MARÍLIA
Autoria de: Sebastião Carvalho Leme,
fotógrafo e inventor da máquina 360 º
No
meio da mata
bravia,
selvagem,
um
brilho aparece...
Será
uma estrela
que
nela palpita?
Será
o orvalho
que
gotas destila?
Não.
O
que brilha
com
brilho,
de
gotas de orvalho,
com
brilho de estrela
na
imensidão da mata selvagem,
é
o gume de aço
do
fero machado
vibrando
no espaço
criando
cidades.
É
Marília que nasce.
X
No
sitio onde fora
u'a
mata selvagem
agora
já existe
uma
grande cidade.
E
luzes cintilam.
E
luzes se avultam.
Não
são os brilhantes,
não
são as safiras.
O
que brilha
com
brilho
de
puro diamante,
com
brilho de jóia
de
luz faiscante
na
imensidão
da
grande cidade,
é
o fogo das forjas,
chaminés
das indústrias,
é
o lume das letras
irradiando
progresso,
irradiando
cultura
aonde
já fora
u'a
mata selvagem.
Marília
que cresce.
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Página elaborada
por: Walter J Cintra Jr
Atualizada em 13 de Maio
de 1.999 - Nossa Senhora de Fátima e Libertação dos
Escravos