SUMÁRIO IDADE APRUMOS PELAGEM VÍCIOS EXTERIOR

 

DOENÇAS

Mesmo diante dos mais cuidadosos tratos com  o nosso amigo, o cavalo está sujeito às  doenças infecto-contagiosas e algumas moléstias mais comuns .

Por esse motivo o transporte de equinos é controlado em todo o país, e principalmente entre os países- membros do Mercosul, no caso desse último o certificado sanitário apenas será emitido se o resultado negativo for comprovado em laboratório oficial ou habilitado das seguintes doenças:

  1. Anemia infecciosa equina

    1. Imunodifusão em gel de Ágar ( teste de Coggins)

  2. Estomatite vesicular

    1. Soroneutralização ou

    2. prova ELISA

  3. Piroplasmose equina ( Babesia equi e babesiacaballi)

    1. fixação de complemento

    2. ELISA ou

    3. Imunofluorescência direta

  4. leptospirose

    1. mínimo de duas provas sorológicas por técnica de microaglutinção com intervalo de 15 dias entre ambas;

    2. Ou tratamento de antibioticoterapia específica

Além destas faremos algumas sucintas considerações sobre:

DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS

 

GARROTILHO

TÉTANO

GRIPE EQUINA

RINOPNEUMONITE EQUINA

ENCEFALOMIELITE EQUINA

ANEMIA INFECCIOSA EQUINA (AIE)

BABESIOSE

ESTOMATITE VESICULAR

 

CÓLICA

Esta síndrome caracteriza-se por uma dor intensa na região abdominal, levando o animal a um sofrimento angustiante e podendo levá-lo a morte.

Sendo a maior incidência em cavalos estabulados com regimes alimentares artificiais, os cavalos de esporte tornam-se uma preocupação constante dos proprietários e cavaleiros.

São duas as causas  predisponentes mais frequentes:

 

LIGADAS À ANATOMIA E FISIOLOGIA LIGADAS AO REGIME ALIMENTAR
--> Pequeno tamanho do estômago, em relação a uma grande capacidade digestiva total; --> Administração de grandes quantidades de alimento de uma só vez;
--> Intestino delgado longo e preso a um amplo mesentério, livre na cavidade abdominal; --> Utilização de alimentos deteriorados, mofados ou de baixa qualidade;
--> Ceco constituindo-se numa grande cuba de fermentação , com capacidade de cerca de 30 litros de conteúdo; --> Mudanças bruscas de tipos de alimentos;
--> Intestino grosso (cólon maior) contendo flexuras que podem constituir-se em regiões de possível obstáculo à passagem de alimentos de baixa qualidade e mal digeridos; --> Emprego de pouco volumoso em relação a alimentos concentrados;
--> Presença de algumas válvulas e constrições ( esfíncteres) que também podem transformar-se em pontos de obstrução à passagem do bolo alimentar;

--> Baixo limiar à dor, isto é, pequenos estímulos produzem grandes sensações dolorosas.

COMO IDENTIFICAR UMA CÓLICA ?

SINAIS CLÁSSICOS

TENDO SUSPEITAS , CHAME RAPIDAMENTE UM VETERINÁRIO

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