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- "A outra face" - por Misao-chan
Avisos:
- Voc�, leitor, n�o precisa saber nada sobre a saga Shishio para entender este fic, na verdade, basta que saiba o b�sico sobre RK (quem s�o os personagens principais e seu comportamento comum) ou seja, nada de personagens como Misao, Aoshi e Saitou nesse fanfic! Eu realmente admiro esses personagens e os considero parte importante da saga de RK, mas para mim j� foi dif�cil escrever esse fic sem eles, com eles , eu teria de refazer toda a hist�ria.
- Qualquer semelhan�a com o titulo do fic e de um certo filme de a��o � pura coincid�ncia! Essas duas coisas n�o est�o relacionadas de nenhuma maneira no fanfic. ^__^;;;
-Por enquanto o fic n�o apresenta muito viol�ncia, mas talvez para frente fique um pouco mais violento de acordo com meus planos para o final, mas n�o vai ser nada de mais n�o viu pessoal...!
-Este fic est� em andamento, o que significa que todos os leitores est�o convidados a dar opini�es ( e id�ias, por que ultimamente eu ando um po�o seco de id�ias!) para a autora, ou seja, eu! No e-mail, [email protected] .
-Os personagens n�o pertencem a mim...bla bla bla ! Apenas n�o me processem!!!
-Boa leitura!
Capitulo 2
No dia seguinte, perto do meio-dia, Kenshin e Sano,sa�ram para visitar o homem que haviam salvado no dia anterior. Chegaram na clinica em pouco tempo.
Com licen�a...
Kenshinzinho... - Megumi foi em dire��o de Kenshin para abra��-lo
� de casa...t� entrando...
Ah, � voc�! - Megumi parou na mesma hora, e virou-se com cara de desgosto para Sano
� l�gico que sou eu! Quem mais?
Pois �, ainda n�o tive esse prazer...
Olha aqui mulherzinha...
Raios j� estavam saindo dos olhos dos dois em dire��o um ao outro quando Kenshin interrompeu.
Ei, e como est� o paciente de ontem? Viemos para v�-lo.
Ah sim, ele j� acordou, voc�s j� podem v�-lo, eu tenho de sair para fazer alguns atendimentos domiciliares, ent�o at� mais rapazes e , hunf, Sano. - Megumi disse isso, indicou um quarto e saiu.
Dentro do quarto, o homem de cabelos longos e escuros estava deitado, por�m j� possu�a uma apar�ncia melhor do que a do dia anterior, estava mais corado e boa parte dos curativos j� tinham sido retirados.
-Ol�!
-H�? a ol�! Voc� � o outro m�dico da casa?
- N�o! Sou Kenshin Himura, o homem que te encontrou ferido ontem na ponte. Voc� provavelmente n�o se lembra porque estava desacordado. Esse, � Sanosuke Sagara, ele tamb�m ajudou. Bom ver que voc� esta praticamente curado.
Sim! Bem, perdoem a minha rudeza de modos, meu nome � Katsuo Katsuragi, o que eu posso fazer pelos dois homens que s�o respons�veis por terem salvo a minha vida?
Nossa! - Disse Sano - N�o precisa fazer nada n�o, a gente n�o cobra! Apesar que, voc� podia pagar o almo�o..
Sano?
Qual� Kenshin! Eu to com fome...
Seria um prazer! Por favor, deixe-me pagar o almo�o para ambos, ser� uma forma de agradecimento pelo bem que voc�s fizeram por mim!
No restaurante os tr�s se sentaram e come�aram a conversar.
Bem, senhor Katsuragi...
Chame-me de Katsuo, por favor!
Oh, sim! Senhor Katsuo me diga, voc� n�o � daqui certo? Eu presumo isso por que moro nos arredores a muito tempo e o seu rosto n�o me � familiar.
Sim eu n�o sou daqui! Sou apenas um viajante. Vou passando pelas cidades e sobrevivo basicamente de bicos... mas n�o � uma vida ruim! Viajo, conhe�o lugares diversos e vou levando a vida...
Sim, parece que sim!
Nesse momento uma gar�onete aproxima-se da mesa.
Quais ser�o os pedidos, senhores?
Desculpa mocinha, mas cad� a Tae? � sempre ela que nos atende por aqui.
Ent�o voc�s n�o sabem? Ontem de tarde o restaurante foi atacado!
Atacado? Como assim? Um assalto?
N�o, foi um ataque! Entrou um homem com uma espada e atacou todos os presentes, todos foram levados para suas casas e o doutor conseguiu atender a todos a tempo. Tae foi uma das pessoas que ficaram feridas, mas temos esperan�a de que ela vai voltar muito em breve...
- Agora me lembro de que quando fomos levar esse homem ontem na clinica, o doutor n�o estava l�. E hoje de manh� a Megumi saiu dizendo que tinha que fazer atendimentos domiciliares... ent�o foi isso! Se eu pego o cara que fez isso... - e come�a a estralar o dedos.
Senhorita, como era esse homem que atacou o restaurante?- Perguntou Kenshin
Bom, eu n�o o vi! Mas os que viram disseram que o homem tinha um olhar muito sinistro, com olhos de cores diferentes.
Cores diferentes?
Sim, um dos olhos era verde, e o outro era cinza! Al�m disso o homem tinha cabelos compridos e negros como o desse homem ao seu lado - e apontou para Katsuo - mas o que nos atacou tinha uma grossa mexa dos cabelos que era da cor branca.
Branca? - Perguntou Sano
Sim, uma mexa branca!
Estranho...voc� disse que o ataque aconteceu durante a tarde certo? O senhor tamb�m foi atacado a tarde senhor Katsuo. Talvez o restaurante e o senhor tenham sido atacados pela mesma pessoa. - disse Kenshin
Me desculpe, eu n�o posso ajudar nesse caso, pois n�o cheguei a ver a pessoa que me atacou. Ele me nocauteou antes que eu pudesse ver ou fazer qualquer coisa...s� voltei a mim hoje de manh� quando acordei na clinica.
Muito estranho... de qualquer forma eu recomendo que voc�s fiquem de olho caso tenham outros sinais desse homem misterioso...
Sim senhor! E o que voc�s querem para o almo�o?
Logo ap�s almo�arem os homens deixaram o restaurante. Agora a apar�ncia de Katsuo estava ainda melhor, ao olhar, ningu�m diria que o homem tinha sido atacado no dia anterior. Passou-se muito tempo enquanto eles permaneceram no restaurante e agora j� era um pouco tarde.
Bem,senhor Katsuo, pelas informa��es que o senhor deu para n�s, eu presumo que o senhor n�o tenha onde passar a noite...
Sim, � verdade! Mas isso j� n�o diz respeito a voc�s senhores, j� foi uma enorme gentileza terem me salvo do misterioso assassino, n�o pe�o que me fa�am qualquer outro favor, pois j� estou em grande d�bito com ambos! - respondeu o homem, com um sorriso t�o grande nos l�bios que nem parecia uma pessoa prestes a dormir na rua.
Voc�, venha junto com a gente para o dojo - disse Sano, j� meio alto de tanto beber saqu� - voc� pode ficar l� com a gente...um cara t�o legal quanto voc�! N�o � Kenshin?
Claro!
Claro que n�o recusarei o convite, mas pe�o que me deixem retribuir mais esse favor em uma ocasi�o futura.
Mas que cara educado, vamos logo antes que... ah, vamos logo!
Chegando ao dojo, Kaoru e Yahiko ainda estavam do lado de fora, praticando com as shinais.
Chegamos!
Kenshin...porque voc�s demoraram tanto?
N�s est�vamos...
Oi! Tchau! - mas antes que Kenshin pudesse terminar a frase, Sano passou cambaleando, disse essas palavras e dirigiu-se para dentro do dojo.
Vergonhoso! - exclamou Yahiko e voltou a praticar com a espada.
Voc� deixou ele beber? Eu n�o acredito Kenshin!
Oro?
Boa-noite! - disse o outro homem que os acompanhava e tinha entrado no dojo agora
Senhorita Kaoru, este � Katsuo Katsuragi, o homem que eu e Sano salvamos ontem a caminho daqui.
� um prazer conhec�-la senhorita.
Sim, obrigada - Kaoru ficou um pouco vermelha
Senhorita Kaoru, este homem � um viajante e precisa de um local para se estabelecer esta noite, ele ficara conosco.
Claro! Espero que ele n�o se importe em dividir o quarto com o Sano porque nossas instala��es n�o s�o t�o grandes assim.
N�o h� problema nenhum com isso madame. Eu agrade�o infinitamente por sua hospitalidade.
Imagine, n�o � nada. - Kaoru ficou vermelha de novo - Entre, eu lhe mostrarei o quarto.
Em algumas horas, todos no dojo estavam dormindo. Mas no meio da noite, na penumbra silenciosa que tomava a cidade naquele momento, o silencio foi quebrado por um grito de dor abafado, seguido de outros diversos gritos pedindo por socorro, e depois, o apito policial soou por todo o distrito. Muito tumulto se seguiu at� que o sil�ncio voltou a cortar a noite.
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