
PERANTE A MEDIUNIDADE
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qualquer iniciativa tendente a assinalar a mediunidade, o m�dium
ou os fatos medi�nicos como extraordin�rios ou m�sticos.
O interc�mbio medi�nico � acontecimento natural e o m�dium �
um ser humano como outro qualquer.
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Certificar-se de que o exerc�cio natural da mediunidade n�o
exime o m�dium da obriga��o de viver profiss�o honesta na
sociedade a que pertence.
N�o pode haver assist�ncia digna onde n�o h� dever dignamente
cumprido.
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Precaver-se contra as peti��es inadequadas junto �
mediunidade.
Os m�diuns s�o companheiros comuns que devem viver normalmente
as experi�ncias e as provas que lhes cabem.
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Por nenhuma raz�o elogiar o medianeiro pelos resultados obtidos
atrav�s dele, lembrando-se que � sempre poss�vel agradecer sem
lisonjear.
Para n�s, todo bem puro e nobre procede de Jesus-Cristo, nosso
Mestre e Senhor.
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Ainda mesmo premido por extensas dificuldades, colocar o
exerc�cio da mediunidade acima dos eventos ef�meros e limitados
que varrem constantemente os panoramas sociais e religiosos da
Terra.
A mediunidade nunca ser� talento para ser enterrado no solo do
comodismo.
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Conversar sobre fen�menos medi�nicos e princ�pios esp�ritas
apenas em ambiente receptivos.
H� terrenos que ainda n�o est�o amanhados para a semeadura.
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Prosseguir sem vacila��es no consolo e no esclarecimento das
almas, esquecendo espinheiros e pedras do vale humano, para
conquistar a luz da imortalidade que fulgura nos cimos da vida.
Desenvolver-se algu�m mediunicamente, a bem do pr�ximo, �
ascender em espiritualidade.
ANDR�
LUIZ
(Conduta Esp�rita, 27, FEB)
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DEC�LOGO
PARA M�DIUNS
1 - Rende culto ao dever.
N�o h� f� construtiva onde falta o respeito ao cumprimento das
pr�prias obriga��es.
2 - Trabalha espontaneamente.
A mediunidade � um arado divino que o �xido da pregui�a
enferruja e destr�i.
3 - N�o te creias maior ou menor.
Como as �rvores frut�feras, espalhadas no solo, cada talento
medi�nico tem a sua utilidade e a sua express�o.
4 - N�o esperes recompensas no mundo.
As d�divas do Senhor, como sejam o fulgor das estrelas e a
car�cia da fonte, o lume da prece e a b�n��o da coragem, n�o
t�m pre�o na Terra.
5 - N�o centralizes a a��o.
Todos os companheiros s�o chamados a cooperar, no conjunto das
boas obras, a fim de que se elejam � posi��o de escolhidos
para tarefas mais altas.
6 - N�o te encarceres na d�vida.
Todo bem, muito antes de externar-se por interm�dio desse ou
daquele int�rprete da verdade, procede, originariamente, de
Deus.
7 - Estude sempre.
A luz do conhecimento armar-te-� o esp�rito contra a armadilha
da ignor�ncia.
8 - N�o te irrites.
Cultiva a caridade e a brandura, a compreens�o e a toler�ncia,
porque os mensageiros do amor encontram dificuldade enorme para
se exprimirem com seguran�a atrav�s de um cora��o conservado
em vinagre.
9 - Desculpa incessantemente.
o �cido da cr�tica n�o te piora a realidade, a praga do elogio
n�o te altera o modo justo de ser, e, ainda mesmo que te
categorizem � conta de mistificador ou embusteiro, esquece a
ofensa com que te espanquem o rosto, e, guardando o tesouro da
consci�ncia limpa, segue adiante, na certeza de que cada
criatura percebe a vida do ponto de vista em que se coloca.
10 - N�o temas perseguidores.
Lembra-te da humildade do Cristo e recorda que, ainda Ele, anjo
em forma de homem, estava cercado de advers�rios gratuitos e de
verdugos cru�is, quando escreveu na cruz, com suor e l�grimas,
o divino poema da eterna ressurrei��o.
ANDR� LUIZ
(O Esp�rito da Verdade, 5, FEB)
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