SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO
ESCOLA DE FORMAÇÃO PERMANENTE
VOCAÇÃO:
CHAMADO E RESPOSTA
Antes do Concílio Vaticano II ( 62 - 65 ) percebia-se a Igreja uma grande sede de renovação. A ação Católica despertou nos leigos do Brasil um espírito eclesial totalmente novo. Percebia-se também, um profundo desejo de renovação, tanto bíblica, quanto liturgica. Fatos, marcadamente positivos, pois colaboraram para um agir mais organizado da Igreja foram: a fundação da CNBB ( Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) em 1952, Fundação da CRB ( Conferência dos Religiosos do Brasil ), em 1954, e do CELAM ( Conferência Episcopal Latino Americano ) em 1955.
Importantes luzes trazem os documentos do episcopado latino-americano no período pós conciliar (Medellin 1968, Puebla, 1979 e Santo Domingo 1992.) ( A Opção preferencial pelos pobres).
"Vocare" - Significa Chamar - A vocação é o mesmo que chamado. Todo chamado requer uma resposta. A resposta e sempre opção livre de quem é chamado. Pode ser SIM ou NÃO.
Portanto, a vocação acontece no diálogo. É o encontro de duas liberdades: a absoluta liberdade de Deus, que chama, e a liberdade humana que responde ao chamado.
Há um chamado fundamental à vida e modos diferentes de se responder a esse chamado.
A vocação fundamental humana realiza-se, então através de uma tríplice dimensão: somos chamados a nos assemelhar a Deus, relacionando-nos a Ele, com os irmãos e com o mundo.
Nossa fé nos leva à certeza que fomos todos criados por um mesmo criador. É Ele o Pai Nosso. E, enfim, se um Pai tem muitos filhos, dá a eles por igual, em herança, sua terra e os ensina a trabalhar nela para que se alimentem, tenham vida e administrem os bens da família. Assim o mundo existe para ser compartilhado entre irmãos, bem cuidado e organizado.
Nós cristãos cremos que Cristo, é o modelo para a vivência da vocação fundamental humana. Foi Ele de modo perfeito, Filho de Deus, Irmão do próximo e Senhor do Mundo. Assemelhar-se a Deus é, para nós, assemelhar-se a Cristo que foi plenamente humano.
Vocação fundamental humana é a vocação cristã assumida no Batismo, quando revestidos da graça de Deus, nos tornamos seguidores de Cristo na Construção do Reino de Deus.
Incorporado à Igreja, corpo de Cristo pelo Batismo, cada batizado é configurado a Cristo "fomos batizados num só espírito para sermos um só corpo"( 1Cor 12,13).
"Os batizados tornam-se pedras vivas, para a construção de um edifício espiritual, para um sacerdócio santo (1Pd 2,5). Pelo batismo, participam do sacerdócio de Cristo, de sua missão profética e régia "sois a raça eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo de sua particular propriedade, a fim de que proclameis as excelências daquele que nos chamou das trevas para a luz maravilhosa ( 1Pd 2,9). O batismo faz participar do sacerdócio comum dos fiéis ( CIC 1268)
"A Igreja é chamada por Deus a realizar uma missão ao mundo. Tal missão, prosseguimento da prática de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate a muitos ( Mc 10,45) é o serviço que ela deve prestar.
A compreensão da missão da Igreja, vai se aprofundando à medida que a Igreja, presta atenção aos "sinais dos tempos" e às mudanças na história humana ( CNBB 77-42)
O Cristão olha para o mundo com realismo e com esperança.
Procura reconhecer neles os sinais da vontade de Deus e os caminhos que apontam para o Reino, assim como distinguir os obstáculos e as forças do mal que impedem a sociedade humana de avançar na direção da justiça e da paz. Neste momento histórico, estamos diante de uma realidade particularmente complexa, e ao mesmo tempo, contraditória e fragmentada ( dividida ). Torna-se portanto, difícil compreender os rumos da história atual ou fazer julgamentos corretos. Nasce, em muitos, a sensação da incerteza, muitas vezes de desorientação, do qual procuram fugir "simplificando" a realidade considerando apenas alguns aspectos dela, criando esquemas ou imagens simplistas do que esta acontecendo. Mesmo assim, é necessário esforço para situar nosso contexto, dentro de um quadro mais amplo, visto que a "globalização" aumenta sempre mais as influências externas sobre a realidade em que vivemos.
Cabe a cada cristão, dentro de sua comunidade, organização ou movimento, fazer um discernimento mais profundo e concreto desses desafios, percebendo as luzes e as sombras, os sinais de graça, e as seqüelas do pecado. Todos temos a obrigação de nos esforçar, iluminados pela fé, para compreender a realidade e buscar caminhos ( CNBB 77 nº 10,11,12)
A economia exerce grande influência sobre nossa sociedade, hoje deparamos com o fenômeno da "globalização", a política econômica "Neoliberal", os avanços tecnológicos, o crescimento da dívida externa, a falta de interesse com o social ( alimentação, moradia, educação, saúde); o que impera hoje é o lucro, não se importando com a pessoa humana, sua dignidade de cidadão. É importante que nos conscientizemos que temos deveres, mas também direito.
Cabe a cada pessoa resgatar a cidadania.
A Igreja tem consciência de ser uma presença diferente no mundo. Ela sabe que esta no mundo, mas não é do mundo (Jo 17,14), sua raiz ultima é o mistério insondável do Pai, que por Cristo e no Espírito, eterna comunhão, na liberdade e no amor, vivendo como filhos e filhas, irmãos e irmãs.
Por isso, o Concílio Vaticano II nos ensina que a Igreja não é simplesmente uma sociedade ao lado de outros, ma um mistério de comunhão. A Igreja toda aparece como o povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo (LG4)
É importante que tenhamos consciência e responsabilidade enquanto cristãos de sermos promotores da justiça e da paz.
Os leigos são chamados de modo especial a tornar presente e operante a Igreja naqueles lugares e circunstâncias onde ela só por meio deles pode vir a ser sal da terra. (LG 33b)
Formamos o povo de Deus, a nação santa, "Não há pois em Cristo e na Igreja, nenhuma desigualdade em vista de raça ou nação, condição social ou sexo, portanto não há judeu ou grego, não há servo ou livre. Não há varão ou mulher, porque todos vós sois em Cristo Jesus (Gl 3,28. Cl 3,11).
É importante ressaltar que a missão da Igreja não e responsabilidade de alguns, mas de todos. Todo o povo de Deus não só e responsável pela vida, mas também pela missão da Igreja, na Igreja e no mundo.
Toca-nos a tarefa de relacionar tudo isso com, o momento eclesial que estamos vivendo: colocar a problemática vocacional, dentro, da dinâmica do projeto de Evangelização que a Igreja Católica no Brasil pensou como preparação para a celebração dos dois mil anos da Encarnação do Verbo da Palavra do Pai, Jesus Cristo.
Para fazermos isso é preciso, antes de tudo, entender que a vocação cristã é o chamado do Pai ( Ef 1, 3-6) por meio de Jesus Cristo (Jo 15,16) na força dinamizadora do Espírito Santo ( 1Cor 12,4-11).
Ela é essencialmente a "atração" do Pai que nos impulsiona até Jesus Cristo (Jo 6,65), a fim de ficarmos com Ele e sermos enviados em missão ( Mc 3,13-19).
A missão, por sua vez, consiste no dar testemunho (Comunhão fraterna sinal da presença divina no mundo) de Jesus (At 1,8;2,32) Através de serviço (como testemunho do amor gratuito de Deus para cada pessoa humana) a humanidade (Jo 13,1-7), num permanente diálogo ( como reconhecimento do real valor do outro como pessoa humana, querida e amada por Deus) (Jo 4,1-42) com os demais cristãos e cristãs, com os outros religiões, com as diferentes formas de cultura, anunciando desta maneira o Evangelho do Reino. (Mc 16,15; Mt 28,19-20;At ,1,8).
Testemunho, serviço, dialogo e anúncio são os quatro grandes pilares sobre, os quais se erguem o grande projeto de Evangelização Rumo ao Novo Milênio; para que haja plena e autêntica evangelização inculturada como Cristo a quer".
Como já referimos anteriormente, não existe apenas uma forma de responder ao chamado de Deus.
A vocação fundamental humana pode ser vivida de modos diferentes. O grande desafio do ser humano é descobrir o que fazer com sua imensa capacidade de amar, isto é, para onde direcionar o seu amor. Há duas categorias fundamentais: chamado universal à santidade de cada um e chamado a uma: Vocação especifica ( ex. vocação do leigo, vocação matrimonial, vocação religiosa, vocação missionária, vocação sacerdotal).
Leigos são todos aqueles (as ) chamados (as) a viver à semelhança de Deus, conformando sua vida aos testemunhos e ensinamento do Cristo, como solteiros ou casados. No mundo da família e do trabalho, o leigo, solteiro ou casado, é chamado a ser sinal do Cristo e do seu evangelho. Cristo prestou o maior serviço à humanidade. O leigo é chamado também a servir, pela sua capacidade profissional, seus dons e habilidades.
Na Igreja, o leigo é chamado a assumir ministérios, para através desses serviços, fazer acontecer o Reino de Deus em seu meio. A Igreja é toda ministerial e, por isso, cabem aos leigos encargos especiais de evangelização, nas mais diversas pastorais e movimentos.
Em síntese, os leigos são aqueles homens e mulheres chamados por Deus que, agindo à luz da fé e da Palavra de Deus, movidos pelo Amor, procuram, infundir o espírito evangélico com todas as realidades temporais, como a família, a cultura, a economia, as artes, as profissões, as instituições políticas.
"A vocação é a resposta de um Deus providente a uma comunidade orante".
RERUM NOVARUM
Condição Dos Operários
Encíclica do Papa Leão XIII 1891
Introdução
DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA OU ENSAIO SOCIAL DA IGREJA
Antes de 1789, A Igreja tinha a impressão de enquadrar, todos os setores da vida humana.
Após o mundo novo se forma fora do domínio da Igreja, dos limites da Igreja.
Características deste mundo novo:
1ª - Uma sociedade industrial e humana.
2ª - Novas filosofias, as ciências naturais e históricas
Neste novo mundo, há um combate às tradições transmitidas pela Igreja e o catolicismo deve coexistir com as outras confissões cristãs às quais anteriormente, podia recusar o reconhecimento oficial.
A Igreja na Segunda metade do século passado, preocupa-se com a miséria imerecida do proletariado industrial. O Papa Leão XIII, iriquieta-se com a ascensão do socialismo, com as greves sangrentas, com os atentados anarquistas.
Na Igreja estão dois tipos de católicos: os católicos sociais e os católicos liberais. - As iniciativas dos católicos sociais chocam-se com a posição dos católicos liberais vinculados à liberdade econômica e contrários a qualquer organização operária. Os próprios católicos sociais não estão de acordo entre si.
A partir de 1878 a Igreja preocupa-se sempre mais com a sorte dos trabalhadores, a defesa da dignidade humana e dos direitos humanos.
Surge em 1891 a Encíclica Rerum Novarum e constata que:
A sociedade mudou. A Concentração de riquezas acarreta uma "miséria injusta" dos trabalhadores; o socialismo é um falso remédio, pois supõe a supressão da propriedade privada desejada por Deus, coloca de lado os mais fracos: homens, mulheres e crianças explorados pelo sistema capitalista.
Leão XIII expressa o vergonhoso e desumano usar dos homens, como vis instrumentos de lucros e não estima-los, senão na proporção do vigor dos seus braços.
O Socialismo que a Encíclica refere não é o socialismo de Marx, é rejeitado o socialismo que propicia luta de classes e nega o direito a propriedade privada.
A sociedade não é criada por pessoas, é Deus que a cria e ordena mediante a lei natural.
Nesta sociedade existem classes humanas chamadas não para se enfrentar, mas para colaborar.
A igualdade pretendida pelos socialistas é uma utopia, cada um deve reconhecer o lugar correspondente, a hierarquia deve ser respeitada.
O Papa Leão XIII, denuncia e propõe orientações éticas claras: - o trabalho não é mercadoria; a determinação de seu valor não pode ser entregue as forças livres de mercado, não basta livre acordo entre as partes para que o salário seja justo; o trabalhador movido pela necessidade pode aceitar qualquer retribuição; qualquer acordo entre patrão e operário o salário não deve ser insuficiente, para assegurar a subsistência do operário.
Existe uma Justiça natural, superior, fala Leão XIII, a esta justiça se dará o nome de Justiça Social. Nesta Justiça Social a solidariedade constituirá o núcleo da Doutrina Social da Igreja.
Leão XIII rejeita o Laísser-Laire ( deixar-fazer) liberal e distancia-se do socialismo.
Leão XIII foi o Papa mais importante entre Bento XIV e Pio XI. Morreu em 20.06.1903
A Encíclica
A - Situação dos pobres e trabalhadores
B - Princípios Orientadores
C - Papel da Igreja
D - Direitos e Deveres dos Operários
Direitos e Deveres dos Empresários na Sociedade
escorchantes: à livre associação
E - Papel da autoridade pública e da Lei da Sociedade
QUADRAGESIMO ANNO
Restauração da Ordem Social
Encíclica do Papa Pio XI - 1931
Introdução
Rerum Novarum fora um marco importante da Igreja Moderna, invocava-se sua atividade em todos os lugares.
Com o passar dos anos surgiram problemas novos e os antigos reequacionados permitia que a autoridade social ganhasse terrenos entre os católicos, como forma de presença da Igreja no Mundo.
CONTEXTO HISTÓRICO -
A evolução do capitalismo ocidental e a instauração do comunismo na Rússia.
Estes acontecimentos são os mais relevantes da história social e econômica nas primeiras décadas do século XX.
O capitalismo liberal surpreendeu por sua capacidade de gerar um crescimento ininterrupto: uma nova cultura em torno do progresso.
A ideologia liberal traz ao capitalismo, ilimitada liberdade de produção e do comércio e exigia a eliminação de qualquer obstáculo que pudesse aparecer, ameaçar ou reduzir a liberdade.
As contradições geradas pelo capitalismo liberal, partindo da liberdade de todos, chegou a uma sociedade em que a liberdade efetiva foi desigualmente distribuída, explicando porque os membros mais fracos do corpo social: as classes operárias obrigadas por difícil situação econômica aceitam condições desumanas de trabalho ( salários, horários, etc.)
A crescente consciência de que o mercado de trabalho os explora quando isolados leva os integrantes das classes trabalhadoras a ase organizarem, a se agruparem para defender seus próprios interesses.
Unidos os operários ficam mais fortes para negociar para impor condições.
Este direito dos trabalhadores gerou outro igual dos patrões, mas sindicatos e organizações patronais são duas instituições , nada afinadas com a mentalidade liberal.
Outra contradição dentro deste sistema da liberdade: a concorrência como princípio de igualdade acabou voltando contra si mesmo.
Na livre concorrência produziram-se grandes e profundas diferenças nas empresas, enquanto umas cresciam em volume e poder de controle de mercado, outras viam-se em condições precárias até desaparecer ou ficar a mercê das grandes.
CONSEQÜÊNCIAS: -
Crises econômicas, preços despencam, empresas quebram, paralisações generalizam-se.
A miséria afeta com intensidade as classes mais indefesas, generalizam-se o mal estar social, ameaçando a derrubar toda ordem vigente.
Neste cenário de crises a mais espetacular foi a da queda da Bolsa de Nova York em 1929. A crise de 1929 talvez tenha sido o resultado a longa prazo da 1ª guerra mundial - crise de superprodução. Durante a Guerra 1914 alguns países e em especial os Estados Unidos aumentaram a sua capacidade de produção. O aumento excessivo para uma demanda normalizada teve como resultante a quebra das empresas.
Com a crise das super produção somou-se a crise do crédito, os Estados Unidos que haviam acumulado grandes somas de capitais tornam-se banqueiros do mundo necessitado.
O capitalismo parecia agonizar e então aparecem modificações no sistema econômico dos países ocidentais após 1929.
O socialismo é introduzido na Rússia 1917 apesar de muitas dificuldades: caráter teórico, exigência da total estatização da propriedade, país sem industria, povo camponês que rejeitava a revolução, e as dificuldades maiores quando Stalim assumiu o poder 1928.
A - Situação Histórica.
Restauração da Ordem Social comemora os 40 anos da Rerum Novarum, Pio XI escreve e tematiza sua carta em meio a grande depressão social e econômica que sacudiu toda a sociedade dos anos 30. Crítica os abusos tanto do capitalismo quanto do comunismo, e atualiza o ESI, para, por meio dele, poder interpretar as situações emergentes. Amplia a preocupação da Igreja pelos trabalhadores mais pobres a ponto de rejeitar as estruturas que os oprimem.
PARTE I -
O impacto do Rerum Novarum
I - Sobre a Igreja
A - Doutrina
- Incentivou sua aplicação segundo as diferentes condições de lugar e tempo.
- Comprometeu muitos clérigos e leigos com o ESI
- Inspirou uma verdadeira ciência social cristã.
- O ESI está sendo estimado nos seminários e universidades
- Impôs-se também fora da Igreja.
B. Aplicação prática
- Fizeram-se esforços em favor das classes trabalhadoras.
- Influenciou a educação e a cultura.
- Multiplicaram-se as obras de caridade.
- Inspirou-se instituições de mútuo socorro.
II - Sobre a autoridade civil
III - Sobre as partes interessadas: empresários e operários
A - Sindicatos
- O papel dos sindicatos foi confirmado
- Clérigos e leigos empenharam-se em fundá-los
- Floresceram por toda a parte.
- As orientações de Leão XIII devem ser adaptadas segundo as varias circunstâncias e situações.
B. Outros Pontos
- As associações dos empregadores não tiveram o mesmo sucesso.
- Leão XIII hauriu do Evangelho a sua inspiração.
PARTE II
Doutrina Social e econômica
A - A missão da Igreja.
B - Direitos de Propriedade
- na caridade.
- na criação de empregos.
C - Capital e Trabalho
D. Emancipação do proletariado
E. Reconstrução da Ordem Social
PARTE III
SOCIALISMO
- Um imenso poder e um verdadeiro despotismo econômico acumulam-se nas mãos de poucos.
- A livre concorrência destrui-se a si mesma.
- O Estado tornou-se escravo, acorrentado ao capricho e a ambição.
- O imperialismo econômico avança.
- Dividiu-se me duas facções
- O consumismo, que ensina e procura realizar a luta de classes e a abolição da propriedade privada.
- O Socialismo, que condena o recurso à violência abranda a luta de classes e mitiga a abolição da propriedade privada.
- O Cristianismo não tem compromisso com o socialismo.
- A concepção socialista da pessoa humana e da sociedade é estranha à verdade cristã.
- A desejada restauração da sociedade só é possível com o retorno ao espírito e princípios evangélicos
- A caridade cristã deve fortalecer a justiça.