METODOLOGIA - MANCHAS URBANAS


O primeiro passo para a realização do nosso projeto, foi a pesquisa bibliográfica. Fomos até a USP (Faculdades de História e Geografia), Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, além de bibliotecas diversas e de consulta a Internet.
Após a documentação de todo o material teórico, iniciamos o trabalho de mapeamento das imagens das imagens de satélite; a parte prática do trabalho. Permanecemos realizando este trabalho durante algumas semanas, divididos em nove grupos responsáveis pelo mapeamento de temas diversos.
Logo em seguida, o professor reestruturou os grupos para que desta maneira, pudéssemos fazer a sobreposição temática dos mapas; acoplaram-se relevo e hidrografia ao mapas de manchas urbanas, constituindo desta maneira, uma espécie de “retalho” para a realização do mapa final. Terminada a sobreposição destes mapas, partimos para a identificação dos elementos do mapa: principais rodovias,. municípios, rios, represas e relevo; tudo isso representados por uma legenda.
Realizadas as etapas teórica e gráfica do projeto, fomos em busca dos dados de campo, visitando a Serra da Cantareira.
No mapa de manchas urbanas, observamos que há uma maior concentração de municípios a leste da grande São Paulo, onde os mesmos encontram-se melhor distribuídos comparados a região oeste, a qual possui uma grande concentração de relevo.
Acompanhando o trajeto da Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro (nordeste), pudemos perceber uma média concentração de cidades nas proximidades da rodovia. Partindo de São Paulo, percebemos que há uma distribuição radial dos municípios.
A região metropolitana de São Paulo, pode ser considerada uma região conturbada, uma vez que não podemos mais distinguir os limites de alguns municípios, tais como: Osasco, Diadema, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André e Mauá; isso se deve a expansão demasiada das áreas urbanas de cada município. Como conseqüência desse processo, São Paulo é considerada a maior metrópole do Brasil.
Visitando a Serra da Cantareira, já em busca de dados de campo, além de visualizarmos os limites do centro urbano, comparando-o com os dados teóricos que já obtíamos, pudemos perceber a grande expansão urbana da cidade, que invade o perímetro do parque.
Pudemos concluir que nas regiões próximas aos grandes centros urbanos, há um desenfreado desmatamento para a ocupação humana. Graças a preservação florestal do parque e sua leal dedicação à natureza, a vegetação do estado não se reduz ao extremo.
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