Os Insuport�veis    

Pampa

Al�m de t�o caracter�stica, a pelagem pampa pode ser facilmente julgada e apreciada por qualquer pessoa - n�o requer conhecimentos t�cnicos sobre equinocultura, por�m apenas senso est�tico.

No entanto, isso pode ser perigoso para a ra�a, se for permitido o julgamento e a aprecia��o da cor antes das qualidades morfol�gicas e funcionais. Como exemplo pode ser dado o da ra�a dinamarquesa KNABSTRUPPER, que atingiu seu �pice no s�culo passado, quando pelagens compostas tinham grande popularidade. O KNABSTRUPPER caracteriza-se pela pelagem "persa" (leopardo - na linguagem appaloosa) e foi sendo selecionado, buscando-se sempre padr�es cada vez mais ex�ticos. Com a conforma��o e a sa�de gen�tica relegados a segundo plano. A morfologia foi se enfraquecendo, at� que a sustenta��o da ra�a pura fosse quase invi�vel.

A ra�a Pampa Brasileira n�o pode ser conhecida como cavalos pintados, por�m como cavalos de excepcional morfologia e funcionalidade, que em outras palavras, tem a pelagem como um "bonus" e n�o como um objetivo.

A Associa��o do cavalo Pampa, a ABCCP, foi criada em 1993, gra�as a iniciativa de criadores mineiros, e portanto, baseada zootecnicamente nas ra�as Mangalarga Marchador e Campolina, num segundo n�vel tamb�m a partir de Mangalargas, atrav�s de criadores de S�o Paulo.

O Pampa � um carater geneticamente dominante, que se manifesta numa ampla escala de intensidade. Uma mancha branca acima dos jarretes ou mesmo a frente aberta, excedendo alguns limites de �rea, j� s�o indicativos do gene pampa, que ser� passado para no m�nimo 50% de seus descendentes.

Essa caracter�stica explica a exist�ncia do "artigo 53" na ra�a Quarto de Milha; qualquer QM, mesmo puro, tendo algumas das caracter�sticas acima, n�o ser� registrado como QM e sim como PAINT HORSE, ra�a de Pampas que surgiu justamente para registrar os QM coloridos.

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