Tutorial Linux
Autor: [email protected]
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1. Introdução
ao Linux
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1. O que diabos é
Linux ?
Linux é uma cópia
do Unix feito por Linus Torvalds, junto com um grupo de hackers pela Internet.
Pretende-se que ele
conforme com o padrão
POSIX.
Ele inclui proteção
entre processos (crash protection), carregamento por demanda, redes TCP/IP,
alem de nomes de arquivos
com até 255 caracteres,
multi-tarefa real, suporte a UNICODE, shared libraries, memória
virtual, etc.
O Kernel é o núcleo do sistema operacional, e está sob os termos do GNU General Public License.
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2. Meu micro suporta
Linux?
Para que seu micro suporte
Linux, você precisa de um 386/486/586, com no mínimo 2Mb RAM.
É recomendável utilizar
8Mb RAM para rodar outros
programas úteis e o X-Windows. Além disso, você precisa
de um disco rígido também.
O Linux também pode rodar em Laptops.
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3. Quanto espaço
em disco preciso para o Linux?
O mínimo espaço
utilizável para Linux é 10Mb, para você testá-lo.
Agora para uma boa utilização,
recomenda-se colocar uns 400Mb a 600Mb...
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4. A História
do Linux
O Kernel do Linux foi, originalmente,
escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação
da
Universidades de Helsinki,
Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários
através da Internet.
Linus Torvalds iniciou cortando
(hacking) o kernel como um projeto particular, inspirado em seu interesse
no Minix, um
pequeno sistema UNIX desenvolvido
por Andy Tannenbaum. Ele se limitou a criar, em suas próprias palavras,
"um Minix
melhor que o Minix" ("a
better Minix than Minix"). E depois de algum tempo de trabalho em seu projeto,
sozinho, ele enviou a
seguinte mensagem para comp.os.minix:
Você suspira por melhores
dias do Minix-1.1, quando homens serão homens e escreverão
seus próprios "device drivers" ?
Você está sem
um bom projeto e esta morrendo por colocar as mãos em um S.O. no
qual você possa modificar de acordo
com suas necessidades ?
Você está achando frustrante quando tudo trabalha em Minix
? Chega de atravessar noites para
obter programas que trabalhem
correto ? Então esta mensagem pode ser exatamente para você.
Como eu mencionei a um mês
atrás, estou trabalhando em uma versão independente de um
S.O. similar ao Minix para
computadores AT-386. Ele
está, finalmente, próximo do estágio em que poderá
ser utilizado (embora possa não ser o que
você esteja esperando),
e eu estou disposto a colocar os fontes para ampla distribuição.
Ele está na versão 0.02... contudo eu
tive sucesso rodando bash,
gcc, gnu-make, gnu-sed, compressão, etc. nele.
No dia 5 de outubro de 1991
Linus Torvalds anunciou a primeira versão "oficial" do Linux, versão
0.02. Desde então muitos
programadores têm
respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o Sistema
Operacional que é hoje.
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5. Estrutura dos diretórios
do Linux
Bem, a estrutura de diretórios de um linux típico é mostrada nesta tabela:
bin
Arquivos executáveis(binários) de comandos essenciais pertencentes
ao sistema e que são usados com freqüencia.
boot
Arquivos estáticos de boot de inicialização(boot-loader)
dev
Arquivos de dispositivos de entrada/saída
etc
Configuração do sistema da máquina local com arquivos
diversos para a administração de sistema.
home
Diretórios local(home) dos usuários
lib
Arquivos da biblilotecas compartilhadas usados com freqüencia
mnt
Ponto de montagem de partição temporários
root
Diretório local do superusuário (root)
sbin
Arquvios de sistema essenciais
tmp
Arquivos temporários gerados por alguns utilitários
usr
Todos os arquivos de usuários devem estar aqui (segunda maior hierárquia)
var
Informação variável
Brevemente, estarei comentando
mais sobre os diretórios e colocarei informações até
de seus
subdiretórios e seus
conteúdos. Fique ligado...
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6. Linux=Unix ???
Limpo, claro e definitivo
: O Linux NÃO é UNIX.
O Linux É *um* Unix.
Putz ! O Roxo, tal como o Olodum, pirou de vez !
Calma gente !! Nem tanto !!
O UNIX é uma
marca registrada do Unix Lab ( parece que andou mudando de
nome e até fechado.
Alguem sabe algo mais certo ? ). Todos os sistemas
baseados naqueles códigos
são chamados de uma forma geral de UNIX.
O Linux foi escrito
desde o inicio pelo Linus Torvalds e não contem
nenhuma linha de codigo
do UNIX. Mas o Linux foi escrito para ser
conforme o padrao POSIX,
que deve ser o padrão da API ( Application
Programming Inteface ) Unix,
que em última análise pode ser resumido (
forcando um pouco a barra
) como sendo as chamadas do sistema. Por isto
se diz que o Linux é
*um* Unix ( nao UNIX ). Tem uma diferença sutil
aí.
Por causa da API POSIX,
do conjunto de utilitarios ( FSF/GNU em sua
maioria ) e do uso do X-Windows
( XFree ) o Linux é tao parecido com o
UNIX que existem empresas
que usam o Linux para desenvolver para UNIX que
não seja o dela mesma
( por exemplo a IBM e a Microsoft ). Veja que a Ms
está tentando tranformar
o NiceTry em um Unix ( ela espera que algum dia
no futuro seja um Unix melhor
que o Unix - algo assim como o Linux ;)), e
para isto está aproximando-o
do padrao POSIX.
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7. Links para Linux
Aqui vai uma série
de sites de Linux que escolhi a dedo.. :-)
Servidores WWW
http://www.openline.com.br/linux-br/
Home Page da Linux-BR Antiga
http://www.br.freebsd.org/linux-br/index.html
Home Page do Linux em português
http://www.inf.ufrgs.br/~kojima/linux/faq-linux.html
Perguntas frequentemente colocadas na linux-br (FAQ)
http://www.linux.org
Home page da Linux Organization, site oficial do Linux
http://www.suncite.unc.edu/mdw/welcome.html
Página do Linux Documentation Project
http://www.linux.if.usp.br
Tudo para linux em português/inglês site da USP
http://www.infor.es/LuCAS
Projeto Lucas - informações do Linux em espanhol
http://www.cl.com.ac.uk/users/wj10/linux-faq
Pergunta mais frequentes do Linux em inglês
http://sunsite.unc.edu/mdw/linux.html
Site com tudo sobre Linux em Inglês
Servidores FTP
ftp.iis.com.br
ftp.versatec.com
ftp.ibp.fr
ftp.cc.gatech.edu
ftp.cdrom.com <--- O
que eu visito +
ftp.informatik.tu-muenchen.de
ftp.ibr.cs.tu-bs.de
ftp.dfv.rwth-aachen.de
ftp.informatik.rwth-aachen.de
ftp.cc.monash.edu.au
ftp.dstc.edu.au
ftp.sun.ac.za
ftp.inf.utfsm.cl
ftp.zel.fer.hr
linux.if.usp.br
lcmi.ufsc.br
cesar.unicamp.br
ftp.ime.usp.br
ftp.ufpr.br
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2. Instalando e Usando o
Linux
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1. Instalando o Linux
Para instalar o Linux, você
precisa-rá primeiro de um bootdisk e um rootdisk.
Os discos de boot e root
são muito fáceis de achar. O color.gz (577k) e o bare.i (569k).
O bare.i eh o disco de BOOT
para suporte IDE. Se vc tiver um SCSI terá que pegar outro...
e o color.gz como vc pode
ver eh o ROOT DISK:
o color.gz.
The menu-based color installation disk for 1.44 meg
drives. Most users should use this rootdisk.
Você pode pegá-los
em ftp.cdrom.com:/pub/linux/slackware , o de boot no dir bootdsks.144 e
o
de root no dir rootdsks.144
.
Você também
precisará do RAWRITE.EXE(Dos), que montara o rootdisk e o bootdisk
em disketes.
Você pega no mesmo
endereço acima.
Os pacotes de instalação poderão ser encontrados nos ftps:
ftp://ftp.ufsm.br/pub/linux/slackware
(BR)
ftp://ftp.cdrom.com/pub/linux/
(US)
Aqui vai uma descrição dos pacotes a ser pegados:
A(*)
O Basico do sistema para rodar.
AP(*)
Aplicativos em geral
D
Linguagens de programacao /GCC/G++/Perl/C/ e outros...
E
GNU Emacs 19.25.
F(*)
Colecao de FAQs e outros documentos.
I
Documentacao de varios programas
N
Networking. TCP/IP, UUCP, mailx, dip, deliver, elm, pine, smail, cnews,
nn, tin, trn. (necessario para
comunicacao internet/rede em geral)
OOP
Programas Orientado a Objecto
Q(*)
Kernel do linux (necesario para compilar do kernel, p/ atualizacao do hardware)
TCL
Tcl, Tk, TclX, blt, itcl.
Y
Games. The BSD games collection, and Tetris for terminals.
X
XFree86 2.1.1 system (X-Window tipo o Windows convencional)
XAP
Aplicativos para X : X11 ghostscript, libgr13, seyon, workman, xfilemanager,
xv 3.01, GNU chess and
xboard, xfm 1.2, ghostview, e varios X games.
XD
X11 program development. X11 libraries, server linkkit, PEX support.
XV
Xview 3.2 release 5. XView libraries, and the Open Look virtual and non-virtual
window managers.
IV
Interviews libraries, include files, and the doc and idraw apps. These
run unreasonably slow on my
machine, but they might still be worth looking at.
OI
ParcPlace's Object Builder 2.0 and Object Interface Library 4.0, generously
made available for Linux
developers according to the terms in the "copying" notice found in these
directories. Note that these
only work with libc-4.4.4, but a new version may be released once gcc 2.5.9
is available.
T
The TeX and LaTeX2e text formatting systems.
Obs: (*) São os arquivos básicos, caso você não queira baixar tudo.
Todos os pacotes do linux somam mais de 100Mb.
Coloque o bootdisk na inicializaçao
de seu computador, então quando ele pedir
pra você colocar o
RootDisk você o coloca e pressiona Enter.
Coloque root no login.
Então execute o fdisk.
Lembre-se sua unidade C
e chamada pelo linux d '/dev/hda' ¤ esqueça disso! para
criar a partição
e barbada, e só seguir os exemplos. a única diferença
é a capacidade
do seu HD com a do exemplo.
Digite '?' para ver os camandos
do fdisk. Use o comando 'p' para ver as informações
(partições)
atuais.
Começando...
Primeiro use o comando 'p'
par ver a(s) partição(ões) corrente. Se você
já possui uma
partição primária
no DOS, note que aparecerá... veja o exemplo:
Cuidado para não deletar
sua partição primária DOS/Win, o comando para
deletar 'd' mais a particao
que no caso é o numero '1'
______________________________________________________________________
Command (m for help): p
Disk /dev/hda: 16 heads,
38 sectors, 683 cylinders
Units = cylinders of 608
* 512 bytes
Device Boot Begin Start End
Blocks Id System
/dev/hda1 * 1 1 203 61693
6 DOS 16-bit >=32M
Command (m for help):
______________________________________________________________________
Próximo passo - Use
o comando ``n'' para criar a nova partição. Vamos supor que
você
queira deixar 80Mb para
o linux.
______________________________________________________________________
Command (m for help): n
Command action
e extended
p primary partition (1-4)
p
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
Partition number (1-4):
2
First cylinder (204-683):
204
Last cylinder or +size or
+sizeM or +sizeK (204-683): +80M
______________________________________________________________________
O linux mostrou que tem (204-683).
Você tem que informar o primeiro número '204' depois
na outra linha tem que informar
o número de MBytes para a particao ex. '+80M'
Aí será necessário
criar um partição 'virtual'... Siga o exemplo:
______________________________________________________________________
Command (m for help): n
Command action
e extended
p primary partition (1-4)
p
Partition number (1-4): 3
First cylinder (474-683):
474
Last cylinder or +size or
+sizeM or +sizeK (474-683): +10M
______________________________________________________________________
Ficará mais ou menos assim:
______________________________________________________________________
Command (m for help): p
Disk /dev/hda: 16 heads,
38 sectors, 683 cylinders
Units = cylinders of 608
* 512 bytes
Device Boot Begin Start End
Blocks Id System
/dev/hda1 * 1 1 203 61693
6 DOS 16-bit >=32M
/dev/hda2 204 204 473 82080
83 Linux native
/dev/hda3 474 474 507 10336
83 Linux native
______________________________________________________________________
Você precisa trocar
a partição /dev/hda3 de 'Linux native' para 'Linux Swap'
use o comando 't'...
______________________________________________________________________
Command (m for help): t
Partition number (1-4):
3
Hex code (type L to list
codes): 82
______________________________________________________________________
Agora você precisa
'escrever' rite no winchester, confira mais uma vez a partição
teclando 'p' se estiver
tudo legal (parecido com o exemplo) tecle 'w' para gravar ou
q de quit para sair sem
gravar.
Depois é so rebootar
a máquina e fazer o procedimento de boot e root e quando o
disco de root solicitar
que digite 'setup', siga a instalação. pois seu winchester
já está
particionado.
Preencha as opções
do setup, Diga o diretório onde estão os pacotes e voi-lá!
Agora se você instalou
o linux básico, e quer instalar mais pacotes downloadados,
digite setup e entre no
menu PKGTOOL.
Informações para Slackware
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2. Comandos Básicos
ls = Lista os arquivos, mesmo
que dir do DOS
Atributos comuns: -a = mostra arquivos ocultos
-l = mostra bytes, permissoes, diretorio, etc
Obs: no ls os nomes de arquivos
nos sistemas *X (Unix, linux, etc) nao
precisam ter so 8 letras.
Dai, se voce quer listar os arquivos comecados
com u, por exemplo, peca
ls u* e veja o resultado.
* substitui qualquer conjunto
de caracteres
? substitui caracteres isolados
----------
rm = remove arquivos, no
formato: rm (arquivo1) (arquivo2) (arquivo3) ...
Exemplo: rm eu.doc / rm leiame.txt manual.html win95.w95
----------
cp = copia arquivos, no
formato: cp (arquivo1) (diretorio)
Exemplo: cp manual.txt /home/manual
----------
cat = mostra o conteudo
do arquivo, mesmo que o 'type' no DOS
----------
more = exibe o conteudo
de um arquivo pagina a pagina, mesmo q no DOS
Exemplo: ls|more
----------
pwd = exibe o diretorio
atual (o que vc esta)
----------
rmdir = apaga diretorio
Exemplo: rmdir /diretorio
se o diretorio estiver cheio, use o rm com o atributo -r
----------
mkdir = cria diretorio
Exemplo: mkdir /diretorio
----------
clear = limpa a tela, mesmo
que 'cls' no DOS
----------
who = mostra quem estah
na maquina no momento
----------
whoami = mostra quem voce
eh - util quando vc esquece com q login entrou... ;)
----------
finger = mostra o usuario
associado a certa chave
----------
df = mostra o espaco usado,
livre e a capacidade das particoes do HD
----------
free = exibe a memoria livre,
a usada, e o buffers da memoria RAM
----------
exit e logout = sai da sessao
atual
----------
tar (tape archive) programa
de geracao de backup
tar -c gera backup
tar -x restaura backup
tar -v lista cada arquivo
processado
tar -t lista o conteudo
de um backup
----------
Nota: Para descompactar
arquivos "tagged"(.tar.gz, .tgz, etc)
tar zxpvf (nome_do_arquivo)
Se o arquivo for "gziped"(.gz):
gunzip -d (nome_do_arquivo)
----------
chmod - muda as permissoes
do arquivo/diretorio
chown - muda as permissoes
do arquivo/diretorio
awk - Procura por um modelo
a partir de um arquivo. Inclui uma linguagem de programacao embutida.
----------
bdiff - Compara dois arquivos
grandes.
----------
bfs - Procura um arquivo
grande.
----------
cal - Exibe um calendario.
----------
cat - Encadeia e imprimi
arquivos.
----------
cc - Compilador C.
----------
cd - Muda diretorio.
----------
chgrp - Muda o titulo de
um grupo de arquivos.
----------
cmp - Compara dois arquivos;
mostra a localizacao (linha e byte) da primeira diferenca entre eles.
----------
comm - Compara dois arquivos
para determinar quais linhas sao comuns entre eles.
----------
cu - Chamar outro sistema
UNIX.
----------
date - Retorna a data e
a hora.
----------
diff - Exibe as diferencas
entre dois arquivos ou diretorios.
----------
diff3 - Exibe as diferencas
entre tres arquivos ou diretorios.
----------
du - Relatorio no uso do
sistema de arquivos.
----------
echo - Exibe seus argumentos.
----------
ed - Editor de texto.
----------
ex - Editor de texto.
----------
expr - Avalia seus argumentos
quando geralmente e uma formula matematica.
----------
f77 - Compilador FORTRAN.
----------
find - Localiza os arquivos
c/ caracteristicas especificas.
----------
format - Inicializa um floppy
disk.
----------
grep - Procura um modelo
a partir de um arquivo. (veja awk)
----------
help - :/ (ajuda)
----------
kill - Termina um processo.
----------
ln - Usado para unir arquivos.
----------
lpr - Copia um arquivo para
a linha de impressora.
----------
ls - Exibe informacoes sobre
um ou mais arquivos.
----------
mail - Usado para receber
ou enviar e-mail.
----------
nroff - Usado para formatar
textos.
----------
ps - Exibe um status dos
processos.
----------
sleep - Causa um processo
para tornar-se inativo por uma duracao de tempo especifica.
----------
sort - Escolher e unir um
ou mais arquivos.
----------
spell - Procurar erros de
ortografia num arquivo.
----------
split - Dividir um arquivo.
----------
stty - Exibir ou escolher
parametros do terminal.
----------
tail - Exibir o fim de um
arquivo.
----------
tset - Escolher o tipo de
terminal.
----------
umask - Permite que o usuario
especifique uma nova criacao de camuflagem.
----------
uniq - Compara dois arquivos.
Procura e exibe em linhas o que e incomparavel em um arquivo.
----------
uucp - Execucao UNIX-para-UNIX
----------
vi - Editor de tela cheia.
----------
wc - Exibe detalhes no tamanho
do arquivo.
----------
who - Informacoes de quem
esta on-line.
----------
write - Usado para mandar
mensagens para outro usuario.
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3. Aplicativos Linux
Navegadores Web:
Netscape Navigator: http://www.caldera.com/products/netscape/netscape.html
Lynx: http://lynx.browser.org
Arena Web Browser: http://www.yggdrasil.com/Products/Arena
Chimera: http://www.unlv.edu/chimera/
NCSA Mosaic for X: http://www.ncsa.uiuc.edu/SDG/Software/XMosaic/
VR Web: http://hyperg.iicm.tu-graz.ac.at/vrweb
Programas de E-Mail:
Pine: http://www.cac.washington.edu/pine/
Procmail: http://www.ii.com/internet/robots/procmail/
FetchMail: http://www.ccil.org/~esr/esr-freeware.html
qmail: http://www.qmail.org
sendmail: http://www.sendmail.org
Aplicativos Internet:
BitchX ircII Client: http://www.sasknet.com/~pionh/index.htm
cIRCus: http://www.nijenrode.nl/~ivo/circus/
Sirc: http://www.eleves.ens.fr:8080/home/espel/sirc.html
Zircon: http://catless.ncl.ac.uk/Programs/Zircon/README.html
mxFTP: http://www.ajsoft.demon.co.uk/mxFtp.html
pppcosts: http://www.cs-ka.de/tillmann.steinbrecher/pppcosts.htm
sFTP: http://www.concentric.net/~mrsam/sftp/index.html
xmFTP: http://www.magg.net/~kaos/html/xmftp.html
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4. Manual Pages
Antes de pedir alguma ajuda
a alguem, porque você nao olha num manual? Mas como? Onde?
Se você está
com qualquer dúvida sobre algum comando, digite simplesmente:
man (comando)
Se o manual existir, ele
será mostrado, e seus problemas acabarão. Para sair dos manuais,
aperte a tecla Q.
Geralmente, os manuais tiram
a maioria de suas dúvidas... Não deixe de consultá-los!
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5. Usando o LILO para
gerenciar partições
O LILO(Linux Loader) é
um utilitário do linux que gerencia as partições.
Ele é usado pela
maioria como um "boot manager" que divide cada boot para
cada tipo de sistema. Nos
computadores caseiros, geralmente se encontra
outros sistemas, e por isso
eles utilizam o LILO para que escolham o sistema que
queira usar neste momento.
O LILO tem seu arquivo de
configuração em /etc/lilo.conf
Lá ele armazena as
informações necessárias para que ele faça a
"divisão" de
partições.
Um arquivo de configuração comum para 2 sistemas (Linux+Win95) é esse:
---
# LILO configuration file
#
# Start LILO global section
boot = /dev/hda
#compact
# faster, but won't work on all systems.
delay = 50
vga = normal
# force sane state
ramdisk = 0
# paranoia setting
# End LILO global section
other = /dev/hda3
label = win95
table = /dev/hda
image = /vmlinuz
root = /dev/hda1
label = linux
read-only # Non-UMSDOS
filesystems should be mounted read-only for checking
---
Vamos agora ver as partes do arquivo passo a passo:
1. A linha: boot = /dev/hda
Ela indica onde
será o funcionamento do LILO, nesta linha, o LILO
está
configurado para rodar no MBR. Mas podemos mudar o /dev/hda
para outro
tipo de funcionamento. Um exemplo é colocar para funcionar
em um disquete:
substituimos o boot = /dev/hda pelo boot = /dev/fd0
(ou fd1, fd2...
dependendo daonde está seu driver de disco)
2. delay = 50
Esta linha indica
em quanto tempo a partição padrão (você verá
mais
a frente) vai
entrar automaticamente, ou seja, sem você mexer em nada.
Essa linha
está configurada para rodar em 5 segundos.
Agora vamos ver como configurar
quais partições estão disponíveis.
A linha que coloca a partição
disponível é...
Para uma partição
linux:
---
image = /vmlinuz
root = /dev/hda1
label = linux
read-only # Non-UMSDOS
filesystems should be mounted read-only for checking
---
As únicas partes
em que você deve mudar são as linhas:
root = /dev/hda1 <---
em vez de /dev/hda1 coloque a partição linux
e
label = linux <--- Onde
tem linux você muda se quiser por uma palavra-chave qualquer
Para uma partição
de outro tipo:
---
other = /dev/hda3
label = win95
table = /dev/hda
---
As únicas partes
em que você deve mudar são as linhas:
other = /dev/hda3 <---
em vez de /dev/hda3 coloque a partição que você queira
label = win95 <--- Onde
tem win95 você muda se quiser por uma palavra-chave qualquer.
e
table = /dev/hda <---
Você coloca em que "table" está a partição (/dev/hda3)
Pronto. E assim você
vai montando um lilo.conf variado com o que você quiser.
Outra coisa é usar
o liloconfig, que cria o lilo.conf com menus gráficos.
Se você tiver dúvidas,
me contacte que tentarei tirá-las.
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6. Utilizando um disco
flexível no Linux
Para montar um floppy disk,
isto é, um disco flexível, você terá que
utilizar o comando 'mount'.
Você terá que ter o driver e o device
respectivamente (fd0, fd1,
fd2, etc). Então você deverá digitar:
mount /dev/fd0 /diretório_ao_disco_ser_acessado
Um exemplo:
mount /dev/fd0 /mnt/disk
Isto fará com que
você acesse o disquete que está no drive atualmente.
Quando você quiser
retirar o disco geralmente deve-se 'desmontá-lo' primeiro. Digite:
umount /dev/fd0
Você pode também
fazer o seguinte, criar um script, que se chama,
por exemplo de 'diskon'
(Para ativar) e 'diskoff' (Para desativar).
Então para melhor
utilizacao, coloque este arquivo em um diretório
PATH, ou então coloque
o PATH no diretório onde você quiser colocar
os scripts.
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7. Configurando seu
PATH
Para ver os atuais diretórios que estão como PATH, digite o seguinte:
echo $PATH
Se o diretório desejado não estiver na lista, coloque-o assim:
PATH=$PATH:/diretorio/a/ser/colocado/no/path
Isso colocará o /diretorio/a/ser/colocado/no/path
no PATH.
Obs: Essas instruções
são válidas somente para uma seção! Ou seja,
são temporários. Se você quiser colocar um PATH permanente,
coloque num profile pessoal. Se quiser ser um PATH GLOBAL, coloque
o diretório no arquivo /etc/profile aonde indicado.
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8. Manipulando usuários
em seu Linux
Para adicionar um usuário
em seu sistema, você deve proceder
assim:
- Digite o comando 'adduser';
- O sistema vai pedir o
Login, escolha-o;
- Depois vai pedir uma série
de coisas, aperte (enter) até aparecer 'password';
- Escolha o password e pronto.
O usuário foi cadastrado no arquivo /etc/passwd .
Se este usuário quiser
acessar permissões de outros usuários, o seguinte
comando deve ser usado:
su (usuario)
Depois de ter digitado isso,
o sistema vai pedir o password do (usuário),
coloque-o e assim, você
poderá acessar tudo o que o outro acessa.
Para sair desse 'acesso'
ao seu login normal, digite 'exit'
Obs: O usuário root
é o administrador do sistema, ou seja, ele controla
TUDO. Aliás, ele
que dá as permissoes para outros usuários. Então lembre-se,
se você for cadastrar
um usuário você deve estar com o poder do root.
Para apagar um usuário, deve-se proceder assim:
- Edite o arquivo /etc/passwd
e procure a linha equivalente a:
(usuário):(senha
criptografada):(ID do grupo):(Grupo):(Home):(Shell);
- Retire esta linha, e o
login não mais existirá;
- Apague o diretório
HOME do usuário(se existir);
- Apague o arquivo /var/spool/(usuario)
e pronto. Descadastrado.
Dica: É aconselhável
você adicionar um login diferente de root, para
que você não
faça nenhuma 'besteira sem querer' ao usar o login do root, mas
quando você quiser
usar o root como usuário, utilize o comando 'su', que você
pode ver logo acima.
Criando outro usuário com o poder de root:
Proceda assim:
- Faça os procedimentos
de criar um usuário normal;
- Edite o /etc/passwd com
um editor de texto comum;
- Vá na linha do
usuário e edite para:
(usuário):(senha
criptografada):0:0:(Home):(Shell) e pronto
^ ^
Então o usuário terá todo o poder do root por padrão.
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9. Gerenciando Device
Drivers
Para consultas rápidas... pode ser útil!
---
Modem:
COM1 = /dev/cua0
COM2 = /dev/cua1
COM3 = /dev/cua2
COM4 = /dev/cua3
Links simbólico para
a já configurada = /dev/modem
Mouse:
COM1 = ttyS0
COM2 = ttyS1
COM3 = ttyS2
COM4 = ttyS3
Links simbólico para
a já configurada = /dev/mouse
---
Para criar os devices, use
o script /dev/MAKEDEV
Digite man MAKEDEV para
mais informações.
================================================================
10. Recompilando seu
kernel
Para recompilar seu kernel para uma versão nova que você pegou faça o seguinte:
cd /usr/src
rm -rf linux
tar xvfz ondeeleestiver/linux-2.0.30
ln -s linux-2.0.30 linux
cd linux
make menuconfig
make dep
make clean
make zImage
cp /usr/src/linux/arch/i386/boot/zImage
/boot/vmlinux
make zdisk
make zlilo
make modules
make modules_install
lilo
init 6
Neste exemplo, usamos o linux-2.0.30
que é a atualização para o kernel 2.0.30.
Agora se você quer
recompilar seu kernel sem a atualização, somente para reconfigurar
ele, vá direto ao:
cd /usr/src/linux
make menuconfig
make dep
make clean
make zImage
cp /usr/src/linux/arch/i386/boot/zImage
/boot/vmlinux
make zdisk
make zlilo
make modules
make modules_install
lilo
init 6
E prontinho... Para informações mais detalhadas, consulte o Kernel-HOWTO.
================================================================
11. Permissões
ara saber se um programa
é executavel ou não, execute um 'ls -l' e veja
no lado esquerdo se o arquivo
tem X nos seus argumentos, como
no exemplo abaixo:
drwxr-xr-x 2
root root
1024 Dec 23 15:22 bin
drwxr-xr-x 2
root root
1024 Dec 31 05:48 boot
drwxr-xr-x 2
root root
1024 Dec 6 15:51 cdrom
drwxr-xr-x 3
root root
8192 Mar 11 10:17 dev
drwxrwxr-x 2
root root
1024 Feb 27 13:52 dosa
dr-xr-xr-x 11 root
root 2048 Mar 11 10:19
etc
drwxr-xr-x 11 root
root 2048 Feb 23 19:08
home
drwxr-xr-x 3
root root
1024 Feb 23 19:13 lib
drwxr-xr-x 2
root root
12288 Nov 2 11:25 lost+found
-rwxr--r-- 1
root root
57 Mar 10 03:44 make-backup
-rw-rw-r-- 1
killer users 2342
Mar 10 03:12 teste.txt
-rw-rw-rw- 1
fernando visits 23412 Mar 09 22:22 teste2.doc
No exemplo acima todos os arquivos tem como dono root e como
grupo também root,
com exceção do 'teste.txt' que o dono é 'killer' e
o
grupo é 'users',
e também 'teste2.doc', no qual 'fernando' é o dono e o
grupo 'visits' também
é dono.
Como você pode ver do lado esquerdo de cada arquivo/diretório
existe um série de
letras r, w, x ou d! Vamos ver o que representa cada
uma delas:
drwxrwxrwx
0111222333
No caso acima, a primeira coluna significa (numero 0) se o nome
listado eh um diretório
ou não, caso não seja um diretório ele será
exibido da seguinte maneira:
-rwxr--r-- 1
root root
57 Mar 10 03:44 make-backup
|
\-----------> Não
contém a letra 'd', não é diretorio, e sim arquivo!!!
O exemplo abaixo mostra o que seria um diretório:
drwxr--r-- 1
root root
1 Mar 10 01:12 bin
|
\-----------> Contém
a letra 'd' na primeira coluna, é um diretório!!!
Continuando, na segunda coluna (numeros 1 de acordo com o exemplo mais
acima) temos as definições
para o dono do arquivo, como mostra o exemplo:
-rwxr--r-- 1
killer users 1231
Mar 09 12:12 teste.txt
|||
||\--------> O dono
do arquivo (killer) pode executar o arquivo, x=executable!
|\---------> O dono
do arquivo (killer) pode gravar no arquivo, w=writable!
\----------> O dono
do arquivo (killer) pode ler o arquivo, r=readable!
Seguindo, na terceira coluna (numeros 2 de acordo com o exemplo
lááááááááá
em cima, hehe) temos as definições para o grupo que é
dono do
arquivo, como mostra o exemplo:
-r--rwxr-- 1
fernando visits 212 Mar 01 12:42
exemplo.doc
|||
||\----->
O grupo dono do arquivo (visits) pode executar o arquivo!
|\------>
O grupo dono do arquivo (visits) pode gravar no arquivo!
\------->
O grupo dono do arquivo (visits) pode ler o arquivo!
Finalmente, temos a quarta coluna (composto pelos numeros 3),
essa coluna se refere as
permissões para todos os outros usuarios do
sistema, sem ser os donos
e grupos-donos dos mesmos, exemplo:
-r--r--rwx 1
fernando visits 1231 Mar 03 12:42 exemplo2.doc
|||
||\--> Todos os usuários (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
||
tem permissão para acessar o arquivo!
|\---> Todos os usuários (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
|
tem permissão para gravar no arquivo!
\----> Todos os usuários (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
tem permissão para ler o arquivo!
Quando nos referimos a diretório invés de arquivos, o FLAG
x
(executável) diz
se o diretório é ou não acessível, já
que não podemos
"EXECUTAR" diretórios...
Exemplo:
drwxr--r-- 1 root
root 2134 Mar 01 12:54
exemplo3
||||| |
||||| \----> Todos
os usuários podem ler o interior do diretório, mas não
|||||
podem usar o comando 'cd' para entrar nele, pois não existe
|||||
o FLAG 'x' para a quarta coluna!
||||\-------> Usuarios do
grupo 'root' podem ler o interior do diretório,
||||
mas também não podem usar 'cd' para entrar no diretório!
|||\--------> O usuário
'root' pode usar 'cd' para entrar no diretório!
||\---------> O usuário
'root' pode gravar arquivos nesse diretório!
|\----------> O usuário
'root' pode ler o interior desse diretório!
\-----------> Indica que
o nome listado é um diretório!
O comando chmod pode ser usado para mudar os FLAGS 'rwx' dos
arquivos e/ou diretórios,
a sintaxe básica é:
chmod [ugoa]{-+}[rwx] nome_do_arquivo_ou_diretório
Exemplo:
chmod u+rw arquivo1.txt
No exemplo você mudará a permissão para o dono do arquivo
(u =
user) pode ler e gravar
(rw) no 'arquivo1.txt'...
Caso você queira desfazer o comando, você faria:
chmod u-rw arquivo1.txt
Como se ve, o + ou - define se os FLAGS serao ativados ou desativados!
Outros exemplos:
chmod a+r arquivo2.txt (Todos
usuários (a=all) podem ler o 'arquivo2.txt')
chmod o+w arquivo3.txt (Outros
usuários (o=others) sem ser o dono e o grupo
dono do arquivo, podem gravar o 'arquivo3.txt')
chmod g+x netscape
(O grupo-dono do arquivo (g=group) pode executar o
arquivo 'netscape')
O comando chmod pode também ser usado com números, em vez
dos flags,
como mostra o exemplo:
chmod 664 arquivo.txt
O que quer dizer cada um desses números? Veja abaixo:
0 = nenhuma permissão
1 = permissão para
executar
2 = permissão para
gravar
3 = permissão para
gravar e executar
4 = permissão para
ler
5 = permissão para
ler e executar
6 = permissão para
ler e gravar
7 = permissão para
ler, gravar e executar
No exemplo o comando informou que o 'arquivo.txt' pode ser lido e
gravado pelo seu dono (numero
6 na primeira coluna), informou que pode
também ser lido e
gravado pelos usuários que compõem o grupo-dono (numero 6
na segunda coluna), e informou
que pode ser lido por todos os outros
usuários do sistema
(numero 4 na ultima coluna).
O comando chown é simples e pode ser usado da seguinte maneira:
chown usuário.grupo nome_do_arquivo_ou_diretório
Como exemplo, vamos definir que um arquivo 'teste4.txt' terá
como dono 'killer' e como
grupo 'users':
chown killer.users teste4.txt
Outros exemplos:
chown mrdvs.visits teste5.txt
chown jackie.jackie teste6.txt
================================================================
12. Enxergando Particoes
Win no Linux e vice-versa
Quem tem os dois sistemas(Win59+Linux)
sempre quer ter os dois no seu controle,
para isso, temos que enxergar
ambas partições, para ter um controle maior.
Mas como fazer isso? Temos aqui 2 métodos para enxergar Win95 no Linux...
- Verifique em qual partição
(/dev/hd??) está o Win95 (aqui: /dev/hda1)
- Escolha um diretorio para
a partição ser montada (aqui: /mnt/win95)
- Digite: mount /dev/hda1
/mnt/win95
Com isso, a partição
Win95 está vizualizada no diretório /mnt/win95
Porém, isso só
dá acesso numa sessão, para o linux carregar logo no boot,
adicione a partição
no arquivo /dev/inittab
...Agora o método para vizualizar o Linux no Win95
Pelo meu conhecimento, existem 2 programinhas que fazem isso:
- Linux Read - Só
não permite escrever na partição
Endereço:
Disponível como lread??.zip em Simtel.net
- ?????????? - Vizualiza
partições ext2fs
Endereço:
http://www.globalxs.nl/home/p/pvs/
E é isso. Agora você pode ter um controle sob suas partições!
================================================================
13. Usando pacotes
.RPM (RedHat) no Slackware
Para executar esta "façanha",
você terá que adquirir um programinha chamdo "rpm2tgz.tgz"
Para pegá-lo, me
envie um e-mail que terei o prazer de te mandar.
O arquivo foi pego na Linux-BR
atual (http://www.conectiva.com.br/listas.html) e por isso
não sei ao certo
uma URL instável. Me desculpem.
mailto:[email protected]
================================================================
14. /usr em outra partição
Dica tirada da linux-br. Mensagem por Chaval:
Abaixo segue a experiência que tive montando o /usr em outra particão:
>Como trasferir o /usr de
um Linux já instalado e funcionando para uma outra
>particao?
# Trasnforma a partição
para Linux Native (supondo que a nova partição é hdx)
mke2fs /dev/hdx
# Coloca a nova partição
no diretório /mnt
mount /dev/hdx /mnt
# Faz a cópia completa
do /usr para o /mnt, através do tar, com verificação
dos arquivos, muito fácil,
depois de algum tempo de barulheira no seu HD :)
(cd /usr && tar
cvf - .) | (umask 0 && cd /mnt && tar xvfp -)
# Desmonta o /mnt (que ja
tem os arquivos do /usr)
umount /mnt
# Backup!
mv /usr /old-usr
# Cria o novo /usr
mkdir /usr
# Coloca sua nova partição
no diretorio /usr
mount /dev/hdx /usr
# Está feito, um teste simples? startx
# Edite o arquivo /etc/fstab
adicionando a linha:
/dev/hdx
/usr ext2 default
1 1
# reboot, veja se não
ha erros na inicializacao, quando tiver certeza que
esta tudo certo:
rm -rf /old-usr
Com isso liberei cerca de
90% do espaco da particao inicial, o /usr ocupa
bastante coisa! Depois foi
so instalar o ApplixWare que eu tanto queria :)
(grande mas muito bom por
sinal)
Vale lembrar que o /usr contêm
muitos dos seus programas, é um diretório
que sofre muita leitura,
o /var é um diretório que sofre muita escrita, se
estiver usando o Linux como
servidor vale a pena uma particao para o /var,
limitando assim o tamanho
dos logs e tendo um controle maior sobre eles...
Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta, quando quebra, perde tudo!
Com isso tudo aproveitei
para tirar o swap de 40Mb que eu tinha no mesmo
HD, transformei ele no /var,
no segundo HD criei um novo swap, desta
maneira o desempenho melhora,
pois o Linux consegue ler os dois HDs ao
mesmo tempo (uma barulheira
danada :D)!
Ficou entao:
/dev/hda1: MS-DOS
/dev/hda5: / (350Mb)
/dev/hda6: /usr (400Mb)
/dev/hda7: /var (40Mb)
/dev/hdb5: swap (40Mb)
================================================================
15. Mudando o relógio
de seu Linux
Para mudar o horário do relógio de seu linux digite:
date mmddhhmm[yy]
Onde...
mm = mes
dd = dia
hh = hora
mm = minuto
yy = ano
Então... Salve com o comando:
clock -w
Isso tudo tem que ser como root, claro.
Dica retirada da linux-br feita por Jonildo Andrade dos Santos - [email protected]
================================================================
16. Imprimindo do
Linux em uma rede Windows
1. Instalar o Samba:
Pegue, compile e instale o Samba e digite os seguintes parâmetros no arquivo $SAMBADIR/lib/smb.conf.
workgroup = GRUPO_DE_TRABALHO_DO_WINDOWS
[global]
log file=/usr/local/samba/var/log.%m
log level=1
password level=8
dead time=180
browseable=yes
security=user
preserve case=yes
short preserve case=yes
load printers=yes
printing=bsd
printcap name=/etc/printcap
server string=%h
[homes]
guest ok=no
read only=no
[printers]
path = /diretorio/de/spool
printable = yes
writable = no
public = yes
Use o utilitário $SAMBADIR/bin/testparm para ter certeza que você digitou as configurações corretamente:
2. Arquivo /etc/printcap
Acrescente ao /etc/printcap
as seguintes linhas, observando a formatação e adaptando
os diretórios ao seu sistema.
Certifique-se de que o existe
o arquivo $SAMBADIR/bin/smbprint, geralmente ele fica no diretório
examples/printing da
distribuição
do Samba.
lp|smb:\
:sd=/var/spool/lpd/hplaserii:\
:af=/var/spool/lpd/hplaserii/acct.file:\
:if=/usr/local/samba/bin/smbprint:\
:lf=/var/spool/lpd/smb.log:\
:mx#0:\
:lp=/dev/null:sh:
Atualize o daemon de impressão (ldp) com o comando lpc start all.
3. Configurando o smbprint
Crie um arquivo .config no diretório de spool especificado na cláusula sd do /etc/printcap, com o seguinte formato:
server=PCSERVER
service=IMPRESSORA
password=SUA_SENHA_DO_SERVIDOR_WINDOWS
Caso a impressora não precise de senha, deixe o campo password em branco.
4. Imprimindo
Use o programa $SAMBADIR/bin/testparm
para testar se as configurações no Samba e no printcap estão
corretas.
Para imprimir, digite lpr
.
Dica retirada da internet
feita por Pedro Bastos - [email protected]
================================================================
17. Montando partições
win95 no Linux sem aparecer os arquivos truncados
Para montar uma partição tradicional, usamos o comando:
mount /dev/hd? /destino (e.g. mount /dev/hd1 /dos)
Mas se a partição
for win95, e os arquivos tiverem extensão maior que 8digitos.3digitos,
esses arquivos aparecerão
"truncados", tipo, em vez de
eu adoro sorvete.html
fica
euador~1.htm...
Para não acontecer
isso, temos que montar a partição com parâmetros vfat,
para isso, compile seu kernel
para suportar vfat e ao for montar a partição,
utilize o comando:
mount -t vfat /dev/hd? /destino
(e.g. mount -t vfat /dev/hda /win95)
================================================================
18. O que diabos é
NIS?
"Network Information
System" - Desenvolvido pela Sun para distribuicao
de informacoes por uma rede.
As informacoes sao, principalmente, aquelas
mantidas em tabelas ( plain
text database ) tal como 'passwd', 'group',
hosts' e etc. A finalidade
e' fazer com que estas informacoes possam
estar disponibilizadas de
forma centralizada, o que torna a manutencao e
consistencia mais faceis.
No inicio era conhecido como "Yellow Page" mas
por problemas de marcas
e patentes com a British Telecom o nome teve que
mudar. Por isto muitas
das ferramentas do NIS ainda levam o prefixo 'yp':
ypbind, ypwhich, ypcat,
...
Hoje existem tres ( tanto quanto eu saiba ) versoes diferentes em uso :
NIS2 -
A versao "original", tambem conhecida como "Yellow Page"
NYS
- Uma revisao do NIS que suporta o NIS+ tambem(?).
NIS+
- Tambem conhecido como NIS3. Altera significativamente a
organizacao dos dados, passando a organizar os dominios de uma
forma hierarquica.
================================================================
19. Tutorial KDE
KDE - Tutorial de Instalação
- versão 0.9
(Este tutorial ainda está
na sua versão BETA, utilize-o por sua própria
conta e risco. Os autores
não se responsabilizam por qualquer resultado
advindo do uso deste material)
Esse material foi feito de uma adaptação da versao ALPHA do material de:
Alexandre Ballve Ebert
Departamento de Engenharia
Química -UFBA
e-mail: [email protected]
[email protected]
E revisado e atualizado por:
Michel Martins Marinho
InterPlug Internet Provider
e-mail: [email protected]
Modificado e Adaptado para o The Linux Manual por Hugo Cisneiros
Este tutotial tem por finalidade
ajudar a todos aqueles que desejem
instalar o KDE em seus computadores.
A maior parte deste tutorial foi
escrito a partir de mensagens
e dúvidas coletadas a partir da lista
Linux-br.
Este tutorial foi escrito a partir da instalação do KDE em
uma máquina
utilizando a distribuição
Slackware e utilizando o bash -bourne again
shell.
O usuário que deseje fazer a instalação em uma máquina
com
outra distribuição,
RedHat ou Debian, por exemplo, deve observar as
características específicas
de instalação destas distribuições,
bem como os comandos específicos
de cada shell. isto não implica
que os usuários não
possam utilizar este documento como uma base
para a instalação
do KDE
Arquivos essenciais a instalação do KDE:
QT versão 1.31 ou
superior
qt-1.31.tar.gz
Encontra-se em:
ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/Incoming
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde
Descompactar-se no diretorio :
cd /usr/local
tar -zxvf qt-1.31.tar.gz
Renomeie o diretorio qt-1.31
para qt:
mv qt-1.31/ qt/
Rode make ????? (depende
de sua plataforma) pico INSTALL para
maiores informações
make linux-gcc-shared
make
Crie as seguintes entradas no seu .profile
QTDIR=/usr/local/qt
PATH=$QTDIR/bin:$PATH
MANPATH=$QTDIR/man:$MANPATH
LD_LIBRARY_PATH=$QTDIR/lib:$LD_LIBRARY_PATH
LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH
CPLUS_INCLUDE_PATH=$QTDIR/include:$CPLUS_INCLUDE_PATH
export QTDIR PATH MANPATH
LD_LIBRARY_PATH LIBRARY_PATH
export CPLUS_INCLUDE_PATH
PS.: Para sugirem efeito, tem que dar um logout e se logar de novo
Arquivos Essenciais (obtidos
em http://www.kde.org)
site alternativo: ftp://sunsite.unc.edu
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde
_____________________________________________________
OBS: Os arquivos devem ser
instalados nesta ordem!!!!
-----------------------------------------------------
kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
kdebase-Beta2-1.i386.tgz
Para instalar estes arquivos:
Eles devem ser descompactados
na raiz /
cd /
tar -zxvf kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdebase-Beta2-1.i386.tgz
Arquivos complementares
(Não são necessários
para o funcionamento do KDE, mas eu aconselho
instalá-los, VALE
A PENA!)
kdegames-Beta2-1.i386.tgz
kdegraphics-Beta2-1.i386.tgz
kdemultimedia-Beta2-1.i386.tgz
kdenetwork-Beta2-1.i386.tgz
kdeutils-Beta2-1.i386.tgz
Para instalar esses componentes,
siga o mesmo procedimento anterior da
instalação
base do KDE; vá na raiz e descompacte.
(Por default estes arquivos
serão instalados em /opt/kde, e portanto
utilizarei este diretório
como default para a explicação a seguir)
Uma vez instalados os arquivos
necessários, os seguintes subdiretórios são
criados dentro de /opt/kde:
bin/
cgi-bin/ include/ lib/ share/
Primeiro o usuário
deve "avisar" onde as libraries contidas no /lib
estão, para isto
basta editar o arquivo /etc/ld.so.conf e colocar o
diretório /opt/kde/lib
lá e dar o seguinte comando ldconfig -v (o -v
é para você
ver o que tá acontecendo)
Após isto é
necessário editar o arquivo .xinitrc, que se encontra no
diretorio de cada usuario
que deseja utilizar o KDE.
Deve-se colocar apenas o seguinte comando:
startkde
(E comentar qualquer comando referente a outro Window Manager)
Para finalizar o usuário
deve colocar o diretório /opt/kde/bin no PATH do
computador no seu .profile:
KDEDIR=/opt/kde
PATH=$KDEDIR/bin:$PATH
export KDEDIR PATH
(para que o usuário
não tenha que digitar esse comando cada vez que der o
boot na máquina a
melhor opção e edita o arquivo /etc/profiles para
colocar os comandos acima,
isto afetará todos os usuários da máquina, ou
seja, "commands common to
all logins")
Se apenas determinado usuário
for utilizar o KDE, pode-se colocar estes
comandos no .profile do
mesmo, que encontra-se no diretório
/home/nome-do-usuario)
Agora é só dar o velho e bom
startx
e pronto!
OBS:
Caso não funcione
procure observar se todos os passos foram seguidos
corretamente, pois eu sou
um usuário novo do sistema e não sei se saberei
responder a problemas específicos.
(e nem tenho tempo pra isso!)
Melhorias neste documento
são bem vindas, principalmente por parte dos
usuários mais avançados
que conhecem o sistema de forma mais completa.
Correções
devem ser enviadas para um dos e-mail citados no início
do documento, para que eu
possa providenciar a correção o mais
rapidamente possível.
Problemas que encontrei usando
o KDE
(provavelmente bugs, pois
ainda estão na fase beta do programa)
Ainda não consegui
colocar nenhum programa adicional, como por exemplo o
XV ou o netscape para funcionar
de forma integrada com o ambiente do KDE
(só chamando atraves
de uma xterm)KDE - Tutorial de Instalação - versão
0.9
(Este tutorial ainda está
na sua versão BETA, utilize-o por sua própria
conta e risco. Os autores
não se responsabilizam por qualquer resultado
advindo do uso deste material)
Esse material foi feito de uma adaptação da versao ALPHA do material de:
Alexandre Ballve Ebert
Departamento de Engenharia
Química -UFBA
e-mail: [email protected]
[email protected]
E revisado e atualizado por:
Michel Martins Marinho
InterPlug Internet Provider
e-mail: [email protected]
Modificado e Adaptado para o The Linux Manual por Hugo Cisneiros
Este tutotial tem por finalidade
ajudar a todos aqueles que desejem
instalar o KDE em seus computadores.
A maior parte deste tutorial foi
escrito a partir de mensagens
e dúvidas coletadas a partir da lista
Linux-br.
Este tutorial foi escrito a partir da instalação do KDE em
uma máquina
utilizando a distribuição
Slackware e utilizando o bash -bourne again
shell.
O usuário que deseje fazer a instalação em uma máquina
com
outra distribuição,
RedHat ou Debian, por exemplo, deve observar as
características específicas
de instalação destas distribuições,
bem como os comandos específicos
de cada shell. isto não implica
que os usuários não
possam utilizar este documento como uma base
para a instalação
do KDE
Arquivos essenciais a instalação do KDE:
QT versão 1.31 ou
superior
qt-1.31.tar.gz
Encontra-se em:
ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/Incoming
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde
Descompactar-se no diretorio :
cd /usr/local
tar -zxvf qt-1.31.tar.gz
Renomeie o diretorio qt-1.31
para qt:
mv qt-1.31/ qt/
Rode make ????? (depende
de sua plataforma) pico INSTALL para
maiores informações
make linux-gcc-shared
make
Crie as seguintes entradas no seu .profile
QTDIR=/usr/local/qt
PATH=$QTDIR/bin:$PATH
MANPATH=$QTDIR/man:$MANPATH
LD_LIBRARY_PATH=$QTDIR/lib:$LD_LIBRARY_PATH
LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH
CPLUS_INCLUDE_PATH=$QTDIR/include:$CPLUS_INCLUDE_PATH
export QTDIR PATH MANPATH
LD_LIBRARY_PATH LIBRARY_PATH
export CPLUS_INCLUDE_PATH
PS.: Para sugirem efeito, tem que dar um logout e se logar de novo
Arquivos Essenciais (obtidos
em http://www.kde.org)
site alternativo: ftp://sunsite.unc.edu
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde
_____________________________________________________
OBS: Os arquivos devem ser
instalados nesta ordem!!!!
-----------------------------------------------------
kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
kdebase-Beta2-1.i386.tgz
Para instalar estes arquivos:
Eles devem ser descompactados
na raiz /
cd /
tar -zxvf kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdebase-Beta2-1.i386.tgz
Arquivos complementares
(Não são necessários
para o funcionamento do KDE, mas eu aconselho
instalá-los, VALE
A PENA!)
kdegames-Beta2-1.i386.tgz
kdegraphics-Beta2-1.i386.tgz
kdemultimedia-Beta2-1.i386.tgz
kdenetwork-Beta2-1.i386.tgz
kdeutils-Beta2-1.i386.tgz
Para instalar esses componentes,
siga o mesmo procedimento anterior da
instalação
base do KDE; vá na raiz e descompacte.
(Por default estes arquivos
serão instalados em /opt/kde, e portanto
utilizarei este diretório
como default para a explicação a seguir)
Uma vez instalados os arquivos
necessários, os seguintes subdiretórios são
criados dentro de /opt/kde:
bin/
cgi-bin/ include/ lib/ share/
Primeiro o usuário
deve "avisar" onde as libraries contidas no /lib
estão, para isto
basta editar o arquivo /etc/ld.so.conf e colocar o
diretório /opt/kde/lib
lá e dar o seguinte comando ldconfig -v (o -v
é para você
ver o que tá acontecendo)
Após isto é
necessário editar o arquivo .xinitrc, que se encontra no
diretorio de cada usuario
que deseja utilizar o KDE.
Deve-se colocar apenas o seguinte comando:
startkde
(E comentar qualquer comando referente a outro Window Manager)
Para finalizar o usuário
deve colocar o diretório /opt/kde/bin no PATH do
computador no seu .profile:
KDEDIR=/opt/kde
PATH=$KDEDIR/bin:$PATH
export KDEDIR PATH
(para que o usuário
não tenha que digitar esse comando cada vez que der o
boot na máquina a
melhor opção e edita o arquivo /etc/profiles para
colocar os comandos acima,
isto afetará todos os usuários da máquina, ou
seja, "commands common to
all logins")
Se apenas determinado usuário
for utilizar o KDE, pode-se colocar estes
comandos no .profile do
mesmo, que encontra-se no diretório
/home/nome-do-usuario)
Agora é só dar o velho e bom
startx
e pronto!
OBS:
Caso não funcione
procure observar se todos os passos foram seguidos
corretamente, pois eu sou
um usuário novo do sistema e não sei se saberei
responder a problemas específicos.
(e nem tenho tempo pra isso!)
Melhorias neste documento
são bem vindas, principalmente por parte dos
usuários mais avançados
que conhecem o sistema de forma mais completa.
Correções
devem ser enviadas para um dos e-mail citados no início
do documento, para que eu
possa providenciar a correção o mais
rapidamente possível.
Problemas que encontrei usando
o KDE
(provavelmente bugs, pois
ainda estão na fase beta do programa)
Ainda não consegui
colocar nenhum programa adicional, como por exemplo o
XV ou o netscape para funcionar
de forma integrada com o ambiente do KDE
(só chamando atraves
de uma xterm)
================================================================
20. Mudando o Editor
de Texto padrão
Edite o arquivo /etc/profile e coloque as seguintes linhas:
export EDITOR=pico
export VISUAL=pico
================================================================
21. Rodando Windows
95 no Linux
Se você for maluco o suficiente tente isso...
Para rodar o ruindows 95
no linux faça o seguinte:
1. Baixe o bochs-971017c
do site http://world.std.com/~bochs
2. Crie um arquivo chamado
conf, com as seguintes linhas:
---------------------[começo
de conf]-----------------------------
#!/bin/bash
export CFLAGS="-Wall -O3
-m486 -fomit-frame-pointer -pipe"
./configure --enable-80386
--enable-debugger --enable-memory=32 \
--enable-v8086-mode --enable-paging
--enable-vga \
--enable-bochs-bios-hooks
--enable-dma-floppy-io \
--enable-processor-ips=400000
--enable-tlb
---------------------[fim
de conf]-----------------------------
3. chmod 700 conf
4. conf
5. make
6. Leia o arquivo Windows95.html
no docs-html
7. Crie uma imagem de 112M
como explicado no doc
8. Instale o windows 95
9. Crie um arquivo .bochsrc
no raiz do usuario, com as seguintes linhas:
---------------------[começo
de .bochsrc]-----------------------------
diskc: file=/usr/local/bochs/112M,
cyl=900, heads=15, spt=17
floppya: file=/dev/fd0
floppya: file=/dev/fd1
boot: c
romimage: /usr/local/bochs/bios/BIOS-bochs-971017a
megs: 32
vgaromimage: /usr/local/bochs/bios/VGABIOS-elpin-2.00A
log: /var/log/bochs
hga_update_interval: 150000
keyboard_serial_delay: 200
---------------------[fim
de .bochsrc]-----------------------------
14. rode o bochs dando boot na imagem
================================================================
22. Instalando um
CD-ROM
A instalação do CD-ROM é baseado em 4 capítulos:
1. Instalando o HARDWARE
2. Configurando e reconstruindo
o Kernel do Linux
3. Criando arquivos device
e configurando parâmetros de boot
4. Bootando o Kernel do
Linux
________________________________________________________
1. Instalando o HARDWARE
A Instalação
sempre varia... Por isso, não vou detalhar como instalar o
hardware, claro, porque
isso seria ridículo. Para que servem os manuais
de instalação?
:)
Não tem nenhuma configuração
de instalação especial para rodar o
CD-ROM no Linux. Para uma
operação correta, sete os jumpers
no drive ou interface card.
Alguns drivers do kernel
para isso, existe um README que inclui essas
informações...
pode procurar. Para um IDE, veja um README.ide
________________________________________________________
2. Configurando e reconstruindo
o Kernel do Linux
Para fazer isto, você
precisará de um disco de boot com o driver
específico para seu
CD-ROM. Veja esta lista:
Proprietary CD-ROM Drives
Vendedor
Modelo Kernel Driver
Notas
--------
------ -------------
------
Panasonic
CR-521 sbpcd
Nota 1
Panasonic
CR-522 sbpcd
Nota 1
Panasonic
CR-523 sbpcd
Nota 1
Panasonic
CR-562 sbpcd
Nota 1
Panasonic
CR-563 sbpcd
Nota 1
Creative Labs
CD-200 sbpcd
IBM
External ISA sbpcd
Nota 2
Longshine
LCS-7260 sbpcd
Teac
CD-55A sbpcd
Sony
CDU-31A cdu31a
Sony
CDU-33A cdu31a
Sony
CDU-535 sonycd535
Nota 3
Sony
CDU-531 sonycd535
Aztech
CDA268-01A aztcd
Orchid
CDS-3110 aztcd
Okano/Wearnes
CDD110 aztcd
Conrad
TXC
aztcd
GoldStar
R420
gscd
Nota 4
Philips/LMS
CM206 cm206
Nota 5
Mitsumi
CRMC LU005S mcd/mcdx
Nota 6, 7
Mitsumi
FX001 mcd/mcdx
Nota 6, 7
Optics Storage
Dolphin 8000AT optcd
Sanyo
H94A
sjcd
various
various isp16
Nota 8
Notas:
1. Esses driver às
vezes são vendidos com nomes Creative Labs,
Panasonic, Matsushita, ou
Kotobuki.
2. Este driver é o mesmo que O Panasonic CR-562.
3. Às vezes é vendido com o nome Procomm
4. Às vezes é vendido como parte do Reveal Multimedia Kit.
5. O Philips CM205 não
é suportado por esse driver, mas existe
um driver separado para
isso disponível.
6. Às vezes é vendido com o nome Radio Shack.
7. Existem dois drivers disponíveis.
"mcd" é o original, e "mcdx"
é um novo driver
experimental com mais recursos.
8. Esse driver trabalha com
drivers de CD-ROM que vêem
com interfaces em placas
de som ISP16, MAD16 ou Mozart.
Se você não obtiver sucesso com esses drivers, tente essas alternativas:
1. Instalar remotamente
2. Dê boot no DOS e instale os arquivos do Linux no Disco Rígido.
3. Dê boot no DOS, e crie discos flexíveis com o Linux para instalar-lo.
4. Ache alguem que possa
construir pra você um disco de boot com o
driver de CD-ROM que você
precisa.
Mais informações
sobre a instalação em outra seção: Instalando
o Linux.
Quando o Linux já
estiver instalado, alguns usuário necessitam recompilar o kernel
para que possa...
- Ter seu Linux suportando
CD-ROM ou outro tipo de Hardware
- Para atualizar a versão
do kernel do Linux
- Para diminuir a memória
usada minimizando o tamanho do Kernel.
Mais detalhes sobre como
recompilar o kernel em outra seção: Recompilando seu kernel.
Quando você for recompilar
seu kernel, no passo "make config" (sem aspas),
faça o seguinte...
... Se você tiver um ATAPI CD-ROM: Coloque yes para as questões:
Enhanced IDE/MFM/RLL disk/cdrom/tape
support (CONFIG_BLK_DEV_IDE) [Y/n/?]
Include IDE/ATAPI
CDROM support (CONFIG_BLK_DEV_IDECD) [Y/n/?]
... Se você tiver um SCSI CD-ROM: Coloque yes para as questões:
SCSI support (CONFIG_SCSI)
[Y/n/m/?]
SCSI CDROM support (CONFIG_BLK_DEV_SR)
[Y/n/m/?]
Virtualmente, todos os CD-ROMs
usam sistema de arquivos ISO-9660, então
você terá que
ativar a questão:
ISO9660 cdrom filesystem support (CONFIG_ISO9660_FS) [Y/n/m/?]
Depois de recompilado seu
kernel, não boote seu sistema antes que eu diga.
Você ainda tem que
acertar o boot e os parâmetros do mesmo.
Todos os drivers de CD-ROM
e arquivos de sistema ISO-9660 podem ser
carregados como módulos.
Veja o Kernel-HOWTO.
Esse Kernel-HOWTO também
pode ajudar caso você queira obter um driver
que não esteja no
kernel.
________________________________________________________
3. Criando arquivos device e configurando parâmetros de boot
O Kernel usa um arquivo
device para identificar o driver.
Se você está
usando uma distribuição avançada (geralmente vem em
CDs de
instalação
do Linux), porvavelmente você já configurou este device em
alguma
parte da instalação.
No Slackware, ele dá um menu pra você escolher o device.
Esses sistemas têm
um script chamado /dev/MAKEDEV , que cria os devices
necessários. Antes
de ler esta seção, verifique esses métodos. Você
pode editar
o /dev/MAKEDEV com um editor
de texto comum e ver o script. Qualquer dúvida:
man MAKEDEV
Depois de criado o device
do driver, crie um link simbólico para esse driver.
Por exemplo, vamos usar
o drive "sbpcd" como exemplo:
ln -s /dev/sbpcd /dev/cdrom
Se você quiser tocar
CDs de audio, você precisará proteger o device REAL, e não
o do link simbólico:
chmod 666 /dev/sbpcd
ls -l /dev/sbpcd
brw-rw-rw- 1
root disk 25,
0 Jul 18 1994 /dev/sbpcd
Alguns drivers não
são reconhecidos facilmente pelo sistema, então vamos usar
um parâmetro do arquivo
de configuração do LILO (/etc/lilo.conf):
append = "sbpcd=0x230,SoundBlaster"
Mais informações
na documentação do LILO.
Agora vou mostrar cada device
para quem não criou com scripts do setup ou
/dev/MAKEDEV (veja mais
acima).
1. Drive Sbpcd
Autor principal: Eberhard
Moenkeberg ([email protected])
Suporte Multi-seção:
sim (mas não em todos os drivers)
Suporte de Driver Múltiplo:
sim
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: sim (CR-562, CR-563, CD-200 only)
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/sbpcd,
major 25
Arquivo de Configuração:
sbpcd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Matsushita/Panasonic CDROM support?
Arquivo README: README.sbpcd
Como criar: mknod /dev/sbpcd
b 25 0
Sonycdu535 Driver
Autor principal: Ken Pizzini
([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/sonycd535,
major 24
Arquivo de Configuração:
sonycd535.h
Opção da Configuração
do Kernel: Sony CDU535 CDROM support?
Arquivo README: README.sonycd535
Como criar: mknod /dev/sonycd535
b 24 0
Cdu31a Driver
Autor principal: Corey Minyard
([email protected]
Suporte Multi-seção:
sim
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: sim
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/cdu31a,
major 15
Arquivo de Configuração:
cdu31a.h
Opção da Configuração
do Kernel: Sony CDU31A/CDU33A CDROM support?
Arquivo README: README.cdu31a
Como criar: mknod /dev/cdu31a
b 15 0
Aztcd Driver
Autor principal: Werner Zimmermann
([email protected])
Suporte Multi-seção:
sim
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/aztcd0,
major 29
Arquivo de Configuração:
aztcd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Aztech/Orchid/Okano/Wearnes (non IDE) CDROM support?
Arquivo README: README.aztcd
Como criar: mknod /dev/aztcd0
b 29 0
Gscd Driver
Autor principal: Oliver Raupach
([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/gscd0,
major 16
Arquivo de Configuração:
gscd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Goldstar R420 CDROM support?
Arquivo README: README.gscd
Como criar: mknod /dev/gscd0
b 16 0
Mcd Driver
Autor principal: Martin
([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/mcd,
major 23
Arquivo de Configuração:
mcd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Standard Mitsumi CDROM support?
Arquivo README: README.mcd
Como criar: mknod /dev/mcd
b 23 0
Mcdx Driver
Autor principal: Heiko Schlittermann
Suporte Multi-seção:
sim
Suporte de Driver Múltiplo:
sim
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/mcdx0,
major 20
Arquivo de Configuração:
mcdc.h
Opção da Configuração
do Kernel: Experimental Mitsumi support?
Arquivo README: README.mcdx
Como criar: mknod /dev/mcdx0
b 20 0
Cm206 Driver
Autor principal: David A.
van Leeuwen ([email protected].)
Suporte Multi-seção:
sim
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/cm206cd,
major 32
Arquivo de Configuração:
cm206.h
Opção da Configuração
do Kernel: Philips/LMS CM206 CDROM support?
Arquivo README: README.cm206
Como criar: mknod /dev/cm206cd
b 32 0
Optcd Driver
Autor principal: Leo Spiekman
([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/optcd0,
major 17
Arquivo de Configuração:
optcd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Experimental Optics Storage ... CDROM support?
Arquivo README: README.optcd
Como criar: mknod /dev/optcd0
b 17 0
Sjcd Driver
Autor principal: Vadim V.
Model ([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
não
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: não
Auto-probing: não
Arquivo Device: /dev/sjcd,
major 18
Arquivo de Configuração:
sjcd.h
Opção da Configuração
do Kernel: Experimental Sanyo H94A CDROM support?
Arquivo README: README.sjcd
Como criar: mknod /dev/sjcd
b 18 0
SCSI Driver
Autor principal: David Giller
Suporte Multi-seção:
sim
Suporte de Driver Múltiplo:
sim
Suporte de Módulo:
sim
Suporte de Ler frames de
audio: sim
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/scd0,
major 11
Arquivo de Configuração:
cdrom.h
Opção da Configuração
do Kernel: SCSI CDROM support?
Arquivo README: none
Como criar: Opcional,
veja exemplo:
mknod /dev/scd0 b 11 0
mknod /dev/scd1 b 11 1
IDECD Driver
Autor principal: Scott Snyder
([email protected])
Suporte Multi-seção:
não
Suporte de Driver Múltiplo:
sim
Suporte de Módulo:
não
Suporte de Ler frames de
audio: sim
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/hd{b,c},
major 22
Arquivo de Configuração:
cdrom.h
Opção da Configuração
do Kernel: Include support for IDE/ATAPI CDROMs?
Arquivo README: README.ide
Como criar: ???
Depois de configurado o Arquivo
Device, vamos agora bootar com o novo kernel.
O kernel verificará
onde está o CD-ROM, exemplo (sbpcd):
SBPCD: Trying to detect a SoundBlaster CD-ROM drive at 0x230.
SBPCD: - Drive 0: CR-562-x (0.76)
SBPCD: 1 SoundBlaster CD-ROM drive(s) at 0x0230.
SBPCD: init done.
Se a mensagem for muito rápida,
dê um dmesg ou tail /var/adm/messages.
Se o driver não for
achado, verifique os procedimentos novamente.
Agora vamos montar o CD-ROM.
Se o seu CD for somente de audio, não é preciso
montar o drive, se for de
dados, vamos usar o comando mount com o exemplo do driver
sbpcd. Veja abaixo:
mount -t iso9660 -r /dev/cdrom /cdrom
O CD-ROM vai ser montado
no diretório /cdrom.
Você pode montar seu
CD automaticamente no boot através do arquivo /etc/fstab. Veja
como no manual do fstab
(man fstab).
Agora para desmontar o CD-ROM, utilize:
umount /cdrom
Encerra-se aqui essas instruções sobre CD-ROM. Espero que tenha gostado.
Obs: Estas instruções
foram TOTALMENTE tiradas do CDROM-HOWTO, dúvidas não serão
tiradas
por mim, mas por sim o dono
do HOWTO: Jeff Tranter, [email protected]
================================================================
23. Tudo sobre Linux
para quem está migrando do DOS
Será que Linux é bom para você?
O Linux é um bom sistema,
você está migrando pra ele do DOS? Bom, mas será
que você gostará
dele como seu sistema? Alguns provedores adoram o Linux
por ser um sistema operacional
Ótimo para a Internet/Intranet. Mas e se você usa
o Linux num computador caseiro?
Realmente, o Linux (Para
quem está migrando do DOS/Windows) é um sistema
operacional "difícil".
Mas para quem quer se aventurar REALMENTE
nesse mundo, o Linux é
uma boa para você. Se você for um cara que só quer coisinha
na boquinha, recomendo não
usar o linux, pois você não usará o sistema realmente.
Se você pretende ou
já usa Linux, mesmo que seja a pouco tempo, prepare-se para
se tornar um Hacker, não
um hacker mal, que enche o saco dos Administradores de
Sistemas, mas sim, um hacker
que possui conhecimento.
Instalei o Linux
Você acaba de instalar
o Linux, com os pacotes que quis, programas legais, coisas
interessantes, criou um
usuário pra você (se não, crie agora!),
se logou como esse usuário,
deu o password e agora esta no prompt olhando para
a tela neste exato momento,
se perguntando: "O que faço agora?"
Calma, vamos agora fazer
um "teste", vamos fazer tarefas que você faria
no DOS, vamos comparar os
dois sistemas, vamos começar vendo o básico de tudo.
Lembre-se que está
seção é um apanhamento geral do resto do manual.
Você pode encontrar
coisas aqui que não encontrara em outras seções.
Aqui você vai encontrar
o básico de tudo, se quiser mais detalhes, veja também
as outras seções
deste manual. Com certeza você sairá com muito conhecimento.
Vamos agora aprender coisas simples:
- Como sair do Linux. Se
você estiver no modo texto (terminal), é só digitar
CTRL+ALT+DEL, se
você estiver no X-Window, você terá primeiro que digitar
CTRL+ALT+BACKSPACE,
depois você digita CTRL+ALT+DEL. Nunca dê Reset
na "tora", pois isso
pode danificar seu sistema de arquivos, e algumas coisas
você fez não
vão ser salvas.
- O Linux tem uma coisa que
o DOS não tem, permissões, acessos. Você está
logado
como um usuário
normal, e de repente quer executar algum programa ou editar algum
arquivo mas quando
tenta, dá "Permisson Denied". Quer dizer o que você está
tentando
não é
possível fazer por você como esse usuário. O usuário
que pode fazer tudo, eu
disse TUDO no sistema,
é o root, ou seja, o administrador do sistema.
- Você agora está
no prompt. Se o prompt terminar em $ você estará como usuário
normal, e quando
estiver terminando em #, você está como root. Você agora
quer obter
ajuda, tente o bom
e velho:
$ help
Este comando lhe dá
ajuda sobre o bash (uma shell), se você quiser ajuda sobre um
determinado comando, tente
os manuais online:
$ man comando
Isso invoca o manual do comando. Você pode tentar também:
$ apropos comando
$ whatis comando
e pressione 'q' para sair.
- Quando você vê a sintaxe do comando, você terá que saber que:
Na sintaxe do comando: $
tar -tf < file.tar > [> redir_file]
o < ... > significa uma
coisa essencial ao comando
o ( ... ) significa uma
coisa opcional
No exemplo acima, "file.tar" tem que ser identificado, e "> redir_file" é opcional.
Comparando os comandos
Veja a tabela a seguir:
DOS
Linux
Notas
---------------------------------------------------------------------------------
BACKUP
tar -Mcvf device dir/ completamente diferente
CD dirname\
cd dirname/
quase a mesma sintaxe
COPY file1 file2
cp file1 file2 igual
DEL file
rm file
igual
DELTREE dirname
rm -R dirname/ igual
DIR
ls
não é exatamente a mesma sintaxe
EDIT file
vi file
eu acho que você não vai gostar
emacs file
este é melhor
jstar file
este é tipo o edit do DOS
FORMAT
fdformat,
mount, umount
sintaxe um pouco diferente
HELP command
man command
a mesma filosofia
MD dirname
mkdir dirname/ quase
a mesma sintaxe
MOVE file1 file2
mv file1 file2 igual
NUL
/dev/null
igual
PRINT file
lpr file
igual
PRN
/dev/lp0,
/dev/lp1
igual
RD dirname
rmdir dirname/ quase
a mesma sintaxe
REN file1 file2
mv file1 file2 não
é pra arquivos múltiplos
RESTORE
tar -Mxpvf device sintaxe diferente
TYPE file
less file
MUITO melhor
WIN
startx
poles apart!
---------------------------------------------------------------------------------
Arquivos
A estrutura de arquivos do
Linux é similar ao do DOS, são estocados
em diretórios, alguns
executáveis outros não...
Aqui vai alguns conceitos básicos:
- No DOS, os arquivos são
de forma 8.3, ou seja, não podem passar de
8digitos.3digitos.
Um exemplo: NOTENOUG.TXT. No Linux, se você
instalou o Linux
usando uma partição ext2 ou umsdos, você pode fazer
melhor, pode colocar
nomes de arquivos longos (no máximo 255 caracteres).,
um exemplo de arquivo
que o Linux pode fazer e o DOS não pode:
Este_eh.um.arquivo.MUITO_grande
- No DOS, os caracteres MAIÚSCULOS
e minúsculos são tratados da mesma
forma. No Linux,
eles são completamente diferentes, exemplo: ARQUIVO.tar.gz
e arquivo.tar.gz
são dois arquivos diferentes, ls é um comando e LS é
um erro.
- No Linux não existe
extensões .EXE, .COM especial para programas como o DOS,
Os programas executáveis
no Linux são marcados com um asterisco no final do
arquivo. Por exemplo:
$ ls -F
letter_to_Joe cindy.jpg
cjpg* I_am_a_dir/ my_1st_script* old~
- Os arquivos cjpg* e my_1st_script*
são executáveis. No DOS, arquivos
de backup terminam
com extensão .BAK, no linux, eles terminam com
um ~ (tio). No Linux,
os arquivos que começam com um ponto são considerados
ocultos. Por exemplo:
o arquivo .eu.sou.um.arquivo.oculto não é mostrado com
um comando ls normal;
Links Simbólicos
No Unix, existe um tipo de
arquivo que não existe no DOS: O link simbólico.
Ele pode funcionar como
um redirecionador para um arquivo ou um diretório,
e pode ser usado em arquivos
ou diretórios também; É similar com os atalhos
do rWindows95. Exemplo de
links simbólicos: /usr/X11, que redireciona para
/usr/X11R6; /dev/modem,
que redireciona para /dev/cua0 ou /dev/cua1
Para criar um link simbólico:
$ ln -s < file_or_dir > < linkname >
Exemplo:
$ ln -s /usr/doc/g77/DOC g77manual.txt
Agora você pode referir para g77manual.txt ao invés de /usr/doc/g77/DOC.
Permissões
Todas as informações
sobre Permissões que você precisa você encontra na
seção 2.11.
Permissões.
Traduzindo comandos do DOS para o Linux
Na esquerda, os comandos do DOS; na direita, os comandos do Linux:
COPY:
cp
DEL:
rm
MOVE:
mv
REN:
mv
TYPE:
more, less, cat
Operadores de Redireção
e Direção: < > >> |
Wildcards: * ?
nul: /dev/null
prn, lpt1: /dev/lp0
or /dev/lp1; lpr
- EXAMPLES -
DOS
Linux
---------------------------------------------------------------------
C:\HUGO>copy joe.txt joe.doc
$ cp joe.txt joe.doc
C:\HUGO>copy *.* total
$ cat * > total
C:\HUGO>copy fractals.doc
prn $ lpr fractals.doc
C:\HUGO>del temp
$ rm temp
C:\HUGO>del *.bak
$ rm *~
C:\HUGO>move paper.txt tmp\
$ mv paper.txt tmp/
C:\HUGO>ren paper.txt paper.asc
$ mv paper.txt paper.asc
C:\HUGO>print letter.txt
$ lpr letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt
$ more letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt
$ less letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt
> nul $ cat letter.txt
> /dev/null
n/a
$ more *.txt *.asc
n/a
$ cat section*.txt | less
Notas:
- * é melhor no Linux:
* mostra todos os arquivos exceto os ocultos
.* mostra todos os
arquivos ocultos; *.* mostra somente os que tiverem
um "." (sem aspas)
no meio, seguido de caracteres; p*r mostra tudo
que começar
com p e terminar com r; *c* mostra todos os arquivos que
tiverem um c no meio.
- Quando usado more, pressione
SPACE para ler o arquivo, q ou CTRL-C
para sair, less é
melhor e deixa que você use as setas do teclado.
- Não há
UNDELETE, então pense duas vezes antes de apagar alguma
coisa;
- Adicionando aos < >
>> do DOS, o Linux tem 2> para redirecionar
mensagens de erro
(stderr); 2>&1 redireciona srderr para stdout, enquanto
1>&2 redireciona
stdout para stderr;
- O Linux tem mais um wildcardL
o []. Use [abc]* mostra arquivos começando
com a, b, c; *[I-N,1,2,3]
mostra arquivos terminando com I,J,K,L,M,N,1,2,3;
- Não existe um DOS RENAME; para isso se utiliza mv *.xxx *.yyy;
- Use cp -i e mv -i para
ser avisado quando um arquivo está para ser
sobrescrito.
Multi-tarefa
O Linux é um sistema
multi-tarefa, por isso, ele pode ser acessado por vários
consoles ao mesmo tempo,
assim como pode ser rodado vários programas
ao mesmo tempo. Para mudar
o console do 1 a 6, utilize:
ALT+N (Onde N é o número do console)
Exemplo:
ALT+1, ALT+2, ALT+3, ALT+4, ALT+5, ALT+6
Agora você pode ir para o próximo console e o antecedente com:
ALT+RIGHT
(Vai pra 1 console A FRENTE)
ALT+LEFT
(Vai pra 1 console ATRÁS)
Se você quiser ir para outra sessão em sair do console, utilize o comando su:
su < usuário >
Exemplo:
su root
Para sair da sessão:
$ exit
Cada programa executado,
seja pelo boot ou a manualmente mesmo, fica
identificado com um PID.
Para vizualizar estes PIDs, use o comando:
$ ps -a
E para terminar esses processos (fechar o programa), use:
$ kill < PID >
Quando algo é suspendido,
ou seja, deixado temporariamente (A Maioria dos
programas são suspendidos
com CTRL+Z). Depois de suspendido, você
pode retornar a eles através
do comando:
fg < job >
Onda job é o programa
que você quer retornar.
Para saber quais programas
estão suspendidos, tente o comando:
jobs
Para killar, ou seja, terminar algum programa suspendido:
kill < %job >
Diretórios
A estrutura de diretórios
do Linux é similar ao do DOS, mas existem algumas
diferenças entre
o do DOS e o do Linux. Agora vou mostrar um exemplo de
diferença:
DOS:
C:\DOCS\LINUX\LINUXMAN.TEX
Linux:
/home/hugo/docs/linuxmanual.tex
Permissões de diretórios
Todas as informações
sobre Permissões que você precisa você encontra na
seção 2.11.
Permissões.
Traduzindo comandos do DOS para o Linux (Parte 2)
DIR:
ls, find, du
CD:
cd, pwd
MD:
mkdir
RD:
rmdir
DELTREE:
rm -R
MOVE:
mv
- EXAMPLES -
DOS
Linux
---------------------------------------------------------------------
C:\GUIDO>dir
$ ls
C:\GUIDO>dir file.txt
$ ls file.txt
C:\GUIDO>dir *.h *.c
$ ls *.h *.c
C:\GUIDO>dir/p
$ ls | more
C:\GUIDO>dir/a
$ ls -l
C:\GUIDO>dir *.tmp /s
$ find / -name "*.tmp"
C:\GUIDO>cd
$ pwd
n/a - veja nota
$ cd
igual
$ cd ~
igual
$ cd ~/temp
C:\GUIDO>cd \other
$ cd /other
C:\GUIDO>cd ..\temp\trash
$ cd ../temp/trash
C:\GUIDO>md newprogs
$ mkdir newprogs
C:\GUIDO>move prog ..
$ mv prog ..
C:\GUIDO>md \progs\turbo
$ mkdir /progs/turbo
C:\GUIDO>deltree temp\trash
$ rm -R temp/trash
C:\GUIDO>rd newprogs
$ rmdir newprogs
C:\GUIDO>rd \progs\turbo
$ rmdir /progs/turbo
Notas:
1. Quando usando rmdir, o
diretório para remover tem que estar vazio.
Para deletar
o diretório com o que contêm dentro, use rm -R (em seu risco)
2. O caractere '~' é
um atalho para o nome do seu diretório home.
Os comandos
cd ou cd ~ fazem você ir para seu home de onde você
estiver. o
comando cd ~/tmp leva você para /home/voce/tmp.
3. cd - um undo para o último cd.
Até agora terminamos
por aqui.
Na próxima atualização
iremos falar mais uma bolada de coisas...
Fique Ligado!
================================================================
24. Instalação
PASSO-A-PASSO do ICQ Java
Download:
#########
Para instalar o ICQ você vai precisar de três conjuntos de arquivos:
1- o ICQ propriamente dito,
disponível no site da Mirabilis
www.mirabilis.com/download/step-by-step-java.html
O arquivo é
o ICQJava_Preview_095.tar.gz (Ultima versão dosponível)
2- Para rodar o ICQ você
vai precisar ter no seu micro o Java Development
Kit instalado e rodando,
em versao superior à 1.0.1. Se você não tem, o JDK
para Linux está disponível
em:
www.blackdown.org/java-linux/mirrors.cgi
ou em
ftp.unicamp.br/pub/languages/java/linux
A versão mais nova
disponível é a 1.1.3 e o arquivo é
linux-jdk.1.1.3-v2.tar.gz
3-Além disso e necessário
um patch para o Linux, encontrado em
ftp.blackdown.org/pub/Linux/JDK/1.1.3/update
O arquivo é: libjava-1.1.3v2-1.tar.gz
Puxe os arquivos ... pegue
um café, dois cafés .. três cafés (são
mais de
dez megas de download)
Instalação
###########
1. Começe instalando
o JDK - escolha o diretório, etc .. etc ... coloquei
no /usr/src , unzipe e destarre
o arquivo linux-jdk.1.1.3-v2.tar.gz
Vá para o diretório
jdk1.1.3 criado logo abaixo dele, de uma olhada no
README, e no README.Linux
Altere o seu PATH para adicionar
a ele o diretório onde esta o java:
Para mim: /usr/src/jkd1.1.3
Atenção: o
interpretador java vai ser chamado toda vez que rodar o ICQ,
portanto, esse PATH tem
de estar disponível para todos os usuários que
forem utilizar o ICQ
2. Instale o PATCH para o
java, simplesmente destareando o arquivo
libjava-1.1.3v2-1.tar.gz
no mesmo diretório onde você colocou o java
Para mim: /usr/src .. ele
vai adicionar duas bibliotecas no jdk1.1.3
3. Instale o ICQ, destarreando
o arquivo ICQJava_Preview_095.tar.gz onde você
escolheu.Coloquei no /usr/src
também. Após destarreado, ele irá ter criado
um diretório ICQJava
Para mim o path completo
é: /usr/src/ICQJava
Leia o INSTALL.TXT ....
edite o arquivo install
altere os valores de JAVA_HOME
para o diretório onde foi instalado o JDK
(JAVA_HOME=/usr/src/jdk1.1.3)
altere os valores de ICQ_HOME
para o diretório onde foi instalado o ICQ
(ICQ_HOME=/usr/src/ICQJava)
digite ./install
Edite o arquivo ICQ, criado
no diretório ICQJava e inclua a opção
-debug depois do java ..
o meu ficou assim:
#!/bin/sh
/usr/src/jdk1.1.3/bin/java
-classpath -debug ===> Na mesma linha ==>
/usr/src/ICQJava/ICQ.jar:/usr/src/ICQJava$
Boa sorte !!!
Mais uma dica .. apos a instalacao,
verifique se o diretorio
ICQJava/Uin tem permissões
de escrita para os usuários que irão usar o
ICQ, senão as configurações
não serão gravadas.
Não consegui rodar
o ICQ fora do X86 .. só consigo rodar ele abrindo um
Xterm e chamando lá
de dentro .. mas está funcionando legal .
================================================================
25. Aumentar Partição
Linux
Tem uma alternativa bem prática:
1. Se você tem espaço
sobrando na partição rW95, crie um diretório , p.
ex. /linux;
2. Monte a partição
rW95 no linux em um diretório, p. ex.
/w95, não
esqueça de usar o modulo vfat ; mount -t vfat /dev/hda1 /w95
3. Crie arquivos do tamanho
que você precisar:
-> dd if=/dev/zero
of=/w95/linux/loop_file_name bs=1024k
count=NNNN
4. Monte os arquivos com
LOOP devices
-> mount -o
loop -t ext2 /w95/linux/loop_file_name
/fs_loop_name
5. Formate o fs como ext2
-> mke2fs -v
/fs_loop_name
6. Use normalmente... (pode
guardar em lugar protegido de
luz, a temperatura ambiente,
evitar que as crianças
mexam... etc)
Depois basta criar um rc.loops em /etc/rc.d com os
mounts, passo
2 e passo 4....
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26. Mandar vários
e-mails de uma vez sem mostrar cc (SPAM)
1. Crie um arquivo em seu diretório, tipo:
mkdir /home/login/lista/manual
2. Coloque nele um email por linha:
user@dom1
usr2@dom2
...
3. Acrescente em seu /etc/aliases
manual-l: :include:/home/login/manual
4. Execute "newaliases"
5. Mande email para "[email protected]"
que vai para todos
os usuários,
cortesia do sendmail...
Se quiser automatizar a lista, use o majordomo:
ftp://ftp.greatecircle.com/pub/majordomo
================================================================
27. Criando só
uma conta de E-MAIL, sem shell.
Crie a uma conta comum de
usuário, se preferir, com o comando adduser,
Edite o /etc/passwd, vá
na linha correpondente ao usuário que você criou,
haverá a linha:
usuario:PaSsWoRd:UID:GID:Nome:home:SHELL
ex.
email:BsXaHwtl.aE:103:100:Conta de E-Mail:/home/email:/bin/bash
Entao mude o shell e home para /dev/null, assim:
email:BsXaHwtl.aE:103:100:Conta de E-Mail:/dev/null:/dev/null
O indivíduo vai conseguir ler mail mas não tem como logar.
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28. Colocando suporte
PNP, fat32 e SB AWE32 no seu kernel
Salvador, 1 de Dezembro de
1997
Autor: Ivo de Carvalho
Peixinho
Pacotes usados:
1) linux-2.0.32.tar.gz
2) awedrv-0.4.2c.tar.gz
3) pnp-0.2.5b.tar.gz
4) fat_joilet_nls_patch_0_2_8.gz
esses pacotes voce
encontra em ftp.ufba.br/pub/unix/linux
procedimentos (considerando
que os pacotes estao no home do root):
1) descompactar o
kernel no diretorio /usr/src/linux
cd /usr/src
tar -zxvf ~/linux-2.0.32.tar.gz
cd /usr/src/linux
make mrproper
make menuconfig (apenas para criar as dependencias)
2) descompactando
e instalando o driver para awe
cd /root
tar -zxvf awedrv-0.4.2c.tar.gz
cd awedrv-0.4.2c
sh ./install.sh
3) descompactando
o suporte pnp
cd /root
tar -zxvf pnp-0.2.5b.tar.gz
cd /usr/src/linux
patch -p1 < ~/pnp-0.2.5b/diffs
mkdir /usr/src/linux/drivers/pnpisa
cp ~/pnp-0.2.5b/kernel/* /usr/src/linux/drivers/pnpisa
cd /usr/src/linux/include/linux
ln -s ../../drivers/pnpisa/pnp.h
cd /usr/src/linux
patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/usslite-3.5
patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/ide-pre-2.1.8
patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/awe32
Aqui vai acontecer
um reject no caso do kernel 2.0.32. procure no
diretorio /usr/src/linux/drivers/sound/lowlevel/awe_wave.c.rej
e aplique
na mao. Caso voce nao tenha
awe32 ou sb32, nao precisa do driver nem do
patch pra awe. Caso voce
nao queira suporte aa ide plug&play (a que vem na
placa de som, eu tenho uma
gaveta removivel plugada nela com um HD), nao
aplique o patch pra ide.
4) suporte a fat32
cd /root
gunzip fat32_joilet_nls_patch_0_2_8.gz
cd /usr/src/linux
patch -p1 < ~/fat32_joliet_nls_patch_0_2_8
5) compilando o kernel
OBS: eu geralmente
coloco o suporte a unicode, nls, dos, vfat e sound
como modulos (vale
a pena pra nao ficar recompilando o kernel se algo
der errado). NAO coloque
suporte a dos e vfat como modulos, se seu linux
esta instalado numa
particao DOS ou VFAT.
make mrproper
make menuconfig
-> general setup
-> pnp isa support
-> filesystems
-> DOS FAT fs support
-> Unicode, native language support
-> NLS codepage 437
-> NLS codepage 850
-> NLS ISO 8859-1
-> MSDOS fs support
-> VFAT fs support
-> Sound
-> Sound card support
-> Sound blaster
-> Generic opl2/opl3
-> /dev/dsp /dev/audio support
-> MIDI Interface support
-> FM Synthesizer suport
-> Additional low level drivers
-> AWE32 Synth
(nao se preocupe com os IRQ e IOPORT que ele pede)
(configure o resto aas suas necessidades)
make dep
make clean
make zlilo
make modules
make modules_install
6) rebootando a maquina
e testando a instalacao
cat /dev/sndstat
A saida deve ser algo do tipo:
Sound Driver:3.5.4-960630
(Tue Oct 21 01:45:31 EDT 1997 root,
Linux fish 2.0.32
#2 Tue Oct 21 01:13:49 EDT 1997 i586)
Kernel: Linux fish
2.0.32 #1 Tue Oct 21 01:46:22 EDT 1997 i586
Config options: 0
Installed drivers:
Type 1: OPL-2/OPL-3
FM
Type 2: Sound Blaster
Type 7: SB MPU-401
Card config:
Sound Blaster at 0x220
irq 5 drq 1,5
SB MPU-401 at 0x330
irq 5 drq 0
OPL-2/OPL-3 FM at
0x388 drq 0
Audio devices:
0: Sound Blaster 16
(4.13)
Synth devices:
0: Yamaha OPL-3
1: AWE32-0.4.2c (RAM0k)
Midi devices:
0: Sound Blaster 16
Timers:
0: System clock
Mixers:
0: Sound Blaster
1: AWE32 Equalizer
Algumas consideracoes
* Procure compilar o maximo possivel do kernel em modulos,
excetuando apenas
(se possivel) os filesystems que vao ser montados no
boot. Assim caso voce
esqueca algo, podera consertar sem ter que
recompilar o kernel
inteiro.
* O patch para idepnp eu instalei pois eu tenho dispositivos na
ide da placa de som.
Caso voce nao tenha, nao precisa instalar.
* Cuidado com o NLS na configuracao do kernel, se voce esquecer
algo, ele nao vai
compilar.
* Na hora de aplicar os patches, veja se eles foram bem
sucedidos... reaplique
tudo se for necessario.
* O /dev/sndstat e' sua garantia que tudo funcionou, observe se o
audio device existe,
se o midi device existe etc. Se voce pegou algo como:
Audio devices:
Synth devices:
0: Yamaha OPL-3
1: AWE32-0.4.0a (RAM0k)
Seu audio nao vai funcionar... reveja os procedimentos para ver se
voce fez tudo certo.
* Se sua placa nao e' PNP, o patch nao vai adiantar muito.
================================================================
29. Comandos do programa
vi
Comandos do editor de textos
vi do UNIX
MODO TEXTO
Subcomandos de inserção
de texto:
i
insere texto antes do cursor
r
insere texto no início da linha onde se encontra o cursor
a
insere texto depois do cursor
A
insere texto no fim da linha onde se encontra o cursor
o
adiciona linha abaixo da linha corrente
O
adiciona linha acima da linha corrente
Ctrl + h
apaga último caracter
Ctrl + w
apaga última palavra minúscula
Esc
passa para o modo comando
MODO COMANDO:
Subcomandos para Movimentação
pelo Texto:
Ctrl+f passa para
a tela seguinte.
Ctrl+b passa para
a tela anterior.
H
move o cursor para a primeira linha da tela.
M
move o cursor para o meio da tela.
L
move o cursor para a última linha da tela.
h
move cursor para caracter a esquerda.
j
move cursor para linha abaixo.
k
move o cursor para linha acima.
l
move cursor para caracter a direita.
w
move cursor para início da próxima palavra (Ignora pontuação).
W
move cursor para início da próxima palavra (Não ignora
pontuação).
b
move cursor para início da palavra anterior (Ignora pontuação).
B
move cursor para início da palavra anterior (Não ignora pontuação).
0 (zero)
move cursor para início da linha corrente.
^
move cursor para o primeiro caracter não branco da linha.
$
move cursor para o fim da linha corrente.
nG
move para a linha n.
G
move para a última linha do arquivo.
Subcomandos para Localização
de Texto:
/palavra
procura pela palavra ou caracter acima ou abaixo do texto.
?palavra
move para a ocorrência anterior da palavra(para repetir a busca usar
n).
n
repete o ultimo / ou ? comando.
N
repete o ultimo / ou ? comando na direção reversa.
Ctrl+g mostra o nome
do arquivo, o número da linha corrente e o total de linhas.
Subcomandos para Alteração
de Texto:
x
deleta um caracter que esta sobre o cursor.
dw
deleta a palavra, do inicio da posicao do cursor ate o fim.
dd
deleta a linha inteira onde o cursor estiver.
D
deleta a linha a partir da posicao do cursor em diante.
rx
substitui o caracter sob o cursor pelo especificado x (é opcional
indicar o caracter).
Rtexto substitui o
texto corrente pelo texto indicado (opcional indicar o texto adicionado).
cw
substitui a palavra corrente. Pode-se inserir o novo conteudo da palavra
automaticamente.
cc
substitui a linha corrente. Pode-se inserir o novo conteúdo da linha
automaticamente.
C
substitui restante da linha corrente. Pode-se inserir o texto logo após
o comando.
u
desfaz a última modificação.
U
desfaz todas as modificações feitas na linha (se o cursor
não mudou de linha).
J
une a linha corrente a próxima.
s:/velho/novo
substitui a primeira ocorrêndcia de "velho" por "novo".
Subcomandos para Salvar
o Texto:
:wq
salvar as mudanças feitas no arquivo e sai do editor.
:w < nome-arq > salva
o arquivo corrente com o nome especificado. Continua edição
normalmente.
:w! < nome-arq >
salva (de modo forçado) o arquivo corrente no arquivo especificado.
:q
sai do editor. Se mudanças não foram salvas é apresentada
mensagem de advertência.
:q!
sai do editor sem salvar as mudanças realizadas.
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3. Índice Linux-BR
================================================================
1. Linux não
reconhece Impressora+Zip Drive
Zip Drive e Impressora não
podem utilizar a mesma porta ao mesmo tempo.
Compile ambos os suportes
aos 2 devices como 'Modulo' e quando ter que
utilizar um ou outro, carregue
o modulo correspondente...
Dica retirada da Linux-BR
dada por Ricardo A Guimaraes - [email protected]
================================================================
2. O Linux dá
boot com o volume do Som no máximo
Ou você usa o 'xmixer'
para controlar o volume, ou arranje por aí um
programa chamado 'aumix'
(tem no ftp.redhat.com e no sunsite.unc.edu) e
coloque-o no seu .bash_profile
:
aumix -L > /dev/null
Assim você terá o volume ajustado para a última alteração que você efetuou...
Dica retirada da Linux-BR
dada por Ricardo A Guimaraes - [email protected]
================================================================
3. O Boot do Linux
dá um monte de mensagens "Unresolved symbols in module"
Isso ocorre porque o sub-diretório
/lib/modules/2.0.30 está com modulos aos
montes (os que vieram com
a distribuição); eu tive esse problema e
resolvi dando:
mv -i /lib/modules/2.0.30
/lib/modules/2.0.30.old
cd /usr/src/linux
make modules
make modules_install
(ele vai criar um novo /lib/modules/2.0.30 mas
apenas com os que você vai usar)
================================================================
4. Como vejo quanto
o Linux está reconhecendo de memória?
cat /proc/meminfo
free - Dá só a informação de memória livre, utilizada e infomação sobre o swap.
Dica retirada da Linux-BR
dada por Máximo - [email protected]
Jungle Man - [email protected]
================================================================
5. Restringindo acesso
a IPs com o Apache sem usar um .HTACCESS
Configura no srm.conf para
que ele possa carregar um cgi em vez do
htm:
srm.conf:DirectoryIndex index.html
homepage.html index.shtml
homepage.shtml index.cgi
homepage.cgi
srm.conf:AddHandler cgi-script
.cgi
Dai no usu.cgi, voce filtra
os IPS que esta querendo, como no
exemplo:
if [ $REMOTE_HOST != "dominioque.pode.com.br" -a
$REMOTE_ADDR != "200.250.999.999"
]; then
ok
else
echo "Proibido acesso!!"
exit 1
fi
Só para complementar
a informacao passada, se
voce estiver usando proxy
o endereco que aparece e' o da maquina que esta'
com o proxy e nao da maquina
solicitante original.
Segue entao
mais umas variaveis de ambiente que voce devera' analisar
em caso e proxy:
a) para saber se alguem esta' usanddo proxy verifique estas variaveis:
HTTP_VIA ou HTTP_PROXY_CONNECTION
Nao tenho certeza
mas acho que a diferenca no nome se deve a diferencas
de versoes ... not sure
:\
b) se for via proxy, veirifique estas variaveis:
HTTP_X_FORWARDED_FOR
ou HTTP_FORWARDED (respectivamente com as
variaveis acima)
================================================================
6. Instalando o StarOffice
- Para instalar o StarOffice se não tiver o Motif -
. Retire os arquivos:
StarOffice31-common.tar.gz
StarOffice31-english.tar.gz
StarOffice31-statbin.tar.gz
em:
ftp://ftp.gwdg.de/pub/linux/staroffice/
ou
ftp://ftp.cdrom.com/.25/FreeBSD/distfiles/
. Distarzipeie os arquivos
num diretório (por exemplo /tools) e
reserve...
. Verifique se sua libc
é pelo menos a libc 5.4.4
ls -al /lib/libc.so*
/lib/libc.so.5 -> /lib/libc.so.5.4.38*
/lib/libc.so.5.3.12*
-> estava com esta
/lib/libc.so.5.4.38*
-> atualizei para esta como no link acima
. Se necessário atualizar a libc, pegue-a em:
ftp://sunsite.unc.edu/Pub/Linux/GCC
o arquivo:
libc-5.4.38.bin.tar.gz (ou versão mais nova)
. Como root, num diretório
temporário destarzipeie o pacote retirado e
copie o arquivo:
libc.so.5.4.38
para o diretório /lib e faça um novo link para este arquivo:
ln -sf /lib/libc.so.5.4.38 /lib/libc.so.5
. Copie ou mova os arquivos
que estão em
/tools/StarOffice-3.1/linux-x86/lib
para o seu /lib
. Rode o comando ldconfig para remapear as bibliotecas.
. Volte no diretório
/tools/StarOffice-3.1 e rode o ./setup como o
usuário que vai utilizar
o StarOffice,
Acho que não esqueci
nada, se faltou algo ou existem melhores soluções
que essa me dêem um
toque pra melhorar a recitinha de bolo pra instalar
o StarOffice...
Maiores informações e mais detalhes vcs encontram em:
http://sunsite.unc.edu/LDP/HOWTO/mini/StarOffice
================================================================
7. Usando o Linux
como Bridge
Para usar o linux como Bridge:
Abaixe o brcfg da seguinte
URL ftp://shadow.cabi.net/pub/Linux/BRCFG.tgz
Compile o Kernel com a opcao
de Bridiging (habilitar o prompt para as
partes experimentais).
Habilite as placas de rede.
(nao e necessario por IPs)
Reinicie o linux (reboot)
Compile o brcfg tendo o
cuidado de apagar o brcfg.o que vem com o pacote.
de os seguintes comandos:
# ifconfig eth0 up promisc
# ifconfig eth1 up promisc
# brcfg -ena
Apos alguns segundos (uns
30) o Bridge devera comecar a funcionar.
Maiores detalhes podem ser
econtrados em:
http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/mini/Bridge
Dica retirada da linux-br
feita por Paulino Kenji Sato - [email protected]
================================================================
8. Telnet não
funciona
Para resolver este problema,
verifique se acesso a Telnet está
habilitado no arquivo /etc/inetd.conf
e /etc/services
Se estiver, pode ser o arquivo
/etc/hosts.deny , que define os
hosts que não podem
acessar serviços... *Comente as linhas dos
hosts no arquivo. Essas
linhas podem ser:
ALL: ALL LOCAL
ALL: ALL
* Comente - Colocar um #
antes do texto para que a linha seja
comentada(nao considerada)
Dica retirada da Linux-BR
feita por ??? - [email protected]
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9. FTP e/ou o Daemon
FTP não funcionam
Se quando você for
tentar acessar o FTP ou rodar o Daemon do FTP de sua maquina, e nao der,
você de proceder assim...
Verifique se existe o arquivo
/etc/shutmsg
Deverá com certeza
existir, então apague-o!
Pronto, rode o Daemon do
FTP novamente e PIMBA!
Dica retirada da linux-br
feita por Jonildo Andrade dos Santos - [email protected]
================================================================
10. Arquivos .tar.gz(ou
.tar e .gz) que pego em FTP não descompactam
Para não acontecer
isso, antes de baixar o arquivo, no FTP, digite bin
Assim, você poderá
pegar os arquivos numa boa... :P
================================================================
11. Mensagem de erro:
can't locate module net-pf-4 (e 5)
Quando o kerneld (daemon
user space que carrega modulos sob demanda,
baseado em requisições
do kernel) inicia ele recebe requisições do kernel
para levantar suporte a
todas as familias de protocolos de rede (daí o
net-pf - net protocol family),
então ele tenta levantar o net-pf-3,
net-pf-4 e net-pf-5, que
são, se bem me lembro, appletalk, ipx e outro,
então ele procura
no /etc/conf.modules por aliases que indiquem que
modulos levantar, como geralmente
não tem nenhum, ele emite um warning,
inofensivo, dizendo que
não conseguiu satisfazer estas requisições. Para
parar de receber tais mensagens
basta incluir as seguintes linhas no seu
/etc/conf.modules (ou /etc/modules.conf,
conforme você utilizar ou sua
distribuicao):
alias net-pf-3 off
alias net-pf-4 off
alias net-pf-5 off
Dica retirada da Linux-BR
feita por Arnaldo Carvalho de Melo - [email protected]
================================================================
12. Quero fazer com
q, p.ex., o tty11 seja associado ao /var/log/messages
# /etc/syslog.conf
# For info about the format
of this file, see "man syslog.conf" (the BSD man
# page), and /usr/doc/sysklogd/README.linux.
*.=info;*.=notice /dev/tty11
Detalhe: use TABS, nao use
espacos.
================================================================
13. swriter3:"error
creating new document, invalid path, autotext does not exist."
Tenta ir na caixa de opções,
na guia path e existe um botão chamado
default, pressione-o e deve
resolver o seu problema.
================================================================
14. Compilando o kernel:
Som: problemas na compilacao
>fui recompilar o kernell
e ele deu o seguinte erro.:
>sb_common.c:21: #error
You will need to configure the sound driver with
>CONFIG_AUDIO option.
>make[2]: *** [sb_common.o]
Error 1
>make[2]: Leaving directory
`/usr/src/linux-2.0.30/drivers/sound'
>make[1]: *** [sub_dirs]
Error 2
>make[1]: Leaving directory
`/usr/src/linux-2.0.30/drivers'
>make: *** [linuxsubdirs]
Error 2
Parecia complicada, mas era bem simples.
Dentro do xconfig ou menuconfig
alem da placa de som e das suas
configuracoes deve ser marcada
com um yes a opcao "/dev/dfp and /dev/audio
support" e a "MIDI interface
support" para o dispositivo MIDI. A minha
placa de som (SB16) estava
marcada e com todas as configuracoes certas, mas
por essa opcao estar no
meio das marcas de outras placas de som passou
despercebida. Após
isso o kernel foi compilado com sucesso.
Essa dica aqui embaixo q fme fez pensar sobre o q seria realmente o
problema, pois na opcao
citada estava marcado um "n".
>
Parece que vc esta tentando compilar um driver de som sem ter
>habilitado a opcao de sound
no arquivo de configuracao do kernel. Como vc
>gerou o arquivo de configuracao
(make xconfig, make menuconfig)? Se vc
>usou um desses entao nao
deveria ter ocorrido erro, veja o arquivo (nao
>edite o arquivo) /usr/src/linux/.config
no final dele tem que ter
>
>CONFIG_AUDIO=y
>
>se tiver isso entao alguma
coisa muito estranha esta acontecendo. Se tiver
>
>CONFIG_AUDIO=n
>
>entao vc nao esta habilitado
a compilar os drivers da placa
>de som. Tente gerar o arquivo
de configuracao de novo (xconfig,
>menuconfig).
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15. Como sei em qual
irq minha NE2000 está localizada?
Eh pci?
# cat /proc/pci
Ou tenta:
# cat /proc/interrupts
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16. Dúvidas
sobre Impressora já instalada e reconhecida
> lp1 at 0x0378, (polling)
> Isso quer dizer que está
com suporte a impressora?
Sim, a impressora está mapeada em '/dev/lp1'
> Bom, se for sim, como eu faço um teste de impressão ?
Existem dua maneiras :
1 - rápido e caceteiro :
cat /etc/printcap > /dev/lp1
2 - o '/etc/printcap',
em geral, já tem uma imressora simples definida,
logo use :
lpr /etc/printacp
Aproveite o embalo
para estudar o 'printcap'.
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17. Bus error: Netscape
As many of you Linux users
know, Netscape does not run well with the
latest libraries. But there
is a possible work around to this problem.
With the next few lines
I will describe what to do. Look at this as a kind
of mini HOWTO. The solution
on the next few lines is valid for the
versions 3.x through 4.03
of Netscape Navigator and Netscape Communicator.
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18. Restringindo o
acesso de um finger em você
Edite o inetd.conf em /etc/inetd.conf
e deixe comentada a linha de
finger..
Ah depois disso nao se esqueca
de restartar o processo.
De um killall -1 inetd
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19. Como eu mantenho
os menus e as cores do ncurses no ambiente X, usando o xterm?
Lendo os fontes do ncurses
descobri que ele usa chamadas de
terminal, mas lah nao falava
o tipo de terminal... Usando o VNR (Vai no
Rumo) usei export TERM=Linux
(terminal default do console) e adivinhem
fununcia...
O mais legal eh que ele fica igual ao console, inclusive se vc
mudar a fonte ele fica no
terminal, legal...
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20. Como posso saber
quantos hard links tem um arquivo e quantos ele pode ter
O número de hardlinks de um arquivo aparece no comando ls -l:
drwxr-sr-x 4
user group
1024 Feb 26 1997 xtar
-rwxr-xr-x 1
user group
942 Jun 30 1995 xterm.login
Aquele "4" logo depois das permissõs é o número de links para o arquivo.
> ln: cannot link `/bin/ls' to `/home/user/bin/ls': Too many links
Este erro, em geral,
é um erro no próprio comando que ao tentar
resolver um "link" acha
um "link" que aponta para ele mesmo, que aponta ...
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21. É possível
reparticionar um HD que só tenha Linux sem perder dados?
Se vc tem varias particoes
no HD e' facil fazer isso, basta escolher
uma delas, de preferencia
uma que comece e termine antes do cilindro 1024
(se nao me engano) confira
as particoes e cilindros/setores com fdisk (ou
cfdisk se for Debian). Tb
escolha uma particao que nao seja a root, pois
dara' muito trabalho (se
for uma particao so' para o /home, por exemplo,
vc pode transferir para
outro local, mesmo que nao seja uma particao
exclusiva, ao passo que
a particao root / deve ter uma particao exclusiva
para ela, nao sei se me
fiz entender).
Digamos esse disco:
# mount
/dev/hda1 on / type ext2
(rw)
/dev/hda2 on /home type
ext2 (rw)
/dev/hda3 on /usr type ext2
(rw)
none on /proc type proc
(rw)
sendo a /dev/hda4 a particao
de swap.
Digamos que a particao /home
seja a escolhida, o ideal seria joga'-la
na particao raiz em /dev/hda1,
verifique com "df" se existe espaco
para isso, senao veja em
/dev/hda3. Dai e' so'...
1 - copiar com "tar" para um diretorio /home.novo (ou /usr/home)
( cd /home ; tar xf - . ) | ( cd /home.novo; tar xvf - )
2 - alterar os locais de montagem em /etc/fstab
3 - desmontar a particao
atual do /home
umount
/home
4 - apagar o diretorio /home atual e ajustar o novo diretorio /home
rmdir
/home
mv /home.novo
/home (ou
"ln -s usr/home /home" )
5 - se tudo correu bem,
chamar o (c)fdisk e apagar a antiga particao
do /home
(/dev/hda2) e faze'-la ativa (o DOS e Win95, so' se
instalam
em particoes ativas).
6 - bootar pelo DOS, etc. etc.
E' aconselhavel que tudo
isso seja feito sem ninguem logado, exceto vc
como root e sem programas
rodando, como o XFree.
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22. Problemas: Up-grade
da mother board e Linux
Acertou quem disse que era
problema de hardware.
Havia alguma incompatibilidade
da placa de rede com a placa mae.
O problema mencionado eh
com a CPU Pentium TR4 (PC54C) e as placas de
rede Enet-16CAT Rev-A2 e
NE-16CAT REV-A1 e nao com um sistema
operacional especifico,
ou melhor tanto faz Linux, Windows95 ou outro.
Agradeco a ajuda de todos
que me responderam em PVT. E desculpem-me pela
demora em enviar o summary.
REPLIES
1) de JONILDO ANDRADE DOS
SANTOS ([email protected])
Veja se tem cache e a configuracao
do SETUP. Veja se esta corretamente
configurada a votagem da
CPU, pois pode ser configuracao da Placa Mae.
2) de FERNANDO M. ROXO DA
MOTTA ([email protected])
Eu faria uma revisao
completa :
1 - na configuracao
da BIOS.
2 - no proprio hardware
em si.
Pela descricao a
ultima opcao me parece mais provavel.
3) de RICARDO A GUIMARAES
([email protected])
1 - Seu Processador e' mesmo
de 133Mhz? Eu tenho um Pentium 100 que dei
overclock para 120 Mhz.
Funcionou 'quase' tudo. So dava pau na hora de
compilar alguma coisa...
Se eu fosse usuario for Windows nao descobriria
nunca isso...
2 - Pode ser problema de
cache. Para testar, de boot com disco de DOS e
execute programas tipo SysInfo
do Norton. Faca isso varias vezes... Se
der pau experimente desabilitar
o cache externo e depois o cache
interno. Eu tive uma motherboard
que dava pau quando habilitava o cache
interno. Problema de motherboard
mesmo....
3 - Memoria. Eu ja tive
problemas de memoria dos mais estranhos. Teve
uma vez que eu usava o Windows
normalmente. Sai, fui para o DOS, copiei
um arquivo do diskette para
o HD. E quando eu executava o arquivo no HD
dava pau. Depois de muitos
testes, verifiquei que quando comparava a
copia do HD com o diskette,
existia diferenca. Era somente 2 bytes e
SEMPRE na mesma posicao...
Testes de memoria nao detectavam nada,
Windows rodava numa boa.
Solucao: Troquei a memoria....
De qualquer forma gostaria
de ler sua solucao, caso ela exista...:))
4) de ROGERIO COUTINHHO ([email protected])
ja experimentou trocar suas
memorias ( PENTES ) para
testes ???
5) de ANDRE E REFAEL MAXIMO
([email protected])
Quanto ao Win95 eu ouvi
falar que vc tem que desinstalar e depois instalar
(reinstalar por cima não
funciona) e quanto ao Linux acho que vc tem que
recompilar o Kernel, agora
como e que vai ser o seu problema. Não da para
entrar como single user???
6) de ([email protected])
Experimente dar um boot pelo DOS, a partir do drive 'A'.
Conseguindo isto, acesse
seu hd e rode o MSD. Caso queira, me envie as
telas resultantes, principalmente
as relacionadas às linhas de
interrupcao e canais de
dma. Talvez eu possa ajudar.
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23. Como eu faço
pra dar update no database do Locate?
O comando é :
prompt# updatedb
Na distribuição Slackware tem uma entrada no crontab do root que é :
# This updates the database
for 'locate' every day:
40 02 * * *
updatedb 1> /dev/null 2> /dev/null
Eu tenho a impressão
de se no original esta linha nao é para 2:40h mas
sim para 7:40h. Como
a minha máquina fica ligada direto, às 7:40h eu
já estou trabalhando
e ( quando eu tinha um 486 ) este processo pesava um
pouco eu alterei o horário.
Se a sua máquina não fica ligada direto, mude
o horario para algo mais
conveniente ( por exemplo hora do almoco ) em que
sua maquina possa estar
ligada.
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24. É possivel
utilizar 2 ou mais Windows Managers? Como proceder?
Você pode tentar este:
StartSelector.tar.gz - WindowManager
chooser for X
http://www.linuxnow.com/cgi-bin/getrec?cat=INCOMING&rec=StartSelector.tar.gz
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25. Como agrupo mensagens
no PINE?
Vai no
menu de configuracao e habilita o
"enable-aggregate-command-set",
depois, quando estiver na lista de
mensagens, tecla ";" (ponto
e virgula), T e S, coloca uma string com os
assuntos que queira selecionar,
depois Z, para dar um Zoom e depois A
(Apply), dai voce podera
aplicar comandos sobre as mensagens selecionadas:
delete, forward, save, etc.
Muito poderoso!
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26. Monitor Samsung
Para o Pessoal que tem Monitor
Samsung, e tem dificuldade de configurar o
seu Xfree, como Eu para
uma boa resolucao, vai ai o endereco para pegar um
o Exemplo da Configuracao
tirado direto do site da Samsung.
ftp://ftp.douranet.com.br/linux/drivers/samlinux.cfg
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27. FetchMail: .fetchmailrc
Antes, o .fetchmailrc :
>poll provedor_discado_ppp
proto pop3:
>user user with pass senha
to
>rodrigo.pereira=rodrigo
>antonio.martos=antonio
>claudio.martos=claudio
>marcelo.martos=marcelo
>robert.lima=robert
>luiz.pereira=luiz
>roberto.hernandez=claudio
>ar=marcelo
>medical=antonio
>fernanda.vallin=claudio
>fabricap=claudio
>micromar=claudio here
Para configurar:
.fetchmailrc
poll pascoa.interop.com.br
with protocol pop3:
user consultoria there is consultoria here, with password "..."
user develop there is develop here, with password "..."
user suporte there is suporte here, with password "..."
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28. Como reconheço
minha placa cyclades?
carregar um DOS e executar
o programa de teste da placa, assim
descobri que a irq 15, embora
aparentemente livre, nao passava pelo
teste e que a irq 10 (padrao
da placa) sim; depois fazendo os testes
de read e write verifiquei
erros, o que devia significar conflito de
io address, testei varios
sem sucesso ate' que me lembrei dos famosos
SHADOW de BIOS, desabilitei
todos menos o de video e bingo ->
funcionou sem problemas.
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29. LILO trava na
inicialização
LILO start message
- - - - - - - - -
When LILO loads itself, it
displays the word "LILO". Each letter is printed
before or after performing
some specific action. If LILO fails at some
point, the letters printed
so far can be used to identify the problem.
This is described in more
detail in the technical overview.
Note that some hex digits
may be inserted after the first "L" if a
transient disk problem occurs.
Unless LILO stops at that point,
generating an endless stream
of error codes, such hex digits do
not indicate a severe problem.
({nothing})
No part of LILO has been loaded. LILO either isn't
installed or the partition
on which its boot sector is located isn't active.
L {error} ...
The first stage boot loader has been loaded and
started, but it can't load
the second stage boot loader. The two-digit error
codes indicate the type
of problem. (See also section "Disk error
codes".) This condition
usually indicates a media failure or a geometry
mismatch (e.g. bad disk
parameters, see section "Disk geometry").
LI
The first stage boot loader was able to load the second stage
boot loader, but has failed
to execute it. This can either be caused by a
geometry mismatch or by
moving /boot/boot.b without running the map installer.
LIL
The second stage boot loader has been started, but it can't
load the descriptor table
from the map file. This is typically caused by
a media failure or by a
geometry mismatch.
LIL?
The second stage boot loader has been loaded at an incorrect
address. This is typically
caused by a subtle geometry mismatch or by
moving /boot/boot.b without
running the map installer.
LIL-
The descriptor table is corrupt. This can either be caused by
a geometry mismatch or by
moving /boot/map without running the map
installer.
LILO
All parts of LILO have been successfully loaded.
================================================================
30. Não consigo
fazer as teclas 'backspace' e 'delete' exercerem suas funções
corretamente
Eu praticamente não
uso o Linux em modo texto, por isto a minha
"solução"
é para o X11. Crie um arquivo '.Xmodmap' no seu $HOME com
o
seguinte conteúdo
:
keycode 22 = BackSpace
Com isto a tecla "Backspace"
passa a gerar o "^H" como esperado. A tecla
'Delete' eu deixei gerando
o 'Rubout' mesmo, em certas situacoes a gente
precisa um e em outras a
outra.
================================================================
31. Como patcheio
um arquivo tipo 'nome_do_patch.gz' ?
gunzip fat32_joilet_nls_patch-0_2_7.gz
patch -p0 < fat32_joilet_nls_patch-0_2_7
================================================================
32. Como posso verificar
em qual runlevel está o sistema?
ps aux | grep init
root
1 0.0 0.2 844 72 ?
S Sep 6 0:16 init [3]
user
9121 0.0 0.9 884 296 p3 D
13:25 0:00 grep init
O runlevel atual desta maquina
e' '[3]'
================================================================
33. Como posso inicializar
um processo que consta do /etc/inittab manualmente?
telinit 3
ou
init q
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34. Perdi minha senha
root, como a recupero?
No prompt do lilo, digite
LILO: linux single
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4. X-Windows
================================================================
1. O que é
X-Windows?
O X-Windows é um sistema
de Janelas gráficas num ambiente gráfico parecido com o Win95(eca).
Esse ambiente facilita o
acesso ao seu sistema e permite maior acessibilidade.
Neste manual, usaremos o
X-Window mais popular, o XFree86.
================================================================
2. Configurando o
X-Windows para funcionar em seu Linux
Para configurar seu X-Windows XFree86, faça o seguinte:
Primeiro, tenha em mãos o manual do monitor e o da placa de video. Rode o xf86config.
Essa é a seqüência de perguntas que o configurador faz:
1. Mouse. Enter a protocol
number.
Se você usa um mouse
"normal" de 2 butoes, escolha o
Microsoft Mouse, escolha
1 ou 2. Se vc usa um mouse PS/2 escolha PS/2 :)
Se tem Logitech de 3 butoes
tente a opcao 6.
2. Do you want to enable
ChordMiddle?
Depende de como você
quer o comportamento do botão
do meio (se o seu mouse
for de 3 botoes).
3. Do you want to enable
Emulate3Buttons?
Se você não
tiver 2 butões no seu mouse, essa
opção emula
o terceiro botão.
4. Mouse device:
Geralmente /dev/mouse. Depende
de em que porta o mouse
está ligado (/dev/mouse
eh um symlink para /dev/ttySx).
5. Do you want to enable
these bindings for the Alt keys?
Eu geralmente respondo não.
6. hsync in kHz; monitor
type with characteristic modes
1 31.5; Standard
VGA, 640x480 @ 60 Hz
2 31.5 - 35.1;
Super VGA, 800x600 @ 56 Hz
3 31.5, 35.5;
8514 Compatible, 1024x768 @ 87 Hz interlaced (no 800x60
4 31.5, 35.15,
35.5; Super VGA, 1024x768 @ 87 Hz interlaced, 800x600 @
5 31.5 - 37.9;
Extended Super VGA, 800x600 @ 60 Hz, 640x480 @ 72 Hz
6 31.5 - 48.5;
Non-Interlaced SVGA, 1024x768 @ 60 Hz, 800x600 @ 72 Hz
7 31.5 - 57.0;
High Frequency SVGA, 1024x768 @ 70 Hz
8 31.5 - 64.3;
Monitor that can do 1280x1024 @ 60 Hz
9 31.5 - 79.0;
Monitor that can do 1280x1024 @ 74 Hz
10 31.5 - 82.0; Monitor
that can do 1280x1024 @ 76 Hz
11 Enter your own
horizontal sync range
Pegue o manual do monitor,
veja a freqüência horizontal em que ele
trabalha.
7. 1 50-70
2
50-90
3
50-100
4
40-150
5
Enter your own vertical sync range
Mesma coisa pra freqüência vertical.
8. Enter an identifier for
your monitor definition:
Enter the vendor
name of your monitor:
Enter the model
name of your monitor:
Responda qualquer coisa ou só aperte enter. Não vai fazer diferenca.
9. Do you want to look at
the card database?
Diga sim, e escolha a sua
placa de video no menu.
10.
1 The XF86_Mono
server. This a monochrome server that should work
VGA-compatible
card, in 640x480 (more on some SVGA chipsets).
2 The XF86_VGA16
server. This is a 16-color VGA server that should wor
any VGA-compatible
card.
3 The XF86_SVGA
server. This is a 256 color SVGA server that supports
a number
of SVGA chipsets. It is accelerated on some Cirrus and WD
chipsets;
it supports 16/32-bit color on certain Cirrus configuratio
4 The accelerated
servers. These include XF86_S3, XF86_Mach32, XF86_Ma
XF86_8514,
XF86_P9000, XF86_AGX, XF86_W32 and XF86_Mach64.
Which one of these screen types do you intend to run by default (1-4)?
Depende de qual placa de
video você tem. Escolha a opcao 3, que é a mais comum, se
der
problema, vc muda pra 2.
Senao vc pode tentar aumentar pra 4.
11.
Please answer the following
question with either 'y' or 'n'.
Do you want me to set the
symbolic link?
Diga sim (isso é pra fazer o link X com servidor que no passo 10, responda sim).
12.
How much video memory do
you have on your video card:
1 256K
2 512K
3 1024K
4 2048K
5 4096K
6 Other
Essa você consulta no seu manual da placa de video.
13.
Enter an identifier for
your video card definition:
You can simply press enter
here if you have a generic card, or want to
describe your card with
one string.
Enter the vendor name of
your video card:
Enter the model (board)
name of your video card:
Responda qualquer coisa.
14.
1 Chrontel 8391
(uncertain at the time of writing)
ch8391
2 ICD2061A and
compatibles (ICS9161A, DCS2824)
icd2061a
3 ICS2595
ics2595
4 ICS5342 (similar
to SDAC, but not completely compatible) ics5342
5 S3 GenDAC
(86C708) and ICS5300 (autodetected)
s3gendac
6 S3 SDAC (86C716)
s3_sdac
7 STG 1703 (autodetected)
stg1703
8 Sierra SC11412
sc11412
9 TI 3025 (autodetected)
ti3025
10 TI 3026 (autodetected)
ti3026
11 IBM RGB 514 (autodetected)
ibm_rgb514
12 IBM RGB 524 (autodetected)
ibm_rgb524
13 IBM RGB 525 (autodetected)
ibm_rgb525
14 IBM RGB 528 (autodetected)
ibm_rgb528
Just press enter if you
don't want a Clockchip setting.
Pressione enter.
Pronto, seu X-Window está pronto para ser usado! Agora pressione startx para acioná-lo!
================================================================
3. Como criar ícones
no X-Windows
Depois que se roda o X-Window,
ele gera um arquivo chamado .fvwm95rc2
Para adicionar os ícones,
edite este arquivo, lá tem até as instruções!
================================================================
4. Inicializando seu
Linux dretamente no X-Windows
Para fazer isso, edite o arquivo /etc/inittab, alterar a linha...
...Num Linux RedHat
---------------
id:3:initdefault:
para
id:5:initdefault:
---------------
...Num Linux Slackware:
---------------
id:3:initdefault:
para
id:4:initdefault:
---------------
Para desalterar essa configuração...
...Num Linux RedHat
---------------
id:5:initdefault:
para
id:3:initdefault:
---------------
...Num Linux Slackware:
---------------
id:4:initdefault:
para
id:3:initdefault:
---------------
================================================================
5. Onde posso obter
informações sobre o XFree86?
Você pode obter informações sobre o XFree86 no próprio site oficial, que é:
http://www.xfree86.org
----------------------------------------------------------------
5. O Linux e a Internet
================================================================
1. Conectando-se à
Internet através do CHAP
Bem, começando, logue-se como root. Depois, edite o arquivo host.deny para:
ALL: ALL
Isso fará com que
seu sistema fique seguro e não seja usado programas locais remotamente.
Depois você terá
que permitir você mesmo a usar os programas locais, então,
para isso, edite
o arquivo /etc/hosts.allow
:
ALL: 127.0.0.1
Agora vamos determinar o
Host de sua máquina, vá no arquivo /etc/HOSTNAME e coloque
um
nome qualquer, por exemplo:
wakko
Vamos agora configurar o /etc/resolv.conf , edite ele e coloque assim:
search servidor.com.br
nameserver 200.255.27.0
Onde, search é o domain
da máquina a ser acessada e nameserver é o DNS Primário(Veja
Win95).
Próximo passo será
editar o arquivo /etc/hosts e colocar o seguinte:
127.0.0.1 localhost
0.0.0.0 wakko
Note se você ter um
endereço de IP Fixo, mude a linha "0.0.0.0 wakko"
Outro arquivo: /etc/networks
, edite-o assim:
loopback 127.0.0.0
localnet 0.0.0.0
Agora vamos configurar o username e password. Crie o arquivo /etc/ppp/pap-secrets assim:
dirk * PrettySecret
Note que dirk será
o username e PrettySecret o password. Substitua-os com os respectivos
username e password. Para
Provedores que usam chap em vez de pap, o arquivo acima deverá
se chamar "/etc/ppp/chap-secrets".
Finalmente, vamos criar o script que fará a conexão.
O nome do arquivo será
"/etc/ppp/chatscript":
TIMEOUT 5
\Z'\h'(u;\w'x'-\w'´'/2)'´'OK ATDT12345678
ABORT 'NO CARRIER'
ABORT BUSY
ABORT 'NO DIALTONE'
ABORT WAITING
TIMEOUT 45
CONNECT ""
TIMEOUT 5
"name:" ppp
Note que na segunda linha
você tem que substituir "12345678" pelo número a ser discado.
Agora vamos criar o script
que executará tudo o que configuramos... A conexão!
O arquivo (nome e diretório
da sua escolha...) Edite assim:
exec pppd connect \
'chat -v -f /etc/ppp/chatscript' \
-detach crtscts modem defaultroute \
user dirk \
/dev/modem 38400
Não se esqueça
de substituir a quarta linha, palavra dirk por seu username.
Prontinho, rode o script
e vói-lá!
Obs: Estas instruções
foram TOTALMENTE tiradas do ISP-Hookup-HOWTO, dúvidas não
serão tiradas por
mim, mas por sim o dono do HOWTO: Egil Kvaleberg, [email protected]
================================================================
2. Conectando-se à
Internet através do programa Minicom
Vamos configurar!
Primeiro, edite o arquivo "/etc/hosts" assim:
127.0.0.1 localhost
0.0.0.0 wakko
Onde tem wakko você
coloca o host de sua máquina.
Agora vamos editar o arquivo
"/etc/resolv.conf":
domain servidor.com.br
nameserver 200.255.67.1
Onde tem domain, você
substitui pelo domain do provedor que você irá acessar.
Onde tem nameserver, coloque
o DNS Primário do seu provedor (Veja no Win95 :/).
Pronto, agora vamos a parte
prática... eeebaaa...
Digite minicom. (Você
terá que ter o programa Minicom, claro)
Naquela telinha, digite:
ATDP2345678: para modens
de pulse
ATDT2345678: para modens
de tone.
Substitua o "2345678" pelo número do telefone a ser discado.
Depois da conexão,
o provedor vai fazer o processo de login(como sempre), coloque seu username
e seu password e vói-lá!
Conectado. Agora vamos sair do minicom sem desconectar (ALT A+Q) ou
vamos suspender o minicom(ALT
A+J). Agora no prompt, digite:
pppd /dev/modem 38400 defaultroute
Isso estabelecerá a conexão.
Pronto, agora você
pode usar os maravilhosos recursos que a Internet lhe oferece!
Quando você acessar
IRC, não deixe de visitar o canal #linux no servidor irc.brasnet.org
!!!
Obs: Se você quiser
desconectar, no Slackware(não sei se vem nos outros) tem um script
chamado
ppp-off que corta a conexão.
Então utilize eles para desconectar. Se você não tiver,
tente
o velho comando do modem:
ATH0.
================================================================
3. Pegando E-mail
via pop server no Linux.
Para pegar e-mail, e lê-los
com um leitor de e-mail (ex. pine), tenho aqui comigo um script.
Para quem não sabe,
proceda assim:
1. Crie o arquivo get-mail
usando "touch get-mail" (sem aspas)
2. Digite "Chmod 755 get-mail"
(sem aspas)
3. Edite o arquivo com um
editor de texto qualquer (ex. vi, pico)
4. Dentro do arquivo, coloque
as linhas:
#!/bin/sh
# Script pra pegar mails
usando o popclient
echo Easy-mail Script! [email protected]
echo The Linux Manual -
http://www.netdados.com.br/tlm/
echo ----------------------------------------------------
echo -e "Digite seu login:"'\c';
read login;
stty -echo; echo -e "Digite
sua senha:"'\c'; read senha;
stty echo; echo -e '\n'"Digite
o seu pop server [ ex. mail.axur05.org ]:"'\c'
read pop;
echo -e "Direcionar mail
para o arquivo:"'\c'; read arquivo;
popclient -3 -u $login -p
$senha -o $arquivo $pop
5. Salve o arquivo, e quando estiver conectado, rode ele e siga as instruções.
================================================================
4. Dando acesso a
FTP de sua maquina a usuarios da Internet
No linux, o FTP-Server já vem por padrão(se você o instalou), mas para configurá-lo, exite o arquivo:
/etc/ftpaccess
que pode ser editado...!
Lá você pode ver várias opções de acessibilidade.
Para testar seu ftp, tente
dar um:
ftp 0.0.0.0
:-)
================================================================
5. A Linux-BR
Você ainda não
faz parte da Linux-BR? Entre já!
A Linux-br é uma
lista super frequentada por usuários
linux de todo o brasil!
Atualmente, ultrapassamos a barreira
de 600 usuários cadastrados...
Se você ainda nao é,
venha juntar-se a nós!
Tenho certeza que você
não vai se arrepender!
Para subscrever a lista,
visite a URL abaixo:
http://www.conectiva.com.br/listas/linux-br/
Nesta página vocÊ
pode subscrever ou até mesmo procurar
informações
já postadas a lista, com o search.
================================================================
6. Dicas de FTP
Nesse exemplo, usaremos o
diretório Web, /home/web. A conta Web é mantida
remotamente via FTP. O usuário
remoto é Mortimer. O nome da conta de Mortimer é
"mort" (sem aspas) e o grupo
é "client" (sem aspas).
1. "Hackeie" o /etc. Crie
a entrada mort no /etc/passwd e adicione a entrada também
em /etc/group. (Ou adduser
se preferir) Adicione as entradas para /etc/ftpaccess:
/etc/passwd:
mort:*:403:400:Mortimer
Snerd:/home/web/mort/./:/etc/ftponly
^^^
A seqüência /./
determina onde o chroot vai atuar. Se você quer que o chroot
atue no diretório
web e o chdir atue para mort, vai ficar mais ou menos assim:
mort:*:403:400:Mortimer Snerd:/home/web/./mort/:/etc/ftponly
^^^
Tenha certeza que /etc/ftponly
esteja no /etc/shells.
/etc/group:
client::400:mort
Adicione o password de mort se você quiser.
Se você está
usando uma versão Beta do ftpd (altamente recomendado),
você tem que fazer
uma dessas coisas no uso do /etc/ftpaccess:
1. Compile o código
e use o /etc/ftpaccess como padrão. Hackeie o código
e configure
o use_accessfile = 1;
OU
2. Rode o Daemon com a opção -a.
/etc/ftpaccess:
class local
real,guest,anonymous ......
...
^^^^^
...
+----------- define a propriedade da classe 'guest';
...
este lugar é dependente.
...
...
delete
no anonymous,guest
# delete permission?
overwrite no
anonymous,guest
# overwrite permission?
rename
no anonymous,guest
# rename permission?
chmod
no anonymous,guest
# chmod permission?
umask
no anonymous,guest
# umask permission?
...
^^^^^
...
+------ define as permissões dos usuários
...
correspondentes; este lugar é dependente.
...
...
path-filter guest
/etc/pathmsg ^[-A-Za-z0-9_\.]*$ ^\. ^-
...
guestgroup client
...
2. Crie o diretório home de mort e configure o dono e proteções (permissões):
mkdir /home/web/mort
chown mort.client /home/web/mort
chmod 755 /home/web/mort
3. Crie uma estrutura do diretório na conta de mort:
cd /home/web/mort
mkdir etc bin dev lib
(dev e lib são opcionais)
chown root.daemon etc bin
chmod 111 etc bin
4. Crie o conteúdo do diretório ~/bin
(Use Copias de Links estáticos para as utilidades se possível)
cp /.../bin/ls bin
chown root.bin bin/ls
chmod 111 bin/ls
Opcional para comandos de compactação e tar:
cp /.../bin/gzip bin
cp /.../bin/tar bin
chown root.bin bin/gzip
chown root.bin bin/tar
chmod 111 bin/gzip
chmod 111 bin/tar
Se as utilidades não
são estáticas, crie os devices necessários no ~/dev
e copie as libs necessárias
dentro do ~/lib. Veja a man page do ftpd que
vem com seu sistema, talvez
ajude.
5. Crie o conteúdo do diretório ~/etc:
Crie um passwd, edite-o para conter o seguinte:
root:*:0:0::/:/etc/ftponly
mort:*:403:400::/home/web/mort/./:/etc/ftponly
Crie um group, edite-o para conter o seguinte:
root::0:root
client::400:mort
Depois:
chown root.daemon passwd
group
chmod 444 passwd group
6. Adicione segurança extra:
cd /home/web/mort
touch .rhosts .forward
chown root.root .rhosts
.forward
chmod 400 .rhosts .forward
Logue-se como mort via FTP
e provavelmente dará certo.
Se não, faça
tudo novamente e cuidadosamente. Se você não
conseguir fazer funcionar
e tentou de qualquer jeito, peça ajuda
pelo e-mail do wu-ftp: [email protected]
**************************************************************************
DEPENDÊNCIA DE OS
LINUX:
No Linux não se precisa
do diretório ~/dev/. Precisa-se do ~/lib se as
utilitades estão
no ~/bin dinâmicamente linkadas.
Se você está
usando Slackware, use o utilitários /home/ftp/bin/ls ao
inés de /bin/ls.
/bin/ls é dinêmicamente linkado, enquando /home/ftp/bin/ls
é estaticamente linkado.
Use o comando 'ldd' para
achar quais libraries são necessárias para as
utilidades dinâmicamente
linkadas.
Como o que importa é
o Linux, os outros sistemas estarão em inglês.
SOLARIS:
Solaris can't handle SETPROCTITLE, so turn the compile time option off.
(The following was culled from a post by Tom Leach to the wu-ftpd list.)
>For people who are having
problems with ls -al and dir on solaris 2.x
>systems, you might try
the following to find out what's missing...
>truss -f chroot ~ftp /bin/ls
>This will run the ls command
in the same chroot'd environment that
>anonymous FTP runs in.
The truss will show you what
>files/libraries/devices
are accessed and where the ls is looking for them.
>Tom Leach
>[email protected]
SUN 4.1.x:
Create a ~dev/zero and ~dev/tcp device from the FTP directory as follows:
# cd dev
# mknod zero c 3 12
# mknod tcp c 11 42
# cd ..
# chmod 555 dev
The resulting device should ls like this:
crw-r--r-- 1 root
3, 12 Jul 27 17:48 zero
crw-r--r-- 1 root
11, 42 Jul 27 17:48 tcp
Also, you probably need the
following shared libraries:
~lib/ld.so
~lib/libc.so
~lib/libdl.so
BSDI:
Set 555 protections on the
~ftp/shlib and its contents if shared libraries
are used.
>From Darci Chapman ([email protected]):
The following directories
and files need to be created in whatever
directory/ies are being
chrooted to (~ftp for anon ftp or for whatever
directory guest users are
chrooted):
dr-xr-xr-x root/wheel
0 Nov 3 01:43 1995 bin/
-r-xr-xr-x root/wheel
12288 Nov 3 01:43 1995 bin/compress
-r-xr-xr-x root/wheel
45056 Nov 3 01:43 1995 bin/gzip
-r-xr-xr-x root/wheel
12288 Nov 3 01:43 1995 bin/ls
-r-xr-xr-x root/wheel
65536 Nov 3 01:43 1995 bin/pax
dr-xr-xr-x root/wheel
0 Nov 3 01:43 1995 etc/
-r--r--r-- root/wheel
793 Nov 3 01:43 1995 etc/group
-r--r--r-- root/wheel
817 Nov 3 01:43 1995 etc/localtime
-r--r--r-- root/wheel
40960 Nov 3 01:43 1995 etc/pwd.db
dr-xr-xr-x root/wheel
0 Feb 3 12:34 1995 pub/
dr-xr-xr-x root/wheel
0 Nov 3 01:43 1995 shlib/
-r-xr-xr-x root/wheel
298407 Nov 3 01:43 1995 shlib/libc_s.2.0
================================================================
7. Outro script de
conexão
1) Voce
precisa ter instalado/configurado no seu kernel o
suporte
para TCP/IP, ppp, etc ... - isto esta' alem do escopo
desta
*receita*. Alem disso voce precisa se certificar que
possui
o programa chat instalado. Isto e' deixado como exercicio
para
o sofredor, digo, leitor :-/
2) Crie, caso ainda nao exista, um diretorio /etc/ppp ;
3) Com
seu editor de textos preferido ( vi, naturalmente ), crie
no diretorio /etc/ppp um arquivo chamado options, com o
seguinte conteudo:
/dev/modem
38400
modem
crtscts
lock
connect /etc/ppp/net-connect
asyncmap 0
defaultroute
noipdefault
mtu 576
OBS.: a) Va' no diretorio /dev e crie um link simbolico para a
porta serial onde seu modem esta' instalado. No meu
caso, meu modem esta'em COM2, portanto: ln -s cua1
modem
b) Mude o valor 38400 de acordo com a velocidade do seu
modem ;
c) Se o seu modem esta', por exemplo, em COM3-IRQ5,
voce deve executar o comando
setserial /dev/cua2 irq 5
Para que, neste caso, o seu modem seja reconhecido
toda vez que voce 'bootar' o seu Linux, coloque esta
linha no /etc/rc.d/rc.local, ou o equivalente no seu
sistema.
4) Com seu editor... deixa pra la. Crie no diretorio /etc/ppp
um arquivo chamado net-connect, com o seguinte conteudo:
#!/bin/sh
/usr/sbin/chat -v -t 60 -f /etc/ppp/net-chat
5) Execute o comando chmod 500 /etc/ppp/net-connect
6) No
diretorio /etc/ppp crie um arquivo chamado net-chat, com o
seguinte conteudo:
ABORT "BUSY"
ABORT "NO CARRIER"
"" AT&F1&D1
OK ATDT987654321
login: "aqui voce coloca seu username"
sword: "aqui voce coloca sua senha"
OBS.: a) Os comandos para o modem variam de acordo com o
fabricante ! O meu modem e' um USRobotics SportSter 28.8
Interno. Se voce possui um modem diferente, a string de
inicializacao otima provavelmente nao e' "&f1&d1" !!!
b) Troque "ATDT" por "ATDP" caso sua linha seja
"PULSE".
c) "987654321" e' o numero do telefone do seu
provedor.
d) As duas ultimas linhas sao os "prompts" que o seu
provedor lhe da'. A maioria ( eu acho ! ) dos
provedores da' essas duas strings. O meu provedor
( Algarnet ) e' um pouco diferente. Para pedir o meu
username, a string e' "Username:" ; para pedir a minha
senha, a string e' "Password:" ; em seguida eu recebo
um terceiro prompt: "Algarnet>" . Ai eu digito "ppp" e
entao o processo de conexao comeca a estabelecer o
protocolo. Por isso, o meu arquivo net-chat termina
assim:
...
name: "meu username"
word: "minha senha"
rnet> ppp
7) Execute o comando chmod 600 /etc/ppp/net-chat
8) No
diretorio /etc/ppp crie um arquivo chamado ppp-off, com o
seguinte conteudo:
#!/bin/sh
kill -HUP pppd
9) Execute o comando chmod 755 /etc/ppp/ppp-off
10) No
diretorio /etc, edite o arquivo resolv.conf e
acrescente/altere a seguinte linha:
nameserver aaaa.bbbb.cccc.dddd
OBS.: aaaa.bbbb.cccc.dddd e' o DNS do seu provedor.
11) Parece
que nao... mas acabou. Para se conectar, digite
pppd
Se voce quiser acompanhar o processo de conexao, digite
tail -f /var/log/messages
Quando
voce vir a mensagem "remote IP address ..." , tecle
CTRL-C.
Para verificar sua conexao, digite 'ifconfig' e 'route' .
Tente 'pingar' alguns enderecos conhecidos, tais como
ping www.analsex.com 8-))))
12) Para
desconectar, digite '/etc/ppp/ppp-off'.
PS: qualquer coisa é so dar um ps e depois kill nº do processo do pppd
Repito: esta e' uma receita *minima*, supondo-se que voce esta'
em casa, sem qualquer outro micro por perto, sem placa de rede,
sem nenhuma outra aspiracao a nao ser sentir o prazer orgasmico
de se conectar 'a Internet atraves do Linux, e fazer um 'ftp'
'na unha' !
Boa sorte !
E parem
de usar o minicom para acessar a Internet p$o&^r*#r!@a$# !
================================================================
8. Utilidades numa
conexão Telnet - Criação de contas automáticas
(BBS)
Aqui vai um exemplo de script
para criar contas automaticamente, tipo usadas
para novos usuários
de BBS, no caso desse exemplo, uma BBS Linux:
1. Crie um arquivo e dê a ele atributos:
touch /etc/visitor
chmod 755 /etc/visitor
2. Edite esse arquivo e coloque
essa shell script (se quiser, pode modificar, use
por seu próprio
risco, não me responsabilizo por nada):
# ------ Inicio do Shell
Script ------
#!/bin/bash
defgroup=100
defcountry=Finland
usernro=$[1+`cat /etc/default/lastuser`]
setterm -clear
setterm -ulcolor bright
yellow
setterm -reverse on
echo " Welcome to Dream
World BBS
"
setterm -reverse off
echo
echo "Welcome to Dream World
BBS (Linux)"
echo
echo This system has Linux
operating system and it is UNIX system.
echo If you are not sure
that you like to use UNIX, or don\'t know
echo how to use it. Please,
log in system as \"help\" first and read
echo more information BEFORE
you log in. I must tell you that UNIX
echo is not user friendly,
but many people like it anyway.
echo
echo If you like to go on,
please give me ALL information correcly.
echo You can abort this
\"questonaire\" with \< CTRL-C\ > anytime you like.
echo
echo -n "Your FIRST- and
LASTNAME: "
read name
echo
echo -n "Street Address
: "
read street
echo -n "ZipCode and City
: "
read city
echo -n "Country
: "
read country
if test $country. = .; then
country=$defcountry;fi
echo
echo "Please, remember also
areacode (like: 921-4389843)"
echo
echo -n "Voice phone: "
read voice
echo -n "Data phone : "
read data
echo
echo " 1 - /bin/sh
6 - /bin/ksh "
echo " 2 - /bin/bash
7 - /bin/sash"
echo " 3 - /bin/bwbasic
8 - /bin/tcsh"
echo " 4 - /bin/chsh
9 - /bin/zsh "
echo " 5 - /bin/csh
"
echo
echo -n "\"default\" shell
to use (or press enter): "
read shell
vara=0
if test $shell. = "9".;
then shell="/bin/sh" ; vara=1; fi
if test $shell. = "8".;
then shell="/bin/tcsh" ; vara=1; fi
if test $shell. = "7".;
then shell="/bin/sash" ; vara=1; fi
if test $shell. = "6".;
then shell="/bin/ksh" ; vara=1; fi
if test $shell. = "5".;
then shell="/bin/csh" ; vara=1; fi
if test $shell. = "4".;
then shell="/bin/chsh" ; vara=1; fi
if test $shell. = "3".;
then shell="/bin/bwbasic"; vara=1; fi
if test $shell. = "2".;
then shell="/bin/bash" ; vara=1; fi
if test $shell. = "1".;
then shell="/bin/sh" ; vara=1; fi
if test $vara
= 0 ; then shell="/bin/bash" ; vara=1; fi
setterm -clear
setterm -reverse on
echo " Welcome to Dream
World BBS
"
setterm -reverse off
echo
echo Now you must choose
your \"login name\" it is 8 characters long
echo and contains a-z A-Z
0-9 chars.
setterm -reverse on
echo login can be 8 chars
and ONE WORD !!!!!!!
setterm -reverse off
echo
setterm -underline on
echo REMEMBER. In unix upper-
and lowercase letters ARE NOT SAME!
echo And use ONLY LOWERCASE
letters in your login name... PLEASE!
setterm -underline off
echo
echo
vara=1
while test $vara = 1
do
echo -n "Login: ";read login
if test . = `grep $login":" /etc/passwd|cut -d: -f1`.
then
vara=0
break
else
echo Login is allready in use\!
fi
done
echo
echo "Please, wait few seconds...
(Don't interrupt)"
echo $login:x:$usernro:$defgroup:$name:/home/$login:$shell
>> /etc/passwd
echo $usernro > /etc/default/lastuser
echo $usernro $login:"Name
: "$name >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Address:
"$street >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"
: "$city >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Country:
"$country >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Voice
: "$voice >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Data
: "$data >> /usr/adm/newuser.q-a
mkdir /home/$login
cp -r /etc/skel/. /home/$login
echo -n > /usr/spool/mail/$login
chown -R $login.$defgroup
/home/$login/.
chmod 660 /usr/spool/mail/$login
chown $login.mail /usr/spool/mail/$login
echo -n > /logins/$login
chmod 600 /logins/$login
chmod 700 /home/$login
chown $login.$defgroup /logins/$login
grep -v "users:" /usr/lib/aliases
> /usr/lib/aliases.new
echo `grep "users:" /usr/lib/aliases`,$login
>> /usr/lib/aliases.new
mv -f /usr/lib/aliases.new
/usr/lib/aliases
/usr/lib/smail/mkaliases
> /dev/null 2> /dev/null
passwd $login
setterm -clear
echo
echo Now try login again
with you new "login"...
echo
# ------ Fim do Shell Script
------
3. Adicione o login visitor, ou outro que você quiser:
/etc/passwd:
visitor:0:0:Visitor - Script
novo usuario:/:/etc/visitor
Pronto, está feito.
Quando o usuário visitor se logar, o shell script
será rodado e ele
poderá criar sua nova conta e ter uma shell
================================================================
----------------------------------------------------------------
6. Segurança no Linux
- Internet
================================================================
1. Introdução
/ Sumário
O Linux quando instalado,
vem por padrão, vários recursos interessantes para com a
Internet,
porém, se você
não tomar as devidas precauções, terá um problema
grande para com os hackers
MAUS espalhados pela Internet.
Se você quer se proteger, leia os tópicos desta
seção e você
verá como se precaver desses "monstrinhos cibernéticos".
Recomendo que você
faça TODAS as configurações aqui contiads nesta seção...
Ok?
O conteúdo desta seção foi tirada do zine rwx
E-Mail: [email protected]
URL: http://www.cyberspace.org/~rwx/
================================================================
2. Serviços
TCP Port
São 3 serviços:
Netstat (tcp/15)
Informa a você todas as informações sobre sua conexão
atual (enderecos, dns,
portas, etc)
Systat (tcp/11)
Mostra qualquer/todos os processos que estão sendo rodados em sua
máquina, quando
acessado telnet na porta 11 de sua máquina, qualquer pessoa pode
ver esses processos,
e com isso, saber o que você está fazendo no exato momento
em que você faz!
Finger (tcp/79)
Apresenta informações completas de usuários logados/não-logados
em seu sistema
(shells, diretórios, logins, etc). Existe alguns Bugs (falhas na
segurança) que
podem ser "furados" remotamente.
Para se livrar disso, e deixar
seu sistema mais seguro, edite o arquivo
/etc/inetd.conf e comente(#)
as seguintes linhas:
#finger stream tcp
nowait nobody /usr/sbin/tcpd in.fingerd -w
#systat stream tcp
nowait nobody /usr/sbin/tcpd /bin/ps -auwwx
#netstat
stream tcp nowait root
/usr/sbin/tcpd /bin/netstat -a
Com isso, os 3 serviços
estarão desabilitados, e ninguem poderá acessar além
do root, claro.
Para rodar os comandos,
tente o que está no final da linha, como:
/bin/ps -auwwx
/bin/netstat -a
================================================================
3. Monitorando terminais
Primeiro, esclarecendo...
O que é um Telnet
Server?
É um serviço que habilita um usuário acessar um terminal
na sua máquina
remotamente.
Isso geralmente, deixa o
sistema muito... vulnerável, então algumas pessoas e
administradores de sistemas(webmaster,
suporte, admin) deixam o telnet server
desabilitado. Existe uma
ferramente útil para que possamos habilitar o telnet
server e ao mesmo tempo
se precaver, esta ferramenta se chama
ttysnoop
Esse Daemon faz com que você
possa ver tudo o que está acontecendo nos
terminais(por isso o tópico
"Monitorando terminais"). Então você poderá VER
o que está acontecendo
nos terminais, e se existir alguma coisa errada, pau
neles!
Configurando o ttysnoop
1. Edite o arquivo /etc/inetd.conf
para que possamos desabilitar o in.telnetd.
Comente a linha:
#telnet stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd in.telnetd
2. Agora no mesmo arquivo, para habilitar o in.telnetsnoopd, descomente a linha
telnet stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd /usr/sbin/in.telnetsnoopd
3. Agora vamos definir em
quais terminais o acesso vai ser monitorado. Para isso,
Edite o arquivo /etc/snooptab
e inclua as seguintes linhas:
# tty
snoopdev type
execpgm
ttyp0
/dev/tty6 login /bin/login
ttyp2
/dev/tty5 login /bin/login
Neste exemplo acima, foi
definido 2 terminais para o monitoramento.
Quando alguém acessar
Telnet de sua máquina, simplesmente o snoopdev
será direcionado
para os consoles /dev/tty6 (ALT+F6) e /dev/tty5 (ALT+F5).
E isso só fará
com que você só dê acesso a Telnet em 2 terminais, e
nesses
2 terminais, você
verá tudinho o que está acontecendo.
Depois de configurado tudo(huh?)
isso, reinicie o sistema(reboot, shutdown, init 6)
para as alterações
se validarem por completo.
================================================================
4. Monitorando o FTP
Server
O FTP Server é um
recurso muito usado na Internet por todo mundo.
Algumas máquinas
e provedores desabilitam o ftp por segurança.
Mas em questão de
segurança, você pode ver tudo o que todos estão fazendo
naquele momento, através
do comando:
tail -f /var/adm/messages
Isso mostrará informações
de quem conectou, pegou, se logou, user, pass, list, etc.
Tudo o que você precisa
saber, e até mais!
================================================================
5. Protegendo suas
senhas (pppd)
O PPPD armazena informações
de uma conexão com um provedor totalmente, inclusive
qual seu username e password.
Isso armazenado no arquivo
/var/adm/debug
Esse arquivo vem com a permissão
READ TO ALL (veja 2.11. Permissões, e isso não
é bom para a saúde
da máquina... Tire essa permissão:
chmod go-rwx /var/adm/debug
Há também outros arquivos que é bom fazer também. Como:
chmod go-rwx /var/adm/messages
chmod go-rwx /var/adm/syslog
================================================================
6. /etc/host.allow
e /etc/host.deny
Para o acesso a algum serviço
do Linux , a seqüência é a seguinte :
- Verifica-se se
o IP e o serviço estão no hosts.allow , se estiverem
acesso garantido (Mesmo
se o Ip e o serviço estiverem no hosts.deny que
não são checados
se encontrados no hosts.allow)
- Verifica-se se
o IP e o serviço estão no hosts.deny , se não estiverem
acesso garantido
- Se o IP não
estiver no hosts.allow mas também não estiver no
hosts.deny , o acesso é
garantido.
* Hosts.deny - Contém
os hosts que NÃO podem acessar a certos serviços
na sua máquina
Sintaxe :
servico:IP
Exemplo :
in.fingerd:200.00.00.00
|
|
|
O IP da máquina que não poderia acessar tal serviço
|- Serviço
, no caso o finger
Obs: Podemos usar alguns Wildcards como All ou Local
Ex:
in.fingerd:All
- Significa que nenhum IP poderá acessar o serviço em questão.
All:All except local
- Significa que nenhum IP exceto IPs locais
possam acessar o serviço
, no caso todos os serviços disponíveis.
* Hosts.allow - É o arquivo aonde contém os serviços que certo IPs podem acessar .
Sintaxe: Parecida com o do
hosts.deny só que essa linha garante acesso
Servico:IP
Exemplo :
in.fingerd:200.1.1.1
Garante acesso ao
IP 200.1.1.1 ao serviço finger
All:200.20.20.20
Garante acesso a
200.20.20.20 a todos os serviços disponíveis
Obs: É importante
ressaltar , que podemos colocar várias linhas em ambos
os arquivos , podendo entao
anular ataques de certos IPs.
* Truque
Bem , agora a parte mais
esperada , o truquezinho que podemos fazer com o
hosts.deny .
No hosts.deny coloca-se :
All:All: twist /var/noaccess
%h %d ; \
/bin/echo -e "%h tentou acessar %d " >> /var/log/security.log ;
Essa linha fará o
seguinte , todo IP que tentar acessar qualquer serviço
de sua máquina ,
irá executar o programa noaccess e ira logar o IP da
máquina e o serviço
que tentou acessar no arquivo /var/log/security.log
Você se quiser dar
acesso a alguma máquina após a inclusão desta linha
no
hosts.deny , coloque no
hosts.allow , tipo :
in.telnetd:127.0.0.1
para dar acesso telnet ao
loopback.
A baixo vai o programa noaccess.c em ASCII:
noaccess.c
Compile esse noaccess com
gcc -o noaccess noaccess e coloque no dir /var e
pronto!
Se quiser checar os logs de quem quis acessar sua máquina , tente um
cat /var/log/security.log
ou recomenda-se deixar um console rodando
tail -f /var/log/security.log
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7. CheckList de Segurança
- Itens para um sistema seguro
Copyright 1994-1997 Pangéia
Informática Ltda
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[Planejamento] [Usuários/Senhas] [Root] [Sistema de Arquivos] [Contas
de Usuários] [Dados]
[Arquivos de logs] [Ameaças] [Ameaças via Rede] [Segurança
em Roteadores]
Planejamento:
Identifique o que você precisa protejer
Escolha as prioridades pra segurança
Especifique normas para emergencias
Eduque seus usuários
Usuários/Senhas
Certifique-se que cada usuário tenha uma conta individual
Confirme se cada usuário possui senha
Verifique se sua instalação pode rejeitar senhas com menos
de 6 caracteres
Consiga e rode programas que tentam achar senhas frágeis. (Crack,
Cracklib)
Considere a possibilidade de usar programas que geram senhas.
Nunca transmita senhas por telefone ou e-mail.
Certifique-se que o arquivo de senhas só pode ser lido pelo "root".
Considere a possibilidade de trocar as senhas em intervalos regulares.
Root
Iniba a entrada do "root" de qualquer terminal (deixe, no máximo,
a console).
Entre com sua conta comum e então use "su" para tornar-se "root".
Sistema de Arquivos
Procure por programas que tenham SUID/SGID ligados.
Procure por arquivos com permissão para gravação,
que são disparados por alguma ferramenta específica (.exrc,
.profile, .pinerc, .kshrc, .login, /etc/sendmail.cf, /etc/profile, etc)
Contas de Usuários
Remova contas inativas.
Use rksh ou rsh quando necessário.
Certifique-se que todas as contas tem senha.
Evite criar contas pra rodar um único programa.
Jamais crie outras contas com id 0 (mesmo do root).
Dados
Faça cópias de segurança regularmente.
Certifique-se que as cópias poderão ser recuperadas numa
emergência.
Use mecanismos de veficação de integridade de programas e
arquivos. (por exemplo checksum md4/5 ou pdf)
Certifique-se que os sistemas de arquivos tem as permissões corretas.
Não habilite SUID/SGID em scripts (shell ou perl)
Elimine as permissões de gravação nos "devices" dos
terminais, "pseudo terminais" principalmente.
Certifique-se que os arquivos começados com "." não tem permissão
pra gravação por ninguem.
Remova todos os shells (csh, zsh, ash, etcsh) que não estiver usando.
Considere rodar regularmente programas que identificam falhas de segurança
no Unix, tais como COPS, Tiger,
Medusa, etc.
Guarde uma listagem dos programas que tem SUID/SGID e compare-a com cada
nova verificação.
Remova TODOS os utilitários que não forem necessários
na máquina, tais como: cc, perl, awk, etc.
Arquivos de Logs
Rode o comando "last" e "who /var/adm/wtmp" regularmente.
Verifique os arquivos de auditoria regularmente
Verifique o arquivo sulog.
Verifique os arquivo gerados pelos Daemos com:
xferlog (ftpd) syslog (syslogd) messages (syslogd) access_log (httpd)
OBS: o /etc/syslog.conf permite uma grande varideade de possibilidades de log, e de arquivos para contê-los
Ameaças
Nunca instale software desconhecido, sem os fontes para exame.
Evite usar scripts com SUID/SGID, examine data e permissões.
Jamais coloque "." na variável de ambiente PATH do "root".
Vefique periodicamente os arquivos de rc e data de modificação
de programas.
Examine a variável de ambiente PATH de todos os scripts que for
executar.
Garanta que nenhum programa com SUID/SGID permita saída para o shell.
Examine os programas que permitem passar o usuário com parâmetro.