
O mundo não é o bastante
Aventura, emoção, drama e romance fazem parte da trama envolvente de o mundo não é o bastante. Prossigam a partir de agora com mais uma produção exclusiva da Metro Goldwin Ararat com apoio da Rede SAT (Sistema Ararat de Televisão).
*Clique nas fotos para amplia-las*
Dia 14 de
outubro de 1999, Município de São Roque, SP. Um mistério paira
no ar.....muita ansiedade fazia-se presente no local. O silêncio
era esurdecedor para todos ali presentes, até que, uma voz
quebrou o gelo: "Chefe, me dá mais uma paçoca que eu tô
morrendo de fome!"
Todas as atenções tornaram-se para este pobre ser faminto, que
devorou a paçoquinha em questão de segundos. E assim
desencadeou o maior barraco por volta das sete horas da manhã,
ao pé do Morro do Elefante.
O dia anterior havia sido esmagador: Após 10 km de caminhada e
um de subida íngreme até o topo do morro, oito escoteiros, sete
seniores e três chefes encontraram-se encurralados no meio da
noite em um estreito pedaço de terra, onde a ventania
impossibilizava a hipótese de acender uma fogueira e cozinhar a
janta. Problema resolvido; ninguém comeu nada e foram todos
dormir com o estômago vazio. No meio da noite, trovões
iluminavam o céu, revelando uma desagradável surpresa ao chefe
Paulo, que deitava na ponta da lona....um vulto suspeito, vindo
do nada...seria um alienígena de outro planeta tentando fazer
contato? Posso imaginar a cena: O chefe Paulo esfrega um olho com
uma mão. Ainda assim vê tudo nublado....então esfrega a outra
com força na tentavia de enxergar melhr, até que, o choque:
Um.....um....um boi! Sim, um boi mal encarado, acompanhado de sua
vaca (no bom sentido da palavra, claro) e seu bezerro, amontoados
ao lado dos escoteiros no estreito morro. Muito silêncio e calma
em um momento de risco como esse...se as escoteiras vissem a
cena, com certeza os urubus teriam uma presuntada de escoteiros
para o café da manhã. Digo isso porque voc|ê, meu caro
telespectador, não tem noção do poder das cordas vocais
daquelas meninas! A gang liderada pela escandalosíssima
Chiquitita não poderia ter consciência do que ocorria, então
os sempre alertas escoteiros da ponta tomaram todas as
precauções para que nada desse errado (ou pelo menos não tão
errado...). Porém, o sono bateu de vez e ficou, adormecendo
todos que observavam cada piscada de olho e cada mugido dos nem
um pouco amigáveis bovinos. De repente, o vento bateu mais forte
e a lona que agasalhava os escoteiros tomou um rumo não desejado
pelos próprios: Desprendeu-se das garras de alguns friorentos
que se enroscavam com o plástico amarelo brilhante, fez como se
fosse cair lá embaixo; voltou e fingiu que partiria dessa vez
por cima, até que com toda a sua força mirou o alvo e o acertou
com todo o gosto. Depois de um sonoro Páaaaaaaa! e um estridente
Pummmmmm! veio o que todos mais temiam: um assutador Muuuuuuuu!
Sem mais, uma alma caridosa puxou de volta a lona e tratou de
dormir antes que a vaca revidasse o tapa na cara. O dia amanheceu
rapidamente, e todos acordaram famintos, cansados e assustados,
com exceção das escoteiras que nem tinham noção da aventura
que alguns de nós havia vivido na noite anterior. Com tudo sob
controle (na verdade não havia nada sob controle ali, era cada
um por si e pernas pra que te quero!), todos prosseguiram
calmamente (sob fortes ameaças de morte por parte da chefia) e
cada um com sua mochila nas costas seguiu seu caminho. Uns
falando sobre pizza, outros sobre mousse de pepino, alguns
pensando em pular a cerca e passar a mão em umas laranjas
simpáticas que haviam pelo caminho e outros, bem, nem falar
falavam.....E assim seguiram estrada a fora, felizes até o fim!
Sabe aquelas excursões com a escolinha que você costumava fazer para parques, feiras e museus? Pois bem, esse caso, em particular, não foi muito diferente. Era dia da Revolução de 1932, e o local escolhido foi o Parque da Cantareira. A parteinteressante foi a adrenalina pura no caminho até lá: um ônibus vazio, só com um bando de escoteiros barulhentos e um motorista kamikaze, que grande parte das vezes esquecia de usar o pedal do freio (imagino o curso de motorista via correio que este sujeito inscreveu-se....). Era curva pra um lado, curva para o outro, descidas e ladeiras infinitas....as crianças sorridentes a esta altura do campeonato esncontravam-se caladas, sentadas e comportadas, com os olhos arregalados e as mãos grudadas no banco da frente. E assim foi o percurso até o parque, onde a cambada foi dividida em grupos em uma super aventura que consistia em seguir os sinais de pista, decifrar as cartas- prego e finalmente converter os revolucionários em Getulianos (tarefa muito fácil para os grandalhões como o Dedé, abaixado, de boina preta e casaco cinza, e Demian, em pé, uniforme cáqui e boina azul), enquanto as mais indefesas como eu, de preto e ao lado do Demian, e a Camila, em pé, no canto esquerdo, enfiávamo-nos em buracos na tentativa de nos escoder atrás do matagal. Foi um dia emochocante, mais uma aventura que só a Stella Ararat Turismo poderia proporcionar!
Fim do mês de agosto; 5º aniversário do Grupo Escoteiro Indaiá. Alguns de nós estavam lá presentes no jogo urbano e ralo que se realizaram nos dias 28 e 29 de agosto de 99, na cidade de Indaiatuba. Separadas em equipes, reunidas, e separadas de novo, as guias Ana Carolina, Juliana e Zezé, tiveram a oportunidade de presenciar um momento único: a mímica das garotas de São Caetano! Com certeza aqueles era um momento tenso para todos, especialmente para a equipe em questão, quando uma das guias da mesma tirou uma carta misteriosa, com um animal praticamente inimitável. Em gestos desesperados a pobre garota se contorcia, dava pulos e fazia caretas, e memso assim não obtia resultados positivos de suas companheiras, até que, em um momento de insanidade, ela juntou a palma de suas duas mãos, as abriu pela metade e "abocanhou" com as próprias uma folha de árvore sem piedade. Uma das guias da equipe não hesitou em gritar: "Já sei, é um denossaurrrrrro!" Com certeza isso não tem graça pra quem está lendo e não estava presente no local, mas não custa destacar que foi muuuuuuito engraçada a cena. Só para deixar como registro, a pioneiria que a Tropa Escoteira fez durante a madrugada resolveu desmontar, obrigando as pobres crianças a desistirem do jogo urbano e remontar a mesa desmoronada, resultando em uma baita bronca da chefia (ainda bem que não eram os meus ouvidos! :o). No dia seguinte realizou-se um enduro assassino no parque local, obrigando-me a mudar de equipe, já que a minha era muito "profissional" e me esqueceram no meio da cidade que eu desconhecia (Carol, aquela monitora baixinha era um saco, né? Nem pra esperar a gente tomar um fôlego!). Foi então que surgiu a foto acima: Mudei para a equipe na qual a Juliana e a Camila se encontravam sob a monitoria do Nielsen, senior do GE do Mar Anhanguera (abraçado com a Camila, de uniforme cáqui). Caso vocês ainda não estejam familiarizados com os personagem, a Juliana está a esquerda, e eu ao lado dela.

Senhoras e senhores, aqui podemos observar cinco seres vivos da espécie humana, representando o Ararat no Jamboree do Chile de 98/99. No sentido horário, a partir da direita, Naíma, exibindo um modelito amarelo ma-ra-vi-lho-so, seguida por Zé Henrique, em uma pose fenomenal, na frente de Juliana, que estava ao lado de Dennis, que por fim, situava-se a esquerda de Ana Carolina (outra adepta ao modelito amarelo)
Prezados
telespectadores:
Alguns trechos do filme estão sendo editados para caberem nesta
tela, portante, pedimos o obséquio de que voltem em breve para
ver os próximos capítulos de "fotos - O mundo não é o
bastante" neste mesmo Ararat-horário e neste mesmo
Ararat-canal. Agradecemos sua colaboração e nos vemos em breve!
Esta foi mais uma produção da Metro Goldwin Ararat, com traduções da marshmallow a caçador.