Rurouni Kenshin
Criado: Nobuhiro Watsuki
Genero: Ação e comédia
Produção: ???
Episódios: 95 Ovas: 5 -Filmes: 1
Nobuhiro Watsuki, em um dia muito inspirado, resolveu criar uma história que deixaria a todos de boca aberta. Neste dia nasceu Rurouni Kenshin, o espadachim andarilho arrependido de seu passado, com a coragem e honra para manter-se firme em seu propósito: nunca matar outra pessoa novamente, não importando quem fosse.
O anime foi produzido pelo estúdio Gallop, e sua história tem íntima ligação com a história japonesa e todos os fatos que ocorreram durante a turbulenta Era Meiji. A série, apesar de longa (é composta por 95 episódios), não é monótona nem confusa em momento algum.

A trajetória de Kenshin Himura jamais poderia ser descrita em poucas palavras, pois trata-se de um anime complexo, dividido em muitas sagas: a Saga de Tokyo, a Saga de Kyoto, a Saga dos Cristãos, a Saga de Kaishuu Katsu, a Saga dos Cavaleiros Negros e a Saga do Feng Shui, mas vamos lá.
Os personagens principais da história, além de Kenshin, são: Kaoru Kamiya, dona do Dojo Kamiya, local onde se desenrola a maioria das tramas do anime; Sanosuke Sagara, um ex-membro da tropa de Elite de Sagara (Sekihoutai); e Yahiko Myoujin, um jovem sobrevivente da guerra civil, ex-batedor de carteiras e aluno de Kaoru.
É difícil imaginar um outro anime capaz reunir um time tão grande de personagens (o Jupongatana, a Oniwabanshu, a Tropa de Sagara, o Shinsen Gunmi, Yukishiro Enishi, Jin-Hen Udou, Seijuuirou Hiko, Hajime Saitou, entre outros), como simples coadjuvantes, sem perder o charme, já que estes personagens são carismáticos o suficiente para merecer um anime dedicado apenas a eles.
A fase que mais se destaca é a Batalha de Kyoto, pois é a que se manteve mais fiel ao mangá. As lutas contra o Jupongatana e Shishio são indescritíveis. O anime tem um acabamento quase impecável, com destaque para as lutas de Kenshin contra Aoshi Shinomori e Souijirou Seta, o Espada Celestial... só vendo para crer!
O humor também come solto durante todo o desenrolar do anime: situações engraçadas, panelas, cabos de vassoura e baldes voando a toda hora. O romance também aparece em doses suaves, muitas vezes de forma engraçada, como a disputa entre Kaoru e Megumi pela atenção de Kenshin, ou até mesmo no caso mal resolvido entre Megumi e Sanosuke... só as carinhas de "ôrô" do Kenshin valem pelo anime! O_O
O fundo musical é magnífico, oscilando entre as lembranças e lutas. A grande maioria das músicas não possui letra mas, sinceramente, isso não importa pois o encaixe é quase automático.
A série conquistou muitos fãs no Brasil, apesar do massacre sofrido pela emissora que a exibiu em primeira mão. Alegando que a série "não era recomendada para menores, por ser muito violenta em algumas partes" (Ha! Ha! Risada bem irônica!), esta mesma emissora chegou ao cúmulo de cortar 7 minutos de animação em alguns episódios... um verdadeiro absurdo!

Fonte: Animehaus Autor: Cátia Nunes

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