ROGATIVA DO ESTÔMAGO
1 — Sou a porta de sua sustentação. Conserve-me limpo. 2 — Posso trabalhar com segurança. Não me incline à desordem. 3 — Muita vez clama você contra a carestia. E despende somas consideráveis para desajustar-me as funções e conturbar-me os serviços. 4 — Não me encha de excessos. Carregando peso desnecessário, é possível venha-mos a cair hoje mesmo. 5 — Não me faça depósito de condimento demasiado. Obedecendo às leis orgânicas, transmitirei ao seu próprio sangue os venenos que você me impuser. 6 — Não me dê bebidas alcoólicas. Se você fizer isso, não garantirei sua própria cabeça. 7 — Rogo a você afastar-me de todo entorpecente, a não ser por ocasião de tratamentos excepcionais. Pequena drágea para repouso inconveniente pode, em verdade, aproximar-nos da morte. 8 — Não desejo e nem posso alimentar-me exclusivamente com recursos celestes. Peço apenas a você discernimento e equilíbrio. 9 — Governe-me contra as sugestões da mesa festiva, mesmo nos mais simples prazeres familiares. Tenho comigo a chave de sua própria harmonia. 10 — Não me diga que morrerá de fome porque não disponha de mesa lauta. Por amor de Deus, não olvide que a maior parte das enfermidades vem do prato abundante e que nós não vivemos para comer, mas comemos simplesmente para viver. Pelo Espírito André Luiz Médium: Francisco Cândido Xavier Livro: O Espírito da Verdade Divulgado: Adelair e Maria Inês na lista Vinha de Luz em 03/11/99
1 — Sou a porta de sua sustentação. Conserve-me limpo.
2 — Posso trabalhar com segurança. Não me incline à desordem.
3 — Muita vez clama você contra a carestia. E despende somas consideráveis para desajustar-me as funções e conturbar-me os serviços.
4 — Não me encha de excessos. Carregando peso desnecessário, é possível venha-mos a cair hoje mesmo.
5 — Não me faça depósito de condimento demasiado. Obedecendo às leis orgânicas, transmitirei ao seu próprio sangue os venenos que você me impuser.
6 — Não me dê bebidas alcoólicas. Se você fizer isso, não garantirei sua própria cabeça.
7 — Rogo a você afastar-me de todo entorpecente, a não ser por ocasião de tratamentos excepcionais. Pequena drágea para repouso inconveniente pode, em verdade, aproximar-nos da morte.
8 — Não desejo e nem posso alimentar-me exclusivamente com recursos celestes. Peço apenas a você discernimento e equilíbrio.
9 — Governe-me contra as sugestões da mesa festiva, mesmo nos mais simples prazeres familiares. Tenho comigo a chave de sua própria harmonia.
10 — Não me diga que morrerá de fome porque não disponha de mesa lauta.
Por amor de Deus, não olvide que a maior parte das enfermidades vem do prato abundante e que nós não vivemos para comer, mas comemos simplesmente para viver.
Pelo Espírito André Luiz
Médium: Francisco Cândido Xavier Livro: O Espírito da Verdade
Divulgado: Adelair e Maria Inês na lista Vinha de Luz em 03/11/99