TRADICIONAIS
Última alteração- 98.07.15

GAMBUSINOS
Gambuzinos são bichos inexistentes que vivem no campo, em estado mais ou menos selvagem e têm várias utilizações, como pretexto para organizar-se uma caçada; fazer um petisco de gambuzino; pele muito bonita para casacos, etc.. Para organizar uma caçada aos gambuzinos,  necessitamos de:

De início, os conspiradores escolhem as vítimas. Depois combinam com as vítimas a data e a hora da caçada. Convem ser no próprio dia e devem alertar que a caça aos gambuzinos é proibida, para que as vítimas não digam nada a alguém que as possam disuadir.
De seguida, levam-se as vítimas para o campo. Aí procuram-se arvores com tocas (buracos no tronco), buracos no solo buracos nas rochas.
A caçada consiste em: A partida consiste nos conpiradores virem embora e deixarem  a vítima no local, segurando a saca.
Participei em casos que a vítima ficou mais de 2 horas no local.

ELECTRICIDADE EM PÓ
É obvio que não existe. Pede-se à vítima para ir à drogaria mais próxima e trazer uma pequena quantidade de electricidade em pó. É preferível não enviar dinheiro, pois a vítima pode vingar-se ficando com ele.
Se o fulano da drogaria também fôr conspirador, dirá que acabou a electricidade em pó, mas que na outra drogaria, ou na farmácia, também vendem. Conheço um caso em que a vítima foi a 6 estabelecimentos.


OSSOS DE MINHOCA
Igual à electricidade em pó.


SUOR DE POLÍCIA
Igual à electricidade em pó.


SOMBRA DE OLIVEIRA
Embora esta partida possa parecer igual às anteriores, a verdade é que sombra de oliveira  existe na realidade. É um oxido metálico utilizado pelos pintores. Esta partida serve para confundir a vítima.


PEDRA-DAS-SEDAS
Igual à electricidade em pó. Contudo, se o fulano da drogaria também também fôr conspirador, arranjará algumas pedras para a vítima carregar.


FITA DE IMPRESSORA
Quando a fita já está usada, diz-se à vitima que a fita já não imprime porque está suja. Pede-se-lhe então, o favor de a lavar. A água, o sabão e a cêra da tinta fazem uma mistura que suja tudo e é dufícil de limpar.


CAMPAÍNHAS - I
Basta tocar a campaínha da porta da vítima e fugir.Rir é opcional.



CAMPAÍNHAS - II
Repetir a anterior as vezes necessárias. Cuidado com campaínhas III.

CAMPAÍNHAS - III
Se é a nossa campaínha que estão a tocar, enche-se um balde com água e sobe-se à varanda. Quando a vítima se aproximar para tocar a campainha, despeja-se a água por cima dela. Não é necessário que seja água. Pode ser qualquer outra coisa. Que saudades do tempo em que havia bacios debaixo da cama...


CAMPAÍNHAS - IV
Espera-se que alguém venha a entrar no prédio e procede-se como na anterior. Se a vítima protestar, põe-se uma cara muito sincera e arrependida e explica-se que durante todo o dias, uns malandros fartaram-se de tocar a campaínha.


BATENTES DE PORTA
 As portas mais antigas, têm um batente em ferro, para bater à porta. Ata-se uma linha forte à parte móvel do batente. De longe, basta puxar a linha para bater à porta.


FUMO PELOS OLHOS
Esta partida, figura aqui unicamente porque é na verdade uma clássica. Contudo não encorajo ninguém a fazê-la, por ser perigosa e por fazer uso de tabaco.
O conspirador pergunta à vítima se esta quer vê-lo deitar fumo pelo nariz. De seguida, dá uma fumaça no cigarro e expele o fumo pelo nariz.
Depois, pergunta-lhe se quer vê-lo deitar fumo pelos olhos. Obviamente a vítima responde que sim. Então o conspirador diz à vítima para ela lhe pôr a mão sobre o peito e olhá-lo nos olhos.
De seguida,leva o cigarro à boca e dá uma fumaça. Depois, sempre olhando a vítima nos olhos, tira o cigarro da boca e encosta com muito cuidado, a ponta do cigarro na mão da vítima.
Como disse de início, esta partida é perigosa e de muito mau gosto.
 
 

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