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A maior alegria é quando nos é chegada a hora de amamentar nosso bebê, após 9 meses de espera e de certa ansiedade. Muitas de nós sentem até uma emoção indizível nesse momento tão esperado enquanto sentimos no nosso colo aquele ser tão indefeso e dependente de nós para tudo, principalmente para ser alimentado.
E contamos com um aliado natural e específico, o nosso leite, o assim chamado "leite materno". Este ajudará o nosso filho a crescer de maneira global e saudável, posto que é o alimento em perfeitas condições de mantê-lo com crescimento e desenvolvimento adequados, com vantagens de ser de fácil absorção e digestão, pobre em sal (por isso o bebê tem pouca sede quando mama no peito!), sendo leve e também estando sempre na mesma temperatura e sabor, e formulação, o que mantém a criança satisfeita por não haver variação desses parâmetros.
Além dessas coisas ele é rico em fatores de proteção que vêm de nós, mães, além também do fato do nosso organismo "saber", pelo tempo que o bebê nasceu, das necessidades nutritivas desse bebê, por isso ser importante, por exemplo, que se o bebê for prematuro, seja prioritariamente alimentado pelo leite da sua própria mãe. Daí ser o nosso leite “espécie-específico”.
Ele também confere ao bebê, do ponto de vista emocional, serenidade e tranqüilidade (aquela paz que desejamos para os nossos filhos...), pois o ato de amamentar forma um vínculo afetivo, de relacionamento amoroso entre mãe e bebê, crescendo e progredindo em equilíbrio desencadeado por esse conjunto, visto que esse vínculo afetivo, o prazer de amamentar, e o contato com o bebê, atuam também na mãe promovendo maior produção de leite, fechando-se o círculo.
É por essa razão, também, que mães que estejam tensas ou apresentado-se com "stress" principalmente no pós-parto, têm seu volume de leite diminuído: a tensão emocional inibe a liberação do fator que faz aumentar o volume de leite, fazendo com que a criança chore ("meu bebê está com muita cólica!...”), às vezes até rejeitando o seio (por causa da própria tensão da mãe e da frustração de sentir um volume de leite inadequado) e assim pode-se fechar um outro círculo, agora negativo, além do que nessa situação é comum haver complementação alimentar com outro tipo de leite (na mamadeira...) que por ser mais pesado e de mais difícil digestão, acaba por fazer que o bebê procure menos o seio, chore mais, fechando-se esse outro círculo.
Vale lembrar que crianças amamentadas com o leite materno apresentam nível intelectual mais elevado, são mais seguras, menos dependentes de chupetas ou mamadeiras, dormem mais tranqüilas e gostam mais de ficar na cama que no colo (talvez por se sentirem mais seguras...), são normalmente menos birrentas (!...), ficam menos doentes por problemas infecciosos intestinais ou respiratórios (por causa de fatores de proteção tais como anticorpos, Imunoglobulina A, e baixo teor em Ferro) -o que diminui conseqüentemente a chance de internações dessa criança, contribuindo assim para que ela não seja separada do seu ambiente familiar-, e, por fim, têm melhor desenvolvimento da ossatura e musculatura da face promovendo perfeito crescimento do rostinho.
Assim, por todas essas características é que se diz que o leite materno é o melhor alimento para os nossos filhos!
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