SINAIS

Haver� sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, ang�stia entre as na��es em perplexidade por causa do �bramido do mar e das ondas�; (Lc 21.25) haver� homens que desmaiar�o de terror e pela expectativa das coisas que sobrevir�o ao mundo; pois os poderes dos c�us ser�o abalados (v.26). E, ent�o ver�o o filho do homem vindo numa nuvem com poder e grande gl�ria (v.27). Quando come�arem a acontecer essas coisas, erguei-vos e levantai a cabe�a, pois est� pr�xima a vossa liberta��o (v.28). E ser� a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol sete vezes maior, como a luz de sete dias...(Is 30.26). Nos �ltimos anos o ver�o tem se intensificado, os invernos tem sido menores e �s vezes nem chegam a incomodar. Os fen�menos ocorridos no sol est�o desencadeando mudan�as na nossa atmosfera e isso dar� origem a outra s�rie de dist�rbios, nos mares, p�los, ecossistemas e ao homem. Em 19 de Maio de 1780 o c�u e a atmosfera da Inglaterra ficaram escuros. Esse dia ficou conhecido na Hist�ria como o �dia escuro� t�o densas trevas eram que as lamparinas foram acesas ao meio dia e at� depois de meia-noite, a lua cheia, negou-se iluminar. (Mt 16.2). A vinda do filho do homem. Logo em seguida � tribula��o daqueles dias, o sol escurecer�, a lua n�o dar� a sua claridade, as estrelas cair�o do firmamento, e os poderes dos c�us ser�o abalados (Mt 24.29). A linguagem recolhe imagens do AT (Is 13.9-10; 34.4; Jr 4.23-26; Ez 32.7; Jl 2.10-11-31; 3.15; Am 8.9; Sf 1.15 e tamb�m em Ap 6.12-13; 8.12). O �bramido do mar� (tsunami) � o sinal do Senhor que aplacas o rugir dos mares, o ru�do das suas ondas e o tumulto das gentes (Sl 65.7). O bramido do mar � o maremoto� que significa: Grande agita��o do mar, causada pelas oscila��es s�smicas. �O n�mero de mortos em raz�o dos maremotos que devastaram as costas de v�rios pa�ses do Oceano �ndico no dia 26 de dezembro ultrapassou a marca de 280 mil, depois da divulga��o de um novo balan�o da Indon�sia. Pelo menos 228.429 pessoas morreram ou foram declaradas desaparecidas no norte da ilha Indon�sia de Sumatra, segundo novos n�meros do minist�rio da Sa�de. Naquele pa�s, as autoridades afirmaram que cerca de mil corpos s�o encontrados por dia entre os escombros.� Not�cias de 25 de janeiro de 2005.�As mortes foram causadas por um terremoto, que alcan�ou os 9 graus na escala Richter, e teve o seu epicentro pr�ximo � Indon�sia. O tremor causou os Tsunamis [tipo especial de onda oce�nica, gerada por dist�rbios s�smicos, que possui alto poder destrutivo quando chega � regi�o costeira], que chegaram a uma altura de dez metros, e devastaram a regi�o costeira dos pa�ses atingidos.� Folha On-line, de 02 de janeiro de 2005. O Tsunami atingiu os pa�ses como Bangladesh, �ndia, Indon�sia, Mal�sia, Maldivas, Mianmar, Sri Lanka, Tail�ndia, Qu�nia, Seicheles, Som�lia, Tanz�nia, Mandagascar e at� o Leste da �frica. Os que habitam nos confins da terra temem os teus sinais; que v�m do Oriente e do Ocidente, tu os fazes exultar de j�bilo (Sl 67.8). Muitas pessoas morreram depois que ondas gigantes provocadas por um tremor que atingiu �reas costeiras no sul e no leste da �sia. O sism�logo Brian Baptie, um dos especialistas da British Geological Survey , explicou como a onda - ou tsunami - foi criada. Em termos geol�gicos, o que aconteceu? Sumatra, no noroeste da Indon�sia, fica na jun��o das placas tect�nicas. A superf�cie da Terra � formada por v�rias placas tect�nicas diferentes, e elas est�o todas se movendo. A placa que fica sob o Oceano �ndico est� se movendo mais ou menos para o nordeste, o que faz com que ela se colida com Sumatra. E, na medida em que a colis�o ocorre, a placa do Oceano �ndico � pressionada sob Sumatra e, com a press�o, ela se rompe. E � isso o que causa o tremor. Este abalo s�smico � um dos mais fortes j� registrados. Houve uma ruptura ao longo da fissura de cerca de 1.000 km de comprimento, e isso gera um deslocamento vertical de cerca de dez metros. O deslocamento no leito marinho gerou este enorme tsunami. Como a onda se desenvolve? H� um enorme deslocamento vertical no leito do mar como resultado do tremor, e isso movimenta um enorme volume de �gua. Pode-se imaginar que, se a ruptura � de 1.000 km de comprimento com um deslocamento de dez metros no leito do mar, isso envolve centenas de quil�metros c�bicos de �gua e resulta em uma onda que atravessa o oceano. Nas profundezas do oceano, a altura da onda pode ser de poucos metros, talvez cinco ou dez metros, e ela se move a umas poucas centenas de quil�metros por hora. Isto significa que ela se move relativamente devagar se comparado com as ondas s�smicas do tremor, e ela chegou horas depois �s �reas costeiras que est�o em volta de todo o Oceano �ndico. Na medida em que a onda tsunami se aproxima do litoral, ela diminui de velocidade porque a �gua fica mais rasa e, com isso, a altura da onda aumenta bastante. Quando ela atinge a praia, pode ter de dez a vinte metros. Por que n�o houve aviso de que isto estava acontecendo? H� um sistema de alerta para tsunamis no Oceano Pac�fico porque h� um precedente hist�rico em que v�rios maremotos causaram tsunamis como este durante o s�culo 20. Mas n�o h� precedente real para um tsunami como esta no Oceano �ndico. Ent�o, esta � a primeira vez que isto acontece e n�o h� sistema de alerta.
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