Autor: Marcelo Palmieri Martins
(Analista de Sistemas - Imp. Eletr.)
�Introdu��o ao Unix
Hist�rico
�A primeira vers�o do sistema operacional Unix foi desenvolvida em 1969 por Ken Thompson do grupo de pesquisas da Bell (bra�o subsidi�rio da AT&T). V�rias vers�es do Unix foram desenvolvidas a partir da�, at� que em 1978 a Universidade de Berkeley lan�ou uma vers�o do Unix para computadores VAX, al�m de incluir diversas facilidades no S.O. V�rios fabricantes passaram ent�o a se interessar pelo produto (que j� possu�a boa receptividade no meio acad�mico) desenvolvendo suas pr�prias vers�es.
Caracter�sticas B�sicas
�O sistema operacional Unix permite que v�rias pessoas o
utilizem simultaneamente (multiusu�rio), arbitrando as v�rias
solicita��es para distribuir os recursos do computador justa
e eficazmente. Diversos programas podem �rodar� simultaneamente (multiprograma��o).
�O sistema parcela o tempo do computador em uma s�rie de
partes e os aloca entre os v�rios usu�rios. O objetivo desta
t�cnica, denominada �tempo compartilhado�, � dar a cada usu�rio
a ilus�o de uso exclusivo da m�quina. Cada tarefa a ser executada
pelo computador (programas, editora��o, etc...) recebe uma
fatia de tempo da CPU da m�quina. Portanto, quanto mais tarefas,
menor o tempo de CPU que cada uma recebe.
�Todos estes conceitos demonstram que o sistema Unix �
um sistema operacional complexo e que necessita da figura de um administrador
denominado pelo sistema de �super-usu�rio�. Este tem privil�gios
que os demais usu�rios do sistema n�o possuem.
�O sistema operacional Unix controla os recursos do computador,
faz sua distribui��o entre os v�rios usu�rios
concorrentes, executa o escalonamento de tarefas (processos), controla
os dispositivos perif�ricos conectados ao sistema, fornece fun��es
de gerenciamento do sistema, e de um modo geral oculta do usu�rio
final a arquitetura interna da m�quina. Isso � realizado
atrav�s de uma arquitetura que usa camadas de software projetadas
para diferentes finalidades.
�
Shell
�O �shell� � um interpretador de comandos (interpreta os comandos inseridos pelo teclado), ou seja, prov� a interface entre o usu�rio e o sistema operacional. Em muitos sistemas o interpretador de comandos � uma parte da estrutura interna do S.O.. No Unix por�m, o �shell� � um programa como outro qualquer, al�m de ser uma linguagem de programa��o sofisticada (scripts em shell), que ser� visto mais adiante. Existem diversos tipos de �shell� como o /bin/sh (�Bourne Shell�), /bin/ksh (�Korn Shell�) e o /bin/csh (�C Shell�).
OBS: No Unix espa�os em branco, letras mai�sculas e min�sculas
s�o extremamente importantes.
�Ex.: o comando �echo hello� � diferente de �echohello�
e de �ECHOhello� (os dois �ltimos errados).
�O Sistema de Arquivos
�O sistema de arquivos do Unix � um importante aspecto do sistema operacional. O sistema de arquivos � o local em que s�o armazenados os arquivos do sistema e dos usu�rios. Ele � organizado como uma estrutura de arquivo que se parece com uma �rvore invertida, estando a raiz no topo, e ramificando-se para baixo.
RAIZ
SUB-1�� SUB-2�� SUB-3
A B C� A B C� A B C
arquivo 1
arquivo 2
.
.
.
arquivo n
�O diret�rio raiz pode conter arquivos, elos, ou outros
diret�rios, chamados subdiret�rios. Os subdiret�rios
algumas vezes s�o chamados n�s ramos, enquanto que os arquivos
em diret�rios algumas vezes s�o chamados n�s folhas.
N�o h� limite imposto � quantidade de n�veis,
exceto aqueles impostos pelo hardware, embora haja certas implica��es
de desempenho quando h� uma quantidade excessiva de n�veis.
�
Inodos
�Os arquivos do Unix s�o armazenados em meios auxiliares,
como disco r�gido ou disquete. Cada arquivo do disco tem um inodo
�nico, ou nodo de informa��o. Um inodo cont�m
informa��es usadas pelos processos, como informa��es
de acesso que incluem permiss�es a arquivo, tamanho do arquivo em
caracteres, a informa��o de propriedade do arquivo, e a sua
localiza��o (endere�o como disco, cilindro, trilha
e setor) da �rea de dados do arquivo no sistema de arquivos do Unix.
�V�rios campos comp�em um inodo, tais como: de Propriedade
do Arquivo, de Tipo de Arquivo, de Permiss�es do Arquivo, de Datas
e Horas do Arquivo, de Liga��es, de TOC de� Tamanho
de Arquivo.
�
�Diret�rios
�Um diret�rio no sistema Unix � um tipo especial
de arquivo que cont�m como dados n�meros de inodos e nomes
dos arquivos contidos no diret�rio. Cada registro do diret�rio
tem 16bytes de tamanho; 2 bytes para o n�mero do inodo e 14 bytes
para o nome do arquivo. (No sistema Unix os � nomes de arquivos
est�o limitados a um m�ximo de 14bytes e podem ter um m�nimo
de 1 byte).
�Se o n�mero do inodo de um diret�rio for 0, indicar�
que a entrada est� vazia; n�o existe arquivo em tal diret�rio.
O n�cleo do Unix manipula diret�rios de forma muito semelhante
ao modo como manipula arquivos, usando inodos. Para garantir modifica��o
e constru��o correta de diret�rios, os processos podem
l�-lo, mas somente o n�cleo pode gravar em diret�rios.
�As permiss�es de acesso de diret�rios s�o
similares �s permiss�es de acesso de arquivos, elas t�m
os mesmos tr�s n�veis de acesso - dono, grupo e outros. O
atributo de leitura permite que o conte�do do diret�rio seja
lido; o atributo de grava��o permite que o conte�do
do diret�rio seja modificado (remover diret�rios e arquivos,
criar novos subdiret�rios e arquivos); e as permiss�es de
execu��o simplesmente permitem que os processos procurem
um nome de arquivo ou subdiret�rio no diretorio. (N�o �
poss�vel executar um diret�rio).
�
Ligar e Desligar Arquivos
�Uma liga��o de arquivos � criada atrav�s
do comando ln do Unix ou chamada de sistema link. Uma liga��o
� um modo de criar novos nomes para arquivos do Unix. O resultado
� um novo nome que, quando referenciado, afeta o arquivo real ao
qual est� ligado. � poss�vel ligar diret�rios,
mas somente o superusu�rio pode fazer isso. � preciso tomar
muito cuidado ao ligar diret�rios, pois � poss�vel
criar liga��es que criem um la�o infinito.
�Se um arquivo tiver uma liga��o para si, ent�o
qualquer altera��o feita nele afetar� igualmente aos
usu�rios de outras liga��es. Da mesma forma, se qualquer
usu�rio modificar um nome de arquivo que seja uma liga��o,
o arquivo original ser� afetado, e o mesmo acontece com todos os
outros usu�rios do arquivo e suas outras liga��es.
�� poss�vel remover uma liga��o de
um arquivo ou diret�rio usando o comando ou chamada do sistema unlink.
Os comandos e chamadas de sistema ln/link/unlink s�o documentados
no Unix System V User Reference e Unix System V Programmer�s Reference.
Lembre-se, � preciso muito cuidado ao ligar e desligar arquivos.
�
NFS
�O Network File System (NFS - Sistema de Arquivos em Rede) foi
originalmente implementado pela Sun Microsystems, Inc., e foi endossado
pela IBM, Hewlett-Packard, Apollo Computer, Apple Computer, e muitos outros
fornecedores de sistemas Unix, exceto a AT&T. Em resumo, a mais ampla
implementa��o dos esquemas de compartilhamento de arquivos
em rede � o NFS.
�O NFS � um servi�o independente de sistema operacional,
que permite que todo um sistema de arquivo seja montado em redes. Assim,
esses sistemas de arquivo podem ser tratados como parte do sistema de arquivos
local. Parte importante do projeto do NFS foi remover todas as depend�ncias
do sistemas operacionais, juntamente com todas as depend�ncias de
hardware. O NFS oferece tamb�m facilidades para recupera��o
em caso de queda, alto desempenho, e acesso transparente - independentemente
de rede ou sistema operacional.
�Um exemplo disso � um produto dispon�vel para Pc�s
baseados em DOS: PC-NFS. O PC-NFS comunica-se com instala��es
NFS baseadas em Unix. Para o PC, todas as partes do sistema de arquivos
Unix aparecem como se fossem discos DOS locais. O PC-NFS ainda n�o
oferece facilidades de servidor, somente servi�os de cliente NFS.
�Em sistemas baseados em Unix, o NFS � integrado ao n�cleo
por raz�es de efici�ncia, embora a integra��o
n�o seja obrigat�ria. De import�ncia para os desenvolvedores
de aplica��es � por que e como o NFS pode afetar suas
aplica��es, e como implementar esfor�os de programa��o
para oferecer compatibilidade com o NFS.
�A primeira parte da quest�o pode ser respondida considerando-se
como uma aplica��o � projetada. As partes mais sujeitas
a serem afetadas s�o, quase certamente, as fun��es
de I/O; mais provavelmente, I/O baseada em um sistema de arquivos. Se uma
aplica��o for projetada para trabalhar com certas rotinas
de I/O de arquivo � poss�vel que essas rotinas de I/O possam
fazer com que a aplica��o se comporte de maneira impr�pria
quando executada usando um sistema de arquivos remoto.
�
Scripts do Shell
�O shell do Unix suporta o conceito de scripts. Os comandos do
Unix podem ser colocados em um arquivo, e executados entrando-se com o
nome do arquivo no prompt do shell. Os scripts do shell do Unix s�o
an�logos aos arquivos de execu��o em lote do DOS (BAT).
Para que um script do shell possa ser executado, n�o � necess�rio
seguir nenhuma conven��o especial de nomes, como acontece
no DOS; em vez disso, o arquivo com o script deve receber permiss�es
de execu��o. H� uma vaga conven��o de
nomes para os scripts do Unix.
�Para indicar que um comando � um script do shell do Unix,
acrescenta-se a extens�o.sh. Isto n�o � obrigat�rio,
e o shell do Unix n�o trata os arquivos que usam esta conven��o
de nomes de forma diferente do que qualquer outro arquivo comum. �
simplesmente uma conven��o que torna mais f�cil para
o usu�rio reconhecer que um comando �, na realidade, um script
do shell e n�o um execut�vel bin�rio. Observe, ainda,
que as conven��es de nomes do Unix n�o imp�em
padr�es espec�ficos para indicar execut�veis bin�rios,
como acontece no DOS.
�Programadores e usu�rios rec�m-chegados ao Unix
devem compreender que o shell do Unix � t�o vers�til,
e os recursos da programa��o em shell s�o t�o
poderosos, que frequentemente acontece de novas aplica��es
poderem ser escritas em linguagem shell, e n�o em C, mais dif�cil
e mais pesada. Isto � particularmente verdadeiro para ferramentas
de programa��o personalizada. Em muitos sistemas Unix provavelmente
ser�o encontradas ferramentas personalizadas j� dispon�veis.
De fato, � uma b�n��o e uma maldi��o
no ambiente Unix.
�O Cron
�Talvez um dos recursos mais pr�ticos do Unix seja o cron
(cron�grafo), que oferece a possibilidade de executar comandos Unix
e scripts do shell em tempos predeterminados. Um recurso como este seria
extremamente �til no ambiente DOS.
�O cron pode ser usado para executar fun��es simples
como verificar periodicamente a correspond�ncia, evitar lembretes
para um destinat�rio qualquer, despachar recados quando do acontecimento
de um evento qualquer, e muitas outras fun��es limitadas
apenas pela imagina��o do usu�rio.
�O cron � extensivamente usado pela arquitetura do Unix
para ajudar no controle automatizado do sistema como um todo, como na automa��o
das c�pias de seguran�a (backup) do sistema. Tamb�m
o Subsistema de Comunica��o UUCP usa o cron extensivamente.
�
Conex�o (Abertura de Sess�o)
�Para usar os servi�os do Unix, o usu�rio precisa
ter uma conta; isto �, uma ID (identifica��o) criada
pelo administrador (a pessoa geralmente encarregada de criar contas de
usu�rios). Uma ID de usu�rio � necess�ria porque
o Unix � projetado para suportar m�ltiplos usu�rios
concorrentemente e, por conseguinte, precisa de uma forma para diferenciar
um usu�rio do outro. O DOS foi projetado para ser usado por um �nico
usu�rio de cada vez e n�o suporta um ambiente multiusu�rio,
da� a falta de seguran�a intr�nseca.
�Uma vez que o usu�rio tenha recebido sua ID - geralmente
as iniciais de seu pr�-nome, nome e sobrenome - ele poder�
entrar no Unix. Normalmente � necess�rio ter uma senha, mas
em alguns casos um usu�rio que esteja entrando pela primeira vez
pode n�o t�-la. Isto n�o � problema pois os
usu�rios podem criar ou modificar suas senhas em qualquer momento.
Imaginaremos que a ID de nosso usu�rio seja tsm e que sua senha
seja go4it.
�A primeira coisa que precisa ser feita � localizar o terminal
a ser usado na sess�o.O Unix n�o requer uma console ativa
enquanto o sistema est� rodando, como acontece com certos computadores
de grande porte que constantemente exibem informa��es em
uma console especial do operador.
�Na tela do monitor deve aparecer um prompt como o seguinte:
login:
�O prompt login significa que o Unix est� esperando que algu�m digite sua ID no teclado. Nossa resposta ser� tsm, que aparece como segue:
login: tsm
�Os caracteres �tsm� s�o seguidos pela tecla enter ou return,
dependendo da tecla usada para emitir um retorno do carro/avan�o
de linha (CRLF). Em PCs esta � chamada tecla �Neste ponto entramos com a senha �go4it�, como segue:
login: tsm
�Quando a senha est� sendo realmente digitada, os caracteres
n�o s�o ecoados na tela por motivos de seguran�a.
No exemplo anterior ela aparece somente para dar mais clareza ao exemplo;
em situa��es reais ela n�o apareceria. Ap�s
entrar com a senha, ela � validada contra um registro em um arquivo
especial do sistema. Se houver sucesso na valida��o ent�o
ser� permitido o acesso ao sistema; caso contr�rio, ser�
exibida uma mensagem de erro (�Login incorrect�) e reaparecer� o
pronto.
login: tsm
�Em outros sistema podem aparecer outras coisas antes que o prompt
apare�a, como boas-vindas, mensagem do dia, novidades, ou outras
informa��es. No DOS h� um arquivo especial chamado
AUTOEXEC.BAT que � automaticamente executado durante a partida do
sistema. No Unix, h� um arquivo com fun��o similar,
mas a execu��o ocorre a cada vez que o usu�rio abre
uma sess�o no sistema. No Unix System V, esse arquivo chama-se .profile.
Conex�o Remota
�A principal forma de se criar conex�o com um computador
remoto na rede � atrav�s do programa telnet. Este programa
permite ao usu�rio utilizar os recursos de um computador distante
at� milhares de quil�metros.
�telnet� $ telnet ADSRJ01
UNIX System V Release 3.2 (ADSRJ01.ads) (ttyp0)
login:
�Para terminar a sess�o com o computador remoto basta digitar
exit. O programa rlogin tamb�m realiza a conec��o
remota tal como o programa telnet, por�m com algumas facilidades,
quando configurado o sistema do computador remoto e do local. O arquivo
/etc/hosts.equiv cont�m uma lista dos computadores remotos que compartilham
as contas dos usu�rios, fazendo com que n�o seja necess�rio
dar a password, quando o programa rlogin � invocado com o mesmo
usu�rio em um computador ligado a mesma rede de sistema remoto.
Existem tamb�m listas privadas dos computadores remotos no arquivo
.rhosts no diret�rio de entrada de cada usu�rio.
$ rlogin ADSRJ02
$
Correio Eletr�nico (mail)
�O objetivo do correio eletr�nico � permitir que usu�rios
se comuniquem uns com os outros, utilizando a rede como um meio de transmiss�o
da mesma forma como se envia uma carta pelo correio. O programa mail �
utilizado para ler correspond�ncia que nos � enviada, ou para
enviar correspond�ncia a outros usu�rios dentro de uma determinada
rede de computadores. Cada usu�rio do sistema possui a sua �caixa
de correio� (mailbox) que � um arquivo pessoal que armazena as mensagens
que chegaram e n�o foram lidas. Existe uma outra �caixa de correio�
que fica no diret�rio pessoal de cada usu�rio e que armazena
as mensagens j� lidas (geralmente o arquivo mbox).
Examinando o conte�do da sua �caixa de correio� (mailbox)
�Quando um usu�rio entra no sistema, caso algu�m
lhe tenha enviado uma mensagem, aparecer� na tela a o seguinte aviso
(ou similar):
$ mail
�Voc� entrou no programa mail (cujo �prompt� inclusive �
diferente) e uma sa�da similar a esta ser� apresentada:
Cada linha da tela anterior tem os seguintes campos:
status: > ? mensagem corrente
Para ler qualquer uma das mensagem basta digitar o n�mero correspondente
no �prompt� do mail. Para apagar, basta digitar o comando �d�:
Estou testando o mail
& d
�Para terminar o programa mail digite Ctrl-d ou q(volta ao �prompt�
do sistema). As mensagens que tiverem sido lidas ser�o guardadas
na �caixa de correio� do seu diret�rio. Para verificar o conte�do
desta, digite:
$ mail -f ?lista as mensagens j� lidas com seus respectivos n�meros
correspondentes e entra no�� programa mail.
ENVIADO UMA MENSAGEM:
�Ao enviar uma mensagem voc�, al�m de conhecer o e-mail
da outra pessoa deve informar o assunto da mesma de forma resumida (2 ou
3 palavras). Embora isto seja opcional � quase um padr�o
no servi�o de correio eletr�nico. Para enviar uma mensagem
para um usu�rio qualquer digite:
$ mail [email protected]�nio.dom�nio (Sistema
Remoto)
Ap�s isto, o que voc� deve informar � o assunto,
teclar ENTER e come�ar a escrever a mensagem. Concluindo a mensagem,
� s� digitar Ctrl-d em uma linha em branco para envi�-la.
Suponha que voc� est� enviando uma mensagem para o usu�rio
marcelo:
$ mail marcelo
Marcelo,
Isto e somente um teste do mail!
Obrigado,
$ mail marcelo < carta
Este comando redireciona a entrada do mail para o arquivo carta atrav�s
do caracter especial �<�.
�O sistema de arquivos do DOS armazena informa��es
como o nome do arquivo, tamanho do arquivo em bytes, data de cria��o
e �ltima altera��o, hora de cria��o
e �ltima altera��o, bem como outros atributos (leitura,
grava��o arquivo/diret�rio) de cada entrada no diret�rio.
O sistema de arquivos do Unix armazena os atributos da entrada, quantidade
de liga��es, identifica��o do dono, identifica��o
do grupo, tamanho do arquivo em bytes, data e hora da cria��o
e �ltima altera��o, e nome do arquivo/diret�rio.
Tipo e Permiss�es de Acesso
�A segunda linha do exemplo anterior n�o � parte
normal da sa�da, mas foi colocada como ilustra��o
para indicar a posi��o dos caracteres na linha acima. Se
o primeiro caracter, na posi��o 0, for um �d�, isso significa
que a entrada � um diret�rio. Se for um �-�, significa que
� um arquivo comum. Se esse caracter for um �b�, �c� ou �p�, significa
que se trata de um arquivo especial usado pelo Unix para executar opera��es
de I/O.
Seguran�a do Sistema de Arquivos
�A implementa��o da seguran�a de sistema de
arquivos come�a com a compreens�o de como � dada permiss�o
aos usu�rios para acessar os arquivos.
�Esses valores num�ricos podem ser usados para ajustar as
permiss�es de acesso que cada grupo tem. O comando chmod usa valores
num�ricos para cada uma das tr�ades; por exemplo, se as permiss�es
de dono, grupo e outros fossem ler, gravar e executar, o valor num�rico
a especificar com o comando chmod seria 777. Se, em lugar de permitir acesso
pleno ao grupo e outros, fosse necess�rio dar acesso pleno apenas
ao dono, sem qualquer outra permiss�o de acesso, o valor num�rico
seria 700.
�O primeiro exemplo atribui permiss�es de leitura e grava��o
a todos os usu�rios que acessam nome_do_arquivo. Na segunda linha
s�o retiradas as permiss�es de execu��o para
o dono e outros, mas n�o para o grupo. A �ltima linha remove
todos os atributos (nenhuma permiss�o � concedida) do dono,
grupo e outros. A fim de manipular esse arquivo, o dono deve antes usar
o chmod para dar-lhe as permiss�es apropriadas.
�Este servi�o � comumente conhecido como ftp (�file
transfer protocol�). Havendo permiss�o, � poss�vel
copiar ou enviar arquivos entre equipamentos localizados em diferentes
continentes por exemplo.
�ftp Ex.: $ ftp ADSRJ01 (neste exemplo s� utilizado o hostname)
�O programa ftp sempre pede ao usu�rio sua identifica��o
(username e senha) para permitir o acesso � m�quina requisitada.
Uma vez dado este acesso � como se voc� estivesse de fato
trabalhando naquele computador (portanto � preciso que voc�
esteja cadastrado nele).
?
Crtl+c� lista os subcomandos dispon�veis.
�Ex.: Exemplo de uma sess�o de ftp marcelo para ADSRJ01:
$ ftp ADSRJ01
�Quando se realiza uma transfer�ncia de arquivos de um lugar
para outro, est�-se aumentando o tr�fego de informa��es
na rede de comunica��o (principalemente se o arquivo for
grande). Portanto, � recomend�vel que sess�es de ftp,
de modo geral, sejam feitas fora do hor�rio comercial, em hor�rios
de baixo tr�fego na rede.
�O vi � o editor de textos mais utilizado em m�quinas
Unix (outros s�o os editores ex e ed). Este editor opera em, basicamente,
dois modos, onde em cada um deles existem comandos espec�ficos.
�O editor pode ser invocado atrav�s dos comandos:
(neste �ltimo caso o nome do arquivo a ser editado dever�
ser fornecido no momento em que for salvo).
MODO TEXTO
Subcomandos de inser��o de texto:
i insere texto antes do cursor
MODO COMANDO:
Subcomandos para Movimenta��o pelo Texto:
Ctrl+f
Subcomandos para Localiza��o de Texto:
/palavra
Subcomandos para Altera��o de Texto:
rx
u
J
Subcomandos para Salvar o Texto:
:wq
:w! :q
�Praticando
$ pwd
$ ls -l
$ ps -ef | grep marcelo
- Caminha para o diret�rio /w1/WORKADS
�Comandos do Unix
Sintaxe de Comando Descri��o
Caracteres Especiais
�Bibliografia:
- Unix para Usu�rios e Programadores do MS-DOS
- Unix System V Manual do Usu�rio e Guia do Programador
- Apostila de Administra��o do SunOS I
- Guia de Refer�ncia do Sistema Operacional Unix
- Shells User�s Guide
�
login: tsm
Password:
Password: go4it
�Quando o acesso � permitido, o usu�rio entra em
contato com outro componente do Unix: o shell. O shell � uma camada
de software entre o usu�rio e o sistema operacional. Ele foi projetado
para interpretar os comandos digitados pelo usu�rio. � o
sistema operacional que realmente providencia a execu��o
dos comandos de usu�rio; o shell � o mecanismo usado para
coletar as instru��es.
�Se a conex�o for bem-sucedida, ser� exibido o caracter
de prompt padr�o do shell (o caracter $), e a tela fica assim:
Password: *****
$
�Ex.: Exemplo de uma sess�o telnet para o computador ADSRJ01:
Trying 192.9.250.1 ...
Connected to ADSRJ01.
Escape character is '^]'.
�
�
�A linha de comando deste programa � a seguinte:
rlogin
�Ex.: Exemplo de uma abertura de sess�o da ADSRJ01 para
ADSRJ02:
Last login: Tue Aug 22 10:52:51 on console
SunOS Release 4.1.3 (GEN_SYBASE) #1: Mon Jun 21 10:20:27 EST 1993
�
�you have mail�
� Para listar as mensagens recebidas digite:
SCO System V Mail (version 3.2)� Type ? for help.
"/usr/spool/mail/marcelo": 1 message 1 new
>N� 1 produc����������
Thu Aug 17 15:48�� 13/369�� teste
&
�N ? mensagem nova
�R ? mensagem lida
�U ? mensagem n�o lida
n�mero: indica a numera��o da mensagem.
remetente: identifica o endere�o da pessoa que enviou a mensagem.
data: identifica a data de recebimento da mensagem.
tamanho: identifica o n�mero de linhas e caracteres da mensagem
(incluindo o cabe�alho).
assunto: identifica o assunto da mensagem (opcional).
Message� 1:
From produc Thu Aug 17 15:48:26 1995
Received:� by ADSRJ01.ads.COM (5.65/25-eef)
������� id AA14313; Thu, 17 Aug
95 15:48:26 +0300
Return-Path:
Message-Id: <[email protected]>
From: [email protected] (Master for Producao)
X-Mailer: SCO System V Mail (version 3.2)
To: marcelo
Subject: teste
Date: Thu, 17 Aug 95 15:48:25 BRA
Status: R
&
�Dentro do programa mail, al�m de poder apagar mensagens
(i.�.,d
$ copy
$ save
$ mail username ( Sistema Local)
Subject: Teste
�
EOT
$
�
�Para interromper uma mensagem durante sua elabora��o
digite duas vezes Ctrl+c.
�O programa mail n�o permite, por exemplo retroceder linhas
para corre��es. Portanto, se voc� pretende escrever
mensagem mais longas, onde n�o pode haver erros de editora��o,
� poss�vel escrev�-las utilizando o editor de textos
(vi), salvar seu conte�do num arquivo e depois enviar este arquivo
atrav�s do mail.
�Ex.: Voc� digitou o arquivo �carta� no editor de textos
vi. Para envi�-lo para outra pessoa, por exemplo marcelo, digite:
�Conte�do do Diret�rio
�� evidente que a quantidade de informa��es
sobre o arquivo que o Unix mant�m � consideravelmente maior
do que no DOS. Isso acontece porque o sistema de arquivos do Unix foi pensado
para permitir acesso multiusu�rio concorrente. A sa�da do
comando ls -l exibe informa��es detalhadas sobre as entradas
no diret�rio. O primeiro campo dessa sa�da � usado
para determinar o tipo de entrada e suas permiss�es de acesso. A
seguir temos um exemplo desse campo:
drwxrwxrwx
0123456789
�O grupo seguinte de caracteres, nas posi��es de
1 a 3, indica as permiss�es do dono do arquivo; os caracteres rwx
s�o usados para indicar as permiss�es de leitura (read),
grava��o (write) e execu��o (execution). Se
aparecer um �-� em qualquer dessas posi��es, isso indicar�
aus�ncia da respectiva permiss�o. A permiss�o de acesso
x indica que o arquivo � execut�vel podendo ser um comando
bin�rio execut�vel ou um script do shell. Arquivos que n�o
cont�m essa permiss�o n�o podem ser executados, independentemente
de serem realmente programas bin�rios execut�veis� ou
scripts do shell. O DOS, por outro lado, usa o pr�prio nome do arquivo
como mecanismo para determinar se o arquivo � execut�vel
e como ser� tratado.
�As tr�s posi��es, de 4 a 6, indicam as permiss�es
de acesso no n�vel do grupo. Os �ltimos tr�s caracteres,
nas posi��es de 7 a 9, indicam as permiss�es de acesso
de todos os outros usu�rios do sistema. Os tr�s n�veis
de acesso aqui indicados s�o chamados, respectivamente, n�vel
de permiss�o de usu�rio, de grupo� e de outros. Os tipos
de permiss�es de acesso para os tr�s grupos s�o os
mesmos. O sistema de arquivos do DOS n�o tem nada correspondente
a essa funcionalidade, pois j� foi projetado como sistema monousu�rio,
as permiss�es de acesso n�o receberam considera��o.
�
�O comando chmod � usado para mudar os valores de modo
de acesso associados a um arquivo. O valor de modo de acesso de um arquivo
define, entre outras coisas, as permiss�es de acesso dadas ao dono
do arquivo, ao grupo e ao resto do mundo (chamado outros). As permiss�es
de acesso s�o de leitura, grava��o e execu��o,
indicadas por r, w e x.
�Os valores do modo de acesso aplicam-se a diret�rios e
subdiret�rios, bem como a arquivos, portanto a termo �arquivo� mencionado
nesse t�pico vale para os dois. (Note que os valores do modo de
acesso n�o se aplicam a superusu�rios!).
�Basicamente , h� tr�s tipos de usu�rios que
podem acessar um arquivo: o dono do arquivo, os usu�rios pertencentes
ao grupo ao qual o arquivo est� associado, e todos os outros usu�rios.
Dentro de cada uma destas categorias de usu�rio, � poss�vel
definir como o arquivo poder� ser acessado: para leitura, grava��o
ou execu��o. Quando o usu�rio lista as informa��es
detalhadas sobre um arquivo, usando a op��o -l do comando
ls, a informa��o retornada inclui as permiss�es de
modo de acesso, representadas da seguinte forma:
rwxrwxrwx
�Essa tr�ade de caracteres rwx vai da esquerda para a direita.
O primeiro grupo refere-se ao dono, o seguinte refere-se ao acesso do grupo,
e o �ltimo refere-se aos outros (o resto do mundo). Podem ser fornecidas
outras informa��es como uma indica��o de que
a entrada � um diret�rio ou um arquivo. O exemplo a seguir
ilustra como os grupos s�o associados aos modos de acesso:
� dono� grupo� outros
� rwx� rwx� rwx
�Cada modo de acesso dentro de cada grupo tem um valor num�rico
associado a ele, como indica a tabela abaixo:
MODO VALOR DESCRI��O
- 0 Nenhuma permiss�o
x 1 Permiss�o de execu��o
w 2 Permiss�o de grava��o
wx 3 Permiss�o de grava��o e execu��o
r 4 Permiss�o de leitura
rx 5 Permiss�o de leitura e execu��o
rw 6 Permiss�o de leitura e grava��o
rwx 7 Permiss�o de leitura/grava��o/execu��o
�Como pode ser visto, o n�mero octal de tr�s d�gitos
tem uma rela��o posicional correspondente � tr�ade
rwx. O primeiro n�mero (� esquerda) corresponde ao campo
do dono, o segundo n�mero (no meio) corresponde ao campo do grupo,
e o terceiro n�mero (� direita) corresponde ao campo reservado
para outros. Isso pode ser confuso para alguns usu�rios do Unix,
por isso h� um modo diferente de realizar a mesma coisa, mas que
� um pouco mais f�cil de entender.
�O m�todo alternativo de especificar o valor do modo no
comando chmod � usando caracteres alfab�ticos. Os caracteres
alfa r, w e x podem ser usados em combina��o com os caracteres
u, g, o e a. O caracter u refere-se ao usu�rio que possui o arquivo,
o caracter g refere-se ao grupo, o caracter o refere-se aos outros (todos
os outros usu�rios), e a (all=todos) aplica as mudan�as aos
tr�s grupos (u,g e o).
�Os caracteres + (mais), -(menos) e = (igual) s�o tamb�m
usados no processo de atribui��o. O caracter + significa
acrescentar o(s) valor(es) de permiss�o(�es) � direita
dele, o caracter - significa remover o(s) valor(es) de permiss�o(�es)
� direita dele, o caracter=significa retirar (nenhuma permiss�o)
todos os valores de permiss�o para os usu�rios especificados
� esquerda do caracter. A seguir temos alguns exemplos:
chmod a+rw nome_do_arquivo
chmod uo-x nome_do_arquivo
chmod a= nome_do_arquivo
Quando um arquivo � criado, ele recebe certos valores de propriedade,
como a uid do dono (normalmente o criador do arquivo), o valor de propriedade
do grupo (geralmente o grupo a que o dono pertence quando o arquivo �
criado), e outros valores de permiss�o de acesso derivados dos valores
associados ao valor umask do dono, no momento da cria��o.
�Pode haver muitas situa��es em que se torna necess�rio
mudar um ou outro desses valores; o comando chgrp � usado para atribuir
uma nova propriedade do grupo. O grupo deve existir, caso contr�rio
ser� retornada uma mensagem de erro. O valor de propriedade de grupo
n�o se aplica ao superusu�rio. A fim de mudar as propriedades
de grupo, o usu�rio deve ter autoriza��o; deve ser
membro do grupo ao qual o arquivo d� permiss�es de modifica��o.
�O novo grupo ao qual a propriedade est� sendo associada
pode ser qualquer grupo, desde que j� existia (geralmente mantido
pelo administrador do sistema). Uma vez reatribu�da a propriedade
de grupo, o acesso no n�vel dogrupo fica restrito aos membros do
novo grupo. As permiss�es de acesso de grupo anteriormente ajustadas
continuam valendo.
�O comando chown � usado para trocar a propriedade de um
arquivo, passando-a de um usu�rio para outro.�� A fim
de mudar ovalor de propriedade de um arquivo, o usu�rio deve ser
autorizado, deve ser dono do arquivo ou ter privil�gios de superusu�rio.
Para usu�rios autorizados n�o superusu�rio, uma vez
mudada a propriedade do arquivo, eles passam a sujeitar-se �s permiss�es
de acesso definidas para o arquivo.
�Se um usu�rio acidentalmente mudar a propriedade para
outro usu�rio, ent�o deve pedir ao novo dono para devolv�-la,
o que tamb�m poder� ser feito por um superusu�rio
(geralmente � feito pelo administrador do sistema).
Servi�o de Transfer�ncia de Arquivos:
� Os subcomandos mais utilizados dentro do programa ftp (cujo
prompt � ftp> ) s�o:
(ascii)
binary
dir
get
mget
mput
open
put
pwd
quit ou bye
transfere arquivos do tipo ASCII.
transfere arquivos bin�rios.
lista o conte�do do diret�rio remoto especificado.
copia o arquivo remoto espec�fico para o arquivo local..
copia a s�rie de arquivos remotos especificados para o diret�rio
corrente no computador local.
copia os arquivos listados para o computador remoto (� preciso
ter permiss�o de escrita no diret�rio remoto que vai abrigar
este arquivos).
estabelece uma conex�o ftp com o computador especificado.
copia o arquivo local para o arquivo remoto listado.
apresenta o diret�rio corrente no computador remoto.
fecha a conex�o entre os computadores e sai do programa ftp
(volta ao �prompt do sistema).
interrompe a transfer�ncia de qualquer arquivo.
Connected to ADSRJ01.
220 ADSRJ01.ads FTP server (Version 5.60 #1) ready.
Name (ADSRJ01:marcelo):
331 Password required for marcelo.
Password:
230 User marcelo logged in.
ftp> pwd
257 "/w1/USERS/marcelo" is current directory.
ftp> dir
200 PORT command successful.
150 Opening ASCII mode data connection for /bin/ls (0 bytes).
total 1876
-rw-r--r--��� 1 marcelo� desenv������
822 Jul 06 15:13 .cshrc
-r--r--r--���� 1 marcelo� desenv�������
53 Sep 09� 1994 .cueprofile
-rw-r--r--��� 1 marcelo� desenv������
371 Jan 26� 1995 .exrc
-r--------���� 1 marcelo� auth����������
0 Aug 01 16:01 .lastlogin
-rw-r--r--��� 1 marcelo� desenv������
385 Sep 09� 1994 .login
-rw-r--r--��� 1 marcelo� desenv�����
2166 Jul 19 12:18 .profile
drwxr-xr-x�� 2 marcelo� other��������
64 Jul 07 12:36 DOS
drwxr-xr-x�� 2 marcelo� other�������
128 Apr 04 23:36 amherj
drwxr-xr-x�� 2 marcelo� other�������
128 Apr 04 23:37 backup
drwxr-xr-x�� 2 marcelo� other��������
48 Apr 04 23:37 bin
-rw-------�� 1 marcelo� desenv������
190 Feb 03� 1995 ccrj1
-rw-------�� 1 marcelo� desenv�����
4751 Feb 24 09:50 cshrc
-rwxr-xr-x�� 1 marcelo� desenv�����
6614 Jan 30� 1995 envmer.doc
drwxr-xr-x�� 2 marcelo� other��������
80 Apr 04 23:37 fax
226 Transfer complete.
1553 bytes received in 0.23 seconds (6.5 Kbytes/s)
ftp> cd fax
250 CWD command successful.
ftp> binary
200 Type set to I.
ftp> get sqlv10.sun
200 PORT command successful.
150 Opening ASCII mode data connection for sqlv10.sun (12079 bytes).
226 Transfer complete.
local: sqlv10.sun remote: sqlv10.sun
12079 bytes received in 0.06 seconds (2e+02 Kbytes/s)
ftp> quit
221 Goodbye.
$
�Editor de Texto VI
modo texto� ?� o modo utilizado para inserir um texto,
o que � poss�vel ap�s a inser��o de
subcomandos espec�ficos. Para voltar ao modo comando basta pressionar
a tecla ESC.
modo comando ?� o modo em que o editor se encontra logo ap�s
ser invocado. Para cancelar um subcomando espec�fico deste modo
basta pressionar a tecla ESC.
vi
ou
vi
r insere texto no in�cio da linha onde se encontra o cursor
a insere texto depois do cursor
A insere texto no fim da linha onde se encontra o cursor
o adiciona linha abaixo da linha corrente
O adiciona linha acima da linha corrente
Ctrl + h apaga �ltimo caracter
Ctrl + w apaga �ltima palavra min�scula
Esc passa para o modo comando
Ctrl+b
H
M
L
k
j
h
l
w
W
b
B
0 (zero)
^
$
nG
G passa para a tela seguinte.
passa para a tela anterior.
move o cursor para a primeira linha da tela.
move o cursor para o meio da tela.
move o cursor para a �ltima linha da tela.
move o cursor para linha acima.
move cursor para linha abaixo.
move cursor para caracter a esquerda.
move cursor para caracter a direita.
move cursor para in�cio da pr�xima palavra (Ignora pontua��o).
move cursor para in�cio da pr�xima palavra (N�o
ignora pontua��o).
move cursor para in�cio da palavra anterior (Ignora pontua��o).
move cursor para in�cio da palavra anterior (N�o ignora
pontua��o).
move cursor para in�cio da linha corrente.
move cursor para o primeiro caracter n�o branco da linha.
move cursor para o fim da linha corrente.
move para a linha n.
move para a �ltima linha do arquivo.
?palavra
Ctrl+g move para a pr�xima ocorr�ncia da palavra procurada
(para repetir a busca usar n).
move para a ocorr�ncia anterior da palavra(para repetir a busca
usar n).
mostra o nome do arquivo corrente, o n�mero da linha corrente
e o n�mero total de linhas.
Rtexto
cw
cc
C
U
s:/velho/novo substitui o caracter sob o cursor pelo especificado x
(� opcional indicar o caracter).
substitui o texto corrente pelo texto indicado (opcional indicar o
texto adicionado).
substitui a palavra corrente. Pode-se indicar a nova palavra inserida
ou n�o.
substitui a linha corrente. Pode-se inserir o novo conte�do
da linha automaticamente.
substitui restante da linha corrente. Pode-se inserir o conte�do
restante da logo ap�s o comando.
desfaz a �ltima modifica��o.
desfaz todas as modifica��es feitas na linha (se o cursor
n�o mudou de linha desde a �ltima mudan�a).
une a linha corrente a pr�xima.
substitui a primeira ocorr�ndcia de �velho� por �novo�.
:w
:q! salvar as mudan�as feitas no arquivo e sai do editor.
salva o arquivo corrente com o nome especificado. Continua edi��o.
N�o � necess�rio fornecer o nome do arquivo se este
j� tiver um.
salva (de modo for�ado) o arquivo corrente no arquivo especificado
(cujo conte�do original � destru�do!).
sai do editor. Se mudan�as n�o foram salvas �
apresentada mensagem de advert�ncia.
sai do editor sem salvar as mudan�as realizadas.
/w2
$ cd /w1/WORKADS
$ pwd
/w1/WORKADS
$ ls -l
total 18
drwxrwxrwx�� 2 produc�� produc�������
32 Apr 05 00:33 arq
drwxrwxrwx�� 3 produc�� produc�������
48 Apr 04 23:47 fax
drwxrwxrwx�� 9 produc�� produc������
144 Apr 05 00:33 implanta
drwxrwxrwx�� 2 produc�� produc������
128 Jun 22 16:27 keep
drwxrwxrwx�� 5 produc�� produc�������
80 Apr 05 00:33 libera
drwxrwxrwx�� 5 produc�� produc�������
80 Apr 05 00:33 log
drwxrwxrwx�� 6 produc�� produc������
112 Jun 20 18:20 receive
drwxrwxrwx�� 6 produc�� produc������
176 Aug 01 08:53 send
drwxrwxrwx� 11 produc�� produc������
208 Jun 06 16:02 ship
$ cd teste
$ cp /w2/SCCD/arq/*.dat .
total 22
-rwxrwxrwx� 1 produc�� produc������
708 Aug 03 12:38 dtt326.dat
-rwxrwxr-x�� 1 produc�� produc�����
1746 Aug 03 12:38 hln0414.dat
-rwxrwxr-x�� 1 produc�� produc�����
1830 Aug 03 12:38 hln0807.dat
-rwxrwxr-x�� 1 produc�� produc�����
1072 Aug 03 12:38 hln0858.dat
-rw-r-----���� 1 produc�� produc�����
1542 Aug 03 12:38 mv031031.dat
-rwxrwxrwx� 1 produc�� produc����
1620 Aug 03 12:38 rngd1406.dat
$ rm *.dat
$ ls -l
total�� 0
$ cd ..
$ rmdir teste
$ who
produc���� ttyp0�������
Aug 03 12:36
$ finger
Login������ Name��������������
TTY Idle��� When�����������
Office
produc�� Master for Producao�� p0������
Thu 12:36
$ lp manual
request id is emilia_unix-3109 (1 file)
$ lpstat
emilia_unix-3109������� marcelo���������
43253�� Aug� 4 12:20 on emilia_unix
$ cancel emilia_unix-3109
request "emilia_unix-3109" cancelled
$ chmod 755 teste
$ chgrp desenv teste
$ chown produc teste
$ compress teste
$ uncompress teste.Z
$ tar cvf fontes *.cbl.Z
a lf0303v1.cbl.Z 41 tape blocks
a lf0309v1.cbl.Z 49 tape blocks
a lf0310v1.cbl.Z 78 tape blocks
$ ps -ef
���� UID�� PID� PPID� C���
STIME� TTY����� TIME COMMAND
��� root���� 0����
0� 0� Aug� 4�� ?�������
0:00 sched
��� root���� 1����
0� 0� Aug� 4�� ?�������
2:25 /etc/init
��� root���� 2����
0� 0� Aug� 4�� ?�������
0:00 vhand
��� root���� 3����
0� 0� Aug� 4�� ?�������
0:02 bdflush
marconde� 5937���� 1� 0 11:37:13�
01������ 0:02 -sh
��� root� 6039��� 1� 0 12:03:57�
02��� 0:01 /etc/getty tty02 sc_m
��� root�� 143���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 /etc/slattach +c ttyy1a 192.9.12 0.3 192.9.120.1 38400
��� root��� 58�����
1� 0� Aug� 4�� ?�������
0:00 /etc/logger /dev/error /usr/adm/messages /usr/adm/hwconfig
��� root�� 111���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:07 /etc/cron
��� root�� 135���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 cpd
��� root�� 117���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:04 /usr/lib/lpsched
��� root�� 137���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 slink
��� root�� 144���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 /etc/slattach ttyy1b 192.9.50.6 192.9.50.8 2400
��� root�� 145���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 /etc/slattach ttyy1c 192.9.50.7 192.9.50.19 19200
��� root�� 146���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 strerr
��� root�� 881���� 1�
0� Aug� 4�� 03����� 0:01 /etc/getty
tty03 sc_m
��� root�� 574���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:00 pcnfsd
��� mmdf�� 555�� 1� 0�
Aug� 4�� ?������� 0:05
/usr/mmdf/bin/deliver -b
��� root�� 573���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:01 portmap
��� root�� 581���� 1�
0� Aug� 4�� ?�������
0:02 mountd
��� root�� 611���� 1�
3� Aug� 4�� ?������ 61:42
/usr/sybase/bin/dataserver -d/usr/sybase/master.dat -e/usr/sybase/install/error
��� root�� 618���� 1�
0� Aug� 4�� 07������
0:00 /etc/getty tty07 sc_m
��� root�� 619���� 1�
0� Aug� 4�� 08������
0:00 /etc/getty tty08 sc_m
��� root�� 620���� 1�
0� Aug� 4�� 09������
0:00 /etc/getty tty09 sc_m
��� root�� 621���� 1�
0� Aug� 4�� 10������
0:01 /etc/getty tty10 sc_m
��� root�� 622���� 1�
0� Aug� 4�� 11������
0:01 /etc/getty tty11 sc_m
��� root� 6004157� 0 12:02:19� ?�������
0:04 telnetd
��� root� 5778��� 1� 0 11:04:32�
12����� 0:00 /etc/getty tty12 sc_m
lazarini� 60056004� 0 12:02:20� p0���
0:02 -sh
��� root� 6058157 15 12:09:28� ?�������
0:01 telnetd
��� root�� 627���� 1�
0� Aug� 4�� ?���������
0:00 /tcb/files/no_luid/sdd
�marcelo� 6059� 6058� 0 12:09:29� p1������
0:02 -sh
�marcelo� 6080� 6060 42 12:10:08� p1�����
0:00 ps -ef
$ kill -9 6059
�marcelo� 6059� 6058� 0 12:09:29� p1������
0:02 -sh
�marcelo� 6079� 6059 42 12:10:08� p1������
0:00 grep marcelo
�marcelo� 6080� 6060 42 12:10:08� p1������
0:00 ps -ef
$ ls lf0303v1.cbl | cut -f2 -d.
cbl
$ exit - Mostra o diret�rio corrente
- Verifica o diret�rio corrente
- Lista o conte�do do diret�rio corrente
- Caminha para o diret�rio teste
copia todos os arquivos *.dat do diret�rio /w2/SCCD/arq para
diret�rio corrente
- Lista o conte�do do diret�rio corrente
- Remove todos os arquivos *.dat do diret�rio corrente
- Lista o conte�do do diret�rio corrente
- Retorna ao diret�rio pai
- Remove o diret�rio teste
- Identifica os usu�rios conectados
- Identifica com mais detalhes os usu�rios conectados
- Envia o arquivo manual para a fila de impress�o (o processo
da impress�o � de n� 3109)
- Mostra o estado dos processos na fila de impress�o
- Cancela o processo emilia_unix-3109 da fila de impress�o
- Muda a permiss�o do arquivo teste para 775
- Muda o grupo do arquivo teste para desenv
- Muda o dono do arquivo teste para produc
- Comprime o arquivo teste que passa a ser teste.Z
- Descomprime o arquivo teste.Z
- Compacta todos os arquivos com extens�o �cbl.Z� no arquivo
fontes
- Fornece todos os processos ativos na m�quina
- Mata o processo 6059, eliminando a sess�o do usu�rio
marcelo
- Mostra as linhas que cont�m a palavra marcelo atrav�s
do resultado do comando ps -ef
- Recorta o segundo campo delimitado pelo ponto
- Desconecta-se da sess�o
�
at� time� [data]� [incremento] Enfileira comandos para
a execu��o em um momento posterior.
Ex.: at� 5� pm� Friday� next� week� <�
backup.sh
ar� op��o� nome�� arquivos Agrupa
arquivos em um �nico arquivo de acervamento (semelhante ao comando
tar).
Ex.:� ar� -rv� fontes� *.c� (compacta os arquivos
*.c no arquivo fontes)
banner�� caracter(es) Converte caracteres normais em garrafais
para a sa�da padr�o. Ex.: banner� BOM DIA
cancel� ID number Cancela a impress�o de processo ID number.
Este � dado pelo comando lpstat -p file. Ex.: cancel� emilia-195
cat� file1 file2 ... Concatena o file1, file2 ... e mostra na
tela. Ex.: cat� .profile
cd� pathname Muda o diret�rio de trabalho para pathname(caminho
do diret�rio desejado).
Ex.: cd /w1/WORKADS
cd Muda para o diret�rio home(inicial).
chgrp� grupo� file1 ... file n Muda os arquivos file1 at�
filen para um determinado grupo.
Ex.: chgrp� produc� .profile
chmod� n�mero, + -, rwx file ou diret�rio Muda a
permiss�o de um arquivo ou diret�rio.(4-leitura, 2-grava��o
e 1-execu��o)� Ex.: chmod� 640� .profile
chown� proprit�rio� file1 ... filen Muda o propriet�rio
dos arquivos file1 ... filen.� Ex.: chown� produc� .login
clear Limpa a tela.
compress� file1 Comprime o file1, gerando um file1.Z. Ex.: compress
lf0303v1.cbl
cp� file1 file2 Copia file1 para file2 (copia por cima do file2).
Ex.: cp� /w1/WORKADS/teste� /w2/USERS
cut� [-d �delimitador�]
������ [-f(numero_do_campo)] Extrai informa��es
selecionadas de um arquivo de entrada.
Ex.: cat� /etc/passwd� |� cut� -d�:�� -f1,5
date� Mostra a data e hora corrente.
df Informa o n�mero de blocos livres em disco.
dircmp� diret�rio1� diret�rio2 Compara diret�rios
entre si.
du Fornece um resumo da utiliza��o do disco.
echo� message Mostra message na tela. Ex.:� echo� Estou
aqui
env� vari�vel=valor Classifica vari�vel de ambiente.
exit Sai do sistema.
find pathname� -name� file1� -print Mostra a localiza��o
do file1 procurando a partir do pathname.
Ex.: find /w1/USERS� -name �marcelo�� -print
finger� [op��es] Obtem informa��es
detalhadas dos usu�rios conectados.
ftp� nome_da_m�quina Abre uma sess�o para transfer�ncia
de arquivos. (Ver lista de comandos do ftp).
Ex.: ftp -i� ADSRJ02
grep� op��es� express�o� file1
Mostra as linhas em que ocorre a express�o dentro do file1. Ex.:
grep -i �echo� .profile
head� -n�mero� arquivo Exibe as linhas iniciais(n�mero)
do arquivo na sa�da padr�o.� Ex. head� -20�
.login
id Exibe informa��es sobre as ID�s de usu�rio
e grupo do usu�rio.
kill� -nu_sinal� PID Encerra processos ativos no sistema
Unix, onde nu_sinal � o n�mero do sinal e PID � o
n�mero do processo a ser eliminado. Ex.:� kill� -9�
135
logname Fornece o nome da conta do usu�rio.
lp� file{1...n} Imprime do file1 at� o file n.� Ex.:�
lp .login
ls Lista o conte�do do diret�rio corrente.
ls -a Lista todo o conte�do do diret�rio corrente.
ls -l Lista o conte�do do diret�rio corrente, indicando
tamanho e permiss�es.
mail Envia correspond�ncia aos usu�rios ou as l�.
No caso de envio, finaliza-se com�
man� comando Mostra na tela a pagina do manual referente ao comando.
mesg� [op��o] Permite ou impede a recep��o
de mensagens. Ex.: mesg� n
mkdir� diret�rionovo Cria um diret�rionovo. Ex.:
mkdir� ADS
more� file1 Mostra o conte�do de file1.( q - quit). Ex.:
more� .profile
mv� file1 file2 Move file1 para file2.� Ex.:� mv�
.login� .login.old
nohup� comando� argumento Executa um comando imune �
desconex�o e aos sinais de quit.
pack�� arquivo(s) Comprime arquivos, similar ao comando compress.
Ex.:� pack� *.c
passwd Cria ou muda uma password para o usu�rio.
pcat�� arquivo.z Exibe o conte�do do arquivo coprimido
com o comando pack na sa�da padr�o.
pr� arquivo Quebra o arquivo em p�ginas, onde a sa�da
� formatada com um cabe�alho em cada p�gina, com o
nome do arquivo a data e a hora, e o n�mero de p�gina.
ps� [ -op��o] Reporta a situ��o de
processos ativos no sistemas
pwd Mostra o diret�rio corrente.
rm� file1 Remove o file1.
rmdir� diret�rio Remove o diret�rio ( este diret�rio
deve estar sem arquivos).
rlogin� nome_da_m�quina Abre uma conex�o com nome_da_m�quina.
Ex.: rlogin� ADSSP01
sleep�� segundos Suspende a execu��o por um
determinado de tempo.
sort� file1 Ordena o file1 e mostra na tela. OBS: n�o grava
a altera��o do file1.
su� [ - ]� usu�rio Abre uma nova sess�o com
a conta do usu�rio mencionado. A op��o �-� faz herdar
o ambiente do usu�rio desejado.� Ex.:� su� -�
root
tail� [op��o]� file1 Mostra na tela as 10 �ltimas
linhas do file1. Este valor pode ser ajustado com as op��es
+n�mero(a partir do in�cio) -n�mero(a partir do fim).�
Ex.: tail� +15� .login
tar {cvf, xvf e tvf} nome� file{1...n} Compacta file1 at�
file n� dentro de um arquivo chamado nome.
Ex.: tar� cvf� arquivos.tar� .login� .profile�
(cria arquivos.tar compactado)
������� tar� xvf /dev/rst0�
*�� (extrai todos os arq. contidos em fita streamer)
������� tar� tvf /dev/rst0�
*�� (verifica o conte�do em fita streamer)
tee� Este comando encaminha a entrada para o terminal e para o(s)
arquivo(s) nomeado(s).
Ex.: ls | tee listagem | sort
telnet� nome_da_m�quina Abre uma conex�o com nome_da_m�quina.
Ex.: telnet� ADSRJ01
tty Exibe o terminal que est� sendo usado.
uncompress� arquivo(s) Descomprime arquivos (*.Z).� Ex.:�
uncompress� *.Z
unpack�� arquivo(s) Descomprime arquivos (*.z).� Ex.:�
unpack� *.z
wall�� Envia mensagem para todos os usu�rios logados.
Para finalizar CTRL+D.
wc� file1 Realiza a contagem das palavras do arquivo file1. Ex.:�
wc� .profile
who Mostra os usu�rios correntes no sistema.
write� usu�rio mensagem Envia mensagem para o usu�rio.
Ex.: write� produc� fim de implanta��o
zcat� arquivo.Z Exibe na tela o conte�do do arquivo comprimido
pelo comando compress.
file�� >�� file1 Redireciona sa�da do comando
especificado.
file�� <�� file1 Redireciona a entrada para
o comando especificado
file�� >>��� file1 Redireciona sa�da
do comando para o fim do file1.
comando1�� |�� comando2 Utiliza a sa�da
do comando1 como entrada do comando2.
$vari�vel Fornece o conte�do da vari�vel de ambiente.
\metacaracter Anula a fun��o do metacaracter.
* Equivale a qualquer caracter.
comando� & Faz com que um processo seja executado em background.
�
�Steven Mikes� -� Editora Campus
�Mitchell Waite, Don Martin e Stephen Prata
�Medidata
�PUC
�Hewlett Packard
�