ESQUEMAS DE HISTÓRIA DO BRASIL
Abaixo temos um resumo para o seu
estudo...aproveite !!!
1. A EXPANSÂO MARÍTIMA EUROPÉIA DOS SÉCULOS XV E XVI
"Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram sem casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu.
Mas nele é que espelhou o céu."
Fernando Pessoa. Mar Português.
AS GRANDES NAVEGAÇÕES DOS SÉCULOS XV E XVI
1.Contexto: transição do feudalismo para o capitalismo comercial
2.Fatores gerais:
- desejo de romper o monopólio italiano sobre o comércio de especiarias
- carência de metais preciosos para cunhagem de moedas
- interesse da nobreza em conquistar terras e prestígio
- busca de novos mercados
- ação e investimento da burguesia aliada ao rei
- progresso técnico-científico
2. A expansão portuguesa:
- a formação de Portugal como fruto da Reconquista
- A Revolução de Avis (1383-1385) e as condições para a expansão marítimo
comercial
- Fatores do pioneirismo luso:
- precoce centralização política
- grupo mercantil próspero
- situação geográfica privilegiada
3. Etapas da expansão portuguesa:
- a conquista de Ceuta - 1415
- o périplo africano
4. A expansão espanhola:
a descoberta da América - 1492
5. A divisão do novo mundo:
- o Tratado de Tordesilhas – 1494
6. As conseqüências da expansão marítima:
- a Revolução Comercial
- fortalecimento do poder real - absolutismo
- a colonização da América
- o desenvolvimento do mercantilismo
- Portugal se torna o país mais rico da Europa
7.Razões do rápido declínio de Portugal:
- emprego das riquezas obtidas no pagamento das importações e no sustento da
nobreza e do clero parasitários
- não desenvolvimento das manufaturas
- os conflitos entre a nobreza e a burguesia
- as grandes despesas para conquista e manutenção do império
ultramarino.
2. MERCANTILISMO
- Política econômica do Estado Nacional Moderno entre os séculos XV e
XVIII
- Característica básica: intervenção do Estado na economia.
- Outras características:
- metalismo
- balança comercial favorável
- monopólio
- protecionismo
- Conseqüência principal:
acumulação primitiva do capital
3. PERÍODO PRÉ- COLONIAL
( 1500-1530)
- exploração do pau-brasil - escambo com os índios
- estabelecimento de feitorias
- presença francesa
Necessidade de colonização:
- ocupar para garantir a posse
- valorização econômica através da agricultura
- declínio do comércio de especiarias
4.O SISTEMA COLONIAL
- Função da colônia: enriquecer a metrópole.
- Pacto Colonial:
- a colônia produzia
- a Metrópole comerciava
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matérias-primas - gêneros tropicais Þ
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COLÔNIA Ü Pacto Colonial Þ METRÓPOLE |
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Ü
manufaturas |
- Monopólio comercial: a colônia só fazia comércio com a metrópole.
- A estrutura colonial de produção determinava a sociedade e o
sistema político e administrativo.
5.A ESTRUTURA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DA COLÔNIA
Capitanias hereditárias:
- doação de terras
- outorga de direitos
- sistema descentralizado
Governo Geral:
- centralização administrativa em Salvador
- defesa do litoral, incentivo à produção, auxílio às capitanias
Câmaras Municipais: localismo político, representando os "homens bons"
6. CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE
COLONIAL
- estratificada
- sem mobilidade
- sem classe média
- aristocrática
- de mentalidade conservadora
- cultura e ideologia importadas
- patriarcal
7.AS INVASÕES ESTRANGEIRAS NA COLÔNIA
- Os franceses no Brasil:
1555 -1567- França Antártica - RJ
1612-1615 - São Luís - Maranhão
2. As invasões holandesas:
- Causas fundamentais:
- domínio espanhol
- guerra entre Holanda e Espanha
Causa imediata das invasões:
embargo açucareiro
Invasão em Salvador - 1624-1625
Invasão em Pernambuco - 1630-1654:
fase de conquista
fase de acomodação- governo de
Nassau
- fase de declínio e expulsão :
Insurreição Pernambucana
- Conseqüências do domínio holandês:
- declínio do açúcar
- conflitos com a metrópole
- início da influência britânica
8.A EXPANSÃO TERRITORIAL
1.Do século XVII ao XVIII: interiorização do povoamento
- As bandeiras:
- núcleo de irradiação: S. Vicente, devido pobreza e isolamento da
região
- bandeiras de caça ao índio:
apogeu durante domínio holandês
destruição das missões jesuíticas
- bandeiras mineradoras: incentivo da Coroa
início povoamento MG, MS e
GO
A OCUPAÇÃO DO SUL
- presença de missões, paulistas e fortes
- expansão da pecuária com o mercado das minas e indústria do charque
- oficial: fundação da colônia de Sacramento
A OCUPAÇÃO DA REGIÃO NORTE
- fundação de fortes contra estrangeiros
- vale amazônico: fortes, missões e coleta de "drogas do sertão.
- Maranhão: da subsistência e drogas do sertão à prosperidade do algodão
PECUÁRIA NO SERTÃO NORDESTINO
- atividade complementar à agrícola
- produção de couro
- fornecimento à zona mineradora
- características: latifúndio, trabalho livre, criação extensiva, produção
p/ mercado interno
9.MINERAÇÃO NO SÉCULO XVIII
1.Contexto:
dependência de Portugal à economia inglesa
- A exploração do ouro:
- ouro de aluvião e baixo nível técnico
- faiscação e lavras
- Fiscalização rigorosa:
- a Intendência das Minas
- impostos: quinto, finta, capitação
- a criação das Casas de Fundição
- O Distrito Diamantino.
5. Mudanças:
- novo polo econômico no Sudeste
- desenvolvimento do mercado interno
- crescimento das camadas médias urbanas
- maior mobilidade social
- expansão da vida social e cultural urbana
- interiorização do povoamento.
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Sociedade açucareira |
Sociedade mineradora |
- grande capital inicial
- aristocrática
- senhores e escravos
- menos trabalho assalariado
- rural
- sem mobilidade social
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pouco capital inicial
mais democrática
senhores, camadas médias e escravos
mais trabalho assalariado
urbana
maior mobilidade social
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10. OS TRATADOS DE LIMITES: RECONHECIMENTO OFICIAL DA OCUPAÇÃO
PORTUGUESA
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TRATADO DE MADRI -1750
- princípio do "uti possidetis"
- anulação de Tordesilhas
- Sacramento cedida em troca de Sete Povos. Reação jesuítica: as
Guerras Guaraníticas
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TRATADO DE STO.ILDEFONSO- 1777
- Perda de Sacramento e Sete Povos
- não chega a ser efetivado
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TRATADO DE BADAJÓS - 1801
- Sete Povos anexados definitivamente ao Brasil
- fronteiras quase iguais às do Tratado de
Madri
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11. O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
- O processo de independência política começou no século XVIII e foi até
183l.
- Foi influenciado por fatores internos e externos.
- Não mudou o caráter colonial de nossa economia.
- Nossa independência não é completa até hoje.
- Fatores Externos de nossa independência:
- Iluminismo - difundiu os ideais liberais
- Revolução Industrial - liquidou o mercantilismo
- Revolução Francesa - fim do absolutismo
- Independência dos EUA - serviu de exemplo
- Fatores internos da nossa independência:
- oposição de interesses entre a colônia e a metrópole
- desenvolvimento econômico e social da colônia
- As rebeliões nativistas: séculos XVII e XVIII
- não propuseram a independência
- rebelaram-se contra os monopólios e abusos da Metrópole
- REVOLTA DE BECKMAN- MARANHÃO - 1684
- REVOLTA DOS EMBOABAS - SP E MG - 1708-1709
- REVOLTA DOS MASCATES - PE - 1710
- REVOLTA DE VILA RICA - MG – 1720
12.PERÍODO JOANINO ( 1808-1821)
CONTEXTO EUROPEU
Expansão Napoleônica / Bloqueio Continental ( 1806)
Fuga da Família Real para o Brasil
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MEDIDAS ECONÔMICAS |
MEDIDAS POLÍTICO-ADMINISTRATIVAS |
MEDIDAS CULTURAIS |
- Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808)
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- Criação Banco Brasil
- Elevação do Brasil a Reino (18l5)
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- Imprensa Régia
- Biblioteca Real
- Faculdades
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- Tratados de Aliança e Amizade, Comércio e Navegação
(1810)
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- Abertura indústrias
- Estímulo à imigração
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- Anexação da Guiana Francesa e do Uruguai( Província
Cisplatina
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- Missão Francesa
- Escola de Belas Artes
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CONSEQUÊNCIAS
- FIM DO PACTO COLONIAL/ BRASIL NA ÓRBITA FINANCEIRA BRITÂNICA
- MONTAGEM DA MÁQUINA ADMINISTRATIVA / MODELO PORTUGUÊS/ NEPOTISMO
,CORRUPÇÃO, INEFICIÊNCIA, BUROCRATISMO
INDEPENDÊNCIA ( 1821/1822)
- A Revolução Liberal do Porto ( 1820) e o regresso de D. João
- A política recolonizadora das Cortes de Lisboa
A independência : um acordo entre a elite colonial e o regente,
uma forma de preservar a sociedade escravocrata
O PERÍODO JOANINO NO BRASIL(1808-1821)
- Bloqueio Continental ® fuga da família real
portuguesa para o Brasil .
- Abertura dos portos: fim do monopólio colonial (1808)
- Tratados de 1810: vantagens alfandegárias para os produtos ingleses.
- Realizações do governo joanino:
- econômicas
- administrativas
- culturais
- Elevação do Brasil a Reino Unido - 18l5
- Política Externa de D. João:
- ocupação da Guiana Francesa
- ocupação do Uruguai
- A política interna de D. João
- A Revolução Pernambucana de 1817
Fatores:
aumento dos impostos
má administração, corrupção
crise da agricultura do açúcar e algodão
Projeto dos revolucionários:
independência, república e constituição liberal
Rebeldes tomam o poder em Pernambuco- apoio RN e PB
Repressão e condenação à morte dos rebeldes
9. A Revolução do Porto de 1820 e o regresso de D. João
10. A Regência de D. Pedro
- a política recolonizadora das Cortes de Lisboa
- a separação definitiva
- as limitações da independência
13.PRIMEIRO REINADO - 1822-1831
- Por que monarquia e não república?
- manteria a escravidão
- evitaria as lutas populares
- impediria a participação do povo no poder
- a transição se faria sem guerra prolongada, uma vez que o monarca era
filho do rei de Portugal
- manteria o país unido em torno da figura do imperador
Conclusão: com a independência o povo continuou marginalizado das decisões
políticas.
- Guerra de Independência - setembro/1822 - junho/23
- lutas no MA, PA, BA, PI e Província Cisplatina:
- participação das camadas populares - no NE
- participação de mercenários estrangeiros
- O reconhecimento da Independência:
- primeiro país a reconhecer: EUA® a Doutrina
Monroe : "A América para os americanos"
- reconhecimento de Portugal® custo:2 milhões de
libras
- Inglaterra: exigiu renovação do Tratado de Comércio de 1810
- A elaboração da Constituição:
- O Partido Brasileiro e o Partido Português
- dissolução da Assembléia Constituinte - 1823.
- imposição de uma Carta Outorgada em 1824:
- 4 poderes: Executivo e Moderador p/ Imperador
- submissão da Igreja ao Estado
- regime unitário e Senado vitalício
- voto censitário e eleições indiretas
- Confederação do Equador de 1824: reação do NE ao autoritarismo do
Imperador.
- A crise econômica:
- queda das exportações do açúcar e algodão
- concessões comerciais a países estrangeiros
- empréstimos externos e saque de D. João no B. Brasil
- despesas com as guerras da Independência e da Cisplatina
- Causas da abdicação de D. Pedro:
- autoritarismo
- inflação e crise econômica
- impopularidade da Guerra da Cisplatina
- envolvimento na questão da sucessão do trono português
14.A ECONOMIA CAFEEIRA
- Bebida introduzido pelos árabes na Europa.
- Difusão do consumo a partir séc.XVII
- Fatores favoráveis ao desenvolvimento do café no vale do Paraíba:
- aumento do hábito de consumo da bebida na
Europa e nos Estados Unidos
- Aproveitamento da infra-estrutura deixada
disponível pela decadência da mineração.
- proximidade do porto exportador
- exigência de investimento inicial relativamente
pequena
- condições geográficas favoráveis do vale
- produtores controlavam a comercialização do café
- Transformações provocadas pelo café:
- modernização dos meios de transporte
- expansão da rede bancária e do crédito agrícola
- estímulo à imigração e substituição da mão-de-obra escrava pelo trabalho
assalariado
- desenvolvimento comercial e industrial
15.O PERÍODO REGENCIAL ( 1831-1840)
O AVANÇO LIBERAL - (1831-1836)
- Regência Trina Provisória - abril-junho 1831
- Regência Trina Permanente ( 1831-1835)
- disputas entre grupos políticos
- criação da Guarda Nacional por Feijó: conter
agitações
- Ato Adicional de 1834:
extinguiu o Conselho de Estado
criou Assembléias Legislativas Provinciais
substituiu a Regência Trina pela Una
- O REGRESSO CONSERVADOR - ( 1836-1840)
- Regência Una de Feijó ( 1835-1837)
- revoltas nas províncias e oposição política
- Regência Una de Araújo Lima -1838-1840
- regresso conservador: centralismo político e
anulação das reformas liberais
- Lei de Interpretação do Ato Adicional
- reforma do Código Criminal
- Golpe da Maioridade: golpe liberal para retomar o
poder e pacificar o país
- REVOLTAS DO PERÍODO REGENCIAL
- Cabanagem no Pará -( 1835-1840)
- Sabinada na Bahia -(1837-1838)
- Balaiada no Maranhão - (1838-1841)
- Revolução Farroupilha ( 1835-1845)
Principais grupos políticos na Regência ( 1831-1840)
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Partidos |
principais apoios |
objetivos |
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Restaurador |
portugueses |
retorno de D.Pedro I |
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Liberal Moderado |
grandes proprietários ligados ao Sudeste |
aceitavam pequena centralização
controlavam o governo |
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Liberal Exaltado |
grandes proprietários não ligados ao Sudeste
camadas médias |
maior autonomia p/províncias
alguns queriam
república |
PRINCIPAIS REBELIÕES DO PERÍODO REGENCIAL
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NOME |
LOCAL |
DATA |
LÍDERES |
CAUSAS |
FATOS PRINCIPAIS |
|
CABANAGEM |
PA |
1835-1840 |
Malcher
Vinagre
Angelim |
Liberais contra presidente nomeado pelo governo regencial;
situação de miséria dos cabanos |
Domínio sobre Belém durante 1 ano e lutas no interior; morte de 40% da
população |
|
SABINADA |
BA |
1837-1838 |
Dr. Sabino |
insatisfação com autoridades impostas pela regência, desejo
autonomia |
organização da República Baiense |
|
BALAIADA |
MA |
1838-1841 |
Manuel Balaio,
Raimundo Gomes,
Cosme |
insatisfação com presidente nomeado pela regência, miséria social,
descaso das autoridades, crise do algodão |
conquista da vila de Caxias;
anistia |
|
Guerra dos
Farrapos |
RS |
1835-1845 |
Bento Gonçalves,
Garibaldi |
altos impostos sobre o charque, desejo de autonomia
provincial |
República Rio-Grandense, República Juliana;
anistia |
- Causas: centralismo político do governo
miséria das camadas populares
- Trajetória semelhante dos movimentos:
- início: liderança das camadas médias
- 2º momento: camadas populares assumem a direção e radicalizam
- 3º momento: elementos das camadas superiores abandonam o movimento
- Razões do fracasso:
divisões internas e falta de uma ideologia definida
16.A POLÍTICA INTERNA NO 2º REINADO (1840-1889)
1. A pacificação interna:
- repressão às rebeliões regenciais e revoluções liberais de 42
- a Revolução Praieira - 1848 -movimento liberal, republicano, nacionalista
e socialista utópico
2. A organização política:
- domínio do Estado pela elite agrária: fraudes eleitorais e
revezamento no poder
- os Partidos Liberal e Conservador: identidade de interesses
- a Era da Conciliação: 1853-1858 e 1862-1868
aliança dos partidos para governar
- o Parlamentarismo "às avessas" -
- indicação do Presidente do Conselho dos Ministros pelo
Imperador, reforçando o poder de D. Pedro II
- fachada liberal sem resolução problemas do país
A REVOLUÇÃO PRAIEIRA – 1848
Fatores:
- A tradição revolucionária de Pernambuco: 1817 e 1824
- O domínio político e econômico dos Cavalcanti e Rego Barros
- O domínio do comércio a varejo pelos portugueses
- Alto custo de vida e desemprego urbano
- A demissão do governo praieiro de Chichorro da Gama
- O Manifesto ao Mundo :
- sufrágio universal
- liberdade de ensino e religião
- nacionalização do comércio
- fim do Senado vitalício e do Poder Moderador
- Leve influência do socialismo utópico:
- Estado deveria garantir emprego a todos
- Divisão das fortunas
17.A ECONOMIA NO SEGUNDO REINADO
- Características gerais:
- economia exportadora de produtos primários
- predomínio da monocultura do café
- dependência de empréstimos externos
- A transição do trabalho escravo para o trabalho livre:
- as pressões inglesas pela abolição do tráfico: o Bill Aberdeen
- Lei Eusébio de Queiróz - 1850- dinamização da economia e estímulo à
imigração
- sistema de parceria - Senador Vergueiro - 1847-57- fracasso
- a imigração subvencionada - 1870
- o tráfico interprovincial
- o sistema de semi-servidão no Nordeste
- A campanha abolicionista:
- participação das camadas médias urbanas
- interesses econômicos dos fazendeiros progressistas do oeste paulista
- abolição lenta e gradual para não prejudicar o café
Lei do Ventre Livre - 1871 - uma farsa
Lei dos Sexagenários - 1885 uma farsa
Lei Áurea - 1888 - não integração do negro
- discriminação e abandono
- Surto industrial e urbanização:
- Tarifa Alves Branco - 1844 - protecionismo alfandegário
- os capitais do tráfico e do café aplicados na indústria
- as iniciativas do Barão de Mauá
- obstáculos à industrialização no Brasil
18.A POLÍTICA EXTERNA NO SEGUNDO REINADO
- Características gerais:
- alinhamento aos interesses ingleses® dependência
econômica do Brasil
- intervenção política e militar na Região Platina:
- Guerra contra Oribe - Uruguai - 1851
- Guerra contra Rosas - Argentina - 1852
- Guerra contra Aguirre - Uruguai - 1864
- Guerra contra o Paraguai - 1864 - 1870
2. A Guerra do Paraguai - 1864-1870
- Paraguai: um desenvolvimento autônomo
Solano Lopes: busca de uma saída para
o mar e formar o Paraguai Maior
- interesses do Brasil:
- livre navegação na Bacia Platina
- evitar a reconstrução do Vice-Reinado do Rio
da
Prata
- manter segurança na fronteira do RS
- a formação da Tríplice Aliança: Brasil, Uruguai,
Argentina
para o Paraguai: destruição, perdas territoriais,
subordinação e pobreza
para o Brasil: dívidas
fortalecimento do exército
difusão das idéias republicanas
aumento do abolicionismo
19.A CRISE DO IMPÉRIO ( 1870-1889)
- As transformações sócio - econômicas:
- o desenvolvimento do trabalho livre
- o desenvolvimento urbano e industrial
- o desenvolvimento dos transportes e comunicações
- o desenvolvimento das camadas médias
A MONARQUIA NÃO ACOMPANHOU AS TRANSFORMAÇÕES DO PAÍS
- O movimento republicano:
- participação das camadas médias urbanas
- participação dos fazendeiros progressistas -oeste SP
- Manifesto Republicano - 1870
- a Convenção de Itú e o P.R.P. - 1873
- federalismo, estímulo à imigração e poder político
- divisões dos republicanos: evolucionistas
revolucionários
- A Questão da Escravidão: abolição sem indenização e perda do apoio dos
fazendeiros escravocratas
- A Questão Religiosa:
- clero católico regido pelo padroado e beneplácito
- a proibição da maçonaria pelo papa
- a punição dos bispos de Olinda e Belém
- a monarquia perde o apoio da Igreja
5. A Questão Militar
- abolicionismo e republicanismo desde 1870
- Benjamin Constant e o positivismo
- fardas versus casacas
- as punições a militares e o corporativismo do exército
6. A proclamação da República: um golpe militar sem participação popular.
20.O GOVERNO PROVISÓRIO E A REPÚBLICA DA ESPADA
(1889-1894)
- República Velha ou Primeira República - período de 1889 a 1930
- A proclamação da República não foi uma revolução:
permaneceram: agricultura exportadora
latifúndio
povo afastado do poder
o que mudou: oligarquia cafeeira dominante mais moderna
alguma participação política das camadas médias e
industriais
desenvolvimento mão de obra assalariada
desenvolvimento imigração
- Questões a responder:
A - Por que o período inicial da República foi de luta?
Interesses econômicos e políticos divergentes dos militares e
oligarquia agrária:
militares: autoritarismo, centralização, industrialização
oligarquia cafeeira: federalismo, uso do aparelho do Estado
em benefício do café.
B- Quais as primeiras medidas do Governo Provisório(1889-1891)?
- banimento da Família Imperial
- grande naturalização; adoção nova bandeira;
- separação entre Igreja e Estado; elaboração da Constituição;
- política econômica emissionista e industrialista
- Por que houve a crise do Encilhamento?
Rui Barbosa tenta política industrialista:
- protecionismo alfandegário
- emissão de moeda e facilitação do crédito para financiamento
de novos investimentos: muitas empresas "fantasmas"
especulação nas Bolsas® encilhamento
quebra do mercado de capitais
desvalorização da moeda
aumento do custo de vida
inflação e crise econômica
- oposição dos setores agrários, do capital estrangeiro e dos importadores à
política de Rui
- Quais os aspectos fundamentais da Constituição de 1891?
Baseada na Constituição dos EUA
Federalismo, grande autonomia dos estados
presidencialismo, três poderes
voto universal, porém aberto
separação entre Igreja e Estado
- Por que Deodoro renunciou?
Primeiro presidente do Brasil, eleito indiretamente
Excessivamente centralizador e autoritário
Sem apoio político no Congresso, decretou seu fechamento
Obrigado a renunciar por pressão da Armada
- Por que a política econômica de Floriano Peixoto enfrentou oposição?
- em seu governo, republicanos radicais ou jacobinos
assumem o poder
- política econômica modernizante e industrialista, combatida
pelos grupos estrangeiros e conservadores
- medidas a favor das classes populares
- emissões passam a ser privilégio do Governo Federal
- Por que houve a Revolução Federalista no RS ( 1893-1895)?
Uma disputa pelo poder local entre os caudilhos:
Pica- paus: adeptos de Júlio de Castilhos
Maragatos: adeptos de Silveira Martins,do parlamentarismo e
maior poder federal sobre o estado
contra Floriano
receberam apoio da Revolta da Armada
Severa repressão de Floriano: o Marechal de Ferro
- Por que houve a Revolta da Armada ( 1893-1894)
- descontentamento da Marinha com o predomínio do Exército
- tendências monarquistas de elementos influentes da Marinha
- ambições pessoais de Custódio de Melo
- exigência de convocação de eleições
- Floriano arma nova esquadra e combate revoltosos
21.A REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS - ASCENSÃO
( 1894-1909)
- PRUDENTE DE MORAIS ( 1894-1898)
- combate à Revolução Federalista - RS
- Campanha de Canudos ( 1893-1897)
- ganho de Trindade e Missões para o Brasil
2. CAMPOS SALLES ( 1898-1902 )
- renegociação da dívida externa
- política deflacionária e monetarista
- Política dos Governadores -
troca de favores entre o governo federal e os estaduais
clientelismo e continuísmo
coronelismo, voto aberto e voto de cabresto
ausência de Justiça Eleitoral
- Política do Café com Leite - predomínio dos grandes estados
- RODRIGUES ALVES ( 1902-1906)
- surto da borracha
- revolta da Vacina
- incorporação do Acre
- AFONSO PENA ( 1906- 1909)
- política de valorização do café - Convênio de Taubaté
- desenvolvimento da imigração
- NILO PEÇANHA ( 1909-1910)
- criação do S.P.I.
- Campanha Civilista
22.A REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS
- 1919) - PRIMEIROS ABALOS
1. A CAMPANHA CIVILISTA :
- primeiro abalo do regime oligárquico
- Rui Barbosa ( civil) x Hermes da Fonseca ( militar)
- SP- BA x MG - RS
- moralização das eleições x oligarquias tradicionais
- busca de apoio do eleitorado urbano
- HERMES DA FONSECA ( 1910-1914)
- predomínio político de Pinheiro Machado -RS-
- Política das Salvações: derrubada dos velhos grupos
oligárquicos e substituição por outros
aliança oposições estaduais e Exército
Revolta de Juazeiro - CE- Padre Cícero
- Revolta da Chibata - 1910
- WENCESLAU BRAZ ( 1914-1918)
- movimento do Contestado ( 1912-1916) - messianismo
-questão de terras
- participação na 1ª Guerra Mundial
- industrialização por substituição das importações
- grandes greves operárias em S.Paulo - 1917
- DELFIM MOREIRA ( 1918-1919)
- morte do eleito, Rodrigues Alves
- novo abalo da Política do Café com Leite
- nova candidatura de Rui Barbosa
- eleição de Epitácio Pessoa - PB, apoiado pelas oligarquias
O DECLÍNIO DA OLIGARQUIA CAFEEIRA -
( 1919-1930)
I . AS TRANSFORMAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS:
- aumento populacional e desenvolvimento urbano
- desenvolvimento transportes e comunicações
- desenvolvimento instrução pública e carreiras técnicas
- desenvolvimento atividades industriais
- queda das exportações e aumento dívida externa
mudanças sociais:
- setor agrário: exportador e p/ mercado interno
- desenvolvimento da burguesia industrial e financeira
- crescimento da classe média
- crescimento operariado
II - AS OPOSIÇÕES:
- tenentismo: movimento de jovens militares contra o domínio das
oligarquias
- as oligarquias dissidentes: fundação do P. Democrático em SP - 1926
- Partido Comunista - 1922
- movimento operário e as greves
- repressão patronal e governamental: " a questão social é um caso de
polícia"
III - O DECLÍNIO :
1. Epitácio Pessoa -( 1919-1922)
- crise econômica e aceleração pressões sociais
- centenas de greves
- continuidade da política de valorização do café
- Semana de Arte Moderna de 1922
- Movimento dos 18 do Forte de Copacabana
2. Artur Bernardes ( 1922-1926)
- governo sob estado de sítio: repressão às oposições
- movimentos tenentistas:
- Revolução de 1924 em S.P.
- Coluna Prestes 1925-1927
3. Washington Luís ( 1926-1930)
- cisão das oligarquias diante da sucessão de Washington Luís - ruptura do
"Café com Leite"
- a Aliança Liberal e a candidatura de Vargas
- efeitos da crise de 1929 no Brasil: enfraquecimento do setor
cafeeiro
4. A Revolução de 1930 e seu significado:
A ERA VARGAS
I.GOVERNO PROVISÓRIO (1930 – 1934)
- centralização crescente do poder nas mãos de G.V.
- controle do movimento operário pelo Estado através da legislação
trabalhista: populismo
- política de proteção ao café e industrialização
- Revolução Constitucionalista – 1932 – tentativa de volta ao poder da
oligarquia paulista
- Elaboração da Constituição de 1934:
- Voto secreto; voto feminino;
- Representação classista; legislação trabalhista
II. GOVERNO CONSTITUCIONAL (1934 – 1937)
- polarização ideológica – A.I.B. – tendências fascistas
- A . N. L. – frente de esquerda
- repressão aos comunistas e fechamento da A N. L.
- Intentona Comunista – 1935
- Plano Cohen e o golpe – implantação da ditadura
III. O ESTADO NOVO (1937 – 1945)
- Constituição de 37: outorgada, centralizadora, fascista
- Política administrativa: interventorias, D.A.S.P., D.I.P.
- Política econômica: intervencionismo estatal
- nacionalismo, protecionaismo
- diversificação agrícola
- desenvolvimento industrial
- política trabalhista: C.L.T. e peleguismo
- participação do Brasil na 2ª Guerra Mundial
- a redemocratização: contexto: contradição entre política interna e externa
ao final da 2ª Guerra; golpe militar depõe G.V. – 1945
A RECONSTITUCIONALIZAÇÃO E O GOVERNO DUTRA (1945-50)
1. Presença dos grupos conservadores no governo Dutra.
2. Constituição de 1946:
- liberal, presidencialista, federalista
- direito de manifestação, greve, associação
- analfabetos excluídos do voto
3. Atuação política do governo Dutra:
- Total alinhamento com os EUA – clima da Guerra Fria
- Repressão à esquerda e aos movimentos sindicais
4. Atuação econômica:
- Congelamento salarial
- Abertura ao capital estrangeiro e às importações
- Desperdício das divisas acumuladas durante 2ª Guerra
- Retorno ao controle das importações
ANOS 50 – A LUTA PELO PODER ( 1951- 1961)
1. Grupos em disputa: nacionalistas x liberais
2. A volta de Vargas – 1951 – retorno do populismo
- nacionalismo e intervencionismo: linha progressista
- criação da Petrobrás -1953
- acusações de corrupção e infiltração comunista
- grupos contrários: grande imprensa, capital estrangeiro, militares
direitistas e UDN
- atentado a Lacerda, crise política e suicídio
3. Juscelino Kubitschek-(1956-1961)
- Oposição dos conservadores à posse de JK
- Marechal Lott impede golpe e garante a posse
- Política desenvolvimentista: 50 anos em 5
- Plano de Metas: energia, transportes, indústria de base e
alimentação.
- Crescimento da inflação, dívida externa e dependência do capital
estrangeiro
- Multinacionais e opção por transporte rodoviário
- Campo político: período de liberdade e tolerância
- Construção de Brasília e criação da SUDENE
CARTA TESTAMENTO:
"Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se
novamente e se desencadearam sobre mim.(...)
E aos que pensam que me derrotaram, respondo com a minha vitória. Era escravo
do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo
não mais será escravo de ninguém: meu sacrifício ficará para sempre em sua alma
e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil.
Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peio aberto. O ódio, a
infâmia, a calúnia, não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora
ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente, dou o primeiro passo no caminho
da eternidade e saio da vida para entrar na história."
A DITADURA MILITAR (1964-1985)
1. Governo João Goulart (1961-64):crise do Estado populista
- Conflitos entre radicais de direita e de esquerda
- Inflação e dívida externa
- Organização das Ligas Camponesas
- Greves e insubordinação marinheiros e sargentos
- tentativa de Reformas de Base
2. Para as elites era preciso a instalação de um Estado forte, capaz de
salvar a economia e reprimir pela força, as tensões sociais.
- Em 31 de março de 64, as Forças Armadas, com apoio dos Estados Unidos, das
elites e de boa parte da classe média, depunham o presidente
3.Governo Castelo Branco ( 1964-1967)
- duas correntes entre os militares:
- moderados: devolução do poder aos civis em curto prazo
- "duros": continuísmo militar
- Violenta repressão contra os opositores do regime:
- cassação de 378 pessoas, entre elas: 3 ex-presidentes, 6 governadores e 55
membros do Congresso
- demissão de 10 mil funcionários públicos
- instauração de 5.000 inquéritos
- intervenção nos sindicatos, criação do FGTS, liberação remessa de
lucros
- AI-2 : supremacia do Executivo
- eleições indiretas p/ presidência
- extinção dos partidos políticos
- AI-3 : eleições indiretas para governadores e prefeitos das capitais e
cidades área de segurança.
4. Governo Costa e Silva ( 1967-1969)
- instabilidade política, greves e movimentos estudantis
- endurecimento do regime: "Caminhando", de Geraldo Vandré, o hino oficial
das manifestações contra a ditadura
- .Amplos poderes do governo militar:
- Lei de Imprensa
- Lei de Segurança Nacional: combater a guerra revolucionária promovida
pelos comunistas
- SNI – fiscalização da vida nacional
5. Governo Garrastazu Médici ( 1969-1974)
- Radicalização da ação da esquerda contra o regime militar:
- Luta armada, terrorismo ( assaltos a bancos, seqüestras, bombas)
- Linha dura: atitudes políticas intransigentes e radicais. Anti-comunista e
defensora das empresas estatais.
- "Milagre" brasileiro:
- Angra ,Itaipu, Imigrantes, Transamazônica)
- Brasil, ame-o ou deixe-o
- Eu te amo meu Brasil
6. Governo Ernesto Geisel ( 1974-1979)
- Início da crise econômica e transição democrática
- Abertura lenta e gradual
- Ameaças da direita radical à redemocratização
7. Governo Figueiredo ( 1979-1985)
- Hiperinflação
- A luta pela Anistia
- Diretas já
- retorno à democracia.
- A eleição indireta de Tancredo Neves – 1985
8. A ditadura militar no Brasil – (1964-1985)
- Estado autoritário e intervencionista
- Repressão política
- Ampla abertura ao capital estrangeiro
- Crescimento do P.I.B. e concentração da renda
- Endividamento externo e desenvolvimento industrial
- Desenvolvimento da cultura de massa e da sociedade de consumo
BRASIL: DE SARNEY A F.H.C.
1.GOVERNO SARNEY –1985-1990
- a herança da ditadura: economia em crise
- estrutura política autoritária
- Plano Cruzado: luta contra a inflação
- Cruzeiro por cruzado
- Congelamento dos preços e salários
- Extinção da correção monetária
- Desestímulo à especulação
- Vitória do PMDB nas eleições de 1986 graças popularidade do Plano
- Desabastecimento, ágio e burlas ao Plano: o fracasso
- Plano Bresser(1987) e Plano Verão (1989): insucesso devido falta de
credibilidade do Governo
- Tensões Sociais: lutas no campo e crime organizado nas cidades
- Constituição de 1988
- Direito de voto aos analfabetos e maiores de 16 anos
- Propriedade da terra: função social
- Militares mantêm a função de garantir ordem interna
- Condenação à tortura e a toda forma de discriminação
- Sistema presidencialista e dois turnos de votação
- Seguro desemprego, jornada de 44 h. semanais, direitos extensivos aos
trabalhadores rurais e domésticos.
2. GOVERNO COLLOR – 1990-1992
- ascensão fulminante, apoiado por empresários e Rede Globo
- Plano Collor ou Brasil Novo: confisco da poupança; congelamento preços e
salários; aumento impostos; venda de estatais; liberação das importações
- Fracasso do Plano e nova tentativa ( Plano Collor II)
- Denúncias de corrupção e impeachment
3. GOVERNO ITAMAR FRANCO – 1992-1994
- Plano Real: estabilização econômica com âncora cambial
- Violência e criminalidade alarmantes
- Escândalos de corrupção e organização das C.P.I.s
QUESTÕES DO VESTIBULAR
1. (UNICAMP) Segundo a imprensa especializada, existem duas maneiras
possíveis de se controlar a inflação: uma baseada no desenvolvimento e outra na
recessão. O que propõe cada uma dessas fórmulas e qual delas é utilizada no
Brasil hoje?
2. (UNICAMP) Em 1993, os noticiários ocuparam-se intensamente das C.P.I.s
organizadas em Brasília.
a) O que quer dizer CPI?
b) Qual o papel das CPIs na relação entre o Legislativo e o Executivo em uma
república?
3. (VUNESP) Em seu discurso, ao lançar o plano econômico, o presidente
descreveu a inflação como " o inimigo público numero um". O plano obteve
imediato apoio da população e, da noite para o dia, o presidente e o ministro
Funaro se tornaram heróis nacionais. O povo entrava nos supermercados,
verificava os preços e denunciava os gerentes quando notava que algum produto
havia sido remarcado irregularmente.
O texto acima se refere ao Plano:
a) Verão
b) Cruzado
c) Collor
d) Bresser
e) Campos-Bulhões