As Aves da Barrinha

Gar�a Real
Ardea cinerea
� a gar�a europeia mais abundante e espalhada. Encontrada em lagos e rios com bastante alimento e na maior parte das �guas doces, tamb�m em costas mar�timas. Faz ninho em grandes col�nias barulhentas perto da �gua. Permanece est�tica � espera de peixe que captura com um r�pido movimento do bico. O comportamento paciente de observa��o e a posi��o r�gida e muitas vezes atarracada do pesco�o, s�o muito caracter�sticas das gar�as em geral e a Gar�a Real � facilmente distinguida das outras gar�as europeias pelo seu tamanho e plumagem cinzenta, branca e preta. Durante o v�o o pesco�o est� encolhido, a gar�a parece ent�o, nessa altura, bastante pesada. Para grandes dist�ncias a Gar�a Real v�a a grandes altitudes e pode ser confundida com aves de rapina por causa do seu movimento lento e pesado do bater das asas. Mas mesno a grandes dist�ncias, as caracter�sticas da Gar�a Real em v�o s�o �bvias: asas arqueadas que batem pesada e vagarosamente. O chamamento � um rouco "caarc".



Mergulh�o-de-Crista
Podiceps cristatus
Comum em lagos interiores e rios com canaviais. Durante a migra��o e o Inverno, ao longo das costas e albufeiras, normalmente em grandes bandos. Na plumagem de Inverno os tufos das orelhas e penachos est�o ausentes, nessa altura pode confundir-se com o Mergulh�o-de-pesco�o-ruivo. Distingue-se deste pela mancha branca acima do olho, pesco�o mais comprido e mais claro e bico mais comprido e rosado com o c�lmen escuro. A exibi��o de acasalamento � extraordin�ria e frequentemente praticada. As caracter�sticas s�o o "flirtar" peito a peito com abanos de cabe�a. O climax, raramente observado, � a "dan�a do pinguim". O chamamento inclui um ruidoso e prolongado "curr" ( mais frequentemente � noite e um cacarejar forte "vrec-vrec-vre...". Os pequenos chamam a aten��o com um ruidoso "ping-ping-ping...".




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