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|Coridora|

Fotos

Nome cient�fico: Corydoras julii

Nome popular: Coridora

�� Aconselho a todos colocar pelo menos 3 exemplares de coridoras em seus aqu�rios. Assim voc� ter� uma ajudante na limpeza de seu aqu�rio, elas adoram os restos de comida que caem no cascalho, que iriam se deteriorar, prejudicando o estado da �gua, at� evitam o entupimento do filtro biol�gico. Mas lembrem-se que ela n�o vive s� de restos, nem � uma lata de lixo. Comidas frecas, como minhocas picadas e tubifex s�o muito apreciadas pelas coridoras.

�� Sua boca � voltada para baixo, o que facilita a limpeza do fundo do aqu�rio. Ela tamb�m faz a raspagem das algas que se depositam sobre as plantas e impedem sua repira��o. Outra curiosidade da coridora � a respira��o intestinal, que permite a retirada de oxig�nio do ar. Quando voc� perceber suas coridoras saltitando na superf�cie da �gua, j� sabe o que elas est�o fazendo. Por outro lado, se em pleno dia encontr�-las quietinhas, n�o as chame de pregui�osas. Provavelmente voc� ainda n�o viu toda movimenta��o e trabalho que elas fazem � noite, com as luzes apagadas.

�� A coridora n�o � nada agressiva, s� podendo ser criada ao lado de esp�cies mansas como ela. Extremamente soci�vel, prefere viver e nadar em grupos. Nos rios, geralmente � encontrada em cardumes de vinte exemplares e seu instinto greg�rio se manifesta inclusive na reprodu��o.

* Reprodu��o

�� As coridoras costumam se reproduzir em grupos, ou sejam, se isolam em pares. Nesses grupos, o n�mero de machos, deve ser de prefer�ncia, superior ao de f�meas. Elas aceitam o acasalamento com diversos machos, sem nenhum preconceito. Embora a reprodu��o em cativeiro seja muito dif�cil, vale a pena tentar. Para separar um macho e um f�mea, repare nas bordas das nadadeiras ventrais: as do macho s�o arredondadas, e as da f�mea s�o pontiagudas. Mais f�cil � comparar no tamanho da f�mea, pois ela � maior e possui um ventre bem mais volumoso. Coloque-os num casal separado, a princ�pio, o casal vai nadar junto, procurando uma folha larga ou uma pedra que limpar�o para desova. Depois, o macho come�ar� a nadar por cima da companheira, ro�ando carinhosamente os barbilhos em seu dorso. Algum tempo depois, ele deita-se no fundo do aqu�rio com o ventre voltado para cima e a f�mea acomoda-se sobre ele. Nesse tempo a f�mea retira o esperma do macho com a boca enqunato forma com as nadadeiras p�lvicas uma bolsa onde ficam os �vulos. Dirige-se ent�o para o local escolhido, deposita o esperma e, sobre ele, de 100 a 300 �vulos. Para que eles n�o sejam devorados pelos pais, conv�m retirar o casal terminada a desova.

� Em 3 dias, os ovos eclodir�o, caindo os alevinos no fundo do aqu�rio. Alimente-os com tubifex, larvas de mosquitos esmagadas, gema de ovo, pasta de flocos. O crescimento dessa esp�cie � lento. Demoram 2 anos para atingirem a maturidade. Gostam de um aqu�rio bem plantado, lembrando seu habitat natural.

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