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Ex-Presidente da Suprema Corte de Justiça de
Israel, Haim Cohn mergulha no Direito Romano e
na lei judia, vigentes no século I, para emergir
com uma tese surpreendente: a de que os membros
do Sinédrio, na verdade, tentaram salvar Jesus
das garras da justiça romana.
Portanto, o ódio que, durante séculos, os
cristãos devotaram aos judeus, acusando-os de
terem matado o Cristo, seria, na visão de Cohn,
totalmente infundado.
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