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gestão de conhecimento |
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Entre muitas definições que ainda não são unanimidade, Gestão de Conhecimento (GC) é uma coleção de processos que governa a criação, disseminação e utilização do conhecimento para atingir os objetivos de um grupo de indivíduos, seja uma empresa, um projeto, uma instituição de pesquisa. Modificado de (Kogut e Zander, 1992; Terra, 1999; Bulgacov, 1999; Moran, 1994). |
| Tem-se concebido também Gestão do Conhecimento como "estratégias e processos que identificam, capturam e alavancam o conhecimento para aumentar a competitividade." (Manasco, apud McGampbell et al, 1999:172). | |
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A busca da plena utilização do conhecimento dos indivíduos que atuam numa organização, tem merecido contínuas referências na literatura científica. As organizações passaram a se conscientizar da importância em gerenciar o conhecimento e, principalmente, em como desenvolver estratégias para transformá-lo em conhecimento coletivo. Assim, para que uma organização possa ampliar a sua competitividade, qualidade, e a eficácia percebida, tanto interna como externamente, é necessária a utilização da inteligência e do conhecimento de cada um dos seus colaboradores, ou seja, as organizações devem fazer uso da GC. |
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GC é ainda uma área nova, entre Tecnologia da Informação e Administração, um campo entre a estratégia, a cultura e os sistemas de informação. |
| Deve ser criado um processo de registro das experiências, idéias, opiniões, soluções, recomendações, responsabilidades, etc., derivados das interações dos membros do grupo. Quando o grupo interage com clientes ou com usuários externos de seus bancos de conhecimento ou serviços, deve haver espaço para o registro destas interações e das soluções encontradas. Há os Mapas Mentais, Mapas Conceituais, Árvores de Conhecimento, Bancos de Conhecimento, Intranets, etc. Muito cuidado deve ser tomado para que sejam acessíveis e de alta usabilidade, de tal modo que o conhecimento seja inserido, consultado e trocado sem "dor". | |
| Sempre implicitamente está a cooperação entre indivíduos e a capacidade de trocar segmentos de conhecimento sem o "medo de perder o poder de possuir o conhecimento". Em organizações de pessoas que não sofram desse medo, as capacidades de cooperar, aprender rápido e trocar devem ser tão valorizadas quanto o deter conhecimento. As pessoas assim serão mais facilmente identificáveis como membros de uma rede cooperativa do que como títulos em um organograma rígido. | |