expressões (1 Pe 3.18-22), a saber, da salvação pelas águas do batismo da morte para a vida...Os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se pregava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvas, através dá água...E não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios (2 Pe 2.5). O crente morre com Cristo no batismo (Rm 6.3-11; Cl 2.20; 2 Tm 2.11) e o descrente morre sem cristo no dilúvio (Gn 7.23). A água do dilúvio, que permitiu a algumas pessoas que se salvassem, simboliza a economia da Lei antiga, cujas prescrições rituais em geral se limitavam a assegurar uma purificação simplesmente exterior e “carnal”. No caso do batismo, ao contrário, não há nenhuma limitação à sua eficácia na regeneração da alma. O batismo representa o ato pelo qual o crente se incorpora a Cristo e se une à sua morte, à sua ressurreição e à sua nova vida (Cl 2.12). O dilúvio é o batismo dos ímpios que não crê em Jesus Cristo e nem no batismo nas águas, é condenado a morte no dilúvio, e o batismo nas águas é para quem crer em Jesus Cristo, O dilúvio (batismo) é para a morte dos ímpios sem Jesus Cristo, e o batismo nas águas é para a vida dos crentes com Jesus Cristo. As águas de cima e de baixo aniquilaram todos os seres vivos sobre a face da terra. A chuva incessante e as águas subterrâneas inundaram o planeta. O número 40 está ligado à purificação e o propósito do Dilúvio era limpar e purificar o mundo. O nome Noé também quer dizer Neiachá-serenidade. De fato, Lamech, pai de Noé, escolhera o nome do filho afirmando que o recém nascido traria “alivio de todo nosso trabalho e do tormento de nossas mãos” (Gn 5.29). Noé trouxe serenidade para si mesmo e para o mundo. Essa serenidade veio ao mundo através do Dilúvio apelidado pela Torá de águas de Noé (Is 54.9). O dilúvio veio na geração perversa por causa dos homens, a terra esteve cheia de violência e toda carne desapareceu na terra (Gn 6.11, 12, 13). Deus fez o sinal da aliança o arco íris para a geracão se lembrar e acatar a Deus que promete cessar o dilúvio. Deus fez uma aliança com Noé e sua família para salvar os seres vivos do dilúvio. Deus fez a aliança com Abraão e a sua descendência com a circuncisão (Gn 17.12) para livra-los da maldição da lei (Gl 3.8; Gn 12.3) e também Deus fez a aliança com Moíses e o seu povo com a lei dos dez mandamentos (Êx 20.1) para livra-los dos fenômenos da natureza. Noé levantou um altar e ofereceu sacrifícios a Deus. Os sacrifícios agradaram ao Senhor, que prometeu não voltar a amaldiçoar a terra por causa da humanidade, nem voltar a destruir todos os animais (Gn 8.20-22). No NT o sacrifício é o vosso próprio corpo apresentado a Deus como sacrifício vivo santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Rm 12.1.2) para Deus abençoar a terra, e não destruir os animais e nem as pessoas. A geração que não encontra graça nos olhos de Iahweh morre no dilúvio, ou melhor, pela maldição da lei pelos fenômenos da natureza. O dilúvio nunca mais seria o mesmo para matar toda a carne que existe (Gn 9.12), isto é, o sinal da aliança que Deus fez com todos os seres vivos é para todas as gerações futuras (v.13) o sinal é o arco na nuvem ou arco íris e ele tornará um sinal da aliança entre mim e a terra (v.14) Deus se lembra da promessa que fez para os seres vivos quando põe o arco íris o sinal da aliança (v.15, 16). Deus disse a Noé: “Este é o sinal da aliança que estabeleço entre mim e toda carne que existe sobre a terra (v.17)”. Se for para Deus inundar a terra destruiria os ímpios que não tem aliança com Deus e o arco íris aparece quando o povoado está na arca da aliança, ou melhor, está em Jesus Cristo. Deus se lembra da promessa feita com a humanidade que ver o sinal da aliança para ter aliança mesmo com Deus. A terra jamais seria destruída de novo, se não fosse a aliança que Noé e os seus descendentes fizeram com Deus para não vim o dilúvio outra vez (Gn 9.8-17). Deus inundou toda a terra porque só Noé e sua família eram justas perante Deus (Gn 6.9) e o resto do mundo estava pervertido, e Deus não destrói a terra ainda porque tem justos na terra, o dilúvio vem na terra dos pervertidos, o arco íris é o sinal da aliança para quem vê lembra da promessa de Deus que não voltará a amaldiçoar a terra se todos crer em Jeus Cristo e for batizado será salvo. O que tinha de gente no principio do mundo eram poucas em comparação com a nascença de pessoas nestes últimos anos, então o que tinha de gente pervertida era morta pelo dilúvio, e hoje em dia nem todos são mortos pelo dilúvio e sim os descrentes das promessas de Deus. Noé e sua familia creram em Deus e foram salvos através das águas e o dilúvio é a figura do batismo (1 Pe 3.20). Os descrentes em Jesus Cristo são batizados pelo dilúvio e condenados a morte e os crentes em Jesus Cristo é salvo pelas águas do batismo. Quem crer em Jesus Cristo e for batizado será salvo, quem não crer será condenado (Mc 16.16; Jo 3.18; At 2.38; 16.31-33). Batismo: Cerimônia cristã de iniciação. O emprego da água em lavagem ou banhos rituais aparece em numerosas e diferentes religiões. O batismo cristão tem como antecedente direito às abluções praticadas pelo judaísmo e, mais particularmente, o batismo de João, o precursor de Jesus. Significa um voltar-se a Deus, o que requer a confissão de pecados e o arrependimento. Exige, além disso, um requisito que lhe dá caráter único: a fé em Cristo como Redentor e como Senhor ressuscitado e glorificado. A palavra “batizar” vem de um termo grego que significa, geralmente, submergir. O dilúvio (batismo) é para os ímpios que morrem sem Jesus Cristo, e o batismo nas águas é para os que morrem com Jesus Cristo, os que morrem com Jesus Cristo morrem para o mundo, e nasce para Deus. O Senhor preside aos dilúvios; como rei, o Senhor presidirá (Sl 29.10)... a tua represnão, fugiram à voz do teu trovão, bateram em retirada (Sl 104.7). Elevaram-se os montes, desceram, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado (v.8). Puseram às águas divisa que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra (v.9). Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé (Hb 11.7). O dilúvio é um julgamento de Deus, que prefigura o dos últimos tempos (Lc 17.26; Mt 24.37). As histórias de Noé e Ló se consideravam respectivamente como exemplos clássicos da salvação dos justos e do castigo dos maus (Lc 17.26, 27). Noé e sua família entraram na arca da aliança (Gn 6.18). Deus fez aliança e assume com os que escolheu. Outras alianças seguirão a esta: com Abraão (Gn 15;17) e com o povo (Êx 19,1), no NT Jesus é a nova aliança (Mt 26.28; Hb 9.15). Noé era o único justo das gerações que entrou junto com a família na arca (Gn 7.1), para a família entrar na nova aliança tem que crer em Jesus Cristo e ser batizado será salvo. No NT a arca da aliança representa o Senhor Jesus a nova aliança para a família ser conservada de destruição e também os animais. A arca é chamada “baú.” A primeira menção da “aliança” na Bíblia tem como ponto de partida a salvação (como a aliança mosaica, (Êx 19.4, 5), mas garante a Noé muito mais que o escapar com vida. Ele entra na arca não como simples sobrevivente, mas como o portador de uma nova promessa divina de uma nova era. O conteúdo da aliança será revelado no capitulo (Gn 6.9), e abrange todo o agrupamento, mas por enquanto visa àquele homem por meio do qual muitos serão poupados. A vontade divina de salvar a família com o seu chefe (cf. 1 Co 7.14) está patente aqui, mas encontra reação favorável; a mesma vontade salvadora ver-se à rejeitada em (Gn 19.12-14). A profundidade da água é quinze cúbitos refere-se às águas livres acima dos montes. O dilúvio diminuiu e se finda (Gn 8.1-14). Quando o VT diz lembrou-se Deus, combina as idéias de amor fiel (cf. 2.2; 31.20) e intervenção oportuna. “Lembrar-se Deus, sempre inclui o seu movimento rumo ao objeto da sua lembrança.’’ Cf. Gn 19.29; Êx 2.24; Lc 1.54, 55. O monte Ararate propriamente dito tem 5695 metros de altura. Mas o relato não diz , mais que sobre as montanhas (ou colinas) de Ararate, isto é, em algum ponto da região desse nome. Tem-se imaginado que se trata de Urartu, uma terra montanhosa ao norte da Mesopotâmia, perto do Lago Van (v.4). A arca seria feita de madeira de cipreste e totalmente revestida de piche mediria 150 metros de cumprimento 25 de largura e 15 metros de altura. Teria três andares e seria iluminadas em seu interior por pedras luminosas (Gn 6.17). Houve copiosa chuva por quarenta dias aparece com freqüências relativamente extenso (Gn 50.3; Êx 16.35; 24.18; Nm 13.25). Em alguns casos, refere-se a um tempo de prova ou de grave perigo (Nm 14.34; Dt 8.2-3; Mt 4.2; Mc 1.3 e Jz 3.11). Deus resolveu dar cabo a toda carne porque a terra estava cheia de violência (Gn 6.13). E quando Deus deixa o homem viver entre o dilúvio não vive para sempre (Gn 6.3). A tempestade (Êx 13.22 e Êx 19.16) evoca o poder e a glória divina que aterrorizam os que desprezam a Deus. Iahweh trovejou do céu, o Altíssimo fez ouvir sua voz (Sl 18.3). Deus tem a voz de trovões que relaciona-se ao juízo e ira (Sl 29.3-9; Ap 8.5; 10.7; 11.9; 16.18) Iahweh está sentado sobre o dilúvio, Iahweh sentou-se como rei para sempre (Sl 29.10). A terra tremeu, e até o céu dissolveu-se o próprio céu se fundiu diante de Deus Diante de Deus, o Deus de Israel (Sl 68.9). Derrama chuva copiosa, ó Deus, tua herança estava esgotava, tu a firmaste (v.10). As águas te viram, ó Deus, as águas te viram e tremeram, e os abismos estremeceram (Sl 77.17). O estrondo do teu trovão rondava, teus relâmpagos iluminaram o mundo, a terra se agitava e estremecia (v.19). Envolvem-no Trevas e Nuvens, justiça e o Direito sustentam seu trono (Sl 97.2). Os céus proclama sua justiça e os povos todos vêem sua glória (v.6). Iahweh, inclina teu céu e desce, toca os montes, e eles fumegarão (Sl 144.5) fulminava o raio e despersa-os, lança tuas flechas e afugenta-os! (v.6).
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