ANGÉLICA MARIA LIMA MANSANO GARCIA

Assuntos Teológicos


BUSH, O PAPA E O BISPO ANGLICANO



Recentemente o mundo se viu surpreendido pela disposição de dois governos em estabelecer leis que proíbam a união de pessoas do mesmo sexo. 
Manifestações em contrário levaram a palavras de ordem contra os dois governantes, e indignados, os manifestantes os julgaram preconceituosos, dominadores e extremistas, comparando-os aos do regime Taliban. 
E nesta semana, para maior constrangimento daqueles e provável alívio desses, a Igreja Episcopal Americana (Anglicana) acaba endossando a postura de um “ministro assumidamente gay”. 

O que há de novo nisto e no que isto nos afeta? O que podemos aprender disso?

Certamente, sabemos que cada um, relativamente, terá suas razões e motivações próprias, e terão suas mentes e corações acalentados pelos próprios pressupostos e interpretações que têm, ou da necessidade de se não atentar para critérios mais elevados e consistentes do que os relativos, frutos de uma tomada horizontal da visão. 
É preciso olhar para cima, e aprender dAquele que estabeleceu todas as coisas, e com absoluta certeza, estabeleceu condutas e comportamentos, não para o Seu próprio deleite, mas para que nos saíssemos bem. 

Na verdade, se buscarmos esses padrões, aprendendo deles para prática, não haveria relativos é certo, mas, menos ainda, dúvidas sobre o que é correto ou não, e se eles são, de fato, preconceituosos e ultrapassados. 
É importante que seja dito que tais padrões foram dados por Deus e revelados a nós através da Sua Palavra, desde o “princípio”, e confirmadas pelas Escrituras Neo-Testamentárias, inclusive da boca do próprio Senhor Jesus quando trata, inclusive, da questão do divórcio. 

Assim, não são intervenções meramente “preconceituosas” de governantes tiranos e sem amor para com os outros; antes, tratam de posições baseadas nas ordenanças do Senhor, para o bem daqueles sob os seus governos. 

As Escrituras nos garantem que Ele não muda, ou seja, o que estabeleceu está estabelecido para todo o sempre, apesar da mudança dos tempos e da falsa impressão de evolução do ser humano, que continua a afastar-se do querer de Deus, não atentando em agradá-lo, mas buscando satisfação pessoal embora oposta à Sua vontade. 

Se O amarmos acima de todas as coisas, guardaremos os Seus mandamentos, para benção de todos, inclusive da nação!

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