Márcia Almada*.



Currículo Lattes



Artigos:

Uma festa para o príncipe infante.
Estórias fantásticas do rio São Francisco
Resumo da dissertação: LIVROS MANUSCRITOS ILUMINADOS NA ERA MODERNA: COMPROMISSOS DE IRMANDADES MINEIRAS, SÉCULO XVIII.
O religioso e o artístico nos livros ilustrados em Minas Gerais: Livro de Compromisso da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar das Congonhas de Sabará.




* Márcia Almada é Mestre em História Social da Cultura pela Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2006 defendeu a dissertação Livros Manuscritos Iluminados na Era Moderna: Compromissos de Irmandades Mineiras no Século XVII, onde analisa a arte decorativa em manuscritos sob a perspectiva do diálogo entre a prática medieval e a estética tipográfica. Licenciou-se em História pela mesma Universidade em 1990. Especializou-se em Conservação e Restauração no International Centre for the Conservation and Restauration of Cultural Property – ICCROM/UNESCO – na Áustria em 1993 e em Planejamento e Gestão Cultural no Instituto de Educação Continuada da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em 1999. Atualmente é Diretora de Conservação e Restauração da Superintendência de Museus do Estado de Minas e coordena as seguintes pesquisas: Modernização do Museu Mineiro, patrocinado pelo IPHAN: atualização da museografia a partir do estudo das técnicas de policromia e da iconografia de esculturas sacras barrocas do acervo do Museu Mineiro; Signos do Universo Roseano, do Museu Casa Guimarães Rosa: edição de livro sobre as memórias dos habitantes de Cordisburgo, relacionando-as às experiências cotidianas da região relatadas na obra de Guimarães Rosa; Cartões de Guignard para Amalita, do Museu Guignard, patrocinado pela Petrobras: reprodução fac-símile do famoso álbum de Guignard contendo pesquisa histórica e estética sobre a obra. Foi responsável pela concepção e coordenação do projeto Preservação de Obras Raras da Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa, de Belo Horizonte, patrocinado pela Petrobras e Usiminas, entre 1999 e 2006, quando 1500 obras raras foram restauradas, organizadas e catalogadas. Foi consultora da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte para elaboração do Diagnostico dos Acervos Móveis” e da Fundação João Pinheiro para a publicação Panorama de Belo Horizonte – Atlas Histórico. Desenvolveu trabalhos de restauração para as principais instituições públicas de Minas Gerais. Destacam-se entre eles a restauração do Panorama de Bello Horizonte, de Olinto Belém, do acervo do Museu Histórico Abílio Barreto; a Planta Cartográfica de Bello Horizonte, datada de 1894, do acervo do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte; o exemplar do Triunfo Eucarístico do acervo do Museu Mineiro, entre outros. É responsável pela coluna Estante Antiga, da Revista do Arquivo Público Mineiro, onde assina artigos sobre obras raras e esgotadas sobre a história de Minas Gerais: 1. Uma festa para o Príncipe Infante – RAPM, ano XLI, 2005. 2. Estórias Fantásticas do Rio São Francisco – RAPM, ano XLII, 2006.

 

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