Cai à noite, Olho para o céu e procuro,
Mas onde estás lua?
Só vejo nuvens sombrias,
Que me impedem de contemplar,
A beleza de minha lua.
  Lua que acende meu coração,
Olho para todos os lados,
Apenas sinto a sua presença,
Não a vejo, mas sei que lá está,
Distante, intocável, mas dentro de mim,
As estrelas que nos acompanham toda noite,
Comentam entre si,
A tempestade não me deixa ver e ouvi-las,
Amanhece;
Triste dia, o sol queima a minha alma,
Lagrimas vulcânica escorrem;
Vem chegando a tarde,
Apesar de restar pouco de mim,
Esse pouco que sobrou;
Cai à noite;
Posso novamente contemplar a lua,
E ser guiado pelas estrelas,
O vento levou as nuvens,
A tempestade virou calmaria,
Posso ouvir as estrelas,
Minha alma se enche de alegria.
Vôo de encontro à lua,
O Amor me deu asas para voar...

 

  Ozirlei Francisco Pinto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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