Metodologia ( áreas degradadas )
Para a realização desse projeto, foram-se feitas diversas pesquisas. Obtivemos os dados descritivo através de instituições como a CETESB, SVMA, SEMA e o departamento do meio ambiente. Conversamos também com pessoas profundamente envolvidas no assunto.
A Segunda parte do trabalho foi feita através de mapeamento, onde utilizamos imagens de satélite e folha de papel vegetal. A terceira parte foi realizada por trabalho em campo; fomos à Serra da Cantareira, onde tiramos fotos e coletamos maiores informações.
Desenvolvimento teórico
Ao serem feitas as pesquisas nos deparamos com diversos problemas. O mais constante foi com a escassez de informações, isso sem contar a indisposição de fornecimento das mesmas pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente ( SVMA ). Um outro problema encontrado também, foi a falta de tempo para a realização das diversas etapas do trabalho, mas que não influenciou em sua qualidade.
Como todos nós sabemos, existem diversos tipos de áreas degradadas, que são áreas que após um distúrbio tiveram eliminada a camada fértil do solo.
Ao mapearmos o Estado de São Paulo, encontramos dois tipos de degradação, que são por desmatamento e queimadas, que estão respectivamente representadas pelas cores amarela e vermelha.
Encontramos uma concentração maior de degradação de áreas por desmatamento, à oeste setentrional - meridional. As áreas de queimadas são bastante irregulares, estando espalhadas por todo o mapa.
No interior de São Paulo, mais precisamente a noroeste, há uma porcentagem bastante grande de desmatamneto, que são causados por loteamentos, exploração de minérios do solo, produção de carvão vegetal e extração de palmito.
As queimadas também são um tipo de desmatamento que prejudica o solo e a fauna além de também prejudicar o clima provocando alterações climáticas. Elas fazem com que o solo perca seus nutrientes, permanecendo nele apenas os materiais pesados que não podem ser arrastados pela chuva e nem pelo vento, podendo assim ocorrer erosão e desertificação.