TREVIM E S. ANTÓNIO DA NEVE

 

     A cerca de 20 quilómetros da Lousã, quando a estrada que galga a Serra atinge a altitude de 1.000 metros, ramifica-se para a esquerda uma estrada de turismo, em bom estado de conservação, que conduz ao Trevim e ao Santo António da Neve, os dois picos culminantes da Serra da Lousã, com 1.200 e 1.180 metros de altitude, respectivamente, que se podem visitar de automóvel ou camioneta.

     Do Pico do Trevim abrange-se um dos mais vastos, senão o mais vasto panorama que das serras de Portugal se pode abranger.

     Para quem está voltado para o Sul é esse panorama limitado pela Serra do Muradal, Serras de Vila Velha de Rodão e mação, Alto Alentejo, Serra de Aire, Serra dos Candeeiros, o Mar e a Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz); e para quem se volta para o Norte os limites são o Mar. o Bussaco, o Caramulo, o Montemuro, a Estrela, a Gardunha, até se encontrar de novo a Serra do Murada, que limita pelo noroeste a região de Castelo Branco.

     Dentro desta extensa região, que deve ser sensivelmente um terço de Portugal continental, veem-se Coimbra, Montemór, Figueira, Miranda, Anadia, Cantanhede, Penacova, Poiares, S.tª Comba Dão, Tondela, Oliveira do Hospital, Nelas, Mangualde, Fornos, Gouveia, Cernache do Bonjardim, etc., e centenares de outras mais pequenas povoações.

      Junto à Serra, mil e tal metros mais abaixo, as veigas da Lousã, Miranda e Góis, e para sul o vale da Ribeira de Pêra, onde as povoações se encostam umas às outras: Castanheira, Coentrais, Sernadas, Sapateira, Bôlo, Vilar, Troviscal, etc.

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