QUANDO MORREMOS, PARA ONDE VAMOS?

Quando morremos, vamos direto para o C�u ou para o inferno.
Se uma pessoa creu, aceitou e seguiu JESUS e obedeceu-o em TODOS os seus ensinamentos esta vai para o C�u.
(F� + Obedi�ncia => C�u)
Se a pessoa n�o acreditou em Jesus, ou at� creu, mas desobedecia-o, esta vai para o inferno.
(F� - Obedi�ncia => inferno) ou (n�o cr� => inferno)

� "JO 3:18 - Quem cr� Nele n�o � condenado; mas quem n�o cr� j� est� condenado, porquanto n�o cr� no nome do Unig�nito Filho de Deus."
� "MT 7:21 - Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrar� no reino dos c�us, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que est� nos c�us.
MT 7:22 - Muitos me dir�o naquele dia: Senhor, Senhor, n�o profetizamos n�s em teu nome? e em teu nome n�o expulsamos dem�nios? e em teu nome n�o fizemos muitas maravilhas?
MT 7:23 - E ent�o lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, v�s que praticais a iniq�idade."

Estudaremos os casos contidos nas Escrituras:
O caso do rico e L�zaro indica uma separa��o imediata de salvos e perdidos:
� "LC 16:22 - E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abra�o; e morreu tamb�m o rico, e foi sepultado.
LC 16:23 - E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abra�o, e L�zaro no seu seio.
LC 16:24 - E, clamando, disse: Pai Abra�o, tem miseric�rdia de mim, e manda a L�zaro, que molhe na �gua a ponta do seu dedo e me refresque a l�ngua, porque estou atormentado nesta chama."
Perceba que ap�s a morte, tanto o rico como L�zaro n�o ficaram dormindo.

Jesus prometeu ao criminoso que, no mesmo dia, estaria com Ele no para�so:
� "LC 23:43 - E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estar�s comigo no Para�so."

Assim era a vida ap�s a morte ANTES da Ascens�o de Cristo. Ningu�m subia ao C�u, mas ao Para�so, pois Cristo ainda n�o havia eliminado a separa��o entre Deus e homem.
Ap�s a Ascens�o de Cristo, o C�u passou a ser habitado pelos mortos em Cristo:

Paulo, evidentemente, considera o crist�o, ao morrer com Cristo, � "incomparavelmente melhor":
� "FP 1:21 - Porque para mim o viver � Cristo, e o morrer � ganho.
FP 1:22 - Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, n�o sei ent�o o que deva escolher.
FP 1:23 - Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto � ainda muito melhor."

Est�v�o, ao morrer, viu a Jesus em p� como que para receb�-lo:
� "AT 7:56 - E disse: Eis que vejo os c�us abertos, e o Filho do homem, que est� em p� � m�o direita de Deus.
AT 7:57 - Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram un�nimes contra ele.
AT 7:58 - E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos p�s de um jovem chamado Saulo.
AT 7:59 - E apedrejaram a Est�v�o que em invoca��o dizia: Senhor Jesus, recebe o meu esp�rito."

Aqui conheceremos como ocorrer� a passagem para a vida ap�s a morte, na segunda vinda de Cristo:
� "1CO 15:35 - Mas algu�m dir�: Como ressuscitar�o os mortos? E com que corpo vir�o?
1CO 15:36 - Insensato! o que tu semeias n�o � vivificado, se primeiro n�o morrer.
1CO 15:37 - E, quando semeias, n�o semeias o corpo que h� de nascer, mas o simples gr�o, como de trigo, ou de outra qualquer semente.
1CO 15:38 - Mas Deus d�-lhe o corpo como quer, e a cada semente o seu pr�prio corpo.
1CO 15:39 - Nem toda a carne � uma mesma carne, mas uma � a carne dos homens, e outra a carne dos animais, e outra a dos peixes e outra a das aves.
1CO 15:40 - E h� corpos celestes e corpos terrestres, mas uma � a gl�ria dos celestes e outra a dos terrestres.
1CO 15:41 - Uma � a gl�ria do sol, e outra a gl�ria da lua, e outra a gl�ria das estrelas; porque uma estrela difere em gl�ria de outra estrela.
1CO 15:42 - Assim tamb�m a ressurrei��o dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrup��o; ressuscitar� em incorrup��o.
1CO 15:43 - Semeia-se em ignom�nia, ressuscitar� em gl�ria. Semeia-se em fraqueza, ressuscitar� com vigor.
1CO 15:44 - Semeia-se corpo natural, ressuscitar� corpo espiritual. Se h� corpo natural, h� tamb�m corpo espiritual.
1CO 15:45 - Assim est� tamb�m escrito: O primeiro homem, Ad�o, foi feito em alma vivente; o �ltimo Ad�o em esp�rito vivificante.
1CO 15:46 - Mas n�o � primeiro o espiritual, sen�o o natural; depois o espiritual.
1CO 15:47 - O primeiro homem, da terra, � terreno; o segundo homem, o SENHOR, � do c�u.
1CO 15:48 - Qual o terreno, tais s�o tamb�m os terrestres; e, qual o celestial, tais tamb�m os celestiais.
1CO 15:49 - E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos tamb�m a imagem do celestial.
1CO 15:50 - E agora digo isto, irm�os: que a carne e o sangue n�o podem herdar o reino de Deus, nem a corrup��o herdar a incorrup��o.
1CO 15:51 - Eis aqui vos digo um mist�rio: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;
1CO 15:52 - Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a �ltima trombeta; porque a trombeta soar�, e os mortos ressuscitar�o incorrupt�veis, e n�s seremos transformados.
1CO 15:53 - Porque conv�m que isto que � corrupt�vel se revista da incorruptibilidade, e que isto que � mortal se revista da imortalidade.
1CO 15:54 - E, quando isto que � corrupt�vel se revestir da incorruptibilidade, e isto que � mortal se revestir da imortalidade, ent�o cumprir-se-� a palavra que est� escrita: Tragada foi a morte na vit�ria.
1CO 15:55 - Onde est�, � morte, o teu aguilh�o? Onde est�, � inferno, a tua vit�ria?
1CO 15:56 - Ora, o aguilh�o da morte � o pecado, e a for�a do pecado � a lei.
1CO 15:57 - Mas gra�as a Deus que nos d� a vit�ria por nosso SENHOR Jesus Cristo.
1CO 15:58 - Portanto, meus amados irm�os, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho n�o � v�o no Senhor."

Jesus, atrav�s da passagem do rico e o mendigo nos d� uma id�ia de como � a vida ap�s a morte:

� "LC 16:19 - Ora, havia um homem rico, e vestia-se de p�rpura e de linho fin�ssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
LC 16:20 - Havia tamb�m um certo mendigo, chamado L�zaro, que jazia cheio de chagas � porta daquele;
LC 16:21 - E desejava alimentar-se com as migalhas que ca�am da mesa do rico; e os pr�prios c�es vinham lamber-lhe as chagas.
LC 16:22 - E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abra�o; e morreu tamb�m o rico, e foi sepultado.
LC 16:23 - E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abra�o, e L�zaro no seu seio.
LC 16:24 - E, clamando, disse: Pai Abra�o, tem miseric�rdia de mim, e manda a L�zaro, que molhe na �gua a ponta do seu dedo e me refresque a l�ngua, porque estou atormentado nesta chama.
LC 16:25 - Disse, por�m, Abra�o: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e L�zaro somente males; e agora este � consolado e tu atormentado.
LC 16:26 - E, al�m disso, est� posto um grande abismo entre n�s e v�s, de sorte que os que quisessem passar daqui para v�s n�o poderiam, nem tampouco os de l� passar para c�.
LC 16:27 - E disse ele: Rogo-te, pois, � pai, que o mandes � casa de meu pai,
LC 16:28 - Pois tenho cinco irm�os; para que lhes d� testemunho, a fim de que n�o venham tamb�m para este lugar de tormento.
LC 16:29 - Disse-lhe Abra�o: T�m Mois�s e os profetas; ou�am-nos.
LC 16:30 - E disse ele: N�o, pai Abra�o; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
LC 16:31 - Por�m, Abra�o lhe disse: Se n�o ouvem a Mois�s e aos profetas, tampouco acreditar�o, ainda que algum dos mortos ressuscite.

(VEJA: � O C�u O inferno O homem: corpo, alma e esp�rito )

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