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- "A outra face" - por Misao-chan
Avisos:
- Voc�, leitor, n�o precisa saber nada sobre a saga Shishio para entender este fic, na verdade, basta que saiba o b�sico sobre RK (quem s�o os personagens principais e seu comportamento comum) ou seja, nada de personagens como Misao, Aoshi e Saitou nesse fanfic! Eu realmente admiro esses personagens e os considero parte importante da saga de RK, mas para mim j� foi dif�cil escrever esse fic sem eles, com eles , eu teria de refazer toda a hist�ria.
- Qualquer semelhan�a com o titulo do fic e de um certo filme de a��o � pura coincid�ncia! Essas duas coisas n�o est�o relacionadas de nenhuma maneira no fanfic. ^__^;;;
-Por enquanto o fic n�o apresenta muito viol�ncia, mas talvez para frente fique um pouco mais violento de acordo com meus planos para o final, mas n�o vai ser nada de mais n�o viu pessoal...!
-Este fic est� em andamento, o que significa que todos os leitores est�o convidados a dar opini�es ( e id�ias, por que ultimamente eu ando um po�o seco de id�ias!) para a autora, ou seja, eu! No e-mail, [email protected] .
-Os personagens n�o pertencem a mim...bla bla bla ! Apenas n�o me processem!!!
-Boa leitura!
Capitulo 6
Cara eu estou exausto! - Exclamou o lutador.
Exausto com o que? Voc� n�o fez nada o dia todo! - respondeu Yahiko
Ah, cala a boca moleque! Voc� acha que � f�cil ficar apostando o dia inteiro pra poder ter grana pra pagar o almo�o?
N�o, eu n�o acho. Eu tenho certeza que � f�cil seu in�til! - e com essa afirma��o o garoto bateu a shinai na cabe�a do lutador desavisado.
Ora seu...moleque , volta aqui!
Os dois corriam pela rua , o garoto samurai na frente e o lutador em sua cola com cara de poucos amigos e um galo um tanto saliente na cabe�a. O menino tinha seus truques e corria num ritmo forte e acelerado, mas n�o contava com os truques que Sanosuke tamb�m tinha dispon�veis na manga. Uma r�pida acelerada seguida de uma rasteira e o garoto foi ao ch�o. Recolhendo o corpo do ch�o pelo colarinho, Sano olhou para ele com uma cara um tanto maliciosa.
Danou-se Yahiko, agora voc� vai ver.
A declara��o do lutador foi interrompida por um ronco bastante alto do est�mago do garoto que ele mantinha suspenso a sua frente.
H� H� H� ...voc� tem que se controlar Yahiko e... - mais uma vez interrompido por um ronco. Desta vez, proveniente do seu pr�prio est�mago.
Eu tenho que me controlar �? - o garoto levantou uma sobrancelha.
J� passava de meio-dia, a hora em que eles geralmente almo�avam, e devido aos acontecimentos recentes, j� havia algum tempo que nenhum dos dois havia feito uma refei��o decente e de maneira tranq�ila, mas hoje, um dia depois da manh� turbulenta quando Katsuo havia acordado em uma po�a de sangue e Kaoru n�o tinha acordado, as coisas j� estavam mais normais. Kaoru se sentia completamente normal e n�o apresentava qualquer sinal de fraqueza ou anemia, e Katsuo tamb�m se encontrava em um estado muito melhor. Apesar disso, Megumi insistiu para que ambos passassem mais uma noite na clinica, como uma garantia, e assim foi feito. N�o providos de tanta paci�ncia assim, Sanosuke e Yahiko aguardavam ansiosamente pelo dia que poderiam voltar para o dojo e filar comida (mesmo que fosse comida ruim) sem ter que se preocupar com mais nada. Mas, ao mesmo tempo, ambos prezavam muito pela sa�de de seus amigos, e tamb�m desejavam v�-los em seguran�a, portanto n�o reclamavam de nada. A �nica coisa que reclamava no momento, era seus est�magos famintos.
Olha moleque, eu vou poupar sua vida, mas voc� vai pagar o almo�o. - afirmou Sano
Pagar? Pagar com o que? Eu to de f�rias do emprego no Akabeko, s� volto m�s que vem...
Ent�o pendura! Eu sei que voc� tem cr�dito com sua namoradinha do restaurante... - o lutador acrescentou fazendo gestos insinuantes e ficando com os olhos grandes e brilhantes, a imita��o perfeita de um apaixonado completo.
Cala a boca! - o menino respondeu ofendido, e um pouco vermelho.
Essa aqui s� se cala com comida, amig�o!
"Se isso for fazer ele se calar mesmo...ent�o o gasto vai valer a pena." - o garoto pensou, ent�o acrescentou - Ent�o vamos logo!
Chegando no Akabeko, tudo estava bastante normal no restaurante, na verdade, ningu�m sequer suspeitaria que aquele restaurante tinha sofrido um ataque violento de um assassino apenas 4 dias atr�s. Os dois rapazes se dirigiram a mesa que usualmente ocupavam no canto esquerdo do restaurante e foram abordados por ningu�m mais ningu�m menos que Tsubame, a previamente citada namoradinha de Yahiko.
Bem vindos ao Akabeko em que posso servi-los e...Oh! - A garota cobriu a face com a bandeja a fim de esconder a vermelhid�o que cobriu seu rosto quando essa percebeu de quem se tratavam os pr�ximos clientes. Yahiko suspirou de forma impaciente, isso sempre acontecia. Sano olhou para o garoto e mais uma vez imitou os brilhantes olhos cheios de amor de forma insinuante na dire��o de Yahiko, ato que deixou a menina ainda mais vermelha se � que isso sequer era poss�vel.
Tsubame, corta o papo furado e traz o de sempre pra gente t�? E manda um "oi" pra Tae, diz que daqui 2 semanas eu volto a trabalhar...
Est� bem! Eu volto em breve com o pedido. - e com isso, a menina gar�onete se retirou.
Yahiko e Tsubame , debaixo de uma arvore, trocando beijinhos...smack, smack, smack! - o lutador fez uma cara c�mica, e mandava beijos para o garoto sentado a sua frente quando foi atingido inesperadamente por um pote no meio da face.
MOLEQUE... - o tom de voz era amea�ador, mas de repente o lutador parou ao perceber a tonalidade na face do pr�prio garoto. Era um rosa claro, algu�m que n�o conhecesse o menino t�o bem quanto ele mesmo conhecia talvez nem chegasse a notar a mudan�a de colora��o...Sano sabia que Yahiko de fato alimentava algum tipo de sentimento pela pequena gar�onete, mas ele mesmo n�o havia percebido o quanto o menino tinha amadurecido. Quando se esta perto demais de uma pessoa � mais dif�cil notar a evolu��o pela qual tal pessoa passa...mas agora, nesse momento, o crescimento do menino diante dos olhos de Sano parecia t�o claro que ele se perguntou como n�o havia notado isso antes. Yahiko havia crescido. Fisicamente e mentalmente. Assim, era natural que seus sentimentos tivessem tornado-se mais claros tamb�m. Um sorriso surgiu no rosto do ex-delinquente e ele parou no meio de sua amea�a... - Vou deixar passar dessa vez! - ele completou.
O menino n�o entendeu o por que da parada inesperada de Sano. Ele n�o era o tipo de pessoa que parava de fazer uma brincadeira uma vez que tinha come�ado, mas o garoto samurai tamb�m n�o pretendia questionar o lutador, afinal, estava aliviado que este tinha parado com seus coment�rios fora de hora. De fato, d�i ouvir a verdade. Foi o pensamento que passou pela cabe�a de Yahiko quando este olhou mais uma vez atrav�s do restaurante e encontrou o olhar de Tsubame. Esta ficou vermelha, sorriu e depois virou-se para uma outra gar�onete adolescente que trabalhava no restaurante. Cochichou alguma coisa da qual a menina riu, e esta depois retribuiu com um outro cochicho que fez Tsubame corar novamente. Assistindo a cena, Yahiko n�o pode evitar que surgissem v�rias gotas em volta de sua cabe�a.
O dia na clinica havia sido calmo, sem qualquer ocorr�ncia grave. Na verdade, os �nicos casos daquele dia foram um menino sofrendo de uma crise de bronquite e uma senhora com um corte n�o muito profundo na perna direita. Essa calmaria, deu tempo para que Megumi , auxiliada por Kenshin e Kaoru, fizesse uma revolu��o na clinica , que ap�s 4 dias de algo que chegava bem pr�ximo ao caos, estava um tanto bagun�ada. Todos os instrumentos passaram por uma esteriliza��o mais profunda e todos os quartos foram arrumados e arranjados novamente. Parecia uma nova clinica ao fim do dia.
Levou o dia todo mas agora esse lugar parece uma clinica de novo! - exclamou a doutora, com um ar de extrema satisfa��o.
Ficou realmente muito bom senhorita Megumi - acrescentou Kenshin.
Obrigada pela ajuda de voc�s dois.
De nada! Precisando � s� pagar adiantado. - Sanosuke foi chegando sem cerim�nia - Putz, eu acho que erramos de endere�o Yahiko, a clinica que eu conhe�o n�o se parece nada com essa aqui.
E nada disso aconteceu gra�as a voc� cabe�a-de-galo - a m�dica acrescentou num tom sarc�stico - mas considerando a pessoa de quem estamos falando, s� por ter ficado longe sem incomodar com pedidos de comida ou coment�rios fora de hora j� foi um favor e tanto. Obrigada.
Hoje n�o mulher-raposa, estou de barriga cheia e de bom humor, seus coment�rios n�o v�o fazer efeito nenhum... - o gangster contemplou a doutora com um certo desafio no olhar.
Humpft! - foi a resposta obtida, enquanto esta voltava-se para o interior da clinica.
J� se sente melhor Kaoru? - Yahiko interrompeu o teatrinho fazendo a pergunta num tom mais s�rio.
Sim , obrigada Yahiko - foi a resposta de Kaoru.
Ent�o vamos parar com a frescura e voltar logo pro treinamento � feiosa! Quer que eu fique enferrujado? - o menino acrescentou
ORA SEU...
Kenshin fez cara de "ORO" e estava pronto para intervir na futura briga quando o grupo todo foi interceptado por Katsuo, que vinha chegando pela porta principal da clinica com alguns pacotes na m�o.
Boa Noite!
Boa Noite!
Eu trouxe alguns bolinhos doces , para melhorar os �nimos de todos os enfermos - Katsuo acrescentou com um sorriso - apesar de que j� estamos num estado muito melhor n�o �?
Sim , de fato - respondeu Kaoru - mas, de onde voc� veio Katsuo-san?
Eu vim da rua principal. Por que? - o rapaz respondeu.
Eu n�o vi voc� deixar a clinica.
Ah sim, eu sou uma pessoa muito discreta senhorita Kaoru, e al�m disso, n�o queria atrapalhar enquanto voc�s trabalhavam e como n�o estou em condi��es de ajudar, me predispus a fazer alguma coisa agrad�vel a todos. Espero que apreciem os bolinhos. - completou Katsuo
E com isso, todos sentaram-se em uma das mesas da clinica e jantaram. Ap�s a janta, todos estavam bastante cansados ap�s um dia agitado, e dirigiram-se aos quartos que estavam ocupando na clinica. Kenshin , Sano e Yahiko ocupavam um quarto, enquanto Kaoru e Megumi ocupavam outro. Katsuo dormia sozinho, mas seu quarto dispunha de outra cama para poss�veis futuros internos.
No meio da noite ouviu-se gritos hist�ricos. Kenshin, Sano e Yahiko acordaram imediatamente e correram para as portas da clinica em busca da origem dos gritos. Ap�s alguns segundos de hesita��o descobriram-se indo em dire��o as proximidades do Akabeko guiados pelos abafados ,por�m claros, gritos de desespero. Entraram em um pequeno alojamento onde encontraram dois corpos no ch�o e um de p�. Um dos corpos no ch�o encontrava-se encostado na parede, movia-se para frente e para tr�s de modo desconcertado e tinha seu olhar em branco, fixado no nada. Era Tsubame. O outro corpo estava estirado no ch�o, cortes diversos cobriam seus bra�os e pernas, os mais s�rios localizados em seus pulsos, que deixavam um rastro de sangue no ch�o. Yahiko reconheceu a menina como a outra gar�onete adolescente do Akabeko, que tamb�m era companheira de quarto de Tsubame. O corpo de p�, tinha cabelos muito longos e 4 grandes mechas brancas no meio do cabelo. Esta figura estava pr�xima a janela, e sequer virou-se ap�s a invas�o do recinto. O assassino continuou e passou pela janela em grande velocidade.
MALDITO!!! - tomado por �dio o garoto samurai passou pela janela atr�s do assassino.
Yahiko! - o retalhador seguiu atr�s do garoto, mas n�o sem antes virar-se para o lutador - Leve-as pra clinica Sano.
T�! - sem qualquer dificuldade o lutador correu de volta para a clinica, carregando em seus bra�os duas meninas, uma completamente desacordada, e outra, que sequer parecia ter consci�ncia da situa��o na qual se encontrava.
Ao chegar na clinica, Sanosuke se surpreendeu ao encontrar a doutora j� acordada.
O que aconteceu? - ela perguntou assustada.
Outro ataque - o lutador respondeu - precisamos cuidar dela logo, ela esta muito mal.
Coloque-a sobre a mesa - e com isso a m�dica habilidosamente arranjou seus instrumentos pr�ximos a mesa de opera��o
E quanto a Tsubame? - Sanosuke perguntou
Um r�pido olhar foi o suficiente para que a m�dica percebesse que se tratava de um caso de choque.
Ela esta em estado de choque. Sano por favor coloque-a na cama ao lado de Kaoru e tente fazer com que ela durma. Se ela n�o repousar pode ficar definitivamente nesse estado e da� teremos problemas ainda piores.
Deixa comigo! - e com isso o gangster prontamente carregou a menina em seus bra�os at� o quarto onde antes se encontravam dormindo Megumi e Kaoru. Ele colocou a garota na cama, cobriu-a e come�ou a acariciar seus cabelos suavemente.Ap�s quinze minutos dessa a��o repetida, a menina finalmente fechou os olhos e em pouco tempo sua respira��o era alta e controlada. Sanosuke soltou um suspiro de alivio e olhou para a cama ao seu lado onde estava Kaoru. A espadachim rolava de um lado para o outro na cama murmurando coisas sem sentido num tom de voz baixo. Sano tamb�m notou que ela suava frio. Aproximou-se da cama e repetiu em Kaoru os mesmos movimentos que tinha realizado em Tsubame, a fim de acalma-la. Num per�odo de tempo menor, Kaoru j� havia parado de se mexer mas ainda murmurava palavras desconexas.
"Megumi devia estar acordada quando cheguei aqui por causa de Kaoru" - ele pensou - "Diabos!!! O que esta acontecendo afinal?"
Enquanto isso, nas ruas , o assassino misterioso corria numa velocidade incr�vel, acompanhado por Yahiko. Kenshin vinha logo atr�s dele, e n�o podia evitar de pensar que o treinamento do garoto realmente tinha valido, uma vez que ele estava realmente acompanhando o assassino em velocidade. O vulto virou em uma esquina e quando Kenshin e Yahiko seguiram-no na mesma dire��o, deram de cara com diversos muros e nenhum outro ser habitava o local.
Para onde ele foi? Para onde? - a voz do garoto possu�a urg�ncia e raiva que ele n�o fazia quest�o de esconder.
Eu n�o sei! Vamos checar os arredores. Mas se voc� encontra-lo Yahiko, n�o o ataque , pode ser perigoso...chame por mim - Apesar de se encontrar em um estado de nervosismo, Kenshin ainda conseguia raciocinar muito melhor que o inexperiente garoto, e n�o tinha desejos que este fizesse alguma coisa em um momento de raiva do qual fosse se arrepender depois pelo resto de sua vida.
O menino saiu em disparada sem sequer responder a esse ultimo coment�rio do retalhador. Mas ap�s alguns longos minutos de procura frustrada,ambos perceberam que o assassino havia fugido e que n�o havia raz�o em continuar a busca.
Vamos retornar a clinica, talvez precisem da nossa ajuda por l�. - falou o espadachim
T�! - o garoto respondeu com um tom ainda um pouco amargurado, mas obedeceu ao pedido de Kenshin, e ambos voltaram-se a correr na dire��o da clinica.
Na clinica, Kaoru havia parado de falar, e Tsubame dava sinais de estar dormindo profundamente. Ap�s checar ambas, Sanosuke deixou o quarto e se dirigiu a sala principal da clinica, esperando poder ajudar Megumi em alguma coisa. Seus olhos abriram em choque ao encontrar a doutora sentada em uma cadeira ao lado da cama da garota ferida, com a cabe�a abaixada entre os bra�os sobre o corpo desta.
M-Megumi o que... - Sano tinha medo de concluir a frase
Sanosuke ela...ela n�o ... - Megumi tamb�m n�o conseguia terminar a frase
A rea��o imediata do lutador foi socar a parede. Depois ele apoiou a cabe�a sobre esta murmurando para ningu�m em especial , "Desgra�ado, desgra�ado, desgra�ado...maldito seja...MALDITO!". Sanosuke virou-se apenas em tempo de receber em seus bra�os o corpo de Megumi que se lan�ou sobre ele num pranto descontrolado.
Eu nunca...ela foi a primeira que eu deixei m...eu fiz o que pude...mas...eu nunca...- as palavras saiam descontroladas de sua boca , sem tentar fazer sentido.
N�o foi sua culpa Megumi. N�o foi sua culpa! - Sanosuke falou ao ouvido da m�dica , afundando o rosto na massa de cabelos longos e escuros que agora cobriam seus ombros gra�as ao abra�o da doutora. E a abra�ou mais forte.
Nesse momento Kenshin e Yahiko chegaram na clinica. Para Kenshin, bastou olhar para a m�dica e o lutador e a cena diante de seus olhos para entender o que havia acontecido ali. Yahiko dirigiu-se para a mesa de opera��o e ficou branco ao perceber que a menina sobre esta n�o respirava. Tal fato pareceu tirar o ar do pr�prio garoto que se inclinou para tr�s, e caso n�o houvesse uma parede ali, teria ca�do de costas no ch�o.
Sanosuke levantou a cabe�a do ombro de Megumi , sem nunca parar de abra�a-la e olhou para a menina, agora morta na mesa. Passou seu olhar para Yahiko, que parecia estar entrando tamb�m em seu pr�prio estado de choque. Ele congelou ao olhar ent�o, para Kenshin. Este encontrava-se ainda pr�ximo a porta da clinica e tinha seu olhar fixado na lua. O que fez um arrepio descer pela espinha de Sanosuke n�o foi ver a m�o do espadachim sobre sua espada, ou a express�o de extrema seriedade que este apresentava, mas sim, um brilho dourado muito distinto que agora passeava pelo olhar do ex-monarquista.
* Nota da autora: T� certo, t� certo minna-san, eu sei que nunca me canso de encher o saco de quem j� teve paci�ncia o suficiente pra ler at� aqui (falando nisso, obrigada pra voc� a�, que leu at� aqui! ^_______^) mas tinha que fazer um coment�rio. Tipo assim, eu achei que meu fic precisava de uma reviravolta pra ficar um pouco mais, "dr�stico"? � talvez seja isso...minha id�ia original era matar a Tsubame, mas da� eu percebi que n�o queria ser t�o dr�stica assim...de qualquer forma acho que consegui o efeito desejado vai...mais por vir galera! Desculpem-me pela demora � que tenho a tradu��o do "Aquilo que tarda", a tradu��o do "A mente da mulher", este fic aqui, e mais um de Gundam Wing que comecei a escrever, tudo ao mesmo tempo! ^_^" Sim, eu sou uma viciada em me colocar em situa��es dif�ceis eu admito...agora j� basta!
Matta ne ,
Misao-chan
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