Maconha e Haxixe


A maconha e o haxixe s�o extra�dos do c�nhamo ("cannabis sativa linneu"). A maconha se comp�e das folhas e flores superiores da planta seca e cont�m freq�entemente gr�os, ramos e outros elementos. Sua cor varia do verde acinzentado ao marrom esverdeado; sua textura se parece com a do or�gano ou de ch� grosseiramente picado. Seu odor � forte. Pode ser misturada a outras drogas mais fortes. � fumada em forma de cigarro feito a m�o e em cachimbo. O haxixe � constitu�do da resina seca comprimida das folhas e flores da planta f�mea e vendido em peda�os s�lidos de cor marrom claro a preto e textura de seca e dura a mole e �mida. Est� misturado geralmente ao tabaco ou maconha e � fumado da mesma maneira que esta.
Maconha

O �leo de haxixe � o extrato de cannabis, de cor preta esverdeada ou marrom avermelhado e colocado num cigarro comum ou na maconha. O THC � o principal ingrediente da cannabis e se chama delta-9-tetrahidrocannabinol. N�o � encontrado � venda.

A maconha

Efeitos:

Os efeitos, a curto prazo, de uma pequena quantidade de maconha s�o: euforia, tend�ncia a falar e rir como sob efeito do �lcool, acelera��o do pulso, olhos vermelhos. H� um est�gio em que a pessoa se sente calma, pensativa e sonolenta. Seus efeitos s�o sentidos em poucos minutos e duram cerca de 2 a 4 horas. Numa dose mais forte, esses efeitos s�o aumentados e o usu�rio pode perder a no��o do tempo e a percep��o dos sons e cores pode ser aumentada ou deformada.

A maconha perturba a aten��o, a mem�ria de fatos recentes, o racioc�nio e a capacidade de dirigir um ve�culo ou executar outras tarefas complexas. Combinada ao �lcool, sedativos ou outras drogas, aumenta sua a��o sobre o pensamento e o comportamento. Em doses muito elevadas, os efeitos dessas subst�ncia s�o semelhantes ao do LSD e outros alucin�genos. Pode causar no usu�rio confus�o, agita��o, excita��o e alucina��es. Esses sintomas s�o tempor�rios, mas podem ser assustadores e suscitar ansiedade ou p�nico ou p�nico. Algumas vezes, usu�rios sem experi�ncia, podem ter rea��es de p�nico mesmo com doses fracas.

Os usu�rios habituais de maconha sofrem de bronquite cr�nica e outras doen�as respirat�rias, porque a fuma�a da cannabis cont�m 50% mais alcatr�o que o tabaco. Apresenta mais elementos Cancer�genos. Nos fumantes jovens e adolescentes, observa-se uma diminui��o de energia e motiva��o e uma certa confus�o do pensamento, problemas de mem�ria e apatia. O THC tende a se concentrar nos tecidos adiposos, o que explica a lentid�o em retornar ao estado normal para os usu�rios inveterados. A utiliza��o intensa e cr�nica da droga pode alterar os cromossomas, reduzir a taxa de horm�nios sexuais masculinos, enfraquecer os mecanismos imunit�rios e alterar as fun��es hep�ticas e mentais. O uso da maconha na gravidez prejudica o desenvolvimento do feto e causa s�ndrome de abstin�ncia no rec�m-nascido.

Toler�ncia e depend�ncia:

O uso regular da cannabis produz uma toler�ncia moderada, isto �, aumenta-se a dose para obter o mesmo efeito. Leva tamb�m a uma depend�ncia psicol�gica em alguns usu�rios. Sintomas de depend�ncia f�sica foram assinalados em seres humanos e macacos. A rea��o de abstin�ncia s�o, entretanto, fracasso proscritos no Brasil, pela Portaria n.�28, de 13.11.86 - DIMED/MS, os produtos obtidos a partir da planta "cannabis sativa linneu" ou suas partes, bem como a subst�ncia THC, seus is�meros e suas variantes esteroqu�micas.

Identifica��o da planta da maconha:

A parte seguinte trata principalmente do aspecto geral da planta de maconha durante o crescimento. Pretende ajudar o observador a identificar a planta e destaca detalhadamente as caracter�sticas mais importante das partes a seguir:

Tronco - As fendas longitudinais do tronco d�o freq�entemente � planta um aspecto rochoso ao observ�-lo num corte transversal. A capa verde externa cont�m a fibra rugosa. Debaixo desta h� uma capa de material lenhoso e, dentro desde, a medula. Esta �ltima est� geralmente oca. A intervalos de 4 a 20 polegadas aparecem no tronco n�s poucos vis�veis e destes brotam folhas e ramos.

Ramos - A planta se ramifica nos n�s, aparecendo ramos imediatamente acima da folha e saem em pontos opostos do tronco, com pares alternados situados quase num �ngulo reto. Na parte superior da planta, a distribui��o e partes floridas. O n�mero de ramos e folhas se reage em grande parte pela proximidade de outras plantas durante o crescimento. Em planta��es densas para a produ��o de fibras, n�o h� nem folhas nem ramos, exceto nas proximidades do extremo superior do tronco. Uma planta que cres�a isolada, por outra parte, apresentar� o aspecto de um arbusto.

Folhas - As folhas s�o compostas. Cada uma das mais longas apresenta de 3 a 11 fol�culos livres. Cada fol�culo esta caracteristicamente coberto por pelos, � cerrada (com as margens dentadas) e � venenosa. A parte superior � de cor verde escura e a parte inferior de um verde mais claro. As folhas v�o diminuindo quando se aproximam da parte superior e nas folhas mais altas, alguns dos fol�culos da folha composta n�o chegam e desenvolver-se. Assim, � poss�vel que pare�a que algumas folhas superiores possuam um �nico fol�culo.

Diferencia��o sexual - A maconha pertence a classe de plantas conhecidas como di�icas, � dizer, os �rg�os sexuais masculinos ou fun��o masculina e os �rg�os sexuais femininos ou fun��o feminina s�o encontrados em plantas separadas; assim, encontram-se plantas masculinas e separadas (por�m iguais) plantas femininas. A diferen�a n�o pode ser feita somente pelas flores. Depois de completada a polariza��o, a planta masculina, havendo cumprido a sua fun��o murcha lentamente e morre.

Flor masculina - As flores masculinas aparecem visivelmente em cachos de cerca de 6 polegadas de largura at� o final dos troncos e ramos. Produzem grande abund�ncia de p�len. S�o de um amarelo verdoso claro.

Flor feminina - O cacho principal da flor sai do tronco imediatamente acima de uma mesma maneira que os ramos saem da parte inferior do tronco. Estes cachos cont�m as flores e o fruto. As flores, seguidas do fruto, aparecem no cacho imediatamente acima de uma folha nas propor��es correspondentes aos ramos na parte inferior da planta. O p�lo com que est� coberta caracteristicamente � pouco espesso, j� que � ponto de uni�o do fruto. As folhas das partes floridas diferem s� na medida e possivelmente no n�mero do l�bulo dos que aparecem em qualquer outra parte da planta.

Fruto e "c�psulas" - Quando a planta feminina se aproxima da fase de amadurecimento, o fruto (comumente denominado semente) aparece nas posi��es descritas anteriormente. As sementes est�o fechadas individualmente em c�psulas ou vagens. Estas s�o verdes e bastantes pegajosas. O fruto maduro individual � de uma cor amarelo verdoso claro ou pardo, freq�entemente pintado de forma oval. O pericorpo est� dividido em dois segmentos por um cord�o bastante proeminente que estende ao redor do seguimento maior e est� cheio de uma subst�ncia azeitosa, branca e carnosa, que se parece ligeiramente com a poupa de coco. O fruto e as c�psulas s�o especialmente valiosos na hora de identificar a planta da maconha.

Ra�zes - O sistema radical da planta consiste numa raiz central, que pode atingir oito polegadas de longitude, montando um n�mero comparativamente pequeno de ramifica��es.

Caracter�sticas para a identifica��o em laborat�rio:

A se��o seguinte trata do aspecto mais diminuto, sob o microsc�pio, as partes da maconha que aparecem com mais freq��ncia em amostras de maconha triturada e que, ao mesmo tempo, t�m grande import�ncia na hora da identifica��o. Esta s�o: (1) as folhas (especialmente as menores das partes floridas); (2) o fruto; e (3) as "c�psulas" ou vagens.

A maior parte do material apresentado para a identifica��o � geralmente seco e, triturado em maior ou menor medida, por�m freq�entemente se encontram em por��es inteiras com flores femininas.

Folhas - Os fragmentos de folhas seca ret�m a cor verde, por�m com o tempo adquirem a cor marrom ou com manchas marrons. A estrutura venenosa j� foi descrita anteriormente. Pode-se apreciar claramente o final desta veias na ponta afiada de cada serra. Uma veia diminuta se ramifica a partir de uma larga e conduz a concavidade mais profunda da serra seguinte. A estrutura venenosa se observa mais facilmente nas costas das folhas.

COSTAS DAS FOLHAS - O aspecto "felpudo" se deve � grande quantidade de p�los, que s�o mais largos e afiados que os da parte superior. Sempre se encontram nas costas das folhas de maconha, por�m n�o � de tanta utilidade na identifica��o com os p�los da parte superior.

Fruto e c�psulas - O fruto aparece na parte florida como se escreveu anteriormente. O fruto e as "c�psulas" est�o carregadas de grande n�mero de p�los pluricelulares, que t�m forma de bast�es com cabe�as esf�ricas mais ou menos afastadas. Os gl�bulos reluzentes parecidos com as gotas do orvalho, em que a c�psula est� geralmente munida, s�o as cabe�as destes p�los.

A apari��o destes p�los n�o se limita � "c�psula", ainda que em nenhuma outra parte da planta apare�am em tal quantidade.

Sementes - O fruto mesmo, ao que normalmente se conhece como semente, tem forma oval e j� descrito como pequenos mel�es. A superf�cie est� dividida em dois segmentos ou valvas por um ret�culo bastante afiado ao redor do segmento de maior tamanho. As marcas peculiares na forma de la�os s�o especialmente caracter�sticas. A cor da superf�cie pode variar de amarelo verdoso ou pardo e freq�entemente est� mais ou menos pintada. O interior do fruto parecido com a polpa do coco.

Uso e efeito da maconha:

O consumo de maconha produz v�rios efeitos imediatos, mentais e f�sicos, que geralmente s�o mais evidentes com o uso cr�nico. A Organiza��o Mundial de Sa�de (OMS), criada nos Estados Unidos, descreve a intoxica��o com maconha do seguinte modo: "Entre efeitos subjetivos mais importantes da maconha se encontra a alegria, falta de aten��o, euforia, altera��o na percep��o e nas sensa��es, deterioriza��o do racioc�nio e da mem�ria e altera��o nas respostas emocionais, irritabilidade e confus�o".

Ainda se conhece pouco sobre os efeitos dos t�xicos de c�nhamo �ndico apesar das investiga��es cient�ficas estarem em avan�o. Os efeitos do principio ativo do tetrahidrocannabiol parecem limitar-se aos centros nevr�lgicos superiores. Produz uma sensa��o de bem-estar acompanhada de sensa��o de maior for�a f�sica e uma euforia geral. A estimula��o da imagina��o se segue a um estado de apraz�vel del�rio, caracterizado por vis�es de combina��o variadas. Juntamente com este estado de del�rio aparece a perda das no��es de espa�o e de tempo; as pessoas ao redor s�o vistos pequenos; os segundos parecem minutos e as horas parecem dias. Quando o del�rio � mais profundo, gradualmente se combina, se a dose � suficiente, com o estado de debilidade motora geral, fadiga, sonol�ncia e sono.

Pouco depois de haver inalado o vapor da maconha, o usu�rio sente uma sensa��o de "alegria interior" totalmente desproporcionada e sem nenhuma causa aparente. A isto se denomina estar "drogado". Se o usu�rio se encontra s� pode sentar-se tranq�ilamente e observar como passam as imagens e ilus�es coloridas por sua mente. Em companhia, pode voltar-se extraordinariamente falador e extrovertido. Altera-se a coordena��o, ainda que o usu�rio n�o o perceba. As atividades do c�rebro se deterioram, particularmente aquelas que reagem a velocidade e a precis�o. A personalidade b�sica do indiv�duo n�o sofre nenhuma troca apreci�vel, por�m, as rea��es de conduta podem modificar-se. Uma das rea��es habituais � uma maior confian�a em si mesmo, a prop�sito injustificada. O usu�rio se desinibe com maior ou menor medida.

Enquanto a "viagem" continua, o racioc�nio e a mem�ria se v�o deteriorando. O usu�rio se irrita facilmente e pode ser confundido ou atemorizar-se em determinada situa��o. O comportamento � impulsivo e as rea��es de humor s�o vari�veis. Com pouca freq��ncia, o usu�rio experimenta fantasmagoria: a sensa��o de que h� figuras avan�ando em velocidades exorbitantes, aumentando de tamanho � medida que se aproximam. Como descreveu um usu�rio: "� como imagem de uma c�mara de televis�o". Os efeitos totais de uma "viagem "com maconha duram tr�s a cinco horas, depois das quais o usu�rio se sente ligeiramente em estado de letargia e faminto.

A natureza inst�vel do ingrediente ativo da planta � totalmente imposs�vel de identifica��o a n�vel de dose, fora das an�lises quantitativas no laborat�rio. A qu�mica corporal, receptividade psicol�gica, estabilidade emocional, personalidade e condi��es s�cio-ambientais jogam um papel importante no tipo de comportamento que produz esta droga e a dura��o de seu efeito. Por tal motivo, o estudante deve ser consciente de que a informa��o seguinte � do tipo geral e est� sujeita a toda as varia��es descritas anteriormente. Descrevem-se tr�s intensidades do efeito da maconha: (1) a maconha de baixo grau (de 0 a 1% de THC); (2) maconha de grau m�dio (de 1,1 a 2,8% de THC); e (3) maconha de alto grau (de 2,9 a 4,8% de THC). Os efeitos produzidos ao fumar podem ocasionar uma rea��o quase instant�nea, ou podem retardar aproximadamente 20 minutos para aparecer, durando geralmente de uma a quatro horas.

A "dose habitual" varia segundo cada um, e depende se a pessoa se considera um fumante "experimental/social" e somente fuma em festa para ser "soci�vel" ou para "provar" variedades novas de maconha. Um fumador "de fim de semana", um fumador "habitual" ou um fumador.

O haxixe

O haxixe ou "c�nhamo �ndico concentrado" como se conhece no �mbito legal e m�dico, � simplesmente a resina concentrada que se extrai da maconha. � l�gico supor que a pot�ncia do conte�do de THC no haxixe est� diretamente relacionada com a maconha de que se extrai. Entretanto, uma regra b�sica � que o haxixe � de 8 a 10 vezes mais forte que o grau m�dio da maconha "comercial". O conte�do geral de THC varia de 0,5 a 22%.

A �ndia, Oriente M�dio, Marrocos, Paquist�o, M�xico e as regi�es do Caribe s�o os principais pa�ses produtores do haxixe. Este � normalmente granular ou s�lido, em forma de pequenos peda�os, variando de uma cor amarelo mostarda a marrom escuro. H� diferentes m�todos para prepagar o haxixe que diferem historicamente de um pa�s a outro; o m�todo empregado � o que determina a consist�ncia da subst�ncia. H� diversas opini�es acerca do fator cor/pot�ncia. Alguns especialistas sustentam que quando mais clara � a cor, menor � a pot�ncia e, a cor marrom mais escura � o que tem maior concentrado de THC. Todavia, outros especialistas sustentam o contr�rio. Os "experimentadores de haxixe" profissionais dos pa�ses do Oriente M�dio e da �sia sustentam que, igualmente a maconha, a pot�ncia do haxixe varia de "pedra para pedra", e que a pot�ncia de cada "pedra" depende do conte�do de THC na resina das plantas de maconha utilizada.

Normalmente, o haxixe se fuma ou se come. Quando se fuma pode utilizar-se um "cachimbo". Muitos usu�rios, ao contr�rio, preferem confeccionar um "divis�o" com papel de alum�nio que perfuram com alfinetes ou agulhas que utilizam como pe�as nos cachimbos. Isto pode ser eliminado facilmente sem deixar rastro de resina no fornilho do cachimbo. Alguns usu�rios combinam pequenas quantidades de haxixe com maconha de baixa concentra��o em THC, para aumentar a pot�ncia do "cigarro" e da "viagem". Caso n�o se tenha cachimbo, pode colocar-se pequena quantidade de haxixe no final de um cigarro normal (na parte acesa) e inalar diretamente o fumo.

O haxixe se pode comer "tal qual" ou se pode cozinhar. As receitas de bolo s�o as que se utilizam com mais freq��ncia. O chocolate parece disfar�ar o odor e o gosto do haxixe sem nenhuma redu��o importante na pot�ncia.

Muitos usu�rios preferem o haxixe novamente porque a droga age mais rapidamente e intensamente, provocando alucina��es e uma "viagem" similar a de muitas outras drogas alucin�genas. Muitas vezes se trata de uma "viagem" pouco desej�vel e que pode perturbar a mente.

O �leo de haxixe (azeite de haxixe)

�s vezes denominado "azeite de maconha" ou "azeite do mal", o azeite de haxixe se considera legalmente "c�nhamo �ndico concentrado".

Esta subst�ncia � uma variante produzida ilegalmente, antes mesmo de ser conhecida por um profissional m�dico ou farmac�utico, como "tintura ou extrato de c�nhamo", um produto legal utilizado com finalidades m�dicas. Em geral, o azeite de haxixe � de 3 a 4 vezes mais forte que o haxixe, e de 30 a 40 vezes mais forte que a maconha de grau "comercial". Aparece na rua como um l�quido mais espesso, �s vezes t�o espesso que � necess�rio agit�-lo para que flua. Varia de cor, por�m geralmente pode ser encontrado em amarelo ou verde-escuro, marrom ou preta. � tida como popular e se considera uma droga alucin�gena por seus efeitos. Tem uma pot�ncia m�dia de 20 60% de THC, o que o faz mais pr�ximo do THC puro encontrado nas ruas. Ainda que o THC puro possa ser produzido sinteticamente em laborat�rio, o custo � alto e geralmente carece das m�os de um especialista; ademais, o THC puro tem uma vida curta, tornando-o escasso no mercado. O THC puro � considerado aquele que produz a "viagem �tima", perfeito para que se possa alcan�ar e no decorrer de anos muitos esfor�os foram feitos para produzir o THC puro.

Muitos usu�rios fumam azeite de haxixe, adicionando-o no cigarro de maconha. Alguns usu�rios dizem haver tomado azeite de haxixe oralmente, adicionado-o a comidas ou l�quidos quentes como ch�. Devido a sua consist�ncia e � presen�a de solventes e outros produtos qu�micos utilizados no processo de extra��o, deve-se conserv�-lo num recipiente fechado e alijado da luz e do calor. O ar, o calor e a luz podem fazer com que o azeite de haxixe se solidifique e se torne inserv�vel.

Os traficantes calculavam que o menor volume e maior pot�ncia, menores s�o os riscos relacionados com o seu transporte e maiores s�o os resultados monet�rios. O lado negativo est� no grande desperd�cio de maconha para produzir o azeite de haxixe, uma vez que o princ�pio b�sico utilizado na maioria de opera��es de laborat�rio � parecido ao da coloca��o de caf�. N�o se necessita estar num laborat�rio para produzir azeite de haxixe; agora h� opera��es em grande escala em todo o mundo para evitar a sua produ��o. Pelo que se refere ao indiv�duo, que � com quem se encontram mais freq�entemente os investigadores dedicados a supervisionar o cumprimento das leis sobre narc�ticos, ele pode adquirir legalmente m�quinas de azeite de haxixe e produzir azeite em sua cozinha ou em qualquer outra parte da casa que tenha corrente el�trica. Uma destas m�quinas � o Isomerizador, encontrado em v�rios tamanhos e pre�os. Uma das unidades menores � conhecida como ISO-2. Outras unidades mais sofisticadas s�o vendidas por alguns d�lares. O princ�pio de coloca��o, como j� se mencionou anteriormente, somente ajuda colocar a maconha picada ou o haxixe em uma cesta que se suspende sobre uma solu��o solvente, tal como o etano, o �lcool desnaturalizado, o hexano ou o �ter de petr�leo. Organiza-se um sistema com tubos de cobre dentro do recipiente, encima da cesta com o material e se faz circular �gua fria pelos tubos. Esquenta-se o solvente e os vapores sobem at� o recipiente, passando atrav�s do material. Quando os vapores entram em contato com os tubos de cobre, se condensam e formam got�culas que voltam a cair, atrav�s do material a solu��o. Quando as got�culas que atravessam o material, a resina (que � sol�vel nos solventes) se re�ne na solu��o. Este processo se repete uma ou outra vez at� que o material sangre de resina e de THC. Caso colocado mais material o processo continua. Quando mais se repete o processo, mais forte e mais potente fica a solu��o. Como conseq��ncia, o produto final tem uma grande varia��o no conte�do de THC. Muitas pessoas n�o gostam de desperdi�ar tanta quantidade de maconha ou haxixe para obter t�o pouco de azeite de haxixe se n�o querem alta porcentagem de concentra��o. Em conseq��ncia, decidem pelo azeite de haxixe de baixa ou m�dia porcentagens (de 5 a 20%) e n�o desperdi�am tanto material.

Deve advertir-se o investigador para nunca mover a m�quina de azeite de haxixe enquanto est� em funcionamento. Esta m�quina de azeite de haxixe enquanto est� em funcionamento � altamente inflam�vel, inclusive explosiva se os solventes quentes se derramarem ou se agitarem. A maioria das m�quinas est�o com uma luz de advert�ncia que se acende quando a m�quina est� em funcionamento.
Hosted by www.Geocities.ws

1