Museu de Cera

Primeiro Esboço

Escrito por Pedro Luís Bello Daldegan e Rodrigo Lemes

 

1) Dia. Alfa e Beta passam, de mochilas nas costas, em frente a uma casa abandonada. Param. Permanecem olhando para ela, imaginando o que há dentro. Continuam seu caminho. FADE-OUT.

2) Noite. FADE-IN. Barraca. Alfa dormindo, Beta ao seu lado. Sons noturnos, sem música. Alfa dormindo. Planos no museu, música de fundo. Alfa dormindo. Sons noturnos, sem música. Planos no museu. Música de fundo (sonho de Alfa). Alfa acorda. Resolve sair.

3) Alfa entra no museu. Olha ao redor. Várias estátuas de cera. Alfa examina-as, algumas o olham (desviando o olhar). A primeira desaparece sem que Alfa perceba. Na parede, encostada nela, uma estátua sem cabeça; e um lençol cobrindo algo. Alfa puxa o lençol. Há uma cabeça na parede, como um troféu de caça. Alfa percebe a falta da primeira estátua. Espanta-se. Percebe uma luz por uma porta. Vai até ela.

4) Quarto com caldeirões, ferramentas, etc... É a oficina de confecção das estátuas. Estilo medieval, alquimista. Olha tudo. Sae.

5) Alfa volta para a sala onde estava. Espanta-se. Todas as estátuas estão em posições diferentes, e paradas. Alfa vai até a porta, tenta sair. A porta está trancada. Encosta-se. Senta-se. Fecha os olhos. Estátuas começam a se mexer. Abre os olhos. Estão paradas. Fecha os olhos. Começam a se mexer novamente. Abre os olhos. As estátuas não estão mais lá. Da porta onde Alfa entrou, sai a primeira estátua. Atrás dela algumas outras. Alfa espanta-se, levanta-se. As estátuas cercam-no. Algumas seguram-no. Uma delas está carregando um caldeirão de cera fervendo. Viram-no sobre Alfa. A cera escorre sobre ele.

6) Beta na barraca. Acorda. Sente a falta de Alfa e sai.

7) Chega a casa. Entra. Beta vê as estátuas. Examina-as. A última delas é Alfa.

 

Hosted by www.Geocities.ws

1