Asneira? Imposs�vel? Sei l�!
Tenho mais sensa��es do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que h� debru�am-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
N�o se zanguem com ela.
S�o tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, n�o conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes � criada involunt�ria.
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