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AME � ASSOCIA��O DOS AMIGOS 
DE CAMPOS DO JORD�O
ATA DE ASSEMBL�IA GERAL ORDIN�RIA
REALIZADA EM 23 DE MAR�O DE 2004

No dia 23 de Mar�o de 2004, �s 19h30, no audit�rio da Sede do Bank Boston, situado � Av. Dr. Chucri Zaidan, 246 � Piso T�rreo � Brooklin Novo � S�o Paulo - SP, com edital enviado a todos associados atrav�s de circulares, nos termos do artigo 23, do estatuto social e com a presen�a dos associados subscritores do livro de presen�a, iniciou-se a Assembl�ia, compondo-se a mesa:

Sr. Mario Fleck � Presidente da AME Campos
Sr. Eduardo Moreira da Cruz Neto � Vice Presidente
Sr. Jos� Alberto Diniz - Diretor Tesoureiro AME Campos
Sr. Walter Vasconcellos � Membro da Comiss�o de Meio Ambiente
Sr. Paulo A. P. Bilyk � Membro da Comiss�o de Seguran�a

O presidente da AME Campos, Sr. Mario Fleck, inicia a reuni�o agradecendo a presen�a de todos, e abordando os assuntos a serem tratados �  Elei��o para o pr�ximo tri�nio da AME Campos, os projetos realizados nos �ltimos tr�s anos, aprova��o do balan�o de contas do ano de 2003 e aprova��o do or�amento para 2004. Ainda complementa que far� uma breve exposi��o dos projetos em andamento, querendo motivar as pessoas a participarem mais efetivamente do que vem ocorrendo. Apresenta Srta. Renata Segalla Formenti, Coordenadora de Projetos da entidade, que ir� secretariar a reuni�o e redigir a ata.

Apresenta os componentes da mesa. O Sr. Jos� Diniz, que abordar� as contas do tri�nio 2001 � 2003, e a proposta para o pr�ximo or�amento; o Sr. Paulo Bilyk,  Coordenador  da Comiss�o de Seguran�a, a qual iniciou seus trabalhos em 2003 e vem desenvolvendo a��es importantes relacionadas ao problema; Sr. Walter Vasconcellos, que � a pessoa quem operacionaliza a a��es da AME Campos na est�ncia; Sr. Eduardo Moreira da Cruz Neto, vereador local, e que tamb�m d� suporte para concretizar as a��es da AME Campos. Abrindo a se��o solene, apresenta a agenda da reuni�o, e inicia solicitando que o  Sr. Jo�o Paulo, presente na plat�ia, fa�a um depoimento sobre a cidade, pelo fato de ter ra�zes hist�ricas em Campos do Jord�o. Pede a gentileza que fa�a um relato hist�rico de como era antigamente a Est�ncia, pois a maioria dos presentes s�o amantes de Campos do Jord�o, n�o conhecendo bem a hist�ria.

Sr. Jo�o Paulo Cachoeira: Relata a respeito do Brigadeiro Jord�o, que comprou as terras em Campos, por�m n�o chegou a conhec�-las � pessoa muito influente  que esteve presente inclusive na proclama��o da Rep�blica. Ap�s sua morte, seus descendentes venderam suas terras, sendo que uma parte quem comprou foi Mateus da Costa Pinto que era bisav� de sua av� materna. A fam�lia morava em Pindamonhangaba, por�m foi a 1a pessoa quem se instalou na cidade, na Vila de Jaguaribe � instalando a 1a pens�o para os doentes de tuberculose. Tamb�m construiu a 1a igreja, a Igreja de S�o Matheus do Imbiri. Ap�s esse per�odo, vieram outras fam�lias de nomes conhecidos para Campos do Jord�o. Comenta que quando nasceu, em 1949 seu pai era Delegado de Pol�cia na Est�ncia, por�m morava em S�o Paulo e passava as f�rias em Campos do Jord�o. Ele comenta que seu pai, que viveu nos �ltimos 70 anos em Campos do Jord�o, sempre dizia que a cidade possu�a o melhor clima do mundo, que em congressos climatol�gicos sempre era citado o nome da cidade, por�m a falta de planejamento e de vis�o que a cidade vem sofrendo no decorrer dos anos vem se agravando a cada dia.

Mario Fleck inverte a ordem da apresenta��o, e solicita ao Sr. Jos� Diniz que apresente os n�meros da AME Campos.

Sr. Jos� Alberto Diniz: Inicia a apresenta��o, abordando o valor total arrecadado pela AME Campos em 2003, no montante de R$ 334 mil, sendo  tr�s as grandes fontes de arrecada��o � os associados R$ 71mil, os eventos R$ 117 mil e a verba  de R$ 121 mil destinada para a Escola da Cidadania � al�m disso existe a verba de R$ 96 mil  vinda do Banco Real para o Projeto Escola da Cidadania � que paga a parte de material do projeto.

Com essa arrecada��o, a AME Campos investiu R$ 196 mil no grande projeto, que � a Escola da Cidadania,  R$ 11 mil na Caravana da Cidadania, R$ 8 mil para a reforma da Delegacia, R$ 3 mil na  Coleta Seletiva de Lixo, R$ 44 mil em gastos com os eventos realizados � que gerou uma arrecada��o de R$ 117 mil, uma parte de encargos e boletos e a parte administrativas da entidade. Come�amos o ano com R$ 76 mil em caixa, entraram R$ 334 mil, gastou-se um pouco mais que isso, e terminamos o ano com R$ 63 mil. Para 2004, diz que teremos uma meta mais ambiciosa, sendo que a id�ia � aumentar em 40% o n�mero total de associados, passando de 100 para 140 pessoas, complementa tamb�m que tivemos um pequeno aumento na mensalidade.  Aborda a quest�o dos eventos, dizendo que pretendemos aumentar a receita advinda com eles, principalmente em fun��o da parceira com o Bank Boston, que vem nos apoiando de forma bastante significativa.  Tamb�m diz que pretendemos aumentar o n�mero de contribuintes com o projeto Escola da Cidadania e o grande projeto do ano, que s�o os comit�s criados em 2003, que ter�o projetos a serem apresentados no decorrer do ano, totalizando um total de R$ 753 mil para 2004.

Complementa que o grande desafio nosso ser� ampliar o Projeto Escola da Cidadania, conseguindo mais parceiros, como o Banco Real, para aumentarmos significativamente seu potencial de aux�lio.

Resumindo, o balan�o das contas do �ltimo tri�nio, no primeiro ano da gest�o arrecadou-se pouco mais de R$ 100 mil, o que refere-se  basicamente as contribui��es dos associados. J� em 2002 e 2003 iniciaram outras formas de arrecada��es, sendo que foram R$ 380 mil e R$ 430 mil respectivamente. Diz ainda que em 2002 tivemos o complemento da verba doada pelo Sr. Roberto Baumgart  para a constru��o da Creche Otto Baumgart, e que temos a inten��o de continuarmos com a constru��o de mais creches.

Postas as contas em vota��o, foram aprovadas por unanimidade

Sr. Mario Fleck altera novamente a seq��ncia das apresenta��es, e inicia a abordagem do que foi realizado no tri�nio 2001-2003. Fala a respeito do que ele idealizou no inicio de sua gest�o, como  poderia preservar toda a preciosidade existente em Campos do Jord�o. Tentou focar-se em dois pontos fundamentais para podermos ter resultados significativos em nossa capacidade de aux�lio. Fala a respeito da quest�o infantil/educa��o, que n�o � diferente da realidade nacional, por�m constatou que em Campos do Jord�o a taxa de natalidade � muito acima da m�dia do Brasil, nascendo cerca de 100 crian�as por m�s na Est�ncia. Em uma cidade que tem 40.000 habitantes, essa taxa influi nas demais faixas et�rias, pois demandaria um desenvolvimento s�cio econ�mico equivalente, sem contar que Campos do Jord�o, pela visibilidade da marca, atrai muita gente para a cidade. Descobriu-se tamb�m que n�o existem creches suficientes para atender a essa demanda crescente. Sabendo-se que a situa��o acarreta problemas sociais futuros, resolvemos tentar auxiliar de alguma forma essa quest�o. Complementa com a cria��o da Creche Otto Baumgart, que o Sr. Roberto Baumgart patrocinou integralmente a sua constru��o, sendo esta administrada pela SEA. Fala ainda que existe dentro da creche um centro de interven��o social comunit�ria, onde as fam�lias s�o obrigadas a freq�entar palestras com temas que contribuem no processo social. Diz ainda que foi fazer uma palestra, e cita alguns casos especiais de fam�lias em situa��es alarmantes. Fala que precisamos da parceria com o poder p�blico para continuar auxiliando nessa quest�o da educa��o de Campos do Jord�o, e acredita ser o caminho para tentar segurar as drogas e viol�ncia que vem se instaurando na cidade. O segundo problema est� relacionado a emprego, a gera��o de renda, que tamb�m diz ser um problema nacional. Fala que Campos do Jord�o atraiu muita gente pela constru��o civil, surgindo in�meras  favelas na cidade. O Sr. Eduardo Moreira da Cruz Neto complementa que Campos do Jord�o no �ltimo senso realizado identificou que existem 10 mil pessoas desempregadas na cidade. O Sr. Mario ainda diz que com a taxa de natalidade alt�ssima, Campos do Jord�o na realidade � uma �bomba para explodir�. Campos do Jord�o tamb�m perdeu algumas de suas voca��es, como por exemplo a malharia. Todas as malhas que s�o vendidas na cidade n�o s�o fabricadas l�. Precisamos gerar emprego na Cidade. Complementa ainda que nesses tr�s anos, n�o conseguimos elaborar um projeto que gerasse um contingente alto de empregos, ent�o optou-se em realizar algo emergencial � que foi o programa Escola da Cidadania, o qual diz que o sonho � atingir um n�mero muito maior de pessoas que se atinge hoje. Explica que utilizou um processo de sele��o para escolher os alunos, n�o excluindo nem b�bados e nem drogados, e complementa ainda que fizemos um conv�nio com a prefeitura e s�o essas pessoas quem cuidam de nossa avenida principal hoje. Sr. Walter Vasconcellos complementa que o projeto iniciou com 12 alunos, depois fomos para 40, e agora estamos com uma m�dia de 57 alunos. Sr. Mario Fleck diz que tal projeto aumenta a auto-estima dos alunos,  que ficam por um per�odo de aproximadamente 6 meses, e posteriormente s�o encaminhados a um emprego formal. Esses homens sentem-se �teis, por estarem cuidando da pr�pria cidade, al�m de estarmos incentivando a conscientiza��o dessas pessoas como cidad�os. Complementa que esses alunos recebem uma bolsa aux�lio no valor de R$ 180,00 por m�s, e que no final da tarde ainda recebem uma palestra. Sr. Walter Vasconcellos complementa que alfabetizamos mais de 100 pessoas. Fala ainda que sente muito que esse projeto ainda n�o tenha conseguido atingir mais pessoas. Complementa que hoje s�o cerca de 50 pessoas, por�m gostaria que fossem muito mais, s� que infelizmente n�o temos verba suficiente para atendermos a um n�mero maior que esse. Complementa com o projeto avenidas, que j� est� pronto, e que poderia gerar renda para 500, 600 pessoas, e futuramente trabalharem como jardineiros, caseiros, entre outros. Fecha sua exposi��o dizendo que o foco da AME Campos por enquanto tem sido educa��o, crian�a e gerar renda. Fora isso, existem paralelamente diversas batalhas pol�ticas, auxiliando outros projetos, fortalecendo outras entidades locais, e algumas a��es assistencialistas inevit�veis, como por exemplo um aux�lio financeiro para a implanta��o da UTI Neo Natal na maternidade da Est�ncia em parceria com o Rotary Club; reforma da delegacia municipal, onde havia um  pres�dio em Campos do Jord�o, e com a reforma,  implantou-se a Delegacia da Mulher de Campos do Jord�o. Sr. Mario Fleck aborda o projeto da Coleta Seletiva de Lixo, dizendo que n�o chega a ser um projeto complicado, que as solu��es s�o simples e os governantes desinteressados, pois a prefeitura municipal paga para transportar o lixo, que � reciclado. Se consegu�ssemos �barrar� o lixo na porta de suas casas, n�o precisar�amos gastar dinheiro com ele, e al�m disso poder�amos gerar renda para a popula��o. Acreditamos em resumo que existem solu��es que salvam a cidade,  que ainda tem tempo de melhorarmos. Precisamos aumentar a escala de atua��o. Temos algumas id�ias na �rea da cultura, e existem  pessoas locais com boas inten��es. Temos o privil�gio de estar a 2h do maior centro financeiro da Am�rica Latina, da mesma forma  podemos contar com  amantes da Est�ncia, como � o caso do pr�prio Geraldo Carbone, que disponibilizou o audit�rio do banco para a realiza��o da Assembl�ia, assim como j� nos auxiliou em diversas  �reas, como o concerto Bank Boston, que teve uma edi��o ano passado em Campos do Jord�o, com a renda revertida integralmente a AME Campos. Finaliza que n�o existe em S�o Paulo um munic�pio com um potencial de alavanca para o desenvolvimento como Campos do Jord�o. Acredita que se consegu�ssemos  aumentar o nosso potencial de aux�lio, poder�amos provar que independente de governo, talvez at� fazendo parcerias, conseguir�amos transformar a vida da cidade. Fala que para podermos nos organizar melhor, dividimos alguns associados em grupos espec�ficos, e passa a palavra ao Sr. Paulo Bilyk, que far� a apresenta��o no que diz respeito a Seguran�a da Cidade.

Sr. Paulo Bilyk: Inicia a apresenta��o relatando que os dados s�o fruto de um trabalho em conjunto com diversos agentes, como o Sr. Eduardo Moreira da Cruz Neto, que � o principal canal de liga��o com Campos do Jord�o, o Sr. Frederick Wassef, que � advogado criminalista em S�o Paulo, o Sr. Leo Slezynger, e Sr. Mario Fleck. Acha importante dizer que foi em fun��o do tema seguran�a que surgiram as comiss�es de trabalhos espec�ficos, pois anteriormente  todos da AME Campos canalizavam seus esfor�os para os assuntos gerais, sendo que a nossa for�a de atua��o tem um potencial bem maior. Fala a respeito dos assaltos que vinham crescendo de maneira alarmante na  Est�ncia. Complementa ainda que a pol�cia � prec�ria em Campos do Jord�o, e a estrutura f�sica da delegacia municipal � o retrato concreto desse fato e precisamos melhorar a atua��o dos agentes de coa��o, e o fato � que a policia civil e militar n�o produz os resultados esperados por  falta de estrutura, falta de bom pagamento e treinamento. O diagn�stico � que o centro do problema, vindo de uma s�rie de relatos e acompanhamentos diretos de pessoas ligadas ao tema, como o Sr. Frederick Wassef, o Cel. Ubiratan, a Deputada Zulai� Cobra, a aproxima��o com a comunidade local, com o pr�prio CONSEG, evidenciaram que um policial sem prestigio n�o proporciona seguran�a; o local que a PM est� alocada n�o pertence ao estado, e n�o h� local suficiente para coordenar os trabalhos. Existe outro problema que � uma curiosidade  das distor��es burocr�ticas administrativas, � que o policial em Campos do Jord�o tem que enfrentar um custo mais alto na cidade e receber uma puni��o salarial de certa forma, por ter que custear sua vida em um local mais caro, ou seja, os policiais que trabalham no Vale do Para�ba acabam tendo mais renda dos que moram na Est�ncia. Fala a respeito das sa�das de Campos do Jord�o, que � uma problem�tica que vem sendo discutida dentro do grupo, pois existem diversas maneiras dos infratores sa�rem da cidade, sem ter controle algum de for�a pol�cia. Evidentemente a situa��o que encontra-se hoje, � lei que se n�o for feito algo para barrar esse processo, ele tende somente a aumentar. Temos uma cidade com cada vez mais �reas  invadidas, n�o h� uma atividade econ�mica que incorpore as pessoas dentro da economia municipal, sem nenhuma rede de prote��o social,  aumentando a ocorr�ncia de atividades il�citas.Ainda complementa que esse problema se agrava na �poca da temporada, por existir  uma falsa sensa��o de seguran�a, pois todo o policiamento est� alocado dentro do eixo central da cidade. Por�m uma parcela  muito grande de pessoas n�o moram nesse eixo, que s�o os locais assaltados. Fala que para isso estabeleceu-se um liga��o bem forte entre o Conselho Municipal de Seguran�a (CONSEG), com a secretaria estadual de seguran�a, comando geral da pol�cia militar do estado e local, e com v�rios parlamentares. O fato � que com a a��o da AME Campos em parceira com o CONSEG, instaurou-se  uma correi��o dentro da policia civil da cidade, e tudo indica que ser�o trocados os elementos suspeitos dentro dessa entidade na Est�ncia. Acredita que isso � uma  vit�ria parcial da AME Campos e do grupo que est� atuando, porque teremos que entender quem vir� para Campos do Jord�o. A quest�o � acompanhar isso de perto. Outro trabalho que iniciou foi � bonifica��o aos 3 melhores policiais militares do m�s, com uma  doa��o de cesta b�sica complementar, para iniciar a integra��o com a PM; outra a��o foi a reforma da delegacia. O que n�s precisamos realizar nos pr�ximos 365 dias � iniciar um plano de aux�lio moradia para os policiais militares, um fundo de complementa��o salarial para os policiais militares e civis de Campos do Jord�o,  e tamb�m para professores, pois sem isso, teremos sempre o policial  caindo em tenta��o de receber uma propina. Tamb�m acreditamos que outra forma de atua��o � disponibilizar cursos de evolu��o profissional para os policiais, sendo de investiga��o, de tiro, e etc, criando uma perspectiva de crescimento para eles. O que n�s queremos nos pr�ximos dois anos � estabelecer uma rede de postos policiais comunit�rios, sendo realmente fundamental para fazermos o controle dos pontos que foram mencionados anteriormente. Seriam entre nove a onze pontos, com traillers m�veis, equipando-os. Essas estruturas fariam o controle dos ve�culos que entram em saem da Cidade, articulados atrav�s de radio, celulares, internet, controlando Campos do Jord�o por inteiro. O maior problema � que a policia n�o tem pessoal para colocar nesses equipamentos, e quem precisa alterar o volume de pessoas em atua��o  nessa parte � o estado de S�o Paulo, precisamos aumentar o contingente policial de Campos do  Jord�o. Para isso, precisa-se existir um �ndice de aumento populacional e de criminalidade. Campos do Jord�o possui esses dois �ndices em eleva��o. Esses postos de controle servir�o de apoio para a pol�cia florestal e bombeiros. Temos uma alternativa, caso n�o consigamos pessoal, que ent�o treinar�amos um quadro de pol�cia municipal, e chamaria a pol�cia militar em momentos cr�ticos. E por final, para os pr�ximos dois anos, precisamos doar um terreno para a pol�cia militar poder construir sua sede, j� que existe verba para a constru��o, faltando apenas o local. Abre para discuss�o e para que todos participem do grupo de seguran�a. Sr. Affonso faz uma observa��o, expondo que a melhor solu��o � a aproxima��o �por baixo� da pol�cia, chegar mais pr�ximo a comunidade. Sr. Paulo complementa que ambas as a��es est�o sendo tomadas, e diz que conseguimos mais resultados com as a��es realizadas com o CONSEG, ao inv�s das que foram tomadas via secretaria do Estado. Sr. Paulo solicita que Sr. Affonso auxilie as atividades do Grupo de Seguran�a.  Sr. Mario Fleck complementa que todos os envolvidos nos processo n�o tem muito tempo dispon�vel, por�m mesmo assim despendem capital intelectual e financeiro para realizarem as tarefas. Finaliza a apresenta��o do Sr. Paulo falando sobre a parceria entre AME Campos e Instituto Pinho Bravo � IPB, sobre a parte operacional dos projetos realizados pela AME, que o Sr. Walter Vasconcellos acaba sendo a pessoa quem acompanha o processo mais de perto. Ele � a pessoa que ir� fazer a apresenta��o sobre meio ambiente.

Walter Vasconcellos: Acredita que a foi uma grande vit�ria tamb�m para o Pinho Bravo a AME Campos ter se deslocado para Campos do Jord�o, pois assim a entidade torna-se muito mais forte dentro da comunidade, e complementa que a entidade � uma ferramenta muito importante para a Cidade, e que n�o sabe a for�a que tem, por n�o se articular, n�o se movimenta de acordo com o potencial que ela tem se todos se envolvessem. Complementa ainda que vivendo o dia a dia da cidade, acredita que o problema de Campos do Jord�o � muito simples de se resolver, precisando de uma atitude diferente das pessoas que est�o dispostas a resolver essas quest�es. Na apresenta��o sobre Meio Ambiente, diz que resolveu mostrar dados simples, apesar de existirem campanhas maiores sendo feitas, porque s�o as pequenas coisas que vem resolvendo o quadro, se atingirmos a base do problema agilizar�amos os resultados. Todas as quest�es ambientais da AME Campos s�o tratadas pelo IPB, que na realidade acaba sendo uma �nica atua��o. Comenta sobre o nosso aux�lio junto a Cooperativa de Lixo Recicl�vel, a qual ajudamos semanalmente a tratarem de seus assuntos burocr�ticos. Fala sobre o caminh�o, que compramos, sobre as pessoas que n�o conseguem emprego, e que transformou-se no projeto carrinheiro, que iniciou com 02 pessoas; fala a respeito das palestras que s�o ministradas semanalmente nas escolas da cidade sobre coleta seletiva, e que isso vem surtindo um resultada muito bom, pois muitas escolas hoje vendem o lixo reciclado e revertem em benef�cio. Fala a respeito da metodologia que utilizamos, e comenta sobre a reuni�o do lixo, todas segundas feiras, �s 18:00h, e que resulta em  projetos, solu��es para os problemas. Mostra tamb�m alguns dados extremamente relevantes a respeito da coleta. Em 2002 Campos do Jord�o reciclou 13 ton de lixo; j� em 2003, com o nosso apoio, conseguimos reciclar 222 ton., com um custo muito baixo. Complementa que esse valor equivale a 5 dias de lixo da cidade, e acredita que temos condi��es de reciclar o lixo todo, sendo somente uma quest�o de log�stica. Mario complementa que esse tipo de projeto, al�m de limpar a cidade, gera renda para o munic�pio. Complementa que tudo � contabilizado, e que tudo que d� certo, nos preocupamos em transformar em m�todo. Quest�o das lixeiras: A AME Campos colocou uma m�dia de 60 lixeiras ao longo da cidade, sendo uma excelente forma de conscientiza��o da popula��o, pois tendo as lixeiras, porque as pessoas jogariam lixo nas ruas? E todas as lixeiras que est�o na avenida foram colocadas por n�s. Acha ainda que dever�amos come�ar uma campanha de cada associado da entidade doar uma lixeira por ano, porque da� ter�amos mais 100 lixeiras. Ainda complementa que com elas estamos divulgando a marca da entidade, e que sempre mantemos limpas, al�m do lixo proveniente delas irem para a coleta seletiva tamb�m. Ainda quer contabilizar quanto que elas geram de lixo por m�s, acreditando que hoje conseguimos sustentar uma fam�lia com o lixo proveniente das mesmas. Diz ainda que iremos colocar mais 20 lixeiras esses dias.  Enfatiza que dever�amos realmente fazer a campanha de doa��o de lixeiras entre associados. Complementa com os dados da Cooperativa, dizendo que cada cooperado ganhou em media no ano passado R$ 370,00 por m�s. Fala tamb�m que no final do ano passado iniciamos o projeto de melhoria das cal�adas, pois no projeto avenidas, em parceira com o Banco Real, cuidamos dos jardins, e agora estamos tamb�m concertando as cal�adas. Diz ainda que a cidade n�o favorece ao pedestre. Contabilizou que em Abern�ssia passam em m�dia 3000 pessoas por dia, tendo realmente a necessidade de amplia��o e melhoria das cal�adas. Dentro disso, existe um projeto maior, o Caminho de Campos, o qual consiste em n�o s� mantermos a avenida principal da cidade, mas sim todas as avenidas relevantes  de Campos do Jord�o, como a Av. do Horto, a do Toriba, a do Pal�cio, entre outras, e da� precisaremos de mais aux�lio financeiro para podermos concretizar esse projeto. Agora iremos buscar os recursos. Fala que com o projeto da Avenida, conseguimos j� resultados muito interessantes, que existe fila de pessoas querendo entrar no projeto, por�m n�o conseguimos pelo fato de n�o termos recursos financeiros para isso. Disse que ainda a AME Campos  disp�e do dinheiro da entidade para podermos pagar os bolsistas. Comenta a respeito da cria��o de novos canteiros, e sobre o viveiro municipal, que n�s administramos e que produzimos muitas mudas. Complementa ainda que cuidamos de outros jardins que seriam responsabilidade da prefeitura, por�m ela n�o tem capacidade para faz�-lo. Em fun��o disso, cuidamos dos jardins do F�rum, de creches, dos campos de futebol, da delegacia, da pol�cia militar, e existem diversas solicita��es da prefeitura para cuidarmos dos locais que eles n�o tem infra estrutura. Finaliza dizendo que agora estamos em um momento crucial, que j� sabemos como se faz para deixarmos a cidade limpa, temos condi��es de administrar o processo, e que a �nica coisa que nos falta � dinheiro para investirmos no projeto Caminhos de Campos. Com esse dinheiro, em um ano, conseguiremos transformar a cidade de uma forma irrevers�vel. J� temos a concess�o para conservarmos: Avenida do Horto at� o Horto, Av. Roberto Simonsen, Estrada do Pal�cio at� o Audit�rio, Estrada do Toriba at� o Toriba, Av. Alto da Boa Vista, Av. Matheus da Costa Pinto, Av. Castelo Branco, Estrada do Itapeva, Av. Carlos Alberto Bueno Neto, Estrada da Campista, Estrada da �gua Santa e pedimos tamb�m o trecho final da SP 123, por�m essa �rea pertence ao DER, e j� encaminhamos of�cio a eles solicitando tal �rea. Com a estrutura que temos hoje, n�o conseguiremos atingir esse projeto todo, por�m j� fizemos um or�amento, o qual teria um custo de 1milh�o de reais/ano, que seria uma transforma��o radical. Dividimos esse valor em 5 cotas de 200  mil, e o Banco Real j� ficou com uma. Estamos procurando interessados nas outras cotas, das quais uma est� dividida em sub cotas de 50 mil, e j� temos mais duas delas vendidas. Faltam 700 mil. Todo patrocinador que entrar no projeto tem direito em colocar sua marca como patrocinador, fala ainda que precisamos come�ar, e acredita que cada pessoa que puder comentar  com colegas, seria de extrema valia, pois todos tem interesse pelo fato de Campos do Jord�o ser naturalmente uma vitrine.

Eduardo Moreira da Cruz Neto: Inicia agradecendo a presen�a de todos, e aborda as a��es sociais da Ame Campos. Fala a respeito do programa combate � Mis�ria, que resolve parcialmente essa situa��o, que essa proposta  supre a falta de locais para as crian�as, e tamb�m auxilia na alimenta��o.Complementa que o projeto engloba a constru��o de 04 creches no munic�pio, tendo j� a primeira constru�da, patrocinada pelo Sr. Roberto Baumgart e administrada pela SEA � Sociedade de Educa��o e Assist�ncia Frei Orestes, que tamb�m j� cedeu a �rea para a constru��o da 2a creche, que j� temos o projeto pronto. Fala tamb�m sobre as doa��es realizadas atrav�s da AME Campos, por empresas que participam da entidade de alguma forma; o aux�lio atrav�s dos recursos financeiros, para as associa��es de bairro, para o fortalecimento de outras entidades locais, e demais doa��es realizadas pela entidade. Walter Vasconcellos complementa a exposi��o do Sr. Eduardo dizendo que o caixa da AME Campos auxilia mensalmente diversas entidades locais, pois com o fortalecimento delas, a AME desempenha melhor o seu papel, e cada entidade tamb�m consegue ter for�a para desempenhar sua fun��o. Enfatiza que nas pequenas coisas que se conseguem os resultados maiores, e que esse apoio financeiro da AME tem sido fundamental para darmos continuidade a diversos projetos. Finalizando a apresenta��o, o Sr. Eduardo complementa falando a respeito das palestras ministradas pela Escola da Cidadania, e tamb�m comenta a import�ncia da uni�o entre as for�as locais, enfatizando a Ag�ncia de Desenvolvimento Sustent�vel, que � mais um apoio muito importante da AME Campos. Aborda a reforma da Delegacia Municipal e a cria��o da Delegacia da Mulher � tudo advindo da AME Campos. Comenta tamb�m sobre as campanhas realizadas pela AME, como a 1a e 2a Campanhas de Castra��o de animais, Campanha de Preven��o a AIDS, Campanha para a Coleta Seletiva de Lixo e as 1a, 2a, 3a e 4a  Edi��es da  Caravana da Cidadania.

Mario Fleck: Finaliza a Assembl�ia comentando a respeito do coquetel que  ser� oferecido pelo Bank Boston e enfatiza a import�ncia da funda��o da Ag�ncia de Desenvolvimento. Complementa  sobre os eventos que a AME Campos realizar� na cidade, como 3 edi��es dos concertos Bank Boston e o Concerto agora na P�scoa, dia 11 de abril �s 16h, oferecido pelo Haras Polana, que ter� toda sua contribui��o revertida  para a AME Campos. Apresenta os nomes dos Coordenadores das Comiss�es de Trabalho atuais, comunicando que s�o as mesmas pessoas que tem inten��o de permanecer a frente dos trabalhos que j� se iniciaram. Aborda que como j� se passaram tr�s anos do mandato atual dele, precisar�amos eleger quem estar� no comando a partir de ent�o. Finaliza perguntando se existe alguma pessoa que se oponha a tal nomea��o. Todos concordam, ficando eleito o novo Conselho Deliberativo da AME Campos. Os nomeados foram: Sr. Mario Fleck, Sr. Jos� Alberto Diniz, Sr. Walter Vasconcellos,  Sr. Eduardo Moreira da Cruz Neto, Sr. Romeu Trussardi Neto, Sr. Lionel Zaclis, Sr. Leo Edward Slezynger, Sr. Paulo Andr� Porto Bylik, Sr. Cl�udio Hel�, Sr. Rolf Roberto Baumgart, Sr. Mario Arthur Adler, Sr. Charles Tawil, Sr. Geraldo Carbone e Sr.  Jo�o Carlos Ver�ssimo. N�o se procedeu a elei��o do Conselho Fiscal e ainda n�o foi conclu�da a elei��o dos 07 nomes restantes para compor o Conselho Deliberativo, ficando em aberto.  Finaliza falando que faremos uma Assembl�ia Extraordin�ria em breve, para reformarmos o estatuto atual.

Mario Fleck
Presidente
Renata Segalla Formenti
Secret�ria

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