PERANTE OS
MENTORES ESPIRITUAIS

Ponderar com especial aten��o as comunica��es transmitidas como sendo de autoria de algum vulto c�lebre, e somente acat�-las pelos conceitos com que se enquadrem � ess�ncia doutrin�ria do Espiritismo.
A luz n�o se compadece com a sombra.
*
Abolir a pr�tica da invoca��o nominal dessa ou daquela entidade, em raz�o dos inconvenientes e da desnecessidade de tal procedimento em nosso dias, buscando identificar os benfeitores e amigos espirituais pelos objetivos que demonstrem e pelos bens que espalhem.
O fruto d� not�cia da �rvore que o produz.
*
Apagar a preocupa��o de estar em permanente interc�mbio com os Esp�ritos protetores, roubando-lhes tempo para consult�-los a respeito de todas as pequeninas lutas da vida, inclusive problemas que deva e possa resolver por si mesmo.
O tempo � precioso para todos.
*
Acautelar-se contra a cega rendi��o � vontade exclusiva desse ou daquele Esp�rito, e n�o viciar-se em ouvir constantemente os desencarnados, na senda di�ria, sem maior considera��o para com os ensinamentos da pr�pria Doutrina.
Responsabilidade pessoal, patrim�nio intransfer�vel.
*
Honrar o nome e a mem�ria dos mentores que lhe tenham sido companheiros ou parentes consag��neos na Terra, abstendo-se de endere�ar-lhes petit�rios desregrados ou descabidas exig�ncias.
A comunh�o com os bons cria para n�s o dever de imit�-los.
*
Furtar-se de crer em privil�gios e favores particulares para si, t�o-somente porque esse ou aquele mentor lhe haja dirigido a palavra pessoal de encorajamento e carinho.
Aux�lio dilatado, compromisso mais amplo.

ANDR� LUIZ
(Conduta Esp�rita, 25, FEB)


HIST�RIAS DE ANDR� LUIZ

"Examinem voc�s algumas das perguntas que nos s�o desfechadas, com absoluta sinceridade, por milhares de companheiros, assim que se conscientizam quanto � pr�pria desencarna��o:
- Onde se localiza o c�u dos bem-aventurados?
- Onde residem os anjos?
- Por que Deus em pessoa n�o se disp�s a vir receb�-los?
- Por que Jesus lhes foge � vis�o, se viveram orando e confiando nele?
- Por que s�o convidados a trabalhar se tanto esperaram pelo descanso?
- Em que lugar est�o os infernos?
- Onde est�o encravados os purgat�rios?
- Por que as entidades ang�licas n�o lhes dispensam as aten��es de que se julgam merecedoras?
Para resumir, dir-lhes-ei que, h� dias, um amigo nosso, devotado obreiro do Bem, na Espiritualidade, foi questionado por um irm�o rec�m vindo da Terra, dentre aqueles que lhe recebiam diretrizes, sobre o melhor meio pelo qual conseguiria enxergar alguns dem�nios.
Com o melhor humor, o companheiro apenas respondeu:
- Meu filho, lamento muito, mas n�o tenho aqui um espelho para n�s dois!"
(Andr� Luiz - Chico Xavier, Endere�os da Paz, edi��o C.E.U.)

VOLTAR SITE VOLTAR PALAVRAS

Visitante

Hosted by www.Geocities.ws

1