Uma senhora de idade estava andando na rua quando apareceu um assaltante:
- Passe-me todo o seu dinheiro! - disse o ladr�o.
- Eu n�o tenho dinheiro n�o. - responde. - Eu juro. N�o tenho nada.
O ladr�o n�o acredita e passa uma revista na velha. Ele passa a m�o no corpo todo da
velha tentando achar algum dinheiro. Depois de muito esfregar ele finalmente concorda:
- � verdade, voc� n�o tem dinheiro. - E vai indo embora.
Mas antes dele desaparecer a velhinha grita:
- Se voc� der outra busca dessa eu assino um cheque...
Tr�s velhinhos estavam conversando:
- Tenho 75 anos - disse o primeiro - mas estou em plena forma. S� meu est�mago � que
anda rateando um pouco. Outro dia comi uma feijoada, acompanhada de umas e outras. E
depois me senti meio pesado, sonolento...
- Eu tenho 78 - disse o segundo - e tamb�m estou legal, mas acho que minhas pernas andam
fraquejando. Ontem joguei uma pelada na praia, depois nadei uns 2 quil�metros. � noite,
minhas pernas estavam um pouco doloridas.
- J� eu, tenho 80 anos - disse o terceiro - n�o sinto esses problemas. Mas minha
mem�ria esta come�ando a falhar: ontem, de madrugada, eu bati na porta do quarto da
empregada; ela acordou assustada e falou: "Que e isso, seu Juc�? Outra vez?
Tr�s velhos conversando sobre a maior vergonha que passaram em suas vidas.
- Foi quando a vizinha me pegou roubando uma fruta de seu pomar. Eu tinha cinco anos.
- Pra mim foi quando minha irm� me pegou olhando pelo buraco da fechadura quando ela se
despia. Eu tinha oito anos.
- Pois para mim foi quando minha av� me pegou tocando punheta.
- Mas isto n�o � nada demais. Todos os garotos fazem isto.
- Mas foi na semana passada...
No consult�rio m�dico o paciente idoso estava respondendo as perguntas.
--E quanto a sua vida sexual, o que tem a dizer?
-- Encontro dificuldades na terceira vez.
-- Terceira vez? Mas na sua idade isto � maravilhoso.
-- O senhor n�o entendeu, doutor. A primeira � com o dedo, a segunda com a l�ngua, a
terceira � que n�o consigo.
O velhinho, todo dia, na �ltima colherada da sopa, gritava pro gar�om que
n�o ao ia pagar e mostrava um cabelo que teria encontrado no prato. Um cabelo duro e
tudo. Chateado, o dono do restaurante resolveu seguir o velhinho, depois da janta, e viu
que ele entrava em um bordel. Esperou a hora exata e ao abrir a porta do quarto tava o
velhinho com a boca na botija de uma bela mulher. Ai gritou:
- ah, velhote. Agora eu sei porque n�o pagas a minha sopa...
Ao que o velhinho retrucou:
- �, mas se tiver macarr�o aqui eu tamb�m n�o pago.
Tr�s velhinhos conversavam sobre o melhor modo de se morrer. O primeiro disse:
- Eu gostaria de morrer num acidente automobil�stico, batendo o meu carro a 200 Km/h...
O segundo disse:
- Eu prefiro morrer dormindo...
E o terceiro o mais velhinho de todos, disse:
- Ah, eu gostaria muito de ser assassinado por um marido ciumento!
O velhinho chegou num consult�rio m�dico e falou pro doutor:
- Doutor eu to sentindo uma dor aqui (e apontava para a cabe�a, encostando o indicador na
cabe�a), uma dor aqui (fazendo a mesma coisa na barriga, uma dor aqui (no peito), outra
dor aqui (na perna).
O m�dico examinou e disse para ele voltar pra casa que ele n�o tinha nada.
No dia seguinte o velhinho estava l� novamente procurando o m�dico.
- Doutor eu to sentindo uma dor aqui (e novamente apontava para a cabe�a, encostando o
indicador na testa), uma dor aqui (na barriga), uma dor aqui (no peito), uma dor aqui, na
perna.
O doutor disse:
- Vamos tirar uma radiografia da cabe�a, tronco, e pernas.
O m�dico analisou as radiografias e n�o constatou nenhuma irregularidade e disse para o
velhinho:
O senhor esta em boas condi��es de sa�de, n�o se preocupe, mas se o senhor sentir mais
dores, volte aqui amanha...
No dia seguinte tava l� o velhinho, com as mesmas dores, apontando para os mesmos
lugares. Ai o m�dico resolveu tirar varias radiografias detalhadas do seu corpo. Tirou da
cabe�a, do t�rax, da barriga, das pernas, dos bra�os e das suas m�os.
O m�dico chegou a conclus�o que ele estava com o dedo indicador quebrado...
Um sujeito andando por uma praia, quase que deserta, resolveu fazer um buraco
nas propor��es de seu corpo e deitou cobrindo-o totalmente com a areia, deixando exposto
seu membro, o qual estava duro.
Duas velhinhas, passando perto viu aquilo e uma comenta com a outra:
- Querida:
- quando tinha 10 anos, nem pensava nisso,
- quando tinha 15 anos, descobri isso,
- quando fiz 25 anos, n�o vivia sem isso,
- quando completei 35 anos, minha paix�o era isso, com 45 anos, pagava por isso,
- quando fiz 55 anos, isso era uma raridade,
agora com 65 anos, esta nascendo at� na areia de praia...
A outra diz:
- Como os tempos mudaram querida...