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MEDITAÇÃO
A felicidade é um estado natural,
ela pertence a todos nós, é um tesouro disponível, como: a saúde, o amor, a
paz, a espiritualidade, a abundância, etc... Ela é o resultado da harmonia
entre nosso corpo, mente e espírito. O equilíbrio de nossos desejos
materiais e aspirações espirituais.
Muitas das situações que hoje
vivemos, e com as quais não concordamos, são resultados de escolhas erradas
que fizemos. Nossas doenças, vícios, relacionamentos, etc... são criados por
nossos pensamentos, emoções e crenças, com as quais alimentamos nosso
subconsciente. Se o alimentarmos com crenças restritivas, levaremos uma vida
repleta de limitações. Porém se o programarmos com crenças construtivas,
caminharemos para uma vida plena, libertando-nos da ansiedade e de todas as
emoções e pensamentos negativos que limitam nossa realização.
Todos possuímos o mesmo potencial,
porém alguns, o exploram mais que outros.
“Nenhum líder vai nos dar a paz,
o que vai nos dar a paz, é a transformação interior, que nos conduzirá a
ação exterior. A transformação interior não é isolamento, desistência de
ação exterior, ao contrário. Só pode haver ação correta, quando há
pensamento correto, e não existe pensamento correto, quando não existe
auto-conhecimento. Sem conhecer a si mesmo, não existe paz”.
Tulku
A mente agitada está sempre fixada
no passado ou no futuro, ao passo que meditar é concentrar-se no presente.
São inúmeros os benefícios da
meditação:
Ela produz um estado fisiológico de
profundo relaxamento, junto a um estado mental desperto e altamente alerta.
Um homem dormindo, consome 6 vezes mais oxigênio que meditando. Há uma
diminuição no metabolismo e no ritmo cardíaco e respiratório. Fortalece o
sistema imunológico, equilibrando o trabalho das células como um todo. É um
dos melhores antídotos contra a angústia, ansiedade, depressão, medo,
stress, etc...
Através da meditação podemos alterar
os padrões desarmônicos de pensamento que impossibilitam nosso equilíbrio.
Aproximando-nos da cura1.
Quando entramos em estado
meditativo, harmonizamos nossas emoções, proporcionando um estado de paz e
serenidade.
Nas primeiras práticas, podemos
demorar a alcançar esse estado, e algumas pessoas, nem o alcançam nas
primeiras vezes. Porém, com a determinação, a cada prática o atingimos mais
rapidamente, e seus efeitos são cada vez mais prolongados.
Associação – A associação é
nosso pensamento comum. Na associação nosso pensamento é um louco sem
controle. Você fala no Sol e isso me remete à um rio onde me banho, esse
pensamento me leva a minha infância onde eu estava ao lado de meu pai junto
à natureza, a visão de meu pai remete-me à lembrança de meu irmão que mora
em Porto Alegre, isso me lembra o Brique da Redenção onde eu passei horas
contemplando o movimento dos freqüentadores certa vez que estive lá. Como
você percebe, um pensamento leva a outro, que leva a outro, assim por
diante. Para cada pessoa, uma associação diferente.
Contemplação – Na
contemplação nós começamos a disciplinar o louco. Seguimos um caminho, uma
direção, o louco tenta fugir, nosso pensamento, volta-e-meia foge, mas o
trazemos de volta e continuamos seguindo esse caminho. O ritmo é mais suave,
tranqüilo. Alcançamos estados de paz, serenidade.
Concentração – Na
concentração nem mesmo uma direção é permitida, focalizamos nossa atenção em
um ponto, pode ser um mantra, uma luz, uma figura (mandala)... Se o louco
quiser assumir, o controlamos novamente. O ritmo suaviza-se mais. Novamente
vislumbramos estados de serenidade e paz.
Meditação – Na meditação, o
louco não mais existe, a mente não é permitida, a meditação é um estado de
não-mente. Conforme uma analogia de Osho – Nossa mente é uma sala e
nossos pensamentos são a mobília. Você tira uma cadeira e um espaço surge.
Esse espaço não foi criado, ele já existia mas estava ocupado pela cadeira.
A cada mobília que vai sendo tirada, mais espaço se manifesta, quando não
houver mais mobília, será apenas espaço. Então, a meditação surge. Essas técnicas mentais servem para que disciplinemos nossa mente para que possamos transcendê-la e alcancemos o estado de não-mente. Começamos diminuindo o ritmo de nossos pensamentos até que pequenos espaços surjam. Nesses momentos, as possibilidades são ilimitadas. Respiração e Emoção – assim como nossas emoções modificam nossa respiração, nossa respiração modifica nossas emoções. A prática da respiração consciente é uma ótima prática de meditação, ela pode ser desenvolvida de forma que poderemos utilizá-la durante todo o nosso dia. Começamos aos poucos, dedicando alguns minutos à ela, depois, vamos aumentando esse tempo até que ela torna-se nosso ritmo normal. Devemos focalizar cada etapa de nossa respiração - Inspiramos, retemos, expiramos, retemos - No início, apenas ficamos conscientes dela, depois, passamos a discipliná-la, criando um ritmo.
Devemos sempre lembrar que toda
criação é resultado de 1% de inspiração e 99% de transpiração”.
A meditação consiste numa harmonização cósmica, uma harmonia com o Deus que é capaz de conceber e amar, independente de qualquer crença religiosa. É entrar em estado alterado de consciência , é a busca da felicidade plena, da paz interior, através do crescimento da espiritualidade.
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