Antecedentes da EaD

• No século XVIII, por volta de 1840, iniciou o primeiro curso a distância por correspondência em Boston;
• A partir do século XIX, os cursos por correspondência se tornaram populares. Em 1920 a União Soviética criou os semi-cursos, em que haviam aulas presenciais;
• Por volta de 1904, iniciaram os cursos de EaD no Brasil, em que utilizavam  a televisão como meio de ensino;
• Antes da internet tínhamos uma EaD que utilizava apenas tecnologias de comunicação de rádio e TV:  um para-muito  ou de um-para-um (ensino por correspondência). Via internet temos as três possibilidades de comunicação reunidas numa só mídia: um-para-muitos, um-para-um e muitos-para-muitos;
• Durante muito tempo, educação a distância foi considerada, para usar as palavras do filosofo francês Pierre Lévy, uma espécie de “estepe” do ensino utilizada principalmente quando outras modalidades de educação falhavam. A educação à distância era chamada para suprir esta lacuna;
• A sociedade acostumou a olhar para EaD como uma educação de “segunda categoria”, especialmente para aqueles que não tiveram oportunidade de uma educação presencial convencional;
• Com a chegada da internet os congressos e encontros da Educação a Distância, lotam de pessoas interessadas em conhecer as novas tecnologias;
• Jornais e revistas começam a dar destaque a projetos de escolas e universidades virtuais;
• Mundialmente as melhores e mais caras universidades começam a montar seus campos virtuais e a oferecer a Educação a Distância via internet;
• Hoje tudo que envolve internet chama a atenção;
• Estamos diante de uma tecnologia que permite coisas impensáveis em outras modalidades que utilizam outras tecnologias;
• Via internet pode-se experimentar aprender junto com outros, interagindo com muitos, independente do tempo e do lugar de cada um;
• No mundo inteiro as instituições de ensino estão procurando se informar e acompanhar esta verdadeira revolução educacional que está acontecendo;
• Aluno e professor podem passar a ser companheiros de comunidade de aprendizagem, o professor com uma função de liderança;
• O aluno online deve ser capaz de atender às demandas dos novos ambientes  de aprendizagem, de se perceber como parte de uma comunidade virtual de aprendizagem colaborativa e desempenhar o novo papel a ele reservado nesta comunidade;
• Um professor online, precisa ser antes de mais nada, conhecedor da nova pedagogia tecnoologica. Não é apenas mais um novo meio no qual ele tem que aprender a se movimentar, mas é uma nova proposta pedagógica que ele tem que ajudar a criar com sua prática educacional;
• Seu grande talento se deverá concentrar não apenas no domínio de um conteúdo ou de técnicas didáticas, mas na capacidade de mobilizar a comunidade de aprendizes em torno da sua própria aprendizagem, de fomentar o debate, manter o clima para a ajuda mútua; incentivar cada um a se tornar responsável pela motivação de todo o grupo;  
• Este novo aluno e este novo professor ainda não existem. Precisam ser criados e aperfeiçoados continuamente nesta nova área de prática educativa;
• O Brasil ocupa posição de destaque no campo da infra-estrutura de comunicação de dados para suporte a projetos de Educação a Distância via internet. Temos empresas que hoje exportam software para educação online para o mundo inteiro. Mas ainda estamos muito aquém de nossas necessidades em peopleware, em professores e alunos capazes de ensinar e aprender online. Esta é a maior dificuldade enfrentada no desenvolvimento de programas de educação online atuais.
• Faltam também, pessoas capacitadas e especializada em educação a distância.

 

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