Pegamos as motos e fomos então, passando por um pequeno vilarejo local, atravessando por uma ponte meio perigosa para motos, porque a ponte só tinha táboas nos "trilhos" dos carros, ficando vigas transversais expostas no meio e nos cantos, sem qualquer corrimão que fosse nas laterais. Tudo bem, cada trilho tinha 3 táboas de uns 10 cm cada, mas só o perigo de queda em caso de desequilíbrio parecia me puxar para a catástrofe... Hehehe... Sei que isso é sintoma de fobia... Acho que tenho mesmo. Então eu procurei ficar calmo e passar numa boa, sem pensar em possibilidades de desequilíbrio sobre a ponte. Depois da ponte passamos por umas ruas meio estreiras, de terra, e chegamos a uma grande subida, bem inclinada, com um asfalto velho, que dava acesso à entrada de algumas casas nos morros. Então o Marcus parou na entrada de uma casa, e reconheceu o lugar. Ele disse que fazia uns 15 anos que ele não ia lá. Mas a casa estava fechada, com aparência de abandono. Achamos uma placa de vende-se deitada no chão, ao lado do portão. O Tatu (Marcus) nos contou algumas histórias rápidas, e levantou a idéia de juntar um pessoal pra alugar algum dia uma casa por lá. Alguém, não me lembro se foi o Maurício ou o Paulo, levantou até a idéia de comprar a casa, se estivesse ao alcance... Depois pegamos as motos e continuamos pela estrada, subindo o morro, para ver como seria a próxima praia. Paramos num local de onde dava pra ver do alto a praia em que estávamos.
Bom, está bem tarde... Tem mais fotos e mais fatos. Um outro dia eu continuo a história. Fiquem com as demais fotos: