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O dia de Galland.
Sempre tive muito orgulho em voar ao lado de todos meus kamarades da Luftwaffe. Principalmente Stoffeushaus, nosso l�der de equipe, e Galland, nosso maior Az. Mas, todos temos nosso dia de sorte. Assim, como todos temos nossos dias de azar. N�s os chamamos de nosso maior Az, e, os advers�rios, respeitosamente, o chamam de "essa droga dessa peste". Adolf Galland, Eu, e mais um novato, faz�amos uma patrulha de rotina, quando Galland avistou 3 C's-47 escoltados por dois P-47, se dirigindo � Laon. Eu estava longe, do outro lado do mapa, quando ouvi no r�dio, um atr�s do outro, avi�es aliados caindo. At� a�, normal . . . n�o havia muita dificuldade p'ra nosso grande Az derrubar uns P-47 novatos, em seu fabuloso Me109, seu avi�o predileto. Quando eu estava voando para me encontrar com ele, vi um C-47 solit�rio, voando. Dirigindo-me respeit�velmente � nosso amado Az, disse:"-Cai fora, Galland, esse � meu . . . voc� j� derrubou todo mundo". Como meu combust�vel estava acabando, n�o precisava economizar muni��o, e despejei tudo o que tinha em cima do C-47, que explodiu no ar. Tive de voltar p'ra reabastecer, enquanto os outros voavam em patrulha, quando, ainda com o mesmo avi�o, Galland anuncia: "Alvos". B's-17, 4 deles. P'ra quem nunca tentou, pode imaginar que � f�cil p'ra um Me109 derrubar um B-17. Mas, Voc� tem de atirar muito de perto, e no lugar certo, porque, o Me, leva muito pouca muni��o. Eu corri o m�ximo que pude, agora em meu A-5, em dire��o aos B-17 . . . jamais imaginei que houvesse muni��o suficiente num Me p'ra derrubar tantos avi�es. "-Em combate, cortando comunica��es de r�dio", anuncia Galland. Ap�s algum tempo, j� pr�ximo ao local de encontro com os aliados, mas, n�o via ningu�m . . . ent�o, chamei pelo r�dio : "- Galland? Pode informar situa��o?". Deu p'ra enchergar o sorriso, e o charuto aceso, enquanto ele respondia. "-Pousado, no ch�o, . . . sem combust�vel, . . . sem armamente,. . . e com o avi�o todo ferrado". -Tem quantos B-17 no ar agora? - . . . . . . .nenhum. |
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