A Lucky Life
01º capítulo: Já faz tanto tempo...
02º capítulo: Eu não posso perder essa oportunidade...
03º capítulo: Nossos olhares se encontraram
04º capítulo: O sequestro
05º capítulo: A condição
06º capítulo: Dessa vez é realmente o fim?
07º capítulo: Como uma adolescente de novo
08º capítulo: Tudo tem uma explicação
09º capítulo: Amantes secretos
10º capítulo: Somos uma família
11º capítulo: Os problemas voltaram, assim como a seca
12º capítulo: Uma família para o que der e vier
13º capítulo: Fugitvos. Por quanto tempo?
14º capítulo: Um milagre de presente
15º capítulo: Era o verdadeiro amor
16º capítulo: O momento mais esperado e sonhado
17º capítulo: O que seguiu
1º capítulo: Já faz tanto tempo...
-Mãe, eu já to indo pra faculdade. Quando o Ben acordar dá pra ele aquela comidinha que eu preparei ontem à noite.
-Quando ele acordar? Não! Eu vou acordá-lo as 08:30, não pode acostumar a acordar quando quiser.
-Mãe, ele é um bebe de um ano e meio, precisa dormir bastante. Além do mais ontem ele estava com dor de barriga e foi dormir tarde demais - olhei no relógio - e olha só! Já estou atrasada.
Flashback on
Quando desci do avião respirei fundo. Afinal, eu teria que ter muita coragem para contar aos meus pais. Se bem que, olhando para minha barriga não precisava contar nada. Eu caminhava vagarosamente até minha casa. Pelo horário meus pais estavam trabalhando. Estávamos no dia 23 de dezembro, e eu fiquei todo o caminho imaginando qual seria a reação de todos lá nos Estados Unidos. Sinto que fui covarde, mas também responsável.
Cheguei, finalmente, na porta de casa. Quanto tempo eu não via aquela porta. O intercâmbio acabou e nos Estados Unidos eu deixei tudo. Minhas amigas, amigos, meu amor, minha vida Americana, tudo, com exceção dele. Ben veio comigo. Ele trazia ótimas lembranças, mas também me lembrava dos momentos de sofrimento, esperando que chegasse de turnê. E toda vez que eu pensava nisso eu sabia que tinha tomado a decisão certa, que eu realmente fiz certo em deixar lá sem ter as responsabilidades do nosso filho, sem ser obrigado a casar-se comigo por causa de um erro nosso.
Entrei em casa.
-Tia? - era a voz de Katie. Afinal o intercambio só acabava em fevereiro. E eu voltei em dezembro, ela nem imaginava que eu poderia estar ali. Subi as escadas.
-Oi - eu disse calmamente.
-Amiiga - assim como ela correu para me abraçar e só percebeu minha barriga quando não conseguiu chegar mais perto - Ahn... , o que...
-Senta aí - apontei para cama dela e me sentei ao seu lado. - Olha, eu vou lhe contar a verdade. Mas a verdade só você, Rose, Jack, Alice e sabem. E papai e mamãe vão ter que saber também.
-Tudo bem... Eu prometo guardar segredo.
-Foi assim... - contei toda a história [n/a leia “A Lucky Life”, primeira parte]
-Ah amiga, mas ele te ama. Porque? E agora, eu vou ter que voltar?
-Não amiga. Você não entende, eu não quero obrigá-lo a casar-se comigo. E você não vai embora até fevereiro, que é quando acaba o intercambio. Eu é que voltei antes pois completei nove meses e quero ficar com vocês, quero fugir dos problemas. Sei que fui covarde, mas eu também não quero que meu filho seja de nacionalidade americana. Quero que ele nasça aqui no Brasil.
-Eu não vou discutir. Essa é uma grande decisão que você tem que tomar. Mas, quanto a seus pais?
-Bom, claro que eles não vão aceitar de cara. Eu preciso da sua ajuda, posso contar com você?
-Claro. Quando eles chegarem a gente conversa sobre isso. Mas agora vamos desfazer suas malas e você vai me contar detalhes de como foi tudo lá nos States.
-E você vai me contar como está sendo aqui.
Algumas horas passaram e ouvimos o barulho das chaves de meus pais. Eles chegaram.
-Katie, querida! Chegamos!
-Já vou! - gritou Katie - amiga, eu vou reuni-los. Fique na escada ouvindo.
-Ok...
-Oi tia, oi tio! - Katie - eu quero conversar com vocês.
-Claro, o que houve?
-Vamos sentar nessas cadeiras. Bom, eu vou falar e espero que vocês pensem antes de tomar qualquer ação precipitada e que entendam que TODOS nós erramos, portanto, devemos PERDOAR e ACEITAR a todos.
-Ah querida, conte logo, eu estou preocupada.
-Bom, eu vou falar e vocês permaneçam sentados. voltou pro Brasil.
-O que? Porque? - minha mãe disse preocupada.
-Onde ela está? - meu pai parecia meio curioso.
-Ela está aqui. , pode descer. - Katie
-Ah, minha filha, vem me dar um abra... - minha mãe parou estática e Katie respondeu antes que ela perguntasse.
-Ela voltou porque ela está grávida. - Katie
-O que? - meu pai se levantou um tanto assustado.
-Ah, querida. Eu vou ser avó - minha mãe me abraçou chorando, feliz, mas profundamente, com um olhar de pena. Não que ela devesse ter pena de mim, afinal eu estava feliz com meu filho.
-É, pai, mãe, eu estou grávida. Mas que quero contar toda a história. Se sentem, por favor - minha mãe se sentou abraçada a mim e acariciando minha barriga, meu pai parecia estático. Contei a verdade, contei o que eu sentia, porque não fiquei nos Estados Unidos, porque não queria casar. Tudo mesmo. E eles parados ouvindo.
-Minha filha, claro que eu aceito. Eu aceito e entendo. Eu aceito meu neto! Eu aceito sua gravidez - mãe
-Minha filha, você é tão novinha. Mas eu te amo acima de tudo, e se essa é sua decisão eu entendo. - pai
-Ah - comecei a chorar - eu estou tão fel... Aii
-O que houve meu amor?
-Acho que a bolsa estourou!
Bom, aí você já sabe... Hospital, nascimento, emoção, choro, dor (aff :x)... Quando olhei pela primeira vez para Ben lembrei de . Ben tinha os olhos e a boca do pai, Ben me lembrava de tudo, eu senti uma lágrima escorrer de meu rosto e lembrei de todos momentos junto de .
Fomos para casa no mesmo dia já que eu estava bem. Passei a noite com meu filho e no outro dia era 24 de dezembro, véspera de Natal. Estávamos na festa, felizes, com uma nova vida junto a nós. Meu celular toca
But is tôo late to pretend, You Know me better then I know myself...
É, eu tinha que trocar meu toque.
-Alô?
-Feliz natal meu amor. - fiquei estática ao ouvir sua voz, então ele me perdoou de não ter dito um adeus sequer? Me perdoou de eu não ter aceitado o pedido de casamento?
-...
-Amor, você ta me ouvindo?
-Sim, sim. , você não ficou brabo?
-Eu entendi. Mas eu liguei para desejar um feliz natal para minha família. - fiquei boba ao ouvir “família”. - E pedir que quando nosso filho estiver pra nascer você me ligue.
-Ah , ele… Ele nasceu ontém à noite.
-Ah, eu não acredito! Que... Ah, é esplêndido, eu sou papai! Mas tem uma coisa, você não me disse o nome dele - eu pudia ouvir os soluços de , de certo ele estava chorando de emoção.
-Ben. Ele se chama Ben.
-Ah meu amor, eu amo esse nome. Pode deixar que eu vou aí conhece-lo.
-NÃO , você não leu a carta? Esquece isso, esquece o que aconteceu, esquece o Ben!
-Eu não entendo amor, eu realmente não entendo!
-Não precisa, só faz o que eu te pedi.
-Tá... Tá bom. Eu te amo
-Eu... Eu... Tchau .
Flashback off
Passaram-se um ano e meio. me ligou mais umas duas vezes, mas eu mudei de telefone e ele de certo nao consegui me achar. Agora estou na faculdade de arquitetura, cuidando do meu filho. Eu estou sendo adolescente e mãe. Katie foi embora em fevereiro depois daquilo, mas eu ainda falo com ela e sinto muitas saudades. Na faculdade só minha amiga que sabia de toda verdade, as outras pessoas achavam que Ben era meu irmão caçula. Eu preferia assim, como sempre eu escolhia a maneira mais simples, a mais covarde. Mas fazer o que se eu era assim.
Estávamos todos sentados em uns bancos esperando as aulas começarem, estudando um pouco. Tá, mentira, nós estávamos é tendo uma animado papo sobre a ultima premiação do AMA. Quando chega uma histérica e começa a falar tão rápido e pulando tanto que todo mundo fica assim: oO’
-Dá pra você repetir benzinho? - dizia debochando da menina - mais calma, please.
-Sabe os Jonas Brothers? - me olhou com… pena - ELES VÃO VIR PRO BRASIL! E VAI TER UM SHOW DELES NA NOSSA CIDADE! TA TUDO CONFIRMADO! OS INGRESSOS JÁ ESTÃO A VENDA! - eu não estava acreditando naquilo.
2º capítulo: Eu não posso perder essa oportunidade...
-Ta bom menina, já entendemos - tentava afastar a menina, por perceber que eu não estava bem. - , vem comigo - ela me pegou do braço e eu estava estática. Só sei que eu estava sendo arrastada até uma sala de aula vazia.
-Me sentei meio que atirada. Com uma cara assustada.
-Amiga, vai ficar tudo bem. Você não precisa ir mesmo, pode esquecer de tudo.
-Já faz tanto tempo que eu só lembrava em momentos especiais, como dia dos pais, natal, fim de ano... Mas mesmo assim, eu vou. Eu preciso vê-lo de novo. E você acha que em um show cheio de fãs loucas e histéricas pulando ele vai me encontrar?
-É, acho que não... - disse pensativa.
-AH! OS JONAS VEM PRO BRASIL! VAMOS COMPRAR OS INGRESSOS! - pulei da cadeira
-oO’ -
-Calma, eu só tava imitando uma fã histérica. Mas a parte de comprar ingressos é verdade.
-Mas nós temos aula. -
-Mas nós vamos matar aula.
- ¬¬’ tá de caô?
-Não, nós temos que comprar antes que acabem. Vamos sua lerda [n/a que amiga gentil, oii :*] - eu disse puxando da cadeira.
Pegamos um táxi meio que escondidas das pessoas que podiam nos dedurar por estar matando aula. Chegamos no shopping e literalmente “corremos” até a loja que estava vendendo os ingressos. Compramos os últimos, sim, tivemos essa sorte grande.
Pensamos em correr de volta pra pegar as duas ultimas aulas, mas eu estava com saudades de Ben e não o via a muito tempo. Portanto, resolvemos voltar para minha casa e ficar de bobeira.
-Vamos subir para ver Ben - ao chegarmos no quarto de Ben nos deparamos com a adorável cena de Ben brincando com seus dedinhos gorduchos. - Ah, meu amor, vem cá na mamãe meu picurrucho! - Ben ria feliz o que me lembrou o sorriso de . Depois de um ano e meio tentando fugir das lembranças eu havia comprado os ingressos e em um mês teria o show. No show eu veria , no show eu iria relembrar de tudo. Ele com certeza não me veria, afinal teriam muitas fãs loucas gritando e pulando com imensos cartazes nas mãos.
-Amiga! Acorda! Estava pensando em que minha doidinha?
-Ah, você sabe, essa história do show. Acho que eu me empolguei demais... E se ele me ver?
-Se ele ainda te ama ele vai respeitar sua decisão.
-Você tem razão...
narrando
Na casa dos Jonas…
-Acorda preguiçoso! - era pulando na minha cama que nem um debiomental.
-Aii! Sai daqui!
-Eu tenho novidades dorminhoco - não parava um instante de pular e também estava chegando e pulando.
-Ah, o que vocês querem seus chatos. Hoje é domingo!
-Então tá, não vou contar onde é o nosso próximo show - e ia saindo.
-Ain, volta aqui. Agora que me acordaram me contem...
-O nosso próximo show... - disse todo felizinho.
-No BRASIL! - .
-Vocês só podem estar brincando. Eu não acredito! - Era a minha chance, eu estava muito feliz.
-É a mais pura verdade maninho -
-É, o show é em um mês -
-Eu não acredito! Eu estou tão feliz maninhos! Será que a vai ir? Nós temos que comprar roupas novas! Eu tenho que encontrar ela!
-Ah cara, você tá parecendo uma mulherzinha antes de algum encontro
- ¬¬’ Vou ignorar esse comentário e continuar com a minha felicidade! Eu vou tomar um banho e já desço para tomar café - eu estava muito, mas muito feliz mesmo. Era a minha chance de reencontrá-la.
Tomei café e saí com meus irmãos para comprar roupas novas.
narrando
-Passou o mais esperado mês da minha vida. Era hoje, hoje era o show. Era hoje que eu veria Nick, Kevin e Joe. Eles estariam lá. Ele estaria lá. Tomei um banho, coloquei meu roupão de oncinha que por acaso me causava ótimas lembranças [n/a sua safada :9] Quando tocou a campainha, era que havia combinado de chegar as cinco horas, mas a recém era três.
-A adiantadinha ataca outra vez!
-Hehe, desculpa, mas eu adoro me arrumar na sua casa.
-Ok, entra aí. Ben está dormindo, então vamos ter tempo de nos arrumarmos sem que ele fique chorando. Ai , toda vez que eu olho o Ben eu lembro de ...
-Eu entendo que você sinta saudades...
How could this happen to me? I've made my mistakes Got nowhere to run The night goes on
-Alô?
-AAAAAh, Best! É a Alice.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Amiga, quanto tempo!
-Como está o Ben?
-Ah, ele tá ótimo! Sabe, parecido com o...
-É, eu imaginei... Bom, então é hoje?
-É, o show... Eu vou ir!
-É? Eu achei que você não queria mais ver ele.
-Amiga, eu não tenho raiva dele, só acho que... Não ia obrigar ele a se casar comigo só pela gravidez. Mas agora tenho que desligar, tenho que me arrumar pro show. Beijinhos minha diva americana, manda beijos pro pessoal.
-Ok, Tchau bebezinha!
-Quem era amiga? -
-A Alice, lá dos Estados Unidos.
-Ahn, eu sei. Então, vamos nos arrumar?
-Claro!
Nos arrumamos e ficamos vendo um pouquinho de TV. Quando toca o celular minutinhos antes de sairmos.
-Alô?... Oi... Como? Mas não vai dar... E o show mãe?... Ok... Eu levo... Ok, tchau!
-Quem era Best?
-Minha mãe ficou presa no trabalho e vamos ter que levar o Ben no show
- ¬¬’ Tá brincando? Um bebê num show?
-Eu não posso perder essa oportunidade. Vamos pegar ele!
Pegamos um táxi e Ben junto. Ele estava animado, mesmo sendo um bebê... Chegamos ao local do show e nos surpreendemos... Era pequeno, para umas 200 pessoas no máximo, devia ser um show VIP ou coisa do tipo. Ficamos um pouco no meio. Esperamos um bom tempo, conversando com as fãs loucas, respondendo pra todas que vinham perguntar: “Porque você trouxe seu irmãozinho pra o show?” e etc. Pessoas intrometidas e curiosas! Faltavam minutos, quando entrou o Fake Number pra abrir o show. Tocaram três musicas e eles... eles entraram. Entraram lindos como sempre.
3º capítulo: Nossos olhares se encontraram.
,
E . ficou babando pelo , claro.
Começaram a tocar BB Good…
-I don’t wanna hurt you - falava e nesse exato momento nossos olhares se encontraram, ele ficou surpreso e continuou cantando e me olhando - I wanna kiss you! [n/a imaginei essa cena :D]
Eu sorri e ele continuou cantando. Quando ele parou olhou para seus irmãos como se pedindo um tempinho pra falar.
-Bom, mesmo não estando na programação, eu gostaria de tocar uma música em homenagem a uma pessoa muito especial. INSEPARABLE.
-Amiga! Eu nem acredito! -
-Best, ele olhou pra mim. Ele já me viu aqui.
A musica inteira olhou pra mim, sorrindo... Eu via seus olhos brilharem de felicidade por estar me vendo! Quando acabou eu senti mãos nos meus ombros. Olhei para trás e...
-Rob *-* [n/a Big Rob diivo :D]
-Vem comigo menina?
-Ahn, claro. , pega o Ben. - subi no palco mesmo nao entendendo. Chegando lá me abraçou e cochichou “ele não agüentava mais um minuto sem você”. Sorri e fui abraçar que cochichou “Pequena, que saudades do seu abraço”. Quando chegou a vez dele, a vez de . Ele me abraçou com força e eu retribuí o abraço.
-Eu senti muita sua falta amor.
-Eu também. - sorri e me sentei num ‘banquinho’ no meio do palco.
Hello beautiful
How's it going?
I hear it's wonderful in California
I've been missing you
It's true
But tonight I'm gonna fly
Yeah tonight I'm gonna fly
Cause I could go across the world see everything and never be satisfied
If I couldn't see those eyes
Lágrimas escorriam dos meus olhos. pegou minhas mãos. Olhou nos meus olhos. Limpou minhas lágrimas. Olhei para com Ben no colo. Ele acompanhou me olhar e ficou estático. Voltou-se para mim, apontou para Ben e disse:
-É... ele? - .
Fiz que “sim” com a cabeça. Uma lágrima escorreu de ambos nós.
-Espero te encontrar no camarim amor - .
-Eu não sei... - disse fingindo estar indecisa
-Por favor - ele fez biquinho, aquilo me lembrou nossas brincadeirinhas de namorados... Aquele ótimo tempo.
-Então, te vejo lá. - abanei para os meninos e desci. Quando o show acabou Big Rob veio nos buscar. Fui eu, e Ben. Esperamos algumas fãs histéricas saírem e entramos. E que cena: os Jonas suados atirados nos sofá com regatas bebendo água no bico da garrafa [n/a ui, até me empolguei aqui, fiu fiu :D]
-Ahn, oi meninos!
-! Vem cá me dá um abraço minha pequena! - correu pra me abraçar
-Ah, que saudades de vocês! , vem me dá um abraço bebê!
-, eu senti muito a sua falta meu amor, eu mereço um abraço? - fez “aquele” biquinho que eu não resisitia.
-Ahn, você quer só um abraço? - fiz uma carinha muito fofa [n/a nem se achou]
-Eu achei que você que não queria mais que um abraço. Mas como você insiste - foi se aproximando. Eu me senti como uma adolescente novinha de novo. Aquele momento que ele veio se aproximando de meu rosto, lembrei de tudo que passamos. Seus lábios roçaram nos meus e ele me beijou. Um beijo de saudades, com amor. Mas não longo, afinal, os meninos, e Ben estavam ali. Nos olhamos.
-, como… Como eu senti saudades.
-Eu também . Bom, meninos, essa é a , minha amiga.
-Oi! Prazer - disseram em uníssono
-Ah, o prazer é todo meu - disse meio abobalhada. - , você pega ele? - me entregou Ben e ficou parado olhando.
-Claro. , você… Quer conhecer meu filho?
-Tudo bem, pode falar. O já sabe da verdade.
-Então, quer conhecer nosso filho?
-Eu... Eu posso pegar? - entreguei Ben no colo de . Ben sorriu e estava feliz. Talvez ele tenha sentido que o ‘papai’ estava ali.
-Ele gostou de você.
-Eu... Eu nem acredito meu amor. Ele é meu filho. Eu sou o “papai” dele.
-HEHE, é. Então , acho melhor eu ir. Tchau meninos!
-A gente se vê amanha? Vamos ficar dois dias aqui. Vamos sair todos amanha?
-Claro. E vocês... Ainda têm os disfarces?
-Mas é claro, aqueles disfarces andam sempre comigo - disse animado.
-Passa lá em casa às 19:30?
-Ok. Mas espera! Eu não sei onde é a sua casa oO’
-Verdade ¬¬’
Dei meu endereço e combinamos de sair no outro dia.
, Ben e eu fomos para casa. Ela ficou lá toda empolgada, feliz de ter visto o , feliz de eu ter beijado o , feliz da melhor amiga dela ser amiga dos Jonas, feliz pelo show. Sabe, muito empolgada mesmo. Ela havia escondido essa paixão pelos Jonas por minha causa, por toda a minha história com o . Mas agora ela achava que não precisava mais esconder. Mas aquele beijo não significou que eu iria casar com ele, nós criaríamos o Ben juntos e seriamos felizes para sempre. O beijo foi só um cumprimento mais intimo, de duas pessoas que já namoraram e que não se viam a muito tempo. Eu estava muito bem cuidando de Ben sozinha e na minha faculdade.
Acordei no outro dia cedo. Levei o Ben pra uma creche de ricos (pra ele ser bem cuidado) já que minha mãe tava viajando e fui para faculdade.
Scarlet narrando [n/a Ahá! Tinha esquecido da olho junto, não?] [n/a leia a LL primeira parte]
Saí daquela escola depois da minha armação com aquelazinha não ter dado certo. Mas logo ela foi embora e eu voltei no outro dia. Descobri que ela tinha ficado grávida e que tinha voltado pro Brasil para cuidar do filho sozinha. Um ano e meio depois soube que haveria um show dos Jonas Brothers no Brasil e resolvi ir lá. Afinal ela e provavelmente estariam lá. Eu ainda tinha que me vingar! No show chamou no palco na hora de Hello Beautiful e eu entendi os gestos. Eu entendi ela afirmando que o bebe, o filho dela, era filho dele também. Eu então estava decidida a segui-la e fazer de tudo pra acabar com a felicidade daquela ladra de Jonas! No dia seguinte do show fiquei esperando ela sair de casa e a segui. Ela deixou Ben em uma creche e foi para faculdade. Entrei na creche.
-Com licença.
-Sim senhorita?
-Bom, minha irmã deixou o bebê dela aqui, há poucas horas - disse fingindo choro e desespero.
-E? - aquela mulher mal-vestida perguntou.
-Ela sofreu um acidente... - eu chorava mais ainda - e está no hospital pedindo que eu trouxesse o bebê.
-A senhora precisa do nome da mãe e do filho - da mãe eu sabia, mas e do filho. Pensei no nome que ouvi falando certa vez que gostava. - e Ben.
-Ok então, vou buscar Ben - consegui [n/a oii. parece a Flora, tudo dá certo :/ ]
4º capítulo: O sequestro
Aquela mulher mal-vestida trouxe o tal Ben [n/a futuros babys da Tuíra e da Ingrid :D] no colo. Tenho que admitir que o bebê era muito bonitinho. Mas eu nem entendo. [n/a eu se você não deixava assim, -q]. Coloquei aquele projeto de gente no banco de trás do carro e dirigi muito, mas muito rápido até um casebre no meio do mato que eu ia com alguns amigos no Colegial para fazer churrascos. O local era abandonado, velho e fedia a mofo.
Entrei.
Autora narrando [n/a eu quase nunca narro isso aqui :x]
-E ai galera - Scarlet cumprimentou seus capangas.
-Já era hora da chefa chegar - era um homem alto, forte, pele clara, barba mal feita e mal cheiro. Era o capanga de Scarlet, Jake. Ele que tinha todos os materiais. Rastreadores, celulares descartáveis, armas... [n/a sim, era gente barra pesada, bgs!]
-“Chefe” não varia quanto a gênero seu burro! E trata de ligar logo pra e diz que nós queremos 1 milhão.
-Ok, é pra entregar onde?
-Hum... - Scarlet pensava - diz que é pra deixarem na Avenida São Paulo [n/a não conheço ruas de são Paulo :/] ás três horas da manha e que o Ben estará na porta de casa as quatro da manha.
-Ok. E é só isso?
-Você vai dizer só isso. Mas nós não devolveremos Ben. Então, as cinco da manhã ligaremos avisando que queremos que os Jonas NUNCA mais voltem para o Brasil, que cancele totalmente a faculdade e que nos dêem a escritura da casa dela.
-Entendi chefa.
-AAI! Seu burro analfabeto!
narrando
Depois daquele monte de aulas chatas eu e fomos buscar Ben na cheche.
-Oi!
-Oi Senhorita. Que bom que está bem. - moça da creche
-oO’ que?
-Sabe, o acidente. - moça da creche
-Acho que a senhora está me confundindo com alguém.
-Não, sua irmã veio aqui e buscou Ben porque você estava no hospital. - moça da creche
-O que? - comecei a me desesperar e chorar, chorar muito - Como? Quem? Eu não tenho irmã nenhuma! Cadê meu filho?
-AH MEU DEUS! VOCE NÃO TEM IRMA? EU FUI ENGANDA? - a moça se desesperou
-Sim, sua estúpida! Como ela era?
-Morena, baixinha, tinha um sotaque estranho. - As minhas lágrimas caiam mais e mais.
-Sotaque?
-É, de americana eu acho. - quem poderia... será que era ela? Mas ela não seria capaz, e porque? Corri pro carro.
-! Levaram o Ben… - contei a história em meio a soluços.
-Se acalma. Eu vou ligar pros meninos -
-Não envolve eles nisso.
-Mas claro que sim , eles tem que saber.
ligou para eles.
-Ah , sou eu, , a amiga da . Encontrem a gente urgente na casa dela, rápido! Por favor, é uma emergência... Não, quando vocês chegarem a gente conta!
-Então? - eu dizia chorando muito.
-Pé na tabua que eles estão indo para lá.
-Ok. ¸ me promete que vai ficar tudo bem?
-Promete que vai se acalmar?
-Ok amiga. Eu vou tentar.
correu muito dirigindo. Chegamos em minha casa e os Jonas já estavam lá, na porta esperando.
-Ah - corri para seus braços, o único lugar que eu me sentia segura, envolvida por seus braços fortes e quentes.
-O que aconteceu meu amor? - ele limpava minhas lágrimas.
-O... Ben...A creche...A menina... Com sotaque... - eu não conseguia completar uma frase se quer.
-Olha , o Ben foi sequestrado - falou curto e grosso.
-O que? Ah, minha linda. Me abraça, nós vamos ter nosso filho de volta. Nós vamos superar isso juntos. Vamos entrar e ligar para mamãe e papai.
-Não , eles vao descobrir sobre o Ben.
-Ahn, , minha mãe já sabe.
-O que? Você contou?
-Não! Ela desconfiou, não acreditou na sua historia.
-Ai, mas e o Tio Paul?
-Meu pai vai ter que saber. E logo não vai ser necessário mentir. - Ele olhou para minha mão. No momento eu não entendi. Mas entrei em casa pensando na indireta de . Ele vinha abraçado em mim. Mas é claro! Ele ia me pedir novamente em casamento. Ah, o que eu diria? Mesmo assim, eu tinha mais com o que me preocupar.
TRIM TRIM (telefone tocando)
correu e atendeu [n/a Jonas mal-educado, atende o telefone da casa dos outros :x]
narrando
-Alô?
-Não perdeu nada? - era uma voz masculina e arrogante
-O que você quer? O que? - eu dizia procupado e me olhava anciosa.
-Hoje às três da manha 1 milhao no centro da Avenida São Paulo. Deixem o dinheiro e vão embora que às quatro da manhã essa coisinha feia aqui vai estar na porta da casa de vocês.
-E qual a minha garantia?
-Nenhuma. Só a minha palavra. HEHEHEHE - ele ria de mim como se eu fosse muito burro, que raiva daquele homem. E ainda chamou meu filho de “coisinha feia”.
-Ok, o dinheiro vai estar lá. Por favor, tenha dó. Eu quero o meu filho de volta, por favor. - ele desligou na minha cara.
-O que? O que eles falaram meu amor? - veio me abraçar. Eu adorava ouvir ela me chamando de “amor”.
-Querem um milhão.
-Ah? E agora? Um milhão?
-Não se preocupa. A gente pode pagar. Por ele eu dou tudo o que eu tenho.
-Mas , eu não posso aceitar todo esse dinheiro. É todo o trabalho de vocês.
-Você tem que aceitar Pequena. -
-É, nós queremos ajudar, queremos nosso sobrinho de volta. -
-Ah , aceita logo - .
-Tá bom - ela abraçou meus irmaos e veio me abraçar. Foi me dar um beijo na buchecha, mas eu virei e nos beijamos. Quando unimos nossos lábios ela não parou. Ela continuou me beijando. Um beijo carinhoso mas ao mesmo tempo inseguro, ela estava muito, mas muito mesmo, preocupada com Ben. [n/a imaginei isso, aaaaaah :)]
Ligamos para meus pais. Mamãe estava muito preocupada e abraçava todo tempo. Papai entendeu antes mesmo de chegar na casa de e não falou nada. [n/a não por enquanto, depois tu vai apanhar fio!]
Conseguimos separar o dinheiro e quem entregou foi o Big Rob. Era três da manha e cinco minutos. Ainda tínhamos 55 minutos de aflição, esperando Ben.
Estavam papai e mamãe sentados em um sofá de dois lugares abraçados com Frankie do lado. Eu e sentados em uma poltrona, ela no meu colo. [n/a oowwn, eu quero ficar no colinho de um Jonas *-*]. e estavam sentados em outro sofá. Eu falava coisas como “Se acalme”, “Eu estou com você” para baixinho e ela não parava de chorar. Mas meus pais e irmãos não abriram a boca nem um segundo. Quando chegou quatro da manha. Eu olhei o relógio, olhei para , apreensiva com o olhar distante e o rosto todo molhado. Ela me olhou. Se levantou vagarosamente, pegou minha mão e fomos andando até a porta. Ninguém mais se levantou e nem uma palavra foi dita. Abrimos a porta.
5º capítulo: A condição
Ficamos ali, parados, de mãos dadas. Olhando parados, estáticos. Olhando para o chão, para aquela calçada fria da entrada. Nem sinal de Ben. Fomos enganados. começou a chorar e afundou a cabeça no meu peito. Na verdade eu adorava sentir o calor dela. Sentir novamente o perfume dela, o cheiro de morango do xampu dela, os cabelos macios dela. Eu adorava saber que ela precisava de mim novamente e que eu estava ali para protegê-la.
narrando
Abrimos a porta juntos e Ben, a razão do meu viver, o meu filho amado, o fruto do meu maior amor não estava ali. Ninguém falou nada. Eu afundei minha cabeça no peito de e não tentei impedir que minhas lágrimas escorressem.
Logo, todos se levantaram, nos abraçaram, um abraço grupal [n/a imagina toda família Jonas te abraçando *-* meu sonho, vai entrar na minha lista de desejos de 2009, vaisonhando, bjs]. Mas fomos interrompidos pelo telefone. correu e atendeu.
narrando
-A...lô?
-Olá - disse uma voz irônica já conhecida por mim. Era ele, o seqüestrador.
-Como você pôde? Onde está meu filho?
-Ahn, vamos precisar de algo mais.
-O que mais? 1 milhão não basta?
-Não! Queremos que cancele definitivamente a faculdade, que ela e vocês nunca mais se vejam e a escritura da casa dela.
-O que? Vocês querem acabar com a vida dela?
-Essa é a condição
-Ok. Onde eu deixo os documentos de confirmação e a escritura?
-No mesmo local que deixou o dinheiro a mesma hora
-Mas dessa vez o Ben vai ser devolvido na hora, não?
-É, dessa vez sim. Não se esqueça do combinado! - ele desligou na minha cara, again.
-Quem era amor?
-O seqüestrador. Eles querem que você cancele a faculdade, nunca mais nos veja e dê a escritura da sua casa. O seqüestrador com certeza quer acabar com sua vida. É alguém que realmente não gosta de você.
-Eu nunca tive ninguém assim... O sotaque! - pareceu ter tido uma idéia genial, ou algo do tipo.
-O que meu amor?
-Quando eu fui buscar Ben na creche a moça disse que a seqüestradora tinha um sotaque americano. - olhei para , afinal, acho que nós dois já imaginávamos quem seria.
-Será que é ela meu amor? -
-Pode ser, ela fez tudo aquilo. Alice sempre disse que ela era perigosa. -
-De quem estão falando meus filhos? - Minha mãe, assim como o resto da minha família, estava boiando.
-A Scarlet. Uma menina que cismou em separar eu e o , em acabar com minha vida. Acho que é ela.
-Ah, minha querida. Fique calma. - Mamãe
-Como? Ela quer eu cancele minha faculdade! Que eu de minha casa pra ela! Que eu nunca mais veja o amor da minha vida! - ela disse aquilo chorando, ela me chamo de “o amor da minha vida”, ela não tinha deixado de me amar.
-Querida, vamos chamar a polícia.
-Tá... Tá bom.
Meus pais ligaram pra policia. Eles chegaram logo. Separamos o que eles pediram, mas todos documentos falsos. Foi o que a policia pediu para fazermos. Na hora marcada o Big Rob foi levar o combinado. Eu e ficamos dentro do carro, olhando paralisados.
Autora narrando
e olhavam aflitos. Mas ela, a sequestradora, foi muito burra. Scarlet quem estava com Ben no colo, ela que foi receber os documentos de Big Rob. O que não surpreendeu muito o casal. O que Scarlet não esperava era a policia. Quando ela saiu do carro:
-Mãos ao alto! Polícia!
Aí, você já sabe, prisão, investigações, choro, felicidade, beijos [n/a Sim *-* A melhor parte! :9]
narrnado [n/a é uma trocadeira de narrador :x]
Finalmente a única pessoa que me conhecia, me odiava e seria capaz de tudo para acabar com a minha vida estava presa.
Terminei a faculdade, sou formada, bem sucedida. Ben está com cinco anos e minha mãe se mudou para um apartamento em Minas Gerais, já que tinha que viajar pra lá quase todo mês e as despesas estavam sendo altas.
Mas você deve estar se perguntando, e os meninos? E o ?
Flashback on
-Finalmente tudo acabou - dizia se atirando no sofá da minha casa.
-E eu estou com meu filho amado de volta! - Eu abraçava Ben como se fosse a primeira vez. E Ben? Toda hora queria ir para o colo de .
Fui pra sacada com Ben e foi atrás.
-Então... Como foi, você sabe. Esse ultimo ano? - perguntou.
-Estressante. Muito trabalho, muita coisa da faculdade. Mas acima de tudo, muita saudade. - falei.
-Ah, meu amor. Você podia ter evitado isso.
-Como? Você ia estar sempre viajando. - e era verdade, afinal, era o que eu mais temia.
-, aceita casar comigo? - se ajoelhou e eu simplismente não conseguia resistir. Eu o beijei, e Ben? Ficou sentadinho rindo. [n/a owwn *-* que bebê fofo!]
-Isso foi um sim? - disse esperançoso.
-, quanto tempo você esperaria por mim?
-Meu amor, a vida inteira.
-Você esperaria mais um ano?
-Mas porque querida? - estava preocupado.
-Para eu terminar a faculdade. Eu preciso disso.
-Se é o que você quer...
-É. Eu preciso muito terminar.
-Bom... Eu tenho que voltar hoje, mas eu prometo ligar todo dia.
-Voce vai gastar muito, hehe.
-Papá - nós dois ouvimos a doce voz de Ben pronunciarem suas primeiras palavras. ficou muito emocionado com aquilo. Ela já era considerado o “papá” de Ben.
O que aconteceu depois? continuou ligando por dois meses. Depois as ligações foram diminuindo, diminuindo, diminuindo. Até ele passar três meses sem me ligar. Era o dia da minha formatura. nem sabia. Me formei, foi ótimo. Ganhei um carro zero. Um Porsche Carrera preto. Realmente lindo. Ben já estava falando bastante. Algumas vezes balbuciava algo como: “Papá, cadê?”. Eu chorava sempre. No dia da minha formatura ele disse uma coisa que eu não acreditei. Eu estava decidida a não voltar pro , a vida de pop star não era fácil, eu não queria que ele me esquecesse sempre. Eu estava decidida a esquecer meu passado. Eu havia falado isso para mim mesma, e Ben estava junto. Ele nem se manifestou. No mesmo dia mais tarde fui o colocar pra dormir. Ele disse com aquela vozinha de bebê e com certa dificuldade: “tudo tem uma explicação”. Estaria ele dizendo que teria uma explicação pra não ter me ligado?
Eu teria que esperar? Não. Porque depois eu continuei sem receber uma sequer ligação. Um se quer e-mail. Uma se quer notícia. Deve ter sido só um comentário de um bebê, que nem sabia o que estava falando.
Flashback off
6º capítulo: Dessa vez é realmente o fim?
Agora passaram-se três anos. Sabe, eu nunca imaginei que isso aconteceria. Parece que há três anos atrás, quando eu achava que já estava madura, eu fui boba. Eu fui infantil. Agi como uma adolescentizinha sonhadora achando que ele me esperaria um ano e voltaria pra me buscar, nós nos casaríamos e criaríamos o Ben juntos e felizes. Mas a vida não é um conto de fadas. Eu não sou uma simples camponesa que conheceu um príncipe que vai voltar em um cavalo branco depois de matar a bruxa má. Isso que aconteceu foi um sonho. Eu voltei a pensar como antes. Mas eu tinha certeza [n/a pelo menos você achava] que quando eu o visse novamente não haveria perdão. Ele não tem desculpa por não ter me telefonado. E se ele não conseguiu contato e realmente me amasse, teria vindo aqui no Brasil, somente para me explicar o motivo pelo qual não me contatou. Mas não, ele ficou lá na sua vidinha perfeita de pop star mentiroso [n/a doeu escrever isso :x]. Ele não deve saber o quanto eu o amei e, portanto, o quanto estou sofrendo agora. Ou sabe, mas nem liga [n/a doeu de novo. Isso já ta virando massacre, ~]
Deixei Ben na escolinha e corri pra o trabalho. Eu trabalhava em uma grande empresa de Papel e Celulose [n/a Fontini Papel e Celulose, hsuahsuasha, beijos Gonçalo defunto!] [n/a ninguém pense que eu sou má, porque eu sou a autora LECAU DO COLAÇÃO DE VOCEIIS] Eu que fazia os projetos das novas construções da empresa e também o design das novas máquinas. Eu tinha um cargo importante e era bem sucedida. Já havia até comprado uma casa gigante numa das mais nobres zonas de São Paulo, há uns meses. Chegando lá, Lorena Georgina, minha secretária, veio correndo naqueles saltinhos finos em minha direção. Então ela caiu e morreu, fim me avisou que o chefe [n/a Dr. Gonçalo defunto, brimks :*] queria me ver na sala dele imediatamente. Eu realmente não fiquei preocupada, pois sabia que exercia meu trabalho maravilhosamente. Peguei minha pasta e bati na porta.
-Entre querida - meu chefe era bem velho [n/a to dizendo que é o Seu Gonçalo :x aushausha] e me considerava uma uma filha ou até uma neta, sei lá.
-Bom dia Sr.
-Bom, eu a chamei aqui para avisá-la que fará uma viajem.
-Uma viajem?
-Na verdade uma mudança.
-O que? Pra onde? Definitivamente? Porque?
-Vamos ver se consigo responder todas suas perguntas em uma só frase: Você vai se mudar para os EUA definitivamente porque você é minha melhor arquiteta e design e eu preciso de você na minha filial lá.
-o.o
-Você aceita?
-o.o
- , você está bem?
-É, ahn... Sim, sim, eu estou bem. Certo, mas onde especificamente?
-Los Angeles, Califórnia.
-o.o Ah... - foi só o que consegui falar.
-Voce não gostou? - chefe
-Não é isso. Eu vou adorar. Claro. Então, quando?
-Daqui uma semana.
-É?
-Sim, sim. Preciso de você lá urgente. E já pode ir para casa começar a arrumar a mudança.
-Obrigada pela oportunidade Sr.
-Você merece minha querida.
-Obrigada, com licença.
Fui para casa e comecei a arrumar tudo. Tinha uma semana para arrumar tudo aquilo. Saí, comprei malas novas. Levei três dias pra deixar a casa sem absolutamente nada. Eu e Ben fomos pra um hotel naqueles quatro dias. A casa já tinha sido vendida. Em quatro dias estaria em Los Angeles.
O tempo voou. No sétimo dia daquela agitada semana, lá estava eu, no aeroporto. Com Ben junto. Chorando muito. Da última vez que fui para Los Angeles, há cinco anos atrás, eu era uma adolescente. Com um sonho de intercâmbio sendo realizado. Eu sabia, daquela vez, que em um ano eu estaria em casa novamente. Agora, eu não tinha essa certeza. Eu poderia ficar em Los Angeles para o resto da vida. Todos os meus amigos estavam comigo.
-Ah amiga, você é a mais sortuda! - dizia como se eu estivesse tão animada assim.
-É, dever ser. Mas o que importa, é que eu vou sentir MUITAS saudades suas minha amiga. Você teve comigo nos momentos mais difíceis. Você sempre me apoiou.
-E você então? Você foi a melhor coisa que me aconteceu amiga. Você é muito especial. AAH! - ela gritou como se tivesse lembrado de algo genial - Não é Los Angeles onde eles moram?
-É. - disse desanimada.
-E você fica nesse desânimo todo?
-O que você queria? ¬¬’ Que eu pulasse de felicidade, que eu desse uma festinha? Esqueceu que ele não retornou? Esqueceu que ele me deixou de lado? Ele me esqueceu!
-Ah, é. Eu tinha esquecido essa parte. Mas , me ouça, só dessa vez.
-O que ? ¬¬’
-Se ele vier falar com você, de uma chance, e ouça. E se ele realmente tiver um bom motivo, jogue tudo pro ar pelo seu amor.
-Quem disse que eu ainda amo ele?
-Você só quer se enganar. Pense no que eu falei. E eu tenho mais um conselho.
-Qual ?
-Corre antes que o avião parta sem você!
-Ok. ¬¬’ Tchau Best, te amo muito! Beijonas, quer dizer, beijos!
-Hum.. Sei. Não esqueça o que eu falei - gritou quase inaldivelmente, eu já estava longe. Entrei no avião com Ben de mão dada. A ultima vez que entrei em um avião, há cinco anos atrás, eu estava grávida. Eu lembro como se fosse ontém. Eu estava ouvindo Untitled - Simple Plan e senti pela primeira vez Ben chutar minha barriga. Naquele dia eu estava deixando para trás e finalizando o sonho de vida americana. Agora, estou indo para lá de novo. Para morar, definitivamente. O vôo foi rápido. Eu fiquei o tempo todo conversando com Ben. Ensinando de tudo para meu filho. Tudo. Até a ler eu estava o ensinando com uns livrinhos infantis.
Chegamos.
O avião aterrissou e me senti como uma adolescente novamente. Olhei pela janela, o mesmo aeroporto de anos atrás. Respirei fundo. Peguei nas mãozinhas macias de Ben. Descemos de mãos dadas. Ele estava fascinado. Ele pensava como qualquer criança: EUA, o país dos ricos, o país sem problemas, o pais da casa branca, o país dos filmes, o país das escolas com longos armários e times de futebol americano, o país dos sonhos. Era isso que ele pensava.
Seguimos andando para pegar um táxi, mas Ben quis comprar um sorvete ali no aeroporto e nós sentamos em uns bancos para comer sorvete e ver um avião aterrissar.
Uma moça disse no microfone: “Vôo 361 Texas para Los Angeles aterrissando.”
Ficamos olhando a imensidão daquele avião. Começaram a descer as pessoas. Depois eu vi um monte de adolescentes com faixas e cartazes pulando e gritando. Mas eu estava meio longe para conseguir ler ou discernir gritos histéricos de palavras. Eu imaginei... O Orlando Bloom ou o Zac e a Vanessa deviam estar naquele avião. Afinal, porque estariam aquelas meninas ali? Loucas e histéricas? Não demorou para eu ver all stars na porta do avião. Eu fui levantando o olhar e vi calças skinny. Fui levantando mais ainda o olhar e pude ver as pernas e depois os braços. E depois? Jared Jonas. Exatamente ali, saindo do avião. Eu fiquei tão estática e sem ação que não percebi que Ben saiu correndo.
-Papai! - quando ouvi aquelas palavras me levantei e corri em direção a Ben. e os meninos me viram. Poucos haviam ouvido a palavra “papai”.
-Filho, vem cá. Você não pode chamar todos que vê na frente de papai - olhei para como se pedisse para que ele não desmintisse.
Peguei Ben das mãos e saí correndo andando. Dei uma leve olhada para trás e ele estava me olhando, com um sorriso bobo no rosto. Um sorriso apaixonado, um sorriso apaixonante... Ah, esqueçe essa bobagem! Olhei mais uma vez para trás. Quem eu vi? Tia Dê e Frankie de mãos dadas, sorrindo para mim. E o Tio Paul? Pegando do braço do e me olhando muito brabo. O que será que aconteceu? Bom, não me interessa. Eles não fazem mais parte da minha vida. Segui andando. Quando senti mãozinha e bracinhos de criança me abraçarem. Olhei para ver quem era. Era Frankie. Fiquei sem reação. Tia Dê vinha vindo em nossa direção.
-Ah, querido quanto tempo. Como você cresceu! - eu disse o abraçando
-Você nos abandonou ? - Frankie
-Ah Frankie, acho que o seu irmão que se esqueceu de mim. Melhor você ir, sua mãe está vindo te buscar. - ele saiu.
-Ele não esqueceu! Ele não pôde! - Frankie se virou e falou isso como se estivesse resolvendo os problemas de toda uma vida.
Do que ele estava falando? Como não pôde? Eu precisava esquecer. Olhei para Tia Dê, ela sorriu docemente, como sempre. Eu devolvi o sorriso.
Saí dali com Ben, precisava descansar.
-Mamãe, porque você não foi falar com o papai? - Ben
-Querido, esquece ele! - disse apressando
-Mas eu quero ter um papai! - dessa vez fiquei com pena do meu filho, deve ser ruim não ter um pai. Mas melhor não ter, do que te um como o [n/a olha como fala dele hein!]
-Filho, daqui a um tempo a gente conversa sobre isso. Quando você for mais velho você vai entender. - disse acariciando seu cabelo
-Tá bom mamãe. Onde nós vamos morar? - Ben
-Ah! Tinha esquecido. Temos que ir lá à filial da empresa antes para pegar o endereço. - pegamos um táxi
-Eba! Estados Unido aqui vamos nós - Ben
7º capítulo: Como uma adolescente de novo
Pegamos um táxi até a filial da empresa e pegamos o endereço. Como eu só havia ficado lá nos Estados Unidos por um ano e não havia prestado muita atenção em nomes de ruas nem imaginava onde ficava aquilo. Pegamos outro táxi e entreguei o endereço. Não demorou muito e comecei a passar por lugares conhecidos. Passei pela minha antiga escola, pela sorveteria que fui com , o estádio que fui com os Jonas... O carro parou. Não podia ser.
-É aqui?
-É sim senhora. Essa casa branca.
-Mas... Ok. Aqui tá o dinheiro.
Você não vai acreditar onde era minha nova casa! Exatamente do lado da casa de Jack, Rose e Katie. Sim, eu ia ser vizinha das pessoas mais queridas, os que eu considerava uma família. Rose e Jack que foram tão queridos e pacientes enquanto eu estive grávida. Eu estava muito feliz. [n/a achou que fosse o condomínio dos Jonas? Clichê demais.]
Entramos na casa nova, coloquei as malas que eu trouxe no chão. O resto das coisas chegariam no caminhão de mudança no dia seguinte.
-Ben querido. Lembra quando eu disse que fiz intercambio?
-Sim mamãe.
-Eu fiquei nessa casa do lado, sabia?
-Ahn... Que legal! Vamos visitar essas pessoas?
-Sim, sim. Agora.
Saímos de casa e batemos na porta. Eu usava uma calça skinny jeans escuro, uma bota preta e uma blusa verde escuro com um cinto grande na cintura. Bem básica. [n/a eu acho básico :/]
Toquei a campainha. Alguém abriu a porta. Não era alguém, era o Jack.
-Eu acho que estou tendo uma miragem. É... você? ?
-Sim Jack! Me dá um abraço! - nos abraçamos forte - Que saudades!
-Entra querida - eu e Ben entramos.
-Jack, esse é meu filho, Ben.
-Ah *-* - ele se sentia como um pai para o Ben, sabe ele e a família dele que cuidaram de mim quando eu estava grávida - ele, é tão grande.
-Mas claro, fazem cinco anos que eu fui embora.
-Ah, e o que você faz aqui mocinha? Fugiu de casa?
-Não, não Jack. Eu cresci, e sou responsável agora.
-Espera um minuto. ROSEE! VEM AQUI NA SALA! TEMOS VISITA!
-Sim - Rose ia entrando e parou, estática - Meu Deus! ?
-É - corri para abraçá-la
-Meu Deus, querida. Você emagreceu.
-Na verdade, eu só não estou mais grávida.
(RISOS)
-Então, esse é seu filho?
-É, esse é o Ben.
AAAAAAAAAAH, eu não acredito - ouvimos alguém correndo e gritando na escada como uma sapa louca.
-AAAAAAAAAAAAH, amiga! Amiga! Amiga! Que saudades! Meu Deus! - corri para abraçá-la
-O que você faz aqui sua louca! AAAAAAAH - Katie
-AAAAAAH, eu vou morar aqui! - pulávamos que nem duas loucas
-AAAAAAAH, eu não acredito! Me abraça - nos abraçamos
-oO’ - Jack
-:D - Rose
-*-* - Ben [n/a o Ben é sempre o mais fofo :D]
-O que foi gente? - disse como se não fosse obvio
-A gente só estava com saudades! - Katie.
-Agora vamos sentar? Quero explicar melhor o que eu faço aqui.
Sentamos e eu contei tudo, sobre a empresa... A casa... Etc.
-Ok, agora eu vou precisar de novo da ajuda de vocês - eu disse.
-Tudo o que precisar querida - Rose
-Eu preciso de ajuda, pra comprar carro, escolher escola para o Ben... Sabe, todas essas coisas.
-EU AJUDO! EU QUERO, EU QUERO! - Katie estava muito animada. Eu me senti como uma adolescente de novo. Katie não pareceu ter amadurecido. Acho que eu amadureci cedo demais por causa de tudo o que aconteceu. Ela me lembrou da época que eu usava all star e calças skinny coloridas. Da época que gritávamos por qualquer coisinha e chorávamos litros passando tardes vendo A Love to Remember [n/a recomendo essa filme pra sem cultura que ainda não viu :/]. Da época que ficávamos horas no computador no myspace dos outros bisbilhotando. Ela ainda tinha essa vida, eu? Eu era mãe, adulta, madura.
Corremos, sim, literalmente corremos para minha casa junto com Ben. Arrumamos as camas, tomamos um banho, tudo na minha casa nova. Ela me emprestou uma calça skinny rosa clarinha, um all star branco com rosinha e uma T-Shirt lilás clarinho. Fiz uma colinha e deixei a franja de lado. Ela usava uma skinny azul clarinha, um all star verde clarinho, uma T-shirt verde clarinha. Ela estava de cabelo solto. Éramos as típicas adolescentes.
Eu, Ben e Katie pegamos o carro de Jack para sair em compras e procuras.
Chegamos em uma concessionária e compramos uma Lamborghini [n/a nem sei como Escreve], sim, eu tinha MUCHO MONEY.
Escolhemos colocar Ben em uma escola bem conhecida por nós. A Clounder School [n/a inventei agora o nome :x] A escola que passei o melhor ano da minha vida. O matriculamos lá. Ben adorou.
Depois? SHOPING! Compramos roupas, CD’s, DVD’s, eletrônicos, sapatos...
Entramos em uma joalheria.
-Ah amiga, eu estou tão feliz de você ser minha vizinha.
-Eu também. Ahn... - parei ao ver uma pulseira.
-O que foi amiga? - Katie
-Olha o que diz nessa pulseira - apontei para uma pulseira dourada
-INSEPARABLE - ela me abraçou - Ahn, amiga, tudo bem.
-É que você nem imagina o que aconteceu depois. - falei me soltando do abraço
-Você acha que eu não imagino? Esqueceu que eles são meus amigos? - Katie
-É, esquecei.- falei sentindo uma lágrima escorrer, isso sempre acontecia quando eu lembrava de tudo que passei - olha aqui, eu já estou chorando por ele. Voltei a agir como uma adolescente chorona.
-Ah amiga, você amadureceu muito cedo. Deixe aparecer de vez em quando esse seu lado chorão e sonhador - Katie sabia o que falar na hora certa.
-Ah amiga, eu nem sei o que eu faria sem você.
Voltamos para casa. Ben foi brincar no jardim que era lindo, com tema japonês. [n/a assim http://baixaki.ig.com.br/imagens/wpapers/BXK18428_jardim-japones-caldas-novas-6-800.jpg]
Eu e Katie fomos pra cozinha.
-Então, quer sorvete Katie?
-Pode ser. A gente come sorvete e conversa.
-Ok - e foi assim que passamos meia hora, comendo sorvete e eu contando tudo, pelo meu ponto de vista.
-oO’ - Katie
-Katie?
-oO’ - Katie
-Você tá bem?
-Essa história dava um livro amiga - Katie saiu de transe e deu aquele sorrisao “Demi Lovato”.
-Você está feliz com essa história?
-Não é isso. Mas o legal dessa história é cada um tem o seu lado. Sem saber das expliações do outro e tirando conclusões precipitadas.
- o.o Sé... sério? Ele tem uma explicação? Eu tirei conclusões precipitadas?
8º capítulo: Tudo tem uma explicação
-Na verdade? Sim. Mas eu não te culpo. Qualquer um tiraria conclusões precipitadas. - Katie
-O... Mas... Porque ele não me ligou? – eu estava sem palavras
-Olha, fica calma. Respira. Eu vou te explicar.- Katie
-Ok. – eu me sentei
-Bom... Eu liguei pro e ele não estava em casa. Depois de uns dias ele apareceu aqui em casa e me contou tudo sobre o seqüestro. - Katie
-Ok
-Então ele me disse que mal esperava para ir te buscar. Ele ligava toda hora. Mas o que você não sabe era que ele ligava escondido. – Katie dizia como se estivesse contando um filme de suspense.
-Escondido? Porque? – eu estava MUITO curiosa.
-Por favor não me interrompa? ¬¬’ Ele ligava escondido porque depois do seqüestro o Tio Paul confirmou que o era pai do Ben
-Mas então...
-Deixa eu continuar ! Então o foi pra casa descansar da viagem de volta do Brasil. Mas não deu meia hora e ele estava de volta. Eu estranhei. Então ele me explicou que o Tio Paul PROIBIU ele de te ligar. E que caso ele ligasse ele seria obrigado a se casar com você imediatamente. E que ele não poderia te tirar o direito de terminar esse ano pra acabar a faculdade. Ele continuou ligando escondido. Mas o Tio Paul descobriu. E fez umas configurações lá no telefone para que o não te ligasse mais, uma coisa assim.
-Ai meu deus. Mas porque ele não me avisou? – realmente me faltavam palavras
-Ele me disse que lembrava que você tinha dito que terminar a faculdade era muito importante para você. E não ligou mais. - Katie
-Ah meu deus! Eu realmente tirei conclusões precipitadas! - eu já estava levantando, muito preocupada, mas claro, com uma certa felicidade.
-Se acalma amiga! Senta... Olha, o sentiu muita falta sua. E aquele sorriso bobo no aeroporto era de apaixonado.
-O que? oO’
-Sim, ele nunca te esqueceu. Desde aqueles tempos ele não ficou com nenhuma se quer. Ele só pensa em você. Ele ainda está muito, mas muito apaixonado mesmo.
-Está tudo péssimo!
-Pelo menos você não chingou ele nenhum momento. - Katie
-É verdade! Eu estava pensando em uma maneira de me desculpar, mas eu só odiei ele nos meus pensamentos, eu não o chinguei, eu nem tive tempo para isso! Vou falar com ele! – peguei minha bolsa e já ia saindo quando Katie pegou meu braço.
-Espera! Você não pode! Não enquanto não se decidir. - Katie
-Me decidir? Sobre o que?
-Dá pra você não sair correndo toda vez que eu te conto alguma coisa empolgante?
- ¬¬’ ok.
-Bom, continuando. O Tio Paul disse que ele só poderia te ligar se fosse se casar com você. E somente naqueles primeiros meses. No final das contas... Ele não vai poder ficar com você porque você já tem um filho e não ia ser bom pra imagem dos Jonas.
-O que? Que preconceito! Só porque eu sou mãe solteira? – eu estava braba, muito braba mesmo. Senti um calor de raiva dominando meu corpo.
-Por isso ou porque a imprensa poderia achar que o Ben realmente era filho de e também não pegaria bem para os Jonas.
-Aaaaaah – eu gritei de raiva batendo o pé no chão.
-Mamãe? Você está bem? – era Ben que havia chegado correndo como um raio, todo sujo de lama.
-A mamãe está bem meu amor. E o que significa essa sujeira? – disse colocando a mão na cintura.
-Ah, que bom que você está bem mãe. - Ben
-Não desvie o assunto mocinho. Vem, vamos tomar um banho na nossa nova BANHEIRA GIGANTE DE MÁRMORE INDIANO [n/a Tami, eu te amo muito diva da CBox!]
-Banho? - Ben
-É, mas pode ser com água quentinha e aquele sabão colorido que deixa a água azul. [n/a acho que isso nem existe oO’]
-Eba! Sabonete colorido – Ben saiu correndo [n/a por isso que eu digo: O Ben é a criança mais fofa do mundo, depois do Frankie, claro. *-*]
Depois de Ben tomar banho foi minha vez. Mas claro que sem o sabonete colorida. Dessa vez com sais de rosas. Certo, eu estava muito cheirosa mesmo. Entrei no meu quarto que já estava arrumado. Abri meu closet e escolhi uma roupa bem bonita, sabe, para impressionar. [n/a essa roupa aqui http://es.tinypic.com/view.php?pic=nfr9g7&s=5]
Peguei a chave do meu novíssimo carro e deixei Katie cuidando de Ben [n/a agora vai fazer sua amiga virar babá? o.o] Comecei a dirigir e a pensar em tudo o que poderia acontecer daqui para frente. Eu tinha que tomar uma decisão. Mas como se eu nem sabia o que me esperava? Depois de andar muito tempo eu percebi que eu nem sabia onde estava. Mas que estupidez! Andar pelas ruas de Los Angeles de carro de noite sozinha sem conhecer nada. E ainda por cima toda distraída com meus pensamentos. Certo, parei de dirigir. Peguei o celular. Chamei um táxi. Logo aquele carro amarelo chamativo já estava ali para me buscar.
-Qual o destino senhorita?
-Ah droga, eu não sei o endereço.
-Bom, eu não tenho tempo para desperdiçar mocinha [n/a que estupidez :x]
-Olha, você sabe o endereço da família Jonas?
-Olha, eu já vou avisando. Você só vai desperdiçar dinheiro, porque essa gente tem segurança em todo lugar. – taxista metido
-Faz o que eu pedi. Eu conheço muito bem aquele lugar. – eu realmente não tinha certeza se me deixariam entrar. No táxi eu liguei para um assistente da empresa para que ele buscasse meu carro. Pra minha sorte o taxista sabia dizer onde eu tinha deixado meu carro.
Estávamos quase chegando e a cada momento eu me sentia mais e mais como uma adolescente nervosa com o que pareciam borboletas no meu estômago e o rosto pálido. Estávamos cada vez mais perto.
-PARA! – o taxista parou tão rápido que eu quase bati de cabeça no banco da frente.
-O que foi mocinha? – eu odeio que me chame assim
-Eu... quero descer aqui.
-Tá bom. São 20 dólares.
-Tá aqui seu dinheiro senhor.
Desci do táxi. Você deve estar se perguntando porque eu desci do táxi quando eu na verdade ainda não tinha chegado ao meu destino e não conhecia absolutamente nada das ruas de Los Angeles. Fui andando atrás de um menino loiro com uma jaqueta preta.
-Você já não está usando esse disfarce há muito tempo?
-O que? – o menino se virou
-Logo as fãs histéricas vão desconfiar. - estava estático com um sorriso bobo no rosto.
-Vo...você? – ele saiu do transe – Meu amor! – e deu aquele abraço de urso. – Ah amor, desculpa não ligar, eu tenho uma ótima explicação...
-Eu já sei de tudo, a Katie me explicou. Mas você está me devendo algo!
-O que? Eu faço o que você quiser!
-Isso – eu comecei a beijá-lo, um beijo de uma mulher adulta... [n/a nossa, que desprezo com os beijos das adolescentes novinhas :x ashausha] Um beijo muito caliente, se é que me entende.
Nos beijávamos como se o mundo fosse acabar. De vez em quando dávamos uma parada para respirar e sussurrávamos coisas como “eu senti saudades” ou “não era a mesma coisa sem você”.
-, eu acho… - realmente era difícil ficar perto dele e parar de beijá-lo – mesmo sendo difícil parar, é necessário. Precisamos conversar.
-Tá... Tá bom – ele disse se afastando mas não tirando as mãos da minha cintura. Como eu senti falta daquelas mãos quentes e fortes me envolvendo [n/a tá calor ou é só impressão?]
-Então, eu já sei sobre o seu pai. Mas o que ele diria se eu voltasse?
-Só vamos saber tentando.
Adivinha o que fizemos? Fomos pra casa dos Jonas [n/a e você reclama ainda?]
9º capítulo: Amantes secretos
Estávamos andando de mãos dadas. E estava todo bobo olhando para mim. [n/a meu deus, esse é meu sonho *-*]
-Você ta linda
-Brigada meu amor. – eu o abracei de lado – mas sabe, agora eu estou muito preocupada.
-Com o meu pai?
-Exato.
-Bom, eu tenho que dizer pra ele a verdade. Que eu te amo muito e que eu faria TUDO para ficar com você. Mas temos que ter uma certeza antes de irmos falar com ele – eu o olhei interrogativa [n/a interrogativa? Que coisa estranha :x] e ele se ajoelhou na minha frente – aceita casar comigo? – aquilo era lindo, eu fiquei estática. Não tinha desculpa para negar, eu o amava, ele me amava, tínhamos um filho e não conseguíamos viver um sem o outro.
-CLARO! – ele se levantou e eu pulei em seus braços para um beijo de amor, um beijo, digamos, quente.
-Esse é o dia mais feliz da minha vida, eu tinha medo que você não aceitasse.
-Mas que dúvida. Eu te amo muito, como eu negaria a coisa mais importante da minha vida? – depois de um longo tempo nos agarrando continuamos andando.
Chegamos em frente daquela casa gigante que era muito conhecida ao meu olhar. Chegamos a casa da família Jonas. Ao abrir a porta me deparo com dois crianções jogando videogame, sim, e . Eles nem perceberam que chegamos. Eu entrei bem devagar, peguei um controlo de videogame e ganhei dos dois.
-Isso prova que eu continuo boa no videogame. – falei os surpreendendo.
-Meu Deus! É uma miragem! - dizia
-? É voce mesmo?
-Nao, é uma sósia do mal – falei irônica quase sufocando, porque, a essa hora, eles já estavam me matando de tanto me abraçar. E só ficava rindo.
-Nossa, não me matem. Haa. – falei pensativa
-O que foi?
-É que esse super ataque de vocês me lembrou o que aconteceu há cinco anos atrás. Vocês acharam que era Katie no sofá e quase me mataram de fazer cosquinhas, sem ao menos me conhecer [n/a não entendeu? Lê A Lucky Life parte um!]
-É verdade. - dizia colocando a chave na mesinha de centro. Quando eu senti mais alguma coisa pular em mim. Dessa vez era o Frankie.
-! ! Que saudades!
-Meu querido, parece que você não me vê há anos.
-E não vejo mesmo.
-Como não? Ontem você me viu no aeroporto.
-Ah, é. Mas foi muito rápido, você disse pra eu voltar. Porque lá no aeroporto você não quis me abraçar ?
-Ah Frankie, volta pro seu quarto. Vai brincar com seu trenzinho novo – disse para me ajudar. Eles sabiam que eu não teria resposta e pelo visto Frankie não sabia das proibições do Tio Paul – Agora que o Frankie foi embora , responde. O que você vai fazer?
-Eu e a - disse me abraçando, com aquelas mãos, aquelas que eram as que mais me passavam segurança. – Bom, ela aceitou casar comigo
-Aí maninho. Vai ser o primeiro a desencalhar – disse . o reprovou com o olhar.
-Continuando. Ela aceitou casar comigo, mas nós, mesmo assim, vamos conversar com o papai. – os meninos não pareciam preocupados. Mas eu, ah, eu estava muito preocupada. E eu percebia que também estava.
Depois daquela conversa bem, ahn, estranha mais uma pessoa entra na sala. Dessa vez a Tia Dê, que não pareceu surpresa.
-! Que saudades suas minha querida! – ela correu para me abraçar.
-Tia Dê! – retribuí o abraço.
-Como você ta linda. Não é mais uma menininha, agora é uma mulher.
-Ah Tia, assim você me deixa sem jeito.
-Ah, bobagem! Agora vem aqui comigo? – ela me arrastou levou até a cozinha.
Já na cozinha...
-Sim Tia?
-Bom... O já te contou tudo?
-Sim. Quer dizer, se tudo é que o Tio Paul não deixou ele me ligar e que reprova o nosso namorO, sim, eu sei tudo.
-É isso mesmo. Mas eu acho que se você realmente quer isso...
-Mas claro que eu quero, eu amo o mais que tudo na minha vida. Ele é tudo pra mim [n/a iii :x já ta esquecendo do filho :/ uhasuahsau]
-Então, se realmente é assim, a única coisa que nos resta a fazer é conversar com o Paul – Tia Dê exibia um olhar de preocupação [n/a aah droga, que saudades do tempo que não tiha prreocupação nessa fic, que tudo era um mar de rosas, você passava o dia no shopping e em restaurantes chiques com seu Jonas :/] [n/a isso foi três linhas no word]
-Então ok, vamos conversar quando ele chegar.
-Agora me diga querida, como está seu filho? Era ele ontem no aeroporto?
-Era ele sim.
-Ah, mas é muito lindo.
-Ele tem os seus olhos Tia Dê.
-Owwn *-* Que lindo. Bom, vamos pra sala e, tentar, enquanto o Paul não chega, esquecer esse assunto.
Depois daquilo ficamos na sala, conversando, brincando... Até ouvir o barulho angustiante da maçaneta da porta sendo destrancada e aberta. Era o Tio Paul.
-Cheguei... O que significa isso?
-Ah, oi Tio Paul. Como vai? – levantei para cumprimenta-lo o mais simpática possível esticando a minha mão. Ele me olhou e me ignorou. Sim, me ignorou. Que horror.
-Família, por acaso tiveram um ataque de amnésia? Esqueceram de tudo que conversamos?
-A veio morar em Los Angeles a trabalho e nos encontramos. - disse com um tom de medo.
-Isso não explica a minha pergunta. Repito, Esqueceram de tudo que conversamos?
-Não pai, mas o ama a e a ama o . Eles têm um filho junto. Não conseguem viver separados. O que mais você quer? Você vai impedir um amor desse tamanho? Vai acabar com essa história de vida? - deixou todos sem palavras e muito orgulhosos. Menos Tio Paul que estava vermelho de raiva.
-Eu não vou mudar minha opinião por esse seu discurso meloso - Tio Paul estava me olhando de um jeito que dava muito, muito medo.
não disse mais nenhuma palavra. Pegou minha mão e me levou para frente de sua casa.
-Ah amor, me desculpa – ele dizia dando vários selinhos e me abraçando ao mesmo tempo.
-Tudo bem amor.
-Olha, eu conheço meu pai. Ele não vai mudar a opinião dele. Então, só nos resta algo a fazer.
-O... que? – eu imaginei o que ele faria. Terminaria comigo e eu passaria o resto da minha vida sofrendo por ele.
-Vamos namorar escondidos.
-O que? – eu falava sorrindo radiantemente – huum, interessante. Seremos amantes secretos. – falei o beijando. Mas paramos logo.
-Ok, agora eu tenho que entrar amante secreta - rimos os dois - Me dá o seu celular?
-Claro – dei o celular e nos despedimos.
Peguei um táxi e fui pra casa. Ben já estava dormindo, eu contei tudo para Katie, que ficou muito surpresa, mas depois foi para casa, pois já era tarde. Eu fui dormir depois de um longo banho de... chuveiro [n/a Tami, achou que era de banheira né?]
But is too late too pretend you know me better than I know myself
Era o meu celular me acordando as seis da manha. Espera! Nao era seis da manhã! Era meio dia. Ainda bem que era domingo e nem eu nem Ben tínhamos que sair. Era no telefone.
10º capítulo: Somos uma família
-Alô?
-Boa tarde amor! – era aquela doce voz que eu mais amava ouvir.
-Oi querido – falei meio dormindo
-Você ta bem? Sua voz está estranha. Você ta doente? Gripada?
-Eu to bem meu amor – disse dando uma risadinha de toda aquela preocupação – É que o celular me acordou.
-O que? Você ainda estava dormindo? Desculpa amor. Olha, eu vou aí pra gente se ver e pra eu ver o Ben.
-Tá bom. Tchauzinho!
Depois de desligarmos tomei um banho quente. Coloquei um roupão de seda preto e uma pantufa preta peludinha com meus cabelos molhados e longos soltos caídos nas costas. Acordei Ben e ele se vestiu em uma roupinha de criança. Mesmo estando no inverno e estando nevando muito na rua, nossa casa tinha ar-condicionado e dentro estava bem quentinho.
Depois de 20 minutos da ligação ele já estava tocando a campainha.
-Meu deus! Que visão – ele disse assim “babando” no meu roupão.
-Quer um potinho?
-Um pote? Pra que? – ele me olhou curioso.
-Pra bota aqui e não babar no meu chão.
-Ahaa, engraçadinha.
-Owwn, desculpa meu bebezinho.
-Só desculpo com um presentinho.
-Não vou nem perguntar o presentinho, porque eu já sei qual é – e como eu já sabia mesmo eu o beijei. Claro que o beijei até ser interrompida por bracinhos nos separando.
-Papai! É você! – ele abraçou que o levantou no ar e ficou girando. A coisa mais linda.
-Agora somos uma família – disse todo feliz.
narrando
Depois de concordarmos em namorar secretamente estava tudo indo perfeitamente. Ben ainda me considerava pai e no momento estava brincando comigo na sala da casa da mulher que eu mais amava no mundo. E por acaso essa mulher estava muito sexy hoje em seu roupão preto de seda.
-Meu filho, agora o pai promete ficar com você pra sempre. Agora conseguimos enfrentar todos os problemas e vou ser o melhor pai do mundo.
-Ah papai, tudo bem. Eu amo você – aquela foi a melhor coisa que eu ouvi naqueles últimos tempos de tristezas na minha vida. Meu filho disse que me amava, eu não poderia estar mais feliz.
Esses dois últimos dias estavam sendo os melhores, com exceção da briga com meu pai.
-Amor, vamos sair nós três?
-Claro, mas eu tenho que me arrumar e colocar roupas mais quentes em Ben.
-Pode deixar que eu ajudo o Ben.
-Ah. Que coisa mais linda. Então eu vou me vestir.
narrando
estava sendo um amor e ainda assumindo responsabilidades de pai. Eu não poderia estar mais agradecida ao meu chefe por ter me mandado para Los Angeles.
-Amor, nós temos... Amor? - ficou todo bobo ao meu ver. Eu realmente estava linda. [n/a com essa roupa http://gossipgirl.10gbfreehost.com/galeria/displayimage.php?album=lastup&cat=2&pos=6] - Amor?
-Sim? O que você estava falando?
-É, onde você tava com a cabeça?
-Eu tava pensando como você está bonita.
-Ahn, brigada. Você também. Já disse que eu amo essas calças apertadas?
-Ah, todas dizem isso.
-Todas quem Sr. Jonas?
-Todas fãs sua bobinha.
-Ah, melhor assim. Mas o que eu estava falando era que você pode dizer pro seu pai que vai pra casa de outra pessoa e vir pra cá no Natal. Não passamos um Natal juntos ainda.
-É verdade. Boa idéia. Agora, vamos? – ele pegou minha mão como se me convidasse para dançar e a beijou [n/a uow, que sonho *-*]
Ben adorou o carrão do papai. E eu também, claro.
-Então filho, o que vai querer de Natal?
-Ah papai, você que sabe o que vai me dar.
-Viu ? Nosso filho é educado. Não fica pedindo um monte presente.
-É verdade. A mãe dele é uma ótima pessoa. – ele me olhou tão lindo com aquele sorriso cativante e aquelas bochechas coradas. Eu sei que sou adulta, mas sentia as borboletas no meu estômago, as bochechas corarem e até as pernas tremerem. Acho que isso era bom, era sinal de que o meu amor é cada vez maior. Que ele me faz bem. E mais uma prova de que eu tenho que passar o resto da minha vida com ele, pois ele que eu amo de verdade. – e a mãe dele ta brisando toda envergonhada nos seus pensamentos de novo, como uma adolescente apaixonada.
-Ah, mas claro. Eu estou apaixonada por você. Eu te amo muito.
-Eu também te amo. – esquecendo que Ben estava ali nos beijamos. Só um beijinho inocente.
-Gente, eu to aqui – Ben falava com aquela voz linda de criança e nós rimos.
-Tá bom filho. Paramos.
-Papai! Mamãe! Chegamos!
-Big Rob, é aqui – o Big Rob já sabia do nosso namoro secreto e apoiava [n/a eeeh, Big Rob do bem! *-*]
Descemos no Central Park e estava disfarçado, claro.
Passeamos a tarde inteira. Estávamos lanchando no Mc’Donalds quando eu percebi que havia um homem me observando. Ele vestia um moletom azul, uma calça jeans e um tênis comum. Mesmo tendo uma roupa bem simples carregava com ele um laptop de ultima tecnologia e falava com alguém em um celular também de última tecnologia, o que era estranho e um tanto curioso.
Passou mais um tempo estávamos distraídos, conversando, rindo e nos divertindo. Mas reparei que aquele homem estranho continuava me observando.
-, amor, aquele homem na mesa 23 está nos observando, e principalmente eu, desde que chegamos.
-Espera - olhava cada movimento.
narrando
Comecei a cuidar cada movimento do tal homem. Eu já estava imaginando a mando de quem ele estava lá. Percebi que ele olhou pra cima. Acompanhei seu olhar. E mais um rosto conhecido no segundo andar do restaurante nos cuidando, uma mulher. Eu já tinha certeza, estávamos cercados daqueles “espiões”. Garanto que a mando de meu pai.
-Vamos embora, eu explico tudo no carro. – disse pegando na mão de e na de Ben.
-Ok, vamos meu amor – seguimos para casa e os dois “espiões” só ficaram nos observando, mas não nos seguiram. Mesmo assim fiquei atento as pessoas ao meu redor.
Dessa vez eu que estava dirigindo o meu carro, porque o Rob precisava ir pra casa, se não meu pai desconfiaria. Percebi que um carro estava nos seguindo, acelerei e entrei em um estacionamento. O carro seguiu reto. Perfeito, era nossa chance de ir para casa de sem nos verem
Pegamos um táxi e, graças a deus, conseguimos enganar os “espiões”.
Eu dormi na casa de , mas depois me arrependi. Claro, porque meus pais perguntariam onde eu passei a noite e eu não poderia dizer a verdade. Acordei cedo e resolvi não acordar , que estava linda e tranqüila dormindo. Chegando em casa arrisquei entrar, não fazer barulho e engana-los de que eu passei a noite em casa. Mas não deu certo. Porque? Porque quando eu cheguei em casa...
11º capítulo: Os problemas voltaram, assim como a seca
Chegando em casa arrisquei entrar, não fazer barulho e engana-los de que eu passei a noite em casa. Mas não deu certo. Porque? Porque quando eu cheguei em casa meu jardim estava cheio de carros, policiais e uns caras que pareciam detetives. Minha mãe sentada na sacada olhando tudo aquilo e rindo. Meu pai todo furioso. Bom, eu tinha que descer do carro. Foi o que eu fiz. E logo me deparei com meu pai todo furioso.
-Já pra dentro !
-Ok – eu pensei em retrucar, perguntar por que dos policiais. Mas achei melhor concordar.
-Filho, não se preocupe, está tudo bem – foi o que minha mãe me disse quando eu passei por ela entrando em casa.
Me sentei no sofá e fiquei pensando em uma boa desculpa. Logo meu pai chegou e sentou.
-Onde passou a tarde de ontém e a noite ?
-É... com amigos.
-E esses amigos têm nome?
-Ahn... sim – ele não perguntou quais eram os nomes, mas se tinham nomes.
-E quais esses nomes ?
-Ahn... Bem... Tinha o... O Kim, o Duck e o... E o John.
-Ah, estranho que eu nunca ouvi falar neles.
-Pois é – disse sem-graça.
-E mais estranho ainda que uns amigos que vieram me visitar disseram que ontém você estava no Mc’Donalds com uma moça e uma criança.
-Amigos ou espiões? – ahá, ele teria que admitir.
-Amigos, claro.
-Pelo que eu sei Margareth e Ryan são seus empregados papai.
-E o que isso tem a ver?
-O que tem a ver é que eram eles dois que estavam ontem no Mc’Donalds e que me seguiram.
-E foi eles que você enganou entrando num estacionamento e fugindo.
-Exato, porque eu odeio ser seguido.
-Você não será mais seguido.
-Que bom.
-E sabe porque?
-Porque papai?
-Porque não será necessário.
-Como assim?
-Pra quem seguir quem ficará o tempo inteiro em casa e que só sairá comigo?
-O que? Você vai me prender em casa?
-Exatamente, talvez assim você aprenda a nunca mais desobedecer alguma ordem minha.
-Você não se enxerga papai.
-Olha o respeito Jonas! Já pro seu quarto! E nada de telefone!
Subi para meu quarto e me atirei na cama. Liguei o computador, e como eu imaginava, no OceanUp:
Jonas, o astro pop star estaria sumido até a poucos minutos quando chegou em casa e se surpreendeu com carros e policiais. Parece que a família Jonas ficou bem preocupada. Será que eles tem motivos?
-Bando de fofoqueiros – falei sozinho.
-Falando sozinho maninho? – era já entrando e se atirando na minha cama.
-É isso mesmo. O OceanUp já está fazendo sensacionalismo dessa história de polícia. Papai é um exagerado.
-É mesmo. E agora? O que você vai fazer?
-Ah cara, nem sei ainda. To perdido.
-Olha, qualquer coisa eu estarei sempre aqui para ajudar.
-Vou contar com isso. Agora vaza daqui que eu vou ligar pra pra avisar que talvez eu perca o contato. Vai ser difícil. VAZA!
-Ok, fui. – quando saiu eu corri pro celular.
-Alô? - era ela, aquela voz linda. Eu teria que ter coragem.
-Oi amor! Olha eu estou ligando rapidinho.
-Oi amor. Ok, fala.
-Bom. Primeiro, desculpa por na me despedir, mas você tava linda dormindo. Hehe. Segundo, eunãopossomaisfalarcomvocênemtever. – achei que ela não ia entender de tão rápido que eu falei.
-Mas porque? O que aconteceu? Você tá bem?
-Eu estou bem. Mas meu pai descobriu e me proibiu de sair de casa. Muito menos te ver.
-Ah meu Deus! O que nós vamos fazer? - ela demonstrava pânico
-Por enquanto eu vou tentar convencê-lo de que ele está errado. Depois eu vejo o que consigo meu amor. Não esquece que eu te amo. We’re Inseparable.
-Eu te amo. Eu não vou esquecer do Insepareble.
Depois daquela conversa eu dormi, estava muito cansado depois de todas aquelas notícias malucas e aquelas mudanças drásticas.
Acordei com minha mãe mexendo em meus cabelos.
-Bom dia mãe.
-Oi filinho. Quer conversar?
-Pode ser.
-Olha, ontém eu fiz de tudo pra impedir a loucura de seu pai de chamar a polícia, mas sabe como ele é quando coloca algo na cabeça.
-É. Mas mãe, o que eu vou fazer agora?
-Olha, seu pai não é mau. Ele tem sentimentos também. Quando ele se acalmar eu converso com ele, ok?
-Tá bom. Agora eu vou tomar um banho e sai... E ficar em casa.
-Não toma banhos longos porque estamos no auge da seca. E paciência que tudo isso vai passar e você vai ser muito feliz com a .
-Assim espero.
Me levantei, tomei um bom banho e fui ver televisão. Pra variar lá estava eu na televisão e todo aquele sensacionalismo em volta da notícia dos policiais.
narrando
Eu estou muito triste com essa notícia. Acordei Ben e nós dois tomamos banho. Katie foi lá em casa, mas depois almoçamos na casa dela e eu contei tudo para Katie que não pareceu surpresa.
-Você não ficou surpresa?
-Não.
-Mas porque? Você não fica surpresa com o Tio Paul proibir esse amor?
-Não. E sabe porque?
-Hã?
-Porque isso é assim.
-“Isso” o que? “Assim” como?
-O que a Katie quer dizer é que o Paul é assim – falou Rose – quando coloca algo na cabeça não muda. Ou, melhor dizendo, diz que não muda. Porque é só a Denise ou o Frankie tentar convence-lo que ele muda de idéia. Ele tem coração mole.
-Não meu pareceu que ele tem coração mole.
-Ah mas ele tem. Experiência própria. Quando eu queria dormir na casa da família Jonas eu não podia porque “meninas puras não dormem na casa de homens que não sejam seus pais ou irmãos” – disse Katie imitando Tio Paul – sabe o que eu fiz? Convenci ele dizendo que éramos tão puros que nem faríamos nada.
-Mas fez – disse lembrando do namoro de Katie e
-Mas claro que não - disse Katie me olhando com um olhar reprovador.
-O que você quis dizer ? – disse Jack
-Hehe, nada não Jack, eu estava brincando, hehe – disse tentando concertar o que falei – Mas gente, agora eu tenho que ir. Já é tarde e Ben ainda tem que tomar banho e dormir. Amanha ele tem escola.
-Tchau querida – disseram Rose e Jack.
-Tchau gente. Amiga, quer ir comigo até a porta?
-Claro – disse Katie pulando do sofá.
-Ok. Beeen! Querido, vem cá! Vamos embora amor. Onde está ele? – perguntei ao perceber que ele não respondia nem vinha – Eu vou lá fora. Own, que lindo meu bebe. Acorda filho – ele estava dormindo deitado na grama todo sujo – Nós vamos pra casa.
-Eu to com muito sono pra levantar mamãe.
-Ok, vem nas minhas costas – e ele foi nas minhas costas com Katie ajudando a pegar seus pezinhos.
Em casa ele tomou um banho, mas rápido por causa da seca, e Katie dormiu lá para ficarmos conversando. No outro dia era meu primeiro dia de trabalho e o primeiro dia na escola de Ben.
Ao levá-lo lá me lembrei de tudo mesmo. Todos os corredores. Todos os armários. Até alguns professores.
-Então filinho, você fica aqui.
-Tá bom mamãe.
-E você já sabe. Qualquer coisa que não entenda é só prestar atenção no que a tradutora diz. E logo você vai falar como um verdadeiro americano.
-Eu espero. Tchau mamãe.
-Tchau meu bem
-Bom trabalhoo – ele gritou quando eu já estava longe
-Boa aula – gritei também.
-Shiiu!
-Ah, desculpe! Não acredito!
-Você é a ?
-Sim. E você é a diretora Kelly?
-Sim. Querida, você está uma mulher!
-É.
-Você não tinha voltado pro Brasil?
-Sim, tinha. Mas agora eu estou morando aqui a trabalho e a amor.
-Hehe. Que bom querida. Mas agora eu tenho que ir. Eu sempre gostei muito de você, conta comigo para tudo!
-Pode deixar Kelly. Até mais!
No trabalho foi tudo tranqüilo. Já em casa, depois de já ter buscado Ben resolvi ligar para , pois era o horário que geralmente Tio Paul não estava em casa.
-Alô? – tremi ao reconhecer aquela voz.
-Hum, o está? – perguntei medrosa, afinal o Tio Paul conhecia minha voz.
-Quem está falando? - Tio Paul
-Hum... É a Miley.
-Mas que falta de respeito, hein? Além de querer tirar meu filho de mim é mentirosa – é, eu não consegui enganá-lo.
-Mas, por favor. Deixa eu falar com o ?
-Eu deixaria, se ele quisesse. Mas ele não quer. - Tio Paul
-Como?
-Ele NÃO, n+a+o não quer falar com você.
-Mas... Mas... – eu comecei a chorar e ele desligou na minha cara. Isso mesmo, desligou na minha cara. E lá estava eu, novamente chorando pelo . Quantas vezes mais seriam necessárias eu perdoar ele.
A campainha tocou. E adivinha quem era? É, era...
12º capítulo: Uma família para o que der e vier.
A campainha tocou. E adivinha quem era? É, era Katie. [n/a achou que fosse o seu Jonas? ¬¬’]
-Oi Katie.
-Porque você está com o rosto todo molhado e os olhos inchados?
-Nada não.
-Andou chorando.
-Não...
-¬¬’
-Tá, sim.
-Senta aqui – nos sentamos no sofá – Porque?
-Assim... Eu liguei pra casa do achando que o Paul não estaria em casa. Mas ele atendeu o telefone e disse que ele até deixaria eu falar com o , mas que o não queria mais falar comigo nem me ver.
-Ele disse isso? E você acreditou?
-Claro. Ele disse.
-Amiga, você foi muito ingênua. Ele disse isso para você não incomodar mais ligando pra lá.
-Você acha?
-Mas claro, ou você acha que o ia te esquecer assim num estalar de dedos?
-É, eu acho que não.
-Então deixa de bobagem. Vamos fazer compras?
-Ah Katie, eu não quero. Estou muito cansada com toda essa história e com o trabalho novo. Vou ficar em casa. Tá bom?
-Mas claro. Mas eu vou indo já. Tchauzinho.
Liguei a TV.
E após os comerciais um show ao vivo dos... JONAS BROTHERS. Os irmãos do momento cantarão músicas do seu novo CD! Não saia daí!
Eu era perseguida e não tinha como esquecer isso. Na verdade eu não queria. Eu queria passar todos momentos da minha vida com .
narrando
Depois daquelas brigas chatas chegou o dia de um show muito esperado no Texas. Eu e meus irmãos estávamos nos arrumando, mas eu não conseguia prestar atenção em nada. Eu estava com saudades, sede dos beijos de .
-? - estalava os dedos na minha cara. – Cara, acorda.
-Tá, tá bom.
-Eu sei que isso tudo está sendo difícil para você, mas esse é um show muito importante para nós.
-Tá bom, eu vou me esforçar. E agora me diz, qual calça você prefere com essa camiseta, a branca ou a preta?
-Eu acho que tanto faz, mas as fãs preferem a branca. [n/a é, nós prefirimos :9]
-Então tá, tudo pelo bem das fãs pervas!
-Ok, ok. Eu vou lá aquecer a voz [n/a todos cantam :D]
Chegou a tão esperada hora do show. Entramos e as fãs foram a loucura. Acho que o conselho do sobre as calças brancas serviu.
Estávamos cantando, mas eu não estava com aquele ritmo todo e fazendo todas aquelas manobras no palco. E a cada musica calma eu sentia uma que outra lágrima escorrer de meu rosto.
-Nós vamos terminar o show com uma musica muito importante: Inseparable – falei e olhei para o meu pai atrás do palco. Ele abaixou a cabeça.
Após tocarmos a música, agradecemos e saímos do palco. Como sempre, todos foram comemorar, eu não.
narrando
Os Jonas entraram e eu que conhecia realmente o via a tristeza em seu olhar. Ele até esqueceu de cantar uma parte, mas o consertou e acho que poucos perceberam.
No final do show o pediu que tocassem Inseparable. Eu sabia bem que era pra mim. Quando ele disse “We’re Inseparable” olhou para trás, imagino que para o Tio Paul. Todos saíram do palco para o mesmo lado e para um lado separado. Foi o que consegui ver na televisão. Desliguei e fui cozinhar uns cookies.
DIN DON
Abri a porta e me surpreendi, mas uma das melhores surpresas dos meus últimos dias, era aquele que me fazia bem, era o meu motivo de viver [n/a espera que eu vou ali vomitar um pouquinho? ¬¬’] Era .
-Amor! Como você conseguiu vir aqui? – pulei no pescoço dele pra um abração.
-Ah , que saudades.- ele me abraçava e me beijava sem parar [n/a uii :9]
-Vamos entrar?
-Tá bom. Eu preciso falar com você – ok, dessa vez eu fiquei assustada.
-Tá bom, senta aqui. – nos sentamos
-Bom, eu preciso de você. Eu não presto longe de você. Eu não consigo mais viver sem você. Minha vida não faz sentido se eu não puder ver os teus olhos todos os dias e sentir o cheiro de morango do seu cabelo.
-Ah, é o shampoo. Hehe. Mas, , o que nós vamos fazer? Acha que eu não sinto falta? Eu preciso de você também, mas seu pai proibiu.
-Então vamos desobedecer.
-De novo?
-Sim, começando agora.
-Agora? – eu perguntei não entendendo
-Exato. Eu vou dormir com você hoje. E vou passar na sua casa. – eu dei um sorriso “Demi Lovato” e comecei a beija-lo no sofá. [n/a uii :9 ²]
Mas nós não tivemos tempo de fazer nada, porque eu tive que buscar o Ben na escola, e foi junto.
Já de noite, após o jantar e uns jogos que jogamos eu, e Ben fomos nos deitar. Estávamos quase dormindo quando o telefone tocou.
-Alooo? – disse com uma voz rouca de sono.
-Eu sei que ele está aí - eu sabia que era Tio Paul, mas me fiz de boba.
-Quem está falando? – continuei com aquela voz de sono.
-Sou eu, Paul. E eu sei que está aí com você, pois diga pra ele que amanha de manha, se ele não estiver em casa eu vou mandar a polícia aí.
-Eu não sei do que está falando. Mas caso ele ligue, eu aviso. Boa noite.
-Era meu pai – perguntou pegando em minha mão.
-Era, ele mandou dizer que se você não estiver em casa amanha de manha ele vai mandar a policia atrás de você.
-O que? Mas então eu não posso ficar aqui. Tenho que ir para outro lugar – disse se levantando da cama e colocando uma roupa.
-Eu não posso deixar você ficar sozinho. Eu vou junto – me levantei também. Estava decidida de que eu acompanharia aonde fosse.
-Mas e o Ben? – perguntou
-Vem junto, vamos juntos porque somos uma família. Uma família para o que der e vier.
-Ah meu amor, dá pra gente ficar mais um pouquinho? – disse ele com um sorriso malicioso pegando na minha cintura.
-É, a gente tem um tempinho. – depois você sabe o que aconteceu. [n/a não vou descrever, isso não é fic hot. Quer descrições? Vai ler “Let’s go making sex in the bus”. :/]
-Ok, agora temos que ir, vou acordar Ben.
-Mas você sabe pra onde vamos?
-Sim, tem um lugar – depois de vestidos acordamos Ben, cada um pegou uma mochila e eu liguei para uma pessoa.
-Alo? Kelly? É você?
-Sim, quem é?
-Oi Kelly, é a !
-Oi querida. O que te faz ligar pra mim essa hora? Tá tudo bem?
-Na verdade, não. Eu conto quando te encontrar. Mas eu queria saber. Você ainda está com o outro negócio de imóveis?
-Sim querida.
-Eu posso pedir um grande favor?
-Claro!
-Você me consegue um apartamento pra hoje e alguns dias?
-Mas claro! Quando você precisa?
-Na verdade, agora. Tem problema?
-Mas claro que não. Passe na minha casa na Theodore Street, 87. E eu lhe darei a chave de um apartamento que eu tenho reserva. Ele será todo seu o quanto precisar
-Ah Kelly, muito obrigada. Eu não poderia ficar mais agradecida. Já passo aí. Tchauzinho!
-Vou esperar querida. Tchau!
-Quem era amor? - peruntou.
-Kelly, a diretora da minha ex-escola e atual de Ben me encontrou esses dias e ela sempre foi muito minha amiga e me apoiava contra os preconceitos por ser uma adolescente grávida no Colegial. Esses dia encontrei ela e ela disse que eu podia contar com ela pra tudo. Lembrei que ela trabalha com imóveis e ela disse que nos empresta um apartamento reserva que ela tem pra emergências por quanto tempo eu quiser.
-Ah, é perfeito. Então, pé na tábua!
Fomos na casa de Kelly, expliquei tudo, a filha dela pediu autógrafo, eu peguei a chave e dirigimos até o apartamento. [n/a dei uma adiantada, pra não ficar muito grande].
-Uau, que lindo. – foi o que Ben disse ao entrar correndo no apartamento.
-E ainda por cima imobiliado! – falei me atirando no sofá.
-Eba! E com reserva de comida! – disse abrindo os armários.
-Ah meu fofinho, sempre pensando em comer. – falei me levantando e indo em sua direção rindo.
-É, sempre pensando em comer – disse ele se virando para mim, pegando minha cintura e me olhando maliciosamente.
-Háhá, eu não falei maliciosamente .
-E quem falou em malícia aqui Srta. ?
-Não precisa falar, seu sorriso te entrega.
-Ok, ok. Pena que temos criança na casa.
-Tudo bem, crianças dormem cedo – disse passando a mão no peito dele, que estava com a camisa aberta três botões.
-É, pensamos nesse “comer” mais tarde. Agora vamos comer comida que tem um monte nessa casa. Eu vou preparar um “MACARRÃO ESPECIAL JONAS”.
-Uuh, e o que tem de tão especial nesse macarrão? – falei rindo.
-Ahá, você vai ver.
Passamos uma noite divertida. Tanto com Ben, como mais tarde, sem ele por perto, se é que me entende.
Até amanhecer. Eu lembrei do que o Tio Paul falou, será que nos achariam?
Coloquei um roupão de seda vermelho. Sim, eu tinha uma coleção desses. E fui preparar o café.
-Bom dia amor.
-Bom dia querida.
-Sabe, eu estou preocupada com seu pai. Um dia vamos ter que parar de fugir.
-Eu sei. Mas ele vai mudar de idéia.
-É mais fácil chover nessa seca do que seu pai concordar. [n/a A Nova Cinderela, suahush, copieii baby Y.Y]
-Você vai ver, tudo vai melhorar.
13º capítulo: Fugitivos. Por quanto tempo?
TRIM TRIM (telefone) [n/a sou péssima em onomatopéias]
-Você vai atender? - dizia preocupado.
-Mas claro, é impossível que seu pai já tenha nos descoberto aqui.
-Verdade.
-Alô?
-Manda ele descer - eu entrei em pânico ao ouvir a voz do Tio Paul.
-O que? Quem está falando?
-Eu sei que é você !
-? Senhor, meu nome nao é esse. Eu me chamo Kelly. - menti o nome
-Eu sei que está aí. Eu vi o carro estacionado aqui em baixo.
-Eu não sei do que o senhor está falando. Eu vou desligar. Tenha um bom dia.
-Como ele soube?- perguntou.
-Ele disse que viu seu carro estacionado aqui em baixo. O que nós vamos fazer meu amor?
-Eu acho que eu já sei.
-O que?
-Meu pai não gosta de ser desafiado. Eu vou descer e atacar o lado drama! - disse como se estivesse em uma guerra e eu não contive o riso – do que você está rindo?
-Ah, do jeito que você falou.
-Hehe, é, foi estranho. Então amor, eu vou descer. – ele me beijou e pediu que eu explicasse pra Ben toda a historia. Eu sabia que ele ia voltar.
narrando
Desci as escadas do prédio e me deparei com meus pais e irmãos em um carro estacionado na frente deste.
-Aqui estou – disse entrando no carro.
-O que pretendia? Fugir e nunca mais aparecer? – meu pai falava aquilo, mas eu via o alívio de ter me encontrado em seus olhos.
-Não, só matar as saudades da mulher que amo e do meu filho.
-E como ele está meu bem? – disse minha mãe ignorando a brabeza de meu pai.
-Ele está bem mãe. Está numa escola nova.
-Ah, que bom. – ela disse alegre, mas mudou o tom para falar com meu pai, acho que estava braba – Vamos logo Paul, quero chegar em casa e preparar o almoço.
Estávamos no caminho pra casa e ninguém falava nada.
-Mano, não deu tempo de falar cm você depois do show, mas...
-Eu sei, foi péssimo. Eu não consigo mais me concentrar em nada. Eu preciso dela para viver.
-Eu sei mano, a gente vai superar isso. Ou você acha que a gente também não adora a nossa cunhadinha?
-É, eu acho sim.
Nós falamos baixo, mas percebi que meu pai ouviu. Ele demonstrou tristeza no olhar. Mas eu não tinha certeza se tinha sido pelo que eu disse.
Quem eu percebia que realmente não falava quase nada há um tempo era o Frankie. Ele ficava quieto sem se manifestar em qualquer assunto. Nem na hora de escolher o almoço, o que era bem estranho.
Almoçamos e eu subi para meu quarto. Fiquei lá, treinando a voz, guitarra, etc.
TOC TOC
Era Frankie.
-Entra Frankie.
-, podemos conversar de homem pra homem? – eu concordei, mesmo não o considerando um devido homem, ele só tinha 8 anos ¬¬’.
-Claro, senta aí.
-Voce gosta da ?
-Mas claro Frankie, muito.
-Voce está com saudades dela?
-Com certeza. Mas porque todas essas perguntas?
-Porque eu quero te ajudar. Porque eu gosto de você e da . E não gosto de ver nenhum de vocês dois tristes.
-Mas como você pode nos ajudar maninho?
-Oras, falando com o papai – eu imaginava que aquilo na funcionaria, mas eu deixei.
-Boa idéia pequeno, entre em ação!
Ele saiu correndo e eu continuei treinando, dessa vez os meninos estavam juntos.
-E agora, o que você vai fazer? -
-Eu acho que vou conversar com a Katie para que ela consiga com que eu me encontre com a .
-Eu não sei, acho arriscado – disse .
-Eu tenho que tentar. Vou ligar pra Katie.
-Alô?
-Katie, é o .
-Oi bebê! O que aconteceu?
-Bebe? Eu sou mais velho que você. ¬¬’ Mas Katie, eu queria pedir que você...
Conversei com Katie e depois fui tomar um banho e me arrumar.
Frankie narrando
Eu saí correndo, pra disfarçar, mas fiquei escondido e continuou treinando, dessa vez os outros estavam juntos.
-E agora, o que você vai fazer? -
-Eu acho que vou conversar com a Katie para que ela consiga com que eu me encontre com a . – ah, eu tinha que continuar escondido pra entender melhor aquela história.
-Eu não sei, acho arriscado – disse .
-Eu tenho que tentar. Vou ligar pra Katie.
ligou pra Katie e eu entendi direitinho onde seria o encontro. Agora eu realmente tinha que entrar em ação.
-Papai – desci as escadas correndo – eu tenho uma surpresa pra você.
-Ah é filinho?
-Sim. Mas eu preciso que você me leve hoje as 20:00 no Planetário do Centro.
-Você teve sorte que hoje os meninos não têm nada de noite. Ok, eu levo. Fiquei curioso pra saber essa surpresa. Você não andou aprontando, andou?
-Não papai, imagina! Eu sou bonzinho. Tchau! – subi correndo. Meu plano entrou em ação.
narrando
Eu estava em casa me dedicando ao meu trabalho e Ben estava pintando uns desenhos que a professora pediu.
DIN DON (campainha) [n/a eu sempre tenho que explicar, porque minhas onomatopéias... meu deus.]
-Katie!
-Oi amiga. Você tá bem?
-Sim, mas tenho uma longa história pra contar.
-Então comece. Sou toda ouvidos.
-Ok. Ontem... – contei tudo pra ela.
-Uau... Que historia. Olha, eu realmente tenho que ir. Mas agora, eu tenho uma surpresa.
-Eba! Surpresa – disse pulando do sofá.
-Eu quero que você me encontre naquele planetário do centro.
-Pra que?
-Você vai ver. E se quiser, pode deixar o Ben lá em casa.
-Tá bom. Que horas Katie?
-Às 20h00min.
-Ok. Tchau Katie!
Depois que Katie foi embora a campainha tocou de novo.
-Quem é? – gritei do lado de fora.
-Sou eu de novo.
-O que Katie ¬¬’? – disse abrindo a porta.
-Se arrume bem bonita, ok? Tchau! – e saiu saltitando.
Estranhei ela voltar só pra me dizer isso mas esqueci. Fui tomar um banho.
Como ela mandou, me arrumei bem bonita.[n/a assim http://vanessahudgens.com.br/galeria/displayimage.php?album=408&pos=6]
Levei Ben para casa de Rose, que disse que cuidaria dele. Era bom ter em quem confiar numa cidade tão cheia de gente. Peguei meu carro [n/a me esqueci qual era o carro] e fui para o Planetário do Centro. Chegando lá não encontrei Katie. Como era nova na cidade achei que estava no lugar errado e fui me informar com um homem sentado em um banco no meio do planetário.
-Com licença – toquei suas costas.
-Sim? – ele se virou e meus olhos brilharam. Ele estava ali, ele se arriscou para me encontrar. E Katie ajudou.
-Ah! Você! – eu sentei em seu colo e comecei a beija-lo.
-Eu estava com muitas saudades.
-Eu também.
-Então... – ele parou de me beijar – Você sabe, eu não agüento mais isso.
Frankie narrando
-Vem papai, faça silencio – estávamos no planetário.
-O que significa isso? – meu pai falou olhando de longe e juntos e sozinhos sentados em um banco no meio do planetário.
-Xiiu. Silencio. Eu soube que eles iriam se encontrar aqui, então, eu te trouxe pra que você possa ver que eles realmente se amam. Por favor papai, por mim, fique um pouco aqui e ouça o que eles estão falando. Papai, por favor. – acho que funcionou, porque ele não se mexeu, nem respondeu.
-Cansado de que ? – ficamos ouvindo a conversa.
-Eu não consigo viver sem você. Eu preciso de você pra tudo. Eu acho que até estou perdendo meus talentos. Eu preciso de você pra viver. Eu tenho medo de que meu pai acabe com o “Inseparable”
-Eu sei amor. Eu te amo muito. E Ben? Fala de você o dia todo. Ele só pensa em você. E quando ele vai usar alguma coisa ele pergunta: “Papai ia gostar mamãe?”. Ele te admira muito. Mas o que nós podemos fazer se o seu pai proibiu?
-Eu nem sei. Eu até pensei em abandonar a carreira, eu PRECISO de você mais que tudo nesse mundo. Para ficar com você eu até moraria de baixo da ponte.
-Hehe, nós íamos ser o casal de mendigos que mais se ama – e beijou e papai não falou nada. Pegou minha mão e saímos. Ele se sentou em um banco que tinha naquela bela rua do planetário.
Ficamos em silencio.
narrando
pegou minha mao e saímos de mãos dadas. Sabíamos de quando saíssemos por aquelas portas teríamos que nos separar. E continuar com os encontros secretos? Não sei se seria possível.
Ao sair ficamos surpresos... Assustados... Estáticos. Ele, Tio Paul, ali sentado...
14º capítulo: Um milagre de presente.
-Pai? - perguntou, estático como eu – Eu... Eu... Eu não tenho uma explicação – disse baixando a cabeça.
Paul levantou e Frankie, que estava junto, continuou sentado. Ele veio em nossa direção e eu fiquei, realmente, muito assustada.
Autora narrando
se surpreendeu ao ver seu pai ali, sentado.E achou mais estranho ele vindo, em silencio, na direção deles. Ele está sem a polícia e ainda não o chingou, o que ele também estranha.
-Filho.
-Sim?
-Você ama a ?
-Mais que tudo na minha vida.
-Bom, eu vi vocês lá dentro.
-Viu?
-Aham.
Enquanto isso na casa dos Monsteuve... [n/a sobrenome da Katie :D]
-Querido, ligue o jornal – dizia Rose para Jack.
-Claro.
Agora, a previsão do tempo! - dizia o jornalista - Como há meses, o dia vai ser com muito sol e abafado. Com pouco vento. Só um milagre para acabar com essa seca!
-Que horror isso. – dizia Katie. Mas, não pela previsão, mas por que leu no OceanUp que Lindsay Lohan tinha aprontado mais uma...
Enquanto isso na casa Jonas
-, querido, sabe onde foram Frankie e Paul? – Tia Dê perguntava.
-Frankie disse que estava em uma missão para que o papai concordasse com e .
-Ah, acho difícil. Só um milagre mesmo pro seu pai mudar de idéia.
Enquanto isso na frente do Planetário
O lugar estava muito calor, todos sentiam como se estivesse fogo ao redor [n/a uii :9]
-Como... Porque... Quer dizer... Não sei... Porque você não está me chingando?
-Porque eu pude ver. Você não era mais a mesma pessoa desde quando se separaram há anos atrás. Aí você melhorou quando a encontrou de novo. E depois eu proibi o relacionamento. Você tem razão, sua atenção, sua vida, tudo que você faz, não faz mais igual como quando você está com a . Você realmente a ama. Ela realmente te ama. Não é ?
-Muito Tio Paul – respondeu chorando, emocionada com a situação, com o discurso do Tio Paul.
-Então, eu vi vocês juntos. Tanto amor. E me lembrei de um história do passado. Um homem conheceu uma moça, mas os pais não concordavam com o namoro porque sabiam que eles iriam sofrer, já que moravam em cidades diferentes. Sabe o que o homem fez? Mudou pra cidade da moça. Foi sozinho, arranjou um emprego e depois de um tempo, convenceu o pai da moça que ele tinha condições de sustentá-la e faze-la feliz.
-Que coisa mais linda – disse .
-Sabem quem era esse homem?
-Quem? - .
-Eu.
-E a moça era a mamãe? - perguntou [n/a naao, era uma ex-amante, aff]
-Sim meu filho. Por isso que eu, vendo que vocês realmente se amam, não posso proibir esse amor. Sejam felizes juntos.
e começaram a rir e chorar ao mesmo tempo. A felicidade era algo que tomava conta de todos pensamentos do casal. Eles se abraçaram. E no meio de um beijo de amor sentiu um pingo de água em seu rosto. Olhou para o céu. E percebeu, junto de , que estava, finalmente, chovendo. Sorriram. Era perfeito. Um milagre. Na verdade, dois milagres em somente um dia. O que era quase impossível aconteceu naquele dia mágico de 20 de dezembro. Um milagre de presente.
Todos, Tio Paul, Frankie, e se abraçaram. olhou pra Frankie que deu uma piscadinha e um “jóia” [n/a sabe? Com a mao? ¬¬’]
Depois daquele momento feliz foram para casa da família Jonas e no caminho ligou para que Katie levasse Ben e toda sua família para que jantassem.
Na casa da família Jonas
Ao chegar em casa explicaram tudo: a armação de Frankie, o Planetário, Katie e combinando o encontro para o casal, o arrependimento de Tio Paul, a chuva. Todos ficaram muito felizes e Tia Dê muito emocionada com Tio Paul, por ter lembrado da história de amor que passaram.
-Então, vamos jantar? – perguntou Tia Dê para os outros 10 que estavam na sala.
passou o jantar pensando que, agora que o amor deles era permitido, eles iriam casar? Essa duvida estava o incomodando
narrando
Com tudo isso eu estava muito feliz. Mas comecei a pensar no casamento. Eu achei que estava preparada. Mas será que ainda queria?
Eu, Nick, Joe, Kevin, Frankie e Katie acabamos de jantar e fomos para sala conversar e jogar video game.
-, vamos lá fora? – ele deveria querer conversar.
-Claro – fomos, de mãos dadas, até a volta da piscina.
-Amor... Eu queria conversar com você.
-Eu também.
-Você primeiro.
-Não, você pediu primeiro. Começa.
-Ok... Ahn... – ele parecia não encontrar palavras – Bom... Aquela vez que você me encontrou voce aceitou... Você sabe...
-Casar com você? – falei tentando ajudá-lo a continuar a frase.
-É. Eu te amo muito e queria saber...
-Se eu ainda quero casar? – perguntei.
-É – é, ele queria falar a mesma coisa que eu.
-Ah, eu não sei... – falei pensativa, brincando, mas ele não percebeu.
-Não sabe?
-Mas claro que quero seu bobo – o beijei. [n/a eu não vou descrever todo beijo, porque se não eu passo horas fazendo isso, já que você e seu Jonas NÃO PARAM de se beijar :x que soonho *-*]
-Então, temos que começar a planejar o casamento – ele disse animado.
-Sim *-* Que emocionante!
-Vamos falar para todos?
-Mas claro!
Estávamos em uma época de felicidade e em breve chegaria o Natal. Meus pais viriam para os EUA, para passarmos um Natal em família.
15º capítulo: Era o verdadeiro amor
-Mãe! Pai!
-Filhota, que saudades!
Meus pais estavam chegando do Brasil para passarmos de 22 de Dezembro a 15 de Janeiro juntos. Eu sentia saudades deles. Muitas saudades.
-Bom, pai, mãe, esse é o , meu noivo.
-O QUE? Filha você não nos contou essa novidade! – minha mãe me abraçou.
-Que boa notícia minha querida! Seja bem vindo a família .
-Obrigado senhor – o ficava um amor tentando ser educado falando “obrigado senhor”, hehe.
Depois de todas apresentações fomos, eu, minha mãe, meu pai e Ben para minha casa. Combinamos que iríamos num restaurante todos juntos [n/a quando eu digo todos é a sua família e a família Jonas, sonhoo *-*]
Depois de uma horas eu e minha mãe estávamos no meu quarto escolhendo a roupa para o jantar e papai e Bem na sala brincando. [n/a sim, seu pai está brincando ¬¬’] [n/a seus pais não tem nome. São os “mãe” e “pai”]
-Mamãe, como está nossa casa lá no Brasil?
-Ah querida, eu não falei ainda. Mas eu acho que vamos nos mudar.
-Para onde? Porque?
-Para LOS ANGELES! *-* - ela começou a pular que nem criança e eu junto. Nós nos dávamos muito bem, como amigas, não mãe e filha.
-Mas mamãe, e o seu trabalho?
-Olha, a empresa esta quase falida. Então eu resolvi que aqui que eu procuraria um novo emprego. Foi o que fiz. E consegui. Portanto, agora, moraremos na mesma cidade e eu poderei passar mais tempo com minha filha e meu neto.
-Ah mamãe, que bom. Agora a novidade quem tem sou eu.
-Fale querida.
-Eu estou grávida, de novo *-* - demos mais um ataque e mais uns pulinhos, mas depois nos vestimos e estávamos lindas.
fez todos pararem para a olhar. Mesmo estando simples, estava deslumbrante, além de seu elegantismo próprio. [n/a assim http://selenagomez.com.br/galeria/displayimage. php?album=75&pos=8]
Chegaram ao restaurante. Era lindo. Tinha um palco com um homem cantando musicas dos anos 60, uma pista de dança, várias pessoas se divertindo, mesas em todo lugar. Era lindo. Sentaram-se.
-Bom, vamos dançar? – perguntou Tia Dê.
-Vamos – responderam todos e saíram. e Katie dançaram juntos. e Frankie foram pegar umas bebidas [n/a sem álcool, ok]
-Me concede essa dança? - esticou a mão. Fomos dançar. Uma música lenta. Estávamos juntos, “colados”. A noite estava sendo ótima. Mas eu estava anciosa para contar sobre a gravidez.
-, eu tenho… uma noticia.
-Fale xuxu da minha horta.
-Aaah, que lindo. Você gostaria de ter outro xuxuzinho?
-Como assim?
-Um filhote xuxuzinho? – falei.
-Você quer dizer que... – ele olhou para minha barriga – você...
-É, eu estou grávida.
-Ah meu amor... Espera aqui - saiu correndo em direção ao palco. Eu não entendi.
-Para a musica – foi o que ele disse fazendo sinal para que cessassem o som. Ele pegou o microfone. O que ele iria fazer?
-Eu queria dizer, que aquela maravilhosa mulher – ele apontou para mim – está grávida. Eu vou ser pai, de novo!
-eeeeh! – todos aplaudiram e eu levantei para beijá-lo.
A musica continuou e todos voltaram a dançar.
-Ahhh amiga – Katie veio pulando e dançando.
-Ah querida, meu segundo neto! – Tia Dê e Tio Paul chegaram.
-Minha filha, eu ainda não sabia.
-Eba! Mais gente na família – agora eram Frankie e .
-É gente, mais um, ou uma. – eu disse acariciando minha barriga.
me abraçou por trás.
-Eu estou muito feliz amor.
Fomos para casa. Minha mãe e meu pai já compraram a casa nova e foram para lá. Eu estava morando na casa Jonas, e já havia vendido a minha. Quando nos casássemos eu e compraríamos uma casa nova.
Já era 24 de dezembro e todos na casa Jonas estavam se arrumando. Eu estava no quarto tentando prender o zíper de meu vestido [n/a esse http://sobresaltos.files.wordpress.com/2008/05/vestido-preto.jpg]
-Quer ajuda? – era entrando. Ele estava muito lindo.
-É, eu estou precisando – ele fechou o zíper, pegou na minha cintura e me virou de frente para ele.
-Eu estou muito feliz. – me olhou com aquele olhar A La Jonas.
-Eu também. Seremos uma família de verdade. Com casamento, dois filhos e uma casa.
-É. Tudo perfeito. Eu estou muito ancioso para o nosso casamento.
-É, eu, mamãe e Tia Dê vamos escolher o vestido na próxima semana.
-Ah, mas que coisa boa. Estou ancioso.
Autora Narrando
Pela janela o casal via as ruas cobertas da neve fria que caía calmamente no momento. A neblina forte causaria a impressão de tristeza para qualquer um, não para eles. Mesmo olhando aquelas ruas vazias, frias e esbranquiçadas pela neblina e não sentiam um vazio, como qualquer pessoa sentiria. Pelo contrário, eles estavam muito satisfeitos com suas vidas e não tinham nada que os pudessem impedir de serem felizes. Eles só tinham ao que agradecer à vida, que estava sendo desafiante, sim, mas boa também. Trazendo oportunidades de resoluções para os problemas que apareciam. Naquele momento que eles pareciam ser um só, agradecendo a vida. Ben entrou no quarto, abraçou os pais. Eles quatro estavam ali, observando a neve cair pela janela. , , Ben e o bebê. Eles sabiam que agora eram uma família. E que mesmo que todos os problemas os aparecessem estariam unidos e os enfrentariam juntos, com uma verdadeira família. Nada, absolutamente nada, poderia destruir aquela família. Que passava disso, era uma união, um escudo, era o verdadeiro amor.
16º capítulo: O momento mais esperado e sonhado
Desceram os quatro [n/a pra quem não entendeu, os quatro incluem o bebê na barriga :D]
DIN DON
-Katie! – a amiga de estava deslumbrante em um vestido vermelho. Mas não foi isso que a surpreendeu. Quando abriu a porta ele beijou Katie e quando se sentaram estavam abraçados.
-Eu perdi alguma coisa? – falou olhando para os dois.
-Somos dois meu amor - disse a abraçando.
-Eu acho que somos três – disse totalmente perdido.
-Como assim? Você não sabe nos explicar o que significou aquele beijo e agora essa agarração aí? – perguntou , o que fez todos rirem.
-Ah! Isso? – Katie perguntou como se fosse pouca coisa.
-É Katie, isso.
-Ah, nós estamos namorando – falou e Katie o beijou.
-É, namorando. – Katie falava rindo da cara que todos ficaram, surpresos com a notícia.
-Ah amiga, eu fico feliz por você.
-É, eu também estou feliz por mim
(RISOS)
passou o melhor Natal de sua vida. Ben, que nunca havia visto neve, brincou muito. e não podíamos estar melhores. Os pais de estavam muito felizes por estarem morando por perto. Katie e juntos e felizes. Até estava ficando com uma menina, mas ele disse que só a apresentaria a ela mais tarde.
-Meu filho, quando sua namorada vai chegar? – Tia Dê
-Loguinho mãe, loguinho. - dizia se atirando no sofá.
DIN DON
-Olha, deve ser ela! - pulou do sofá pra abrir a porta. Já dá para imaginar que todos ficaram parados esperando para ver que era a misteriosa namorada de .
-Oi amor – disse beijando a menina. Sim, conhecia aquela menina, de um bom tempo atrás.
-Eu não acredito! – disse pulando do sofá para abraçar a amiga.
-! Voce ainda namora o ? O disse que não. , você queria fazer uma surpresa?
-Claro Alice – disse.
-Não eu não estou mais namorando o .
-O que?
-Eu sou noiva dele – a falou mostrando o anel de diamante no seu dedo.
-AAAH – Gritaram juntas comemorando. Alice, a amiga de , a que a apoiou em todos os momentos, agora namorando seu melhor amigo, era perfeito demais para ser verdade.
-Ok, vamos parar com a gritaria, se não eu vou ficar surda. Prazer Alice, sou Denise, a mãe do .
-O prazer é todo meu.
A festa em família foi ótima, todos estavam muito animados. A neve caía linda nas janelas que já estavam esbranquiçadas.
narrando
Passou-se um mês daquela maravilhosa festa de Natal. Eu, minha mãe, Tia Dê, Alice e Katie estávamos procurando o vestido. Entramos em uma loja linda, chamada “Your Day”, fazendo referência ao dia do casamento, que era todo da noiva.
-Meninas, vejam esse! - Era o vestido perfeito. Parecia de uma princesa, exatamente como eu estava procurando.
-Voce gostou querida? – minha mãe perguntava admirando o vestido, que era realmente lindo.
-EU AMEI!
-Katie, essa pergunta era pra mim.
-Ah, mas é o que eu achei. Ele é perfeito. Se eu fosse você levava esse.
Compramos aquele vestido, que era maravilhoso. Desde pequena, quando eu tinha uns cinco anos e brincava com bonecas, minha avó me deu um catálogo que ela ganhou. E então eu vi vários vestidos. Mas eu sempre preferia e me chamavam mais atenção vestidos como o que comprei.
Chegou o tão esperado dia do casamento. Eu estava no salão e a imprensa toda na rua. Aquele salão de beleza ia virar ponto turístico: o local que a noiva de Jonas se arrumou antes do casamento do casal.
-Amiga, fica calma. Tudo vai dar certo. - Alice
-É, e você está linda. Ah, o meu dia vai chegar em breve. - Katie
-O que? – eu e Alice perguntamos
-Bom, eu acho que o vai me pedir em casamento.
-Voce ta falando sério? - perguntei
-Sim, ele anda falando muito no casamento de vocês dois – Katie
-Ah amiga, que coisa boa. Vamos torcer.
-Querida, o carro já chegou.
-Ah meu deus! - falei nervosa. Era o dia do meu casamento.
-Vamos lá amiga, tudo vai dar certo.
-Assim espero.
Entramos no carro. Os meus padrinhos seriam Katie e e os de seriam Alice e .
O carro estacionou. Eu desci. Avisaram que a noiva ia entrar. Começou a entrada dos padrinhos e tudo mais. Eu estava muito nervosa [n/a ouça http://br.youtube.com/watch?v=hWugdb_qIkM]
-Querida, é sua vez – disse minha mãe. Eu realmente estava distraída com meus pensamentos. Era agora, a decisão da minha vida, a união com a pessoa que eu mais amava. Todo o nervosismo passou. Eu sorri para minha mãe e entrei na igreja. Todos se levantaram e me olharam deslumbrados. Eu estava linda com aquele vestido. [n/a esse http://www.lavemanoiva.com/portal/images/stories/materia2vestido5.jpg]
Ao entrar eu vi ele, sorrindo de felicidade, lindo. A igreja era maravilhosa. Meu pai, de braço comigo, entrava feliz. Eu tremia, mas era o momento mais feliz da minha vida. A imprensa toda do lado de fora e os flashes que não estavam me incomodando nem um pouco, afinal, estava ali, mais maravilhoso e deslumbrante que o normal.
narrando
Eu estava muito nervoso a esperando, mas quando eu vi aquele rosto angelical o nervosismo passou, minhas pernas pararam de tremer. A imprensa toda do lado de fora e os flashes que não estavam me incomodando nem um pouco, afinal, estava ali, mais maravilhosa e deslumbrante que o normal. Ela estava linda e, mesmo longe, eu já conseguia sentir seu maravilhoso perfume e o cheirinho de morango do cabelo dela, que eu adorava.
Autora narrando
O pai de a “entregou” para . Os dois estavam deslumbrados um com o outro, assim como as pessoas que estava presentes na cerimônia, com o amor e a beleza do casal. pegou na mão de , viu a pulseira. Ela sorriu e eles viraram de frente para o padre. Após lindas palavras sobre o casal, era o momento mais esperado e sonhado pelos dois, desde que se conheceram.
-Voce aceita?
-Sim – disse sorrindo, o sorriso mais feliz e sincero que havia dado em toda sua vida.
-E você aceita? – o padre perguntou para .
-Sim
-Agora pode beijar a noiva
beijou .
-Como se já não tivéssemos feito isso – cochichou, o que a fez rir. Eles tinham certeza de que foram feitos um para o outro, e que daquele momento em diante nada os separaria. Eles podiam não ser perfeitos, mas se completavam e se amavam mais do que tudo.
17º capítulo: O que seguiu
Depois de 8 meses daquele dia maravilhoso e inesquecível a família presenciou mais um milagre: o nascimento.
- - dizia sentada com seu marido na sala.
-Sim amor?
-O bebe vai nascer.
-O que? Sério? Que bom! Vamos, vamos. , fique calma. – dizia pulando do sofá e correndo de um lado para o outro
-Acho que... – ela não conseguia parar de rir
-O que você está rindo?
-Voce todo nervoso pedindo pra eu ficar calma, que estou bem calma sentada no sofá.
-Tá... Ta bom. Vou pegar a sua bolsa.
Já no hospital...
-Então doutor? - .
-Tenha paciência.
Todos já estavam preocupados com a demora. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis horas esperando.
-Sr. Jonas?
-Sim, sou eu. O que aconteceu com minha mulher? - quase pulando no pescoço do médico.
-Ela está lhe chamando para conhecer alguém.
-Ahh. Meu deus, eu não acredito – ele saiu literalmente correndo até o quarto de hospital.
TOC TOC
-Entra
entrou e viu a cena mais Linda do mundo. com sua filha no colo.
-Então é uma menina? – ele disse beijando a testa da esposa.
-É, a nossa menina.
-Qual vai ser o nome?
-Eu pensei em Sophie.
-Ah, é perfeito querida. Então Sophie, tudo bem? Gostou do mundo aqui fora? - estava encantada com o amor paterno de .
Depois daquele dia maravilhoso a vida estava perfeita. ia com os meninos em todas turnês, o que não impedia o seu trabalho, que era todo com computador. Sophie era muito esperta e Ben estava tendo aulas particulares no ônibus, como os meninos já tiveram. Certo dia, após um show...
-Então ., quem conta?
-Conta você . – todos estavam ansiosos para saber o que tinham a falar.
-Ok então. Pessoal, atenção. Eu e o queremos avisar que teremos mais dois casamento na família.
-Alice… - dizia .
-Katie… - dizia .
-Quer casar comigo? – perguntaram juntos.
-Sim – e elas também responderam juntas e pularam de felicidade também.
-Ah que coisa boa. Minhas melhores amigas serão também minhas cunhadas – e agora também pulava junto.
Eles estavam todos felizes, com uniões e filhos, aproveitando ao máximo a vida.
E eles viveram felizes para sempre...
FIM.
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n/a então meninas, gostaram? Eu quis o típico final de contos de fadas, o que não é impossível. Porque sabemos que temos que viver e provar que NADA, absolutamente nada é impossível. Por isso que eu torço que uma historia como essa aconteça com alguma de vocês, e que possamos acreditar que as fics são, sim, uma parte de nós sonhando, mas outra parte acreditando, que todas aquela linda história pode nos acontecer.
Brigada para todas que me acompanharam sempre: Ingrid, Tami, ferba, Juuh, Pam, Wai, Paty, jeeh, Mille, taah, Tati... E todas que sempre estiveram presentes. OBRIGADA POR TUDO.
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