Toda a gente que eu conhe�o e que fala comigo
Nunca teve um ato rid�culo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi sen�o pr�ncipe - todos eles pr�ncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de algu�m a voz humana
Que confessasse n�o um pecado, mas uma inf�mia;
Que contasse, n�o uma viol�ncia, mas uma cobardia!
N�o, s�o todos o Ideal, se os oi�o e me falam.
Quem h� neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
� pr�ncipes, meus irm�os,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde � que h� gente no mundo?
Ent�o sou s� eu que � vil e err�neo nesta terra?
Poder�o as mulheres n�o os terem amado,
Podem ter sido tra�dos - mas rid�culos nunca!
E eu, que tenho sido rid�culo sem ter sido tra�do,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
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