A INTERNET E O UROLOGISTA

Dr. MARCIO JOSBETE PRADO

O que � a Internet ?

Pelas diferentes coisas que a Internet oferece, fica realmente dif�cil responder a esta pergunta em poucas linhas. Na verdade, ela n�o passa de milh�es de computadores interligados reunindo seus usu�rios numa pequena aldeia global. Ou seja, as paredes do seu escrit�rio ou do seu quarto n�o ser�o mais os limites do seu micro... Uma vez na Internet, o mundo inteiro estar� ao seu alcance!
A melhor forma de entender a Internet � pensar nela n�o como uma rede de computadores, mas como uma Rede de redes. Sendo assim, a Internet n�o tem um dono ou uma empresa encarregada de administr�-la. Cada rede individual conectada � Internet pode ser administrada por uma entidade governamental, uma empresa ou uma institui��o educacional. Mas, a Internet, como um todo, n�o tem um poder central. A Internet � um mundo sem fronteiras nem dist�ncias f�sicas, uma comunidade onde se � poss�vel estar em mil lugares ao mesmo tempo. Uma vez aventurando-se neste mundo virtual, voc� far� parte de uma crescente tribo mundial com culturas, valores e cren�as diferentes, por�m constitu�da por indiv�duos com pelo menos um interesse em comum: a dissemina��o de informa��es.
Navegar nesta imensa rede � um processo de constante aprendizagem e de descobrimento. Com um pouco de pr�tica, voc� descobrir� que � poss�vel se comunicar com amigos, colegas e parentes em qualquer lugar do mundo; participar de debates e discuss�es sobre assuntos como arqueologia � zoologia; consultar milhares de banco de dados e bibliotecas espalhados pelo mundo; e at� jogar video-games online com v�rias pessoas em diferentes localidades.
Muitos referem-se � Internet como a superauto-estrada de dados, a superinfovia e outras compara��es com uma estrada. Na verdade, uma representa��o mais precisa n�o seria uma estrada, mas todo um complexo vi�rio, formado por grandes auto-estradas, estradas secund�rias, vicinais, e assim sucessivamente, passando por avenidas at� chegar �s ruas onde ficam nossas casas. Nos cruzamentos desse complexo vi�rio existem rotat�rias que permitem que o tr�fego escolha uma entre v�rias dire��es poss�veis. Na Internet, essescruzamentos cont�m computadores, denominados roteadores, capazes de direcionar o tr�fego para as diferentes rotas dispon�veis pois cont�m informa��es, constantemente atualizadas, que lhes permitem decidir em que dire��o devem enviar o tr�fego a cada instante. Como a Internet � uma complexa malha de computadores interligados, sempre existe um caminho alternativo para o tr�fego, ainda que seja mais longo. Se voc� pretende acessar um computador no Jap�o, por exemplo, n�o � necess�rio fazer um interurbano internacional. Basta conectar-se a um computador ligado � Internet na sua cidade. Esse computador local est� conectado a uma m�quina em outro Estado (ou pa�s) e assim por diante, tra�ando uma rota at� chegar ao destino. S�o m�quinas de alta capacidade, com grande poder de processamento e conex�es velozes, conhecidas como servidores, controladas por universidades, empresas e �rg�os do governo.
Essa forma de funcionamento garante um custo baixo de conex�o. Voc� s� precisa pagar a liga��o local at� o seu fornecedor de acesso. Essa empresa (ou institui��o) cobra taxa mensal de cada usu�rio para cobrir, entre outros, os custos da conex�o com a rede. Mesmo assim, voc� paga o mesmo pre�o se enviar uma mensagem para o Jap�o ou para seu vizinho.
A Internet cresce mais rapidamente do que qualquer outro meio de comunica��o j� inventado. Ningu�m sabe ao certo quantas pessoas fazem parte dela. As estimativas variam de 10 a 50 milh�es de usu�rios, o que, de qualquer forma, � um n�mero imenso para um sistema que s� se abriu ao grande p�blico h� menos de tr�s anos. � uma grande teia, que integra m�quinas de todos os tipos e tamanhos. Nela, o micro tem seu poder multiplicado milhares de vezes. Enquanto o computador isolado se limita a acessar as informa��es gravadas no seu disco r�gido, o micro conectado � rede pelo telefone tem o mundo ao seu alcance. Muitos querem saber quem � o "dono" da Internet ou quem administra os milhares de computadores e linhas que a fazem funcionar. Para encontrar a resposta, vamos voltar um pouco no tempo. Nos anos 60, quando a Guerra Fria pairava no ar, grandes computadores espalhados pelos Estados Unidos armazenavam informa��es militares estrat�gicas em fun��o do perigo de um ataque nuclear sovi�tico. Surgiu assim a id�ia de interconectar os v�rios centros de computa��o de modo que o sistema de informa��es norte-americano continuasse funcionando, mesmo que um desses centros, ou a interconex�o entre dois deles, fosse destru�do. A Internet, portanto, nasceu para solucionar um problema militar. A Ag�ncia de Projetos de Pesquisa Avan�ada (ARPA) precisava criar um modo de trocar informa��es militares entre centros de pesquisas e tecnologias localizadas em diferentes partes do mundo atrav�s de uma rede de computadores que n�o fosse destru�da por bombardeios ou ataques inimigos. Esta estrat�gia militar exigia uma rede sem centro, possibilitando os dados caminharem em qualquer sentido com rotas intercambi�veis. Um projeto experimental ent�o, foi financiado pelo Departamento de Defesa americano em 1969. Este projeto, que � tido como o embri�o da famosa Internet, consistia numa rede de somente quatro computadores, chamada de DARPANET. Esta simples rede por�m atendia �s exig�ncias do departamento de defesa americano por usar uma nova tecnologia detransmiss�o de dados chamada de troca de pacotes (packet switching).
Este artif�cio � a chave do sucesso da Internet e consiste na fragmenta��o do dado a ser transferido em pequenos peda�os chamados datagramas. Cada datagrama "est� ciente" do seu endere�o destino possibilitando assim a constru��o de uma rede inteligente capaz de tra�ar o melhor percurso para os datagramas e inclusive descobrir rotas alternativas caso encontre problemas no trajeto estabelecido. O sistema facilitou a troca de dados entre computadores e criou o correio eletr�nico entre cientistas e pesquisadores, revolucionando o lento processo tradicional dos correios. A rede por provar ser bastante eficiente, continuou a crescer apresentando um n�mero cada vez maior de computadores ligados � ela, e passou a ser chamada de ARPANET. Com mais e mais usu�rios na rede, era inevit�vel que os datagramas j� n�o contivessem apenas assuntos militares... Com o poder de atingir v�rias pessoas ao mesmo tempo, pesquisadores aproveitaram para criar confer�ncias, trocar id�ias e debater online.
Em 1983, a ARPANET havia crescido tanto que foi necess�rio criar uma nova rede, a MILNET, para a troca de informa��es militares. Devido � forte atua��o de pesquisadores e cientistas na ARPANET, a National Science Foundation, outro departamento de pesquisa do governo americano, resolveu em 1984 disponibilizar cinco supercomputadores para apoio � pesquisas e estudos, criando a rede NSFNET. Com isso, novas portas foram abertas e centenas de universidades, ag�ncias de pesquisas e institui��es internacionais puderam conectar suas redes internas aos supercomputadores atrav�s da NSFNET. No in�cio de 1990, j� era imposs�vel controlar a expans�o desta rede que englobava cada vez mais pessoas e institui��es.
Como o n�mero de computadores conectados a NSFNET crescia assustadoramente, aumentando o emaranhado de redes de computadores interligadas, passou a ser chamada de INTERNET. (INTERconnection of NETworks) Hoje, praticamente qualquer pessoa com um computador e um modem pode ter acesso � INTERNET.
No Brasil, as universidades est�o ligadas na rede de computadores mundial desde 1989. Nesse ano, haviam conex�es com a Bitnet, uma rede semelhante � Internet, em v�rias institui��es, como as universidades federais do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. Os servi�os dispon�veis restringiam-se a correio eletr�nico e transfer�ncia de arquivos. Somente em 1990, a Fapesp (Funda��o de Amparo � Pesquisa de S�o Paulo) conectou-se com a Internet. No mesmo ano, foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma iniciativa do Minist�rio da Ci�ncia e Tecnologia.
Financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient�fico e Tecnol�gico (CNPq), a RNP interligou inicialmente onze Estados brasileiros. Atualmente, 21 Estados brasileiros possuem pontos de presen�a na Internet. A partir de abril de 95, o Minist�rio das Comunica��es e o Minist�rio da Ci�ncia e Tecnologia decidiram lan�ar um esfor�o comum de implanta��o de uma rede integrada entre institui��es acad�micas e comerciais. Desde ent�o v�rios fornecedores de acesso e servi�os privados come�aram a operar no Brasil. A conex�o de computadores � Internet � feita atrav�s dos Provedores de Acesso. Eles oferecem v�rias modalidades de liga��es e servi�os, visando atender aos diferentes interesses e necessidades dos usu�rios que podem ser grandes empresas ou um s� indiv�duo. Existem quatro n�veis b�sicos de conex�o:

1.ACESSO DEDICADO

Este � o tipo de conex�o mais cara, permanente e direta da Internet. Com ela, seu computador ser� um n� com endere�o IP pr�prio e permanente, 24 horas por dia e sete dias da semana da Internet, ligado por linhas privativas de comunica��o de dados (LPCD). Estas linhas telef�nicas de alta velocidade s�o modernas e r�pidas e porisso bastante caras, sendo ideais para empresas que v�o comercializar o acesso � Internet para outras empresas e/ou usu�rios.

2.ACESSO DISCADO REMOTO

Tamb�m chamado de DIAL-UP, esta conex�o � a mais simples e barata, oferecendo assim menos recursos. Com um modem, uma linha telef�nica e um microcomputador, o usu�rio acessa um computador (host) do seu provedor de acesso e passa a emular um terminal, ou seja, seu micro passa a ser apenas um instrumento de entrada e sa�da de dados. Todo o processamento se d� no computador remoto. Assim, quando o usu�rio digita algum comando no seu micro, � no host que se dar� a execu��o do comando digitado. Numa transfer�ncia de arquivos, por exemplo, o arquivo ser� armazenado no computador do provedor de acesso para ent�o com outro comando ser transferido para o micro do usu�rio. Outra desvantagem � a limita��o no uso de browsers gr�ficos como o Netscape. Ao emular um terminal, somente caracteres s�o vistos no monitor.
3.ACESSO DISCADO SLIP/PPP

Este � o tipo de conex�o que vem se popularizando rapidamente. Com um modem, um micro e uma linha telef�nica, um usu�rio acessa a Internet como num acesso dedicado. A grande diferen�a est� no custo de acesso. Com o SLIP/PPP, n�o � preciso uma linha telef�nica de alta velocidade, nem estar conectado � Internet 24 horas por dia. Mas mesmo assim, o usu�rio consegue um endere�o IP individual, fazendo com que seu micro se responsabilize pelo processamento dos comandos. Esta �ltima caracter�stica possibilita a utiliza��o de qualquer software para auxiliar a navega��o na Internet desde que seu micro suporte tal aplicativo.
4.ACESSO ATRAV�S DE UM GATEWAY

Este acesso n�o � muito comum no Brasil, mas nos EUA existem diversos provedores de acesso (AmericaOn-Line, Compuserve, Prodigy,...) com este tipo de conex�o. Neste caso, o provedor de acesso n�o est� direta ou permanentemente na Internet. Existe uma liga��o (GATEWAY) entre o provedor de acesso e a Internet que limitar� o usu�rio a certos servi�os da Internet. A maioria destes provedores oferecem basicamente o correio eletr�nico.

O que faz a Internet t�o poderosa assim � uma esp�cie de esperanto de inform�tica que atende pelas siglas TCP/IP (Protocolo de Controle de Transfer�ncia/Protocolo Internet). Todos os computadores que entendem essa l�ngua s�o capazes de trocar informa��es entre si.

Termos Utilizados na Internet

Aplica��o
Programa que faz uso de servi�os de rede tais como transfer�ncia de arquivos, login remoto e correio eletr�nico.

Backbone
Estrutura de n�vel mais alto em uma rede composta por v�rias sub-redes. Em portugu�s, espinha dorsal. Bookmark

Lista dos endere�os prediletos na Web.
Browser

� um software que disponibiliza a navega��o nos sites da Internet.

Correio Eletr�nico

� um utilit�rio que permite troca de mensagens entre pessoas que est�o ligada na rede. As mensagens s�o trocadas entre dois ou mais usu�rios ou ainda entre grupos de usu�rios organizados em listas de discuss�o. Dom�nio
� uma parte da hierarquia de nomes de grupos ou hosts da Internet, que permite identificar as institui��es ou conjunto de institui��es na rede. Sintaticamente, um nome de dom�nio da Internet consiste de uma sequ�ncia de nomes separados por ponto, por exemplo, "usp.br".

Dom�nio P�blico
Programa dispon�vel publicamente, segundo condi��es estabelecidas pelos autores, sem custo de licenciamento para uso. Em geral, o software � utiliz�vel sem custos para fins estritamente educacionais, e n�o tem garantia de manuten��o ou atualiza��o. Um dos grandes trunfos da Internet � a quantidade praticamente inesgot�vel de software de dom�nio p�blico, com excelente qualidade que circula pela rede.

Download>
� o processo de transferir uma c�pia de um arquivo de um computador remoto para outro computador atrav�s da rede. O arquivo recebido � gravado em disco no computador local.

FTP (File Transfer Protocol)
Protocolo de Transfer�ncia de Arquivos. � um servi�o que possibilita a c�pia de arquivos de um servidor para seu micro e vice-versa.

Hipertexto
Texto que possui liga��es a outros textos, imagens e aplica��es.

Host
Computador ligado � Internet.

HTML
Acr�nimo de Hypertext Markup Language � a linguagem padr�o para escrever p�ginas de documentos Web (WWW). � f�cil de aprender e usar, e possibilita preparar documentos com gr�ficos e links para outros documentos para visualiza��o em sistemas que utilizam Web.

IRC (Internet Relay Chat)
� um software que permite ao usu�rio conversar com outras pessoas em qualquer lugar do mundo em tempo real. Isto implica em v�rias pessoas (v�rios computadores) conectadas em um computador e enviando atrav�s deste computador mensagens. Hoke existem soft que permitem direto a conex�o do seu computador (atrav�s do seu provedor) com o computador de seu amigo atrav�s do provedor dele, facilitando e agilizando o acesso. Outros tipos de Chat s�o poss�veis com cone��o entre dois ou mais computadores atrav�s de programas como o PowWow, ICQ, que permitem chats privativos.

Link
Elo de liga��o entre p�ginas da Web utilizado nos hipertextos.

Mailing lists (listas de discuss�o)
Listas que englobam determinados temas espec�ficos, �s quais voc� pode se "juntar" e receber, via e-mail, mensagens sobre esses assuntos.

Navega��o
Ato de conectar-se a diferentes computadores da rede distribu�dos pelo mundo, usando as facilidades providas por ferramentas como browsers Web.

Telnet
Acesso remoto, ou seja, � uma conex�o entre seu micro e um servidor ligado � rede. Funciona exclusivamente por teclado, sem gr�ficos.

Usenet
A Usenet � dividida em v�rias partes chamadas newsgroup. � como um mural onde voc� divulga uma mensagem que � repassada para outras m�quinas no mundo todo. Esta informa��o fica dispon�vel por um determinado tempo sendo que para acess�-la o usu�rio dever� acessar o newsgroup em que a mensagem foi postada.

WWW
O WWW � repons�vel pelo grande "boom" da Internet. Nele os documentos se interligam com outros documentos na forma de hipertexto apresentandoatrav�s de browsers como o Netscape ou o Internet Explorer, informa��es na forma de textos, imagens, videos e sons.

O que � WWW ?
A Web (World Wide Web ou WWW) � a parte multim�dia da Internet. As p�ginas podem ter fotos, anima��es, trechos de v�deo e sons. � a regi�o mais f�cil de usar de toda a rede. O �nico programa que voc� precisa � o navegador, o mesmo que voc� est� utilizando para visualizar essa p�gina. � formada por milh�es de lugares chamados sites. Existem sites de universidades, empresas, �rg�os do governo e at� sites mantidos por apenas uma pessoa.
As informa��es est�o organizadas na forma de p�ginas ligadas entre si. Quando voc� acessa um site, normalmente entra pela porta da frente, onde existe uma mensagem de boas vindas e uma esp�cie de �ndice para as demais p�ginas. Essa entrada se chama p�gina principal ou home page. As liga��es entre as p�ginas, conhecidas como hiperlinks ou liga��es de hipertexto, n�o ocorrem apenas dentro de um site. Elas podem ligar informa��es armazenadas em computadores, empresas ou mesmo continentes diferentes. As p�ginas s�o escritas em HTML, o que facilita sua realiza��o.
NaWeb, � poss�vel que uma p�gina fa�a refer�ncia a praticamente qualquer documento dispon�vel na Internet. O que faz essa malha de informa��es funcionar � um sistema de endere�amento que permite a cada p�gina ter a sua pr�pria identifica��o. Assim, desde que o usu�rio saiba o endere�o correto, � poss�vel acessar qualquer arquivo da rede.
Esse sistema de endere�os espec�fico � tamb�m chamado de URL (Uniform Resource Locator, localizador uniforme de recursos). Com ele, � poss�vel localizar qualquer informa��o na Internet. Tendo em m�o o endere�o, como http://www.unicamp.br, voc� poder� utiliz�-lo no navegador e ser transportado at� o destino

http://
� o m�todo pelo qual a informa��o deve ser buscada. No caso, http://, � o m�todo utilizado para buscar p�ginas na Web. Voc� tamb�m vai encontrar outras formas, como ftp:// (para entrar em servidores de FTP), mailto: (para enviar mensagens), news: (para acessar grupos de discuss�o), entre outros.

www.usp.br
� o nome do computador onde a informa��o est� armazenada, tamb�m chamado de servidor ou site. Pelo nome do computador voc� pode antecipar que tipo de informa��o ir� encontrar. Os que come�am com www s�o servidores de Web e cont�m principalmente p�ginas de hipertexto. Quando o nome do servidor come�a com ftp trata-se de um lugar onde � permitido copiar arquivos. Nesse caso, voc� estar� navegando entre os diret�rios desse computador e poder� copiar um programa imediatamente para o seu micro.

/
� o diret�rio onde est� o arquivo. Exatamente como no seu computador, a informa��o na Internet est� organizada em diret�rios dentro dos servidores.

www.html
� o nome do arquivo que ser� transportado para o seu navegador. Voc� deve prestar aten��o se o nome do arquivo (e dos diret�rios) est�o escritos em mai�sculas ou min�sculas. Na maior parte dos servidores Internet, essa diferen�a � importante. No exemplo acima, se voc� digitasse o nome do arquivo como WWW.HTML ou mesmo Www.Html, a p�gina n�o seria encontrada. Outro detalhe � a termina��o do nome do arquivo .html. Ela indica o tipo do documento. No caso, html s�o p�ginas da Web. Voc� tamb�m vai encontrar documentos hipertexto com a extens�o htm. Outros tipos de arquivos dispon�veis na Internet s�o: txt (documentos comuns de textos), exe (programas), zip ou gz (compactados), au, aiff, ram e wav (som) e ainda mov e avi (v�deo).

Navegador
O navegador � o principal programa para acessar a Internet atrav�s da WWW. Com ele, voc� pode visitar endere�os na rede, copiar programas e trocar mensagens atrav�s do correio eletr�nico.

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