AQUECIMENTO GLOBAL

      O vento agitava as �guas (Gn 1.2) Os furac�es aumentaram pelo aquecimento global praticamente dobrou a freq��ncia dos grandes furac�es nas �ltimas d�cadas. O n�mero de furac�es de categorias 4 e 5, os mais intensos praticamente dobrou desde a d�cada de 70.Existe uma rela��o entre furac�o e aquecimento global? Ambientes com altas temperaturas fornecem a energia necess�ria para que os furac�es se fornecem e ganhe intensidade. A forca do vento � o sopro de Deus que agita as �guas (Gn 1.2).O Vento e o ar em movimento, fen�meno devido, sobretudo �s diferen�as de temperatura nas v�rias regi�es atmosf�ricas.
       Ar, atmosfera.
       A palavra ruah designa o ar em movimento, seja o sopro do vento (�x 10.13; J� 21.18), seja o que sai das narinas (Gn 7.15. 22). Ela designa, portanto, a for�a vital, os pensamentos, os sentimentos e as paix�es, nos quais ela se exprime (Gn 41.8; 45. 27; 1 Sm 1.15; 1 Rs 21.50) no homem, ela � um dom de Deus (Gn 6.3; Nm 16.22;J� 27.3; Sl 104.29; Ec 12.7). Ela � tamb�m o poder pelo qual Deus age, tanto na cria��o (Gn 1.2); Jo 33.4; Sl 104.29, 30), quanto na hist�ria dos homens (�x 31.3) particu- larmente pelo �rg�o dos profetas (Jz 3.10; Ez 36.28) e do Messias (Is 11.2 cf. Rm 1.9). O Esp�rito de Deus � o ar que se forma nas regi�es do Atl�ntico Norte, do mar do Caribe, do golfo do M�xico e na costa nordeste da Austr�lia, e no qual a velocidade dos ventos pode atingir at� trezentos km/hs. Os furac�es ou tuf�es-s�o ventos violent�ssimos. Move-se com velocidade cada vez maior e em forma de grandes redemoinhos. O Esp�rito Santo vem atrav�s de Jesus e o esp�rito de Deus vem para todos, o Esp�rito Santo sai da pessoa pelos vicio dos pecados e a pessoa morre espiritualmente (Ef 2.1; Cl 2.13). A pessoa vive pelo Esp�rito de Deus, vive at� quando Deus quiser dar vida, a pessoa vive dependendo do f�lego de vida que � o Esp�rito de Deus. Se sair o Esp�rito de Deus ela morre fisicamente, e depois da morte f�sica vem � segunda morte eterna o qual os impenitentes ficam no lago de fogo que corresponde o abismo (Rm 1.31; Ap 20.14; 9.17; 20.3-10; 21.8). O Esp�rito de Deus sustenta � vida, o Esp�rito Santo fica no corpo que � o templo do Esp�rito Santo, e o Esp�rito de Deus fica em outros seres vivos. O Esp�rito Santo fica no santo, e n�o fica no impuro. O Esp�rito de Deus n�o age para sempre no homem (Gn 2.7; 6.3) e todo o homem volta ao p� que foi formado (Gn 3.19; Sl 104.29; Ec 3.20-21). Davi entregou o seu esp�rito a Deus (Sl 31.5) e Jesus entregou o seu esp�rito ao Pai (Lc 23.46) e tamb�m Estev�o entregou o seu esp�rito a Deus (At 7.59). O Esp�rito de Deus est� na origem do ser e a vida. Envias teu sopro e eles s�o criados, e assim renovas a face da terra (Sl 104.30). Deus tem o �nico Esp�rito que vivifica e santifica. Todos os seres humanos s�o criaturas feitas por Deus, ao nascer respirando o sopro de Deus. E outros s�o filhos de Deus por nascer de novo, nascer do Esp�rito Santo (Jo 3.3). Disse Jesus: O que � nascido da carne � carne; e o que � nascido do Esp�rito � esp�rito. Existe o nascimento da carne e o nascimento do Esp�rito Santo, quem n�o nascer de novo n�o pode entrar no reino de Deus (Jo 3.3,5) A palavra Esp�rito em grego significa pneuma vento. A vida � o dom de Deus por excel�ncia que Deus oferece aos seres humanos. Essa vida n�o termina com a morte (Jo 11.25); por isso, � geralmente chamada de �vida eterna�. Essa vida se obt�m desde j� pela f� em Jesus Cristo (Jo 3.16, 36; 5.24). A import�ncia deste conceito em Jo�o � compar�vel ao �reino de Deus� nos Evangelhos sin�ticos (cf. Jo 5.24; 6.33-54; 20.31).        O Esp�rito Santo entrou na vida e no minist�rio de Jesus (Lc 1.35; 3.22; 4.1). Deu-se a conhecer abertamente depois da ascens�o de Jesus, quando desceu sobre os crentes (At 2.1-4). A Igreja crist� nasce e se desenvolve tendo o Esp�rito Santo como o seu mentor (Jo 14.16-17, 26; At 1.8). A obra do Esp�rito � projetada tanto no seio da Igreja (tratando com ela no seu conjunto e com os crentes de forma pessoal) como o mundo. A palavra e o Esp�rito de Deus se manifesta na natureza, se todos corresponder com a palavra e o Esp�rito de Deus � manifesta��o de Deus na natureza n�o seria de tornados ventos do seu pr�prio Esp�rito.        Os cientistas conhecem naturalmente os fen�menos da natureza pela geografia, meteorologia, tecnologia, mas n�o conhece sobrenaturalmente os fen�menos da natureza pela B�blia, pelos desastres na urbaniza��o d� para saber da ignor�ncia dos cientistas que n�o conhecem a B�blia. S�bio � aquele que reconhece a sua pr�pria ignor�ncia. O Senhor do c�u e da terra ocultaste estas coisas aos s�bios e instru�dos e as revelastes aos pequeninos (Mt 11.25; Lc 10.21-22). Os pequeninos s�o os disc�pulos (Mt 10.42).        A palavra de Deus � loucura para os que se perdem (1 Co 1.18; Rm 1.18; Is 29.14; Sl 33.10). E os que perdem s�o salva��o e bens-materiais e planta��es no campo pelo Esp�rito de Deus. A palavra hebraica traduzida por Esp�rito � vento, sopro ou f�lego. Deus �assoprou� e as casas ficaram em ru�nas, os moradores, constru�ram as suas pr�prias casas e n�o fizeram o que o Senhor pediu para construir o templo. Trabalhavam para o seu pr�prio ego e trabalhavam e os dinheiros n�o sobravam, vestia e nem se aquecia, comia e n�o saciava a fome.
       O sopro do Senhor destruiu as planta��es e as casas. Plantaram muito no campo e esperavam muito colher, e eis que veio pouco por causa do sopro do Senhor (Ag 1.9).
       No NT o templo para ser edificado � o pr�prio corpo o templo de Deus (1 Co 3.16; 6.19; Ef 2.20-22; 2 Co 6.16) para Deus n�o assoprar nas casas. Se algu�m destruir o santu�rio de Deus, Deus o destruir�; porque o santu�rio de Deus, que sois v�s, � sagrado (v.17). Em grego o verbo � o mesmo de profanar como destruir. O oper�rio que construir o templo resistente receber� a recompensa por Deus (Ag 3.14) o Senhor saber� a obra de cada um que fizer direito a obra ter� recompensa (v.15) e o castigo para o oper�rio que fizer � obra mal feita (v.16). O templo de Jerusal�m teve tr�s �pocas de esplendor antes do ano 70 da nossa era, quando foi destru�do definitivamente pelos romanos.
       A primeira �poca corresponde ao templo constru�do por Salom�o. A literatura judaica o considera o Primeiro Templo. Os babil�nios o destru�ram no ano 587-586 a.C. Segundo parece, o templo foi depois reconstru�do por iniciativa de Herodes, no ano 20 a.C. Segundo parece, o templo de Zorobabel era um edif�cio muito modesto.
       O que substituiu era, ao contr�rio, muito espl�ndido. Por esta raz�o, o templo do per�odo de Herodes, na literatura judaica, � designado com o nome de Segundo Templo.
       A constru��o desse templo e das edifica��es anexas terminou no ano 64 da nossa era, (apenas seis anos antes de ser destru�do completamente).
       Salom�o construiu o templo (Sl 78.68-69) Os Salmos referem-se constantemente, a Si�o e ao seu templo e o chamam de monte santo porque o Senhor escolheu a Si�o, preferiu-a por sua morada (Sl 132.13).
       Deus habita no meio do povo santo ( 1 Co 3.16-17; 2 Co 6.16; Ef 2.2-22 ) Ele inspira assim novo culto espiritual (Rm 1.9; 12.1), pois os fi�is s�o os membros de Cristo (1 Co 6.15-20) que, em seu corpo crucificado e ressuscitado, tornou-se o lugar da presen�a nova de Deus e do culto novo (Mt 12.6-7; 26.61; 27.40; Jo 2.19-22; 4.20-21; At 6.13-14; 7.48; Hb 10.4; Ap 21.22).
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