Não te quero assim tão triste, nem tão calada
Dá prá mim tua angústia, tuas dores.
Descansa em mim tua cabeça, teus olhos tristes
Que meu peito está aberto ao teu pranto.

 

Depois te alegra, teu amigo precisa do teu riso
Da esperança que brota de tuas mãos.
Vem, adorna o mundo que se encanta a teus pés
Perfuma o ar e o caminho por onde passas.

 

Que o tempo enxugará o teu rosto, levará tuas mágoas
Como folhas secas que o vento leva prá bem longe.
E amanhã, hás de rir como ri toda criança 

 

Serás feliz como foi por Deus predestinada
Vem, me dá tua mão que a noite já é passada
o sol já te sorri, vem que a vida por ti espera.

 

rui

 

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