ANDRÉ LUIZ E O PENSAMENTO ESPÍRITA
DIVULGAÇÃO ESPÍRITA

ALLAN KARDEC:
"Uma publicidade, numa larga escala, feita nos órgãos mais divulgados, levaria ao mundo inteiro, e até aos lugares mais recuados, o conhecimento das idéias espíritas, faria nascer o desejo de aprofundá-las, e, multiplicando os adeptos, imporia silêncio aos detratores que logo deveriam ceder diante do ascendente da opinião." (Obras Póstumas, P. 1868)

ANDRÉ LUIZ
(IN SÍNTESE)

"Quanto mais se agiganta a evolução na Terra, mais amplos se fazem os órgãos informativos." (Opinião Espírita, prefácio)
"Os espíritas, em todos os quadrantes da atividade terrestre, podem e devem esculpir, sobretudo, nas próprias ações, o conceito espírita que lhes dirige as convicções." (Idem)
"Conduta espírita é divulgar, por todos os meios lícitos, os livros que esclareçam os postulados espíritas, prestigiando as obras santificantes que objetivam o ingresso da Humanidade no roteiro da redenção com Jesus." (CE, 41)
"Em todas as circunstâncias, é preciso lembrar-se que o Espiritismo expressa, antes de tudo, obra de educação, integrando a alma humana nos padrões do Divino Mestre." (CE, 42)
"A biblioteca espírita é viveiro de luz." (Idem)
"Sem Allan Kardec não teríamos a autoridade terrestre, reunindo fatos e deduções na formação da Doutrina e, depois do Codificador, tivemos no mundo toda uma plêiade de missionários corporificados na forma física, organizando empreendimentos e realizações." (Sol nas Almas, 57, CEC)
"Honremos os livros dos espíritos, nas letras mediúnicas que desdobram os primores da Codificação, à luz do Evangelho, mas reverenciemos também os livros dos espíritas valorosos e sinceros que são na Terra, abnegados apóstolos do Senhor." (Sol nas Almas, 57, CEC)
"A Humanidade tem tanta necessidade do conhecimento espírita, como precisa de pão ou de antibiótico, que devem ser fabricados e armazenados antes que a infecção contamine o corpo ou que a fome apareça." (Sol nas Almas, 56, CEC)
"Allan Kardec começou o trabalho doutrinário publicando as obras da Codificação e instituindo uma sociedade promotora de reuniões e palestras públicas, uma revista e uma livraria para a difusão inicial da Revelação Nova, o Espiritismo." (Opinião Espírita, 37, CEC)
  "O Espiritismo não dispensa as obras que lhe exponham a grandeza." (Idem)
"O Espiritismo possui a sua maior força nas realizações e no exemplo de seus seguidores, em cujo rendimento para o bem comum se lhe define a excelência." (Idem)
"Muitos observadores perguntam por que motivo o ardor dos Espíritas na preservação e na divulgação dos ensinamentos que abraçaram..." (Sol Nas Almas, 56, CEC.)
"Por que tamanho interesse por uma doutrina que insiste em prestigiar as manifestações e as palavras dos mortos, se os homens estão chumbados ao solo do mundo, com as necessidades e problemas do mundo?" (Idem)
"O conhecimento espírita, na essência, é tão importante no reino da alma, quanto a alfabetização nos domínios da vida comum." (Idem)
"Se o menino de hoje será o homem de amanhã, o espírito encarnado agora será o espírito desencarnado no futuro." (Sol nas Almas, 56)
"A imprensa espírita cristã representa um veículo de disseminação da verdade e do bem." (Conduta Espírita, 14, FEB)
"Apoiemo-la na expansão necessária, iniciando-lhe a propaganda no exemplo individual e estendendo-a através do livro, do impresso avulso, da palavra, da preferência, da atitude." (Sol nas Almas, 56, CEC)
"À medida que se nos intensifica a madureza de espírito, categorizamo-nos à conta de semeadores nas almas." (Sol nas Almas, 23)
"A maior mensagem descida dos Céus à Terra, para dignificar a vida e iluminar o coração, surgiu das palavras inesquecíveis de Jesus que procurava o povo e do povo que procurava Jesus." (Opinião Espírita, 10)
"No Espiritismo temos responsabilidade pessoal com o Cristo." (O Espírito da Verdade, 26)

ANDRÉ LUIZ
(NA ÍNTEGRA)

DIVULGAÇÃO ESPÍRITA

"Há companheiros que se dizem contrários à divulgação espirita.
Julgam vaidade o propósito de se lhe exaltar os méritos e agradecer os benefícios nas iniciativas de caráter público.
Para eles, o Espiritismo fala por si e caminhará por si.
Estão certos nessa convicção mas isso não nos invalida o dever de colaborar na extensão do conhecimento espírita com o devotamento que a boa semente merece do lavrador.
- O ensino exige recintos para o magistério.
O Espiritismo deve ser apresentado por seus profitentes em sessões públicas.
- A cultura reclama publicações.
O Espiritismo tem a sua alavanca de expansão no livro que lhe expõe os postulados.
- A arte pede representações.
O Espiritismo não dispensa as obras que lhe exponham a grandeza.
- A indústria requisita produção que lhe demonstre o valor.
O Espiritismo possui a sua maior força nas realizações e no exemplo dos seus seguidores, em cujo rendimento para o bem comum se lhe define a excelência.
Não podemos relaxar a educação espírita, desprezando os instrumentos da divulgação de que dispomos a fim de estendê-la e honorificá-la.
Allan Kardec começou o trabalho doutrinário publicando as obras da codificação e instituindo uma sociedade promotora de reuniões de palestras públicas, uma revista e uma livraria para a difusão inicial da Revelação Nova.
Mas não é só.
Que Jesus estimou a publicidade, não para si mesmo, mas para o Evangelho, é afirmação que não sofre dúvida.
Para isso, encetou a sua obra aliciando doze agentes respeitáveis para lhe veicularem os ensinamentos e ele próprio fundou o cristianismo através de assembléias públicas.
O "ide e pregai" nasceu-lhe da palavra recamada de luz.
E compreendendo que a Boa Nova estava ameaçada pela influência judaizante em vista da comunidade apostólica confinar-se de modo extremo aos preceitos do Velho Testamento, após regressar às Esferas Superiores, comunicou-se numa estrada vulgar, chamando Paulo de Tarso para publicar-lhe os princípios junto à gentilidade a que Jerusalém jamais se abria.
Visto isso, não sabemos como estar no Espiritismo sem falar nele ou, em outras palavras, se quisermos preservar o Espiritismo e renovar-lhe as energias, a benefício do mundo, é necessário compreender-lhe as finalidades de escola e toda escola para cumprir seu papel precisa divulgar."
(André Luiz, Opinião Espírita, cap. 37, Editora CEC)

CONDUTA ESPÍRITA
NA DIFUSÃO DOUTRINÁRIA:

NA PROPAGANDA

Escudar-se na humildade constante, ao desenvolver qualquer atividade de propaganda doutrinária, evitando alarde, sensacionalismo, demonstrações publicitárias pretenciosas ou métodos de ação suscetíveis de perturbar a tranqüilidade pública.
Incentivar o intercâmbio fraterno entre as pessoas e as organizações doutrinárias, através de cartas e publicações, livros e mensagens, visitas e certames especializados, buscando a unificação das tarefas e o esclarecimento comum.
Usar com prudência ou substituir toda expressão verbal que indique costumes, práticas, idéias políticas, sociais ou religiosas, contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural, milagre e outras, preferindo-se, em qualquer circunstância, o uso da terminologia doutrinária pura.

NA TRIBUNA

Palestrar com naturalidade, governando as próprias emoções, sem azedume, sem nervosismo e sem momices, fugindo de prelecionar mais que o tempo indicado no horário previsto.
Calar qualquer propósito de destaque, silenciando as exibições de conhecimentos, e ajustar-se à Inspiração Superior, comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta, usando simplicidade e precatando-se contra a formação de dúvida nos ouvintes.
Respeitando pessoas e instituições, nos comentários e nas referências, nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de humilhar ou ferir.
Sustentar a dignidade espírita diante das assembléias, abstendo-se de historietas impróprias ou anedotas reprováveis.

NA IMPRENSA

Escrever com simplicidade e clareza, concisão e objetividade, esforçando-se pela revisão severa e incessante, quanto ao fundo e à forma, de originais que devam ser entregues ao público.
Empregar com parcimônia e discernimento a força da imprensa, não atacando pessoas e instituições, para que o escândalo e o estardalhaço não encontrem pasto em nossas fileiras.
Selecinar atentamente os originais recebidos para publicação, em prosa e verso, de autores encarnados ou de origem mediúnica, segundo a correção que apresentarem quanto à essência doutrinária e à nobreza da linguagem.
Sistematicamente, despersonalizar, ao máximo, os conceitos e as colaborações, convergindo para Jesus e para o Espiritismo o interesse dos leitores.
Purificar, quando não se puder abolir, o teor dos anúncios comerciais e das notícias de caráter mundano.

NA RADIOFONIA, TELEVISÃO E OUTROS

Divulgar, em cada programa de rádio, televisão, ou programas outros de expansão doutrinária, conceitos e páginas das obras fundamentais do Espiritismo.
Por nenhum motivo, desprezar o apuro e a melhoria dos processos técnicos no aprimoramento constante das programações, a fim de não prejudicar a elevação do ensino.
Nos comentários, palestras e citações, esquivar-se de alusões ofensivas ou desrespeitosas aos direitos e às idéias alheias, especialmente àquelas que se refiram às crenças religiosas e aos interesses coletivos.
Comunicar sinceridade e sentimento aos conceitos que irradia, jamais apresentando estudos e páginas doutrinárias, pelas emissoras, de modo automático, sem meditar no que esteja falando ou lendo para os ouvidos alheios. (Conduta Espírita, 13, 14, 15, e 16, FEB)

"ASSIM BRILHE TAMBÉM SUA LUZ DIANTE DOS
HOMENS, PARA QUE VEJAM SUAS BOAS OBRAS E GLORIFIQUEM A SEU PAI QUE ESTÁ NOS CÉUS."
JESUS
(Mateus, 5, v. 16)

 

Voltar index Mediunidade

Visitante

Hosted by www.Geocities.ws

1