| II VALSA BRASILEIRA PARA SANFONA E CORDAS A noite cchegara dura Do que fora granito apenas o rescaldo da cor Preta � a solid�o sem sapatos �trio franciscano alma de cil�cio oferenda pedra o gasto caminhar p�s descal�o Quem da noite atira-se pedra? A seta do tempo abre-se em comportas ao vento Nada se fecha nesse abrir a alma enferrujada Trinco n�o h� que comporte essa porta Hora Sol ampulheta chave A humildade escorre rio na saliva do c�u sereno � noite todos os homens s�o puros esquecidos do dia Quem da noite atira-se palavra? A fala articulada gagueja no rovalho barro relva merejando a noie presa do suor o p�caro articula-se na argila: exerc�cio de arco curva dos ventos touceira retorcida Hera Alma Colinas do interior madressilvas verde Um passarinho solu�a na madrugada asas penas anjo canoro em guarda no canto Flauta trespassada o cora��o geme A noite rumina um tempo lerdo cativa do vento A noite e sua negra epiderme A noite e seu esqueleto de sombras A noite e sua fala obscura CASA VOLTAR CONTINUA |